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Wednesday, December 13, 2017

Depois de quatro anos sem fazer, o balanço de 2017

Há anos que não faço minha usual retrospectiva de final de ano, porém, não quis deixar de registrar algumas coisas super legais que me aconteceram neste último. Não que nos outros não tenham tido, mas dentro dessa ideia de me internalizar, e ter maior qualidade de vida também no quesito dos pensamentos, achei importante resgatar este movimento de auto-análise e de resgate das memórias.
O melhor livro de 2017: eu vou conseguir concluir minha meta anual de 24 livros, e dei uma passeada por diversos estilos diferentes. Curiosamente, então , o que mais gostei foi o Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, de Gustavo Cerbasi, que apesar de ser “auto-ajuda” é uma sumidade na questão da organização financeira. Graças a este livro, comecei a me organizar para investir (e guardar) dinheiro.
O melhor filme de 2017: o primeiro que pensei foi o Hidden Figures (que acho que aqui ficou chamado de Estrelas Além do Tempo). Achei inspirador, maravilhoso.
A pessoa mais marcante de 2017: MOZÃO, que ainda não conhecia, e passamos o ano inteiro nos conhecendo melhor. Ele é apaixonante, comovente e uma das melhores pessoas que já conheci. Eu, que não tinha muito experiência em amar e admirar ao mesmo tempo, estou achando isso incrível!
A melhor viagem – a viagem de férias é difícil competir, não é mesmo? Logo no início, retornei em Amsterdam, depois passei mais alguns bons dias em Eslováquia, retornei à Polônia e conheci Cracóvia, e também conheci a Romênia. Vamos fechar com esse lugar, então, a cidadezinha de Oradea.
O melhor momento: esse ano meu aniversário foi muito bom, durou quase dois dias inteiros, e eu fui imensamente feliz perto de muitas pessoas amadas.
O pior momento: fiquei até pensativa, tentando eleger um pior momento, me recordando se houve realmente algum momento tão ruim assim. Claro que alguns momentos aconteceram, especialmente na repartição, porém não me envolviam diretamente.
A melhor compra do ano: não foi uma compra, mas sim um presente: meu mixer novo, da kitchenaid, deu uma nova revitalizada em minha cozinha, dinamizou muitos preparos, e ainda mudou a textura de receitas antigas. Lembrei de uma compra: o chromecast.
A pior compra do ano: minha calça jeans, artigo de vestuário que não possuía desde 2013 (coincidentemente), e que comprei em agosto, mas já agora estão folgadas e não consigo usar muito.
A melhor comida de restaurante: comi um porco enrolado no bacon com manteiga de ervas e umas batatas incríveis no restaurante Carpano, no centro de Kosice, cidade onde meus pais viviam na Eslováquia.
A melhor comida caseira: as berinjelas empanadas de forno e as cenouras assadas, ambas receitas da Lara Nesteruk e que são mandatárias aqui em casa. Também empanei e fritei cogumelos, obtendo um resultado espantoso.
A música que define 2017: Starving, de Hailey não sei das quantas. Definitivamente, I didn’t know that I was starving till I tasted you.
O que aprendi em 2017: que feito é melhor que perfeito, e que a constância é FUNDAMENTAL, para qualquer meta – mais do que medidas extremas, estratosféricas.
O que não aprendi em 2017: a não me afetar com a pessoa difícil e complicada da minha repartição.
Post preferido de 2017: este aqui, em que começo a finalmente abrir meu coração e relatar, a quem quiser ler, tudo o que tive que fazer para aprender a cuidar de mim mesma, com o mesmo critério com que um dia quis cuidar dos outros.

Post preferido que não escrevi de 2017: todos os da Ana são para mim lições de vida, mas este aqui em que ela disserta sobre como muitas vezes, ficamos apenas mirando a vida que queremos pelos olhos dos outros, ao invés de viver a nossa própria, me pegou muito de jeito!

1 comment:

Nanda Silva said...

Muitas coisas boas no ano que se passou e coisas melhores ainda viram para ti. Eu também descobri um mozão e estou achando muito interessante a dinâmica e tudo neste novo relacionamento, é muito bom! Tudo de bom pra vc!!! Beijo

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