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Thursday, November 26, 2015

Oh my God, I'm so disappointed: Patricia Goedert doces



Eu via esse nome em outdoors com fotos lindas e morria de vontade. Daí quando estávamos em BC semanas atrás, estava querendo um café e uma sobremesa, e fui justamente nesse por conta do imenso outdoor.
Decepção infelizmente define porque os doces são bonitos, mas não são "aquilo tudo": ele comprou uns brigadeiros gourmet, e eu esse muffin que eu mesma montei. Você escolhe o bolinho (banana), o recheio (creme belga), a cobertura (frutas vermelhas) e os sprinkles
O bolinho estava ressecado, o creme belga sem personalidade alguma, a cobertura só tinha cor de frutas vermelhas. Os brigadeiros, segundo ele, eram decepcionantemente sem personalidade. O café era ok, mas isso não foi feito pelo estabelecimento e sim pela máquina. 
Eu sou decidida e não preciso de mais que uma rápida olhadela para escolher, mas ele sempre fica cheio de dúvidas e precisa de muitas perguntas para se decidir. O lugar é fofo e de casinha de bonecas (o que deixa alguns bofes tipo o meu desconfortáveis), mas as atendentes foram impacientes e esnobes com ele. 
E o preço era alto, viu?
Eu fico meio puta com essas coisas porque eu pago quase qualquer preço por um café e pela sobremesa dos sonhos. E quando eu pago pouco por algo de pouca-valia, tudo bem. Mas quando eu pago muito por algo que deveria ser top e que está medíocre, eu fico fula. E nunca mais esqueço do preço que paguei, porque trato como desperdício - e pode não parecer mas eu odeio desperdício.
Fazia tempo que eu não mexia nessa tegue do meu blogue. O que é estranho, considerando a quantidade de cafés que frequento...

Tuesday, November 24, 2015

3 FACTS

Vou tentar escrever postagens menos longas, mas não garanto nada. Quando chega a hora de desabafar, vou ficando meio filósofa! Notei que andei deixando a tagzinha meio de lado, e foi uma semana tão bacana...

1 - na semana passada, por conta do dia da Consciência Negra eu assisti um documentário, 2 apresentações musicais, um show de maracatu e uma peça teatral. Tudo de altíssima qualidade e muito interessante!;
2 - quarta-feira, com um compromisso no Rio Tavares, saí do trabalho às 13h e ao ver que o termômetro marcava 35ºC, fomos nós três (eu, o cãozinho e o boy) para a Barra pegar uma praia;
3 - finalmente estou conseguindo arrumar meu quartinho de visitas e ele está novamente ficando digno. Pode parecer simplório mas vocês não ivaginam a saga que tem sido.

Olha que eu resumi muito, porque a semana foi mara! Aliás, recentemente, tenho ficado cada vez mais contente, mas não posso contar direito o porquê, isso exigiria uma postagem bem mais longa que essa :)

Monday, November 23, 2015

O que tem pro almoço? Risotto de abóbora com linguiça que gera Arancini

A bagunça usual: caldo de abóbora de um lado, risotto no outro. E o alecrim secando ali no meio da grade.

Tem sido um mês engraçado. Mas como já é dia 23, sinto-me à vontade para lhes contar que me impus um desafio: neste mês, eu não poderia sair para comer a lazer, somente em situações realmente extremas, e ainda assim, teria que buscar alternativas com meu vale-refeição. Daí o Universo amou essa brincadeira e levou todo meu dinheiro embora há quase 3 semanas já.
Fica mais fácil cumprir um desafio quando você não tem o dinheiro de fato.
Daí que sábado é sempre um dia gostoso em que gostamos de passear na rua, ver o comércio, comprar alguma coisa e depois beber algo e preparar um almoço tranquilo. Mas nesse sábado, tínhamos compromisso no final do dia, e não tínhamos dinheiro.
Matutei um pouco, pensando no espólio da geladeira e despensa, e chegamos nesse risotto, de abóbora com linguiça blumenau, no calor que fazia sábado. Mas era a coisa mais gostosa que sairia, com os ingredientes de que dispunha. Minto: faltava o parmesão, para o qual juntei as moedinhas restantes e comprei um potinho ralado pelo próprio mercado (eles mesmos ralam a barra do parmesão, é diferente daqueles de pacote) por R$2,93. E o resto foi invencionice com o que havia em casa, aproveitando inclusive a casca das abóboras que eu acho muito saborosas e sempre como depois de lavar bem, se forem orgânicas.
E ontem, após um passeio na Beira Mar que nos exauriu por motivos diversos, sem poder comer na rua, chegamos em casa e criamos nossa própria versão de arancini, com um restinho equivalente a uma colherada grande do risotto de anteontem, com um ovo, temperos e farelo de aveia. Renderam 9 bolinhos bem gordinhos, macios por dentro e crocantinhos por fora, que ficariam ainda melhores com farinha de rosca... que eu não tinha. E se não tem tu, vai tu mesmo. Nesses arancini, foram ainda uma metade de cebola, um terço de pimentão verde, e os talos do maço de salsinha que já viram dias melhores. Desastrada, derrubei um ovo no chão e só faltei chorar pelo desperdício, quando o cãozinho me salvou, lambendo o saboroso ovo cru orgânico que não lhe fez mal e deixando o chão mais limpo que qualquer passada de pano.
A receita de risotto é inspirada no delicioso risotto de abóbora com carne-seca daquela franquia deliciosa que como sempre com Natasha, quando aos domingos passeamos na feira Como Assim? e almoçamos na praça de alimentação. Ah, São Paulo... Não vejo a hora de te encontrar novamente. Parece que este ano, não nos veremos mais.
Não é exatamente o que eu faria, se pudesse e tivesse outras opções disponíveis. Mas concordamos que tudo ficou delicioso, fresco, bem temperado e colorido. Gosto de pensar que tenho essa culinária feliz, e encaro as limitações como um potencializador de minha criatividade. 

Risotto de abóbora com linguiça Blumenau (4 porções)


Resultado final imediatamente antes de servir, não pude mais fotografar pois a fome era grande...
1 xícara de arroz arbóreo
1/2 cebola picada
150g de abóbora cabotiá picada em cubos miúdos, com casca e tudo (se for orgânica)
80g de linguiça Blumenau sem pele, desmanchada
2 dentes de alho picados
80g de parmesão
1 colher de sopa de manteiga
1/3 de xícara de vinho (usei uísque, era o que tinha, beijos)
sal, pimenta e cheiro verde a gosto

Coloque uma panela de água para ferver com a sua abóbora lá dentro. Deixe por cerca de 8-10min, até que a abóbora esteja al dente, e retire a abóbora. Se tiver miolo e sementes, separe-os e deixe na água que ficará fervendo para o risotto. Na panela onde o risotto será cozido, coloque a linguiça para fritar em sua própria gordura, o suficiente para que fique sequinha (cerca de 3-4min). Reserve a linguiça junto da abóbora e proceda ao risotto como de costume, na panela suja com a gordurinha da linguiça: refogar arroz, adicionar vinho, e ir vagarosamente adicionando a água fervente com uma concha. Quando o risotto estiver 90% cozido, incorpore novamente os cubos de abóbora e a linguiça. Desligue o fogo, adicione manteiga e o queijo e tape, deixando descansar por 5min. Nesse ínterim, prepare o cheiro verde para incorporar por cima. Adicione o sal se necessário e tempere a gosto (ralei noz moscada e achei que combinou perfeitamente). Sirva imediatamente, porque risotto não espera ninguém - nós é que esperamos por ele ;)

ARANCINI


Maionese verde, catchup e tabasco para molhar os bolinhos


4 colheres de sopa de risotto pronto
1 ovo
 1/2 cebola picada
1/3 de pimentão verde picado
1/3 de maço de salsinha picada
5 colheres de sopa de farelo de aveia+ o suficiente para empanar

Com um garfo, amasse bem o risotto cozido, para que ele vire uma papinha, mas ainda se identifique o que era e tenha textura. Adicione os vegetais picados, o ovo, tempere com os condimentos de sua preferência e vá adicionando o farelo de aveia às colheradas, verificando sempre o ponto: úmido, porém manipulável. Se estiver minimamente manipulável, vá em frente, não adicione farelo ou farinha demais. Empane no farelo de aveia e leve para assar. Fiz na airfryer por 10min, virei-os e assei por outros 5min. No forno não saberia dizer o tempo necessário, mas penso que uma boa referência são outros salgados (como almôndega) que costumamos levar ao forno - faça uma média, compare. Ou frite, se tiver paciência.

Thursday, November 19, 2015

Veneninho (e acordando os haters tudo)

Eu e um amigo meu de 1900 e vrau outro dia, falando de uma pessoa que ambos conhecemos:

- Pessoa é meio estranha eu acho
- Comportamentalmente, Pessoa é tipo um poodle
- kkkkkkkkkkkkkkkk exatamente, um poodle define muito o comportamento de Pessoa. Embora seja gata, ela tem um comportamento tão de poodle que acaba desanimando de aproximar mais...

Sim, eventualmente eu solto venenos e falo maldadinhas com pessoas da mais absoluta confiança e no mais estrito sigilo. Achei engraçado depois, olhando na internê, que a Pessoa tem nas suas relações virtuais outra menina que é MUITO poodle. Com um pouco de pinscher junto, a outra, porque gosta de ficar rosnando e se tremelicando quando rola insegurança. Os semelhantes se unem - isso vale para mim com meu amigo veneninho também!

Monday, November 16, 2015

Matutando a questão #paleo

Indiquei minha nutri para uma amiga minha que sempre foi mais alta, mais magra, mais loira e mais diva que eu. Mas que no momento não sente que está assim e quer ficar assim de novo.
Só que, ao contrário de mim que saio que nem pinto no lixo com meu plano novo, ela sai desnorteada porque as orientações são complexas.
E porque?
Porque jamais esquecerei da minha primeira nutri, funcional, que me ajudou a retirar os principais alérgenos (glúten, lactose, caseína e açúcar), há mais de um ano atrás. Essa mulher me colocou num caminho limpo dessas coisas, e quando minha atual nutri me conheceu, eu já tinha rotulofobia (sempre fui adepta da #comidadeverdade) e disposição para cozinhar.
E aí hoje comecei a matutar...
Quando chego em casa, ligo uma musiquinha e inicio meu ritual na cozinha, imediatamente minha mente se transporta a outro lugar. Começa a funcionar de forma veloz, muito veloz, mas muito concentrada apenas no que estou fazendo. Ali eu vou tendo as sinapses de como tornar meu almoço ou jantar melhor do que já é. Enquanto o kefir é trocado, a couve é refogada e os ovos são batidos, vou ali já incrementando que fritarei os ovos batidos na gordurinha da couve e como isso ficará legal. Depois de tirar finos espaguetinhos da minha abobrinha, me ocorre guardar o miolo esponjoso para num outro dia comê-los dourados em azeite com alho. E ali mesmo já pego um potinho, monto o lanchinho do dia seguinte e misturo as pastilhas de chocolate amargo com as macadâmias salgadas, pensando que o sal das macadâmias vai ressaltar o doce daquelas pequeníssimas pílulazinhas de chocolate. 
Minha mente voa, corre, o tempo todo, mas vibrando numa única nota: a comida de qualidade, de densidade nutricional que estou fazendo e que tão bem me fará. Nesses momentos, bloqueio minhas insatisfações pessoais e profissionais, e viro uma mente a serviço de meu corpo. E ao fazer isso, percebo que na realidade virei foi uma mente a serviço de minha mente, porque dessa maneira indireta coloquei intenção e foco, de um jeito que não consigo em nenhum outro lugar. 
Minha nutricionista me disse em nossa primeira consulta: "imagine que não há supermercado no mundo. O que você comeria? Plantas e bichos!" E com isso em mente, inúmeras vezes estou dentro do supermercado mas me atenho ao hortifruti e já não sei mais o que vende nas outras prateleiras. E passei a conhecer de perto o problema dos limões que andam sem suco, e mesmo dos morangos que andam azedos. Antigamente, misturados aos industrializados do carrinho, eu não era capaz de perceber tais detalhes...
E me sinto agradavelmente em paz, feliz, e em silêncio. Sinto uma abissal necessidade de silêncio e não estou suportando o ruído que vem lá de fora. Enquanto estou fabricando minha própria farinha de amêndoas, estou com todos os meus conectores ligadinhos, gerando energia. Não consigo essa sensação em nenhum lugar do mundo além de minha pequena e bagunçada cozinha. 
Daí o cãozinho passa, dá uma lambidinha em minha panturrilha de pés descalços diante da pia e vai para a lavanderia beber água. Aquele sonzinho me acalma e faz sorrir, assim como ele sorriria (se fosse humano) ao ver que além da sua ração industrializada e sem gosto, lhe deixei uma casquinha de queijo provolone. E o crec-crec de seus dentinhos mordendo o que há dentro do potinho me faz transbordar de alegria.
Ao final desse processo, ambos de barriguinha cheia, sentamos no sofá para ele coçar as costinhas no estofado - ele adora esfregá-las no chão ou em qualquer superfície, quando está contente comigo. Ordeno que ele pare, pois sei que vai vir refluxo se não voltar à posição original. Ele desce para o chão, suspirando, e vai cochilar.
E eu, triste porém sabendo que não tem outro jeito, levanto e vou cuidar da vida fora esses momentos, esses que são os mais felizes de meus dias - todos os dias!

Wednesday, November 11, 2015

A mesma discussão sempre volta

Consulta de rotina na ginecologista que, enquanto enfiava aquele espéculo perereca adentro, pergunta:
- Quer ser mãe, Thais?
- Quero não, porque?
- Ah porque está naquele momento propício para pensar no assunto...
- Olhe por enquanto não está nem perto de querer.
- Olha, aconselho a pensar bem.

(daí nisso eu penso, mais uma a me convencer de que minha carga genética é um presente do qual a humanidade não pode prescindir, quando):

- Eu tenho 36 e uma bebê de 9 meses. 18 meses atrás eu era MUITO mais maravilhosa que você, eu era uma médica glamourosa nos congressos dos Estados Unidos e sem culotes. Hoje eu não consigo mais parar de sentir dor nas costas de tanto embalar a minha filha, cuja carinha mal suporto olhar.

Fiz que sim com cabeça, solidariamente àquela mulher que estava lutando dentro de si mesma porque achou que queria muito uma coisa, e depois que fez, percebeu que não era por aí. Pensando que ela trabalha, ela olha para a carinha da filha menos horas do que aquelas que projetam passar o dia todo nessa função. Aquela mulher de 36 anos, gordinha e descabelada, meio agitada e nitidamente insatisfeita, é bem-paga (ao menos melhor que eu e muitas outras mulheres) e não sabe o que fazer com a própria filha, uma vez que desfazer não é uma opção.
Sempre tem alguém para me dizer que eu minto quando digo que sonho com isso. Abstraindo a imensa deselegância e cara de pau de quem julga me conhecer assim tão intimamente, queria ponderar que a maioria das mães com quem converso, quando você pergunta bem perguntadinho, não são felizes com a escolha que fizeram. Na realidade, em sua grande maioria, dizem que não pensaram bem a respeito, já que era o sonho de outras pessoas ao seu redor, e lhes pareceu mais correto sonhar junto. Porque ainda fazem isso com a gente, jeit? 
Mas para fechar o assunto, cês viram que ela me acha MARA? hihihi...

Monday, November 09, 2015

Um dilema entre o corpo e a mente

Semana passada eu saí duas vezes da dieta: numa, num arroubo de saudosismo comprei uma pizza Sadia de caixinha e ontem fui numa festinha de aniversário.
Não pude deixar de constatar o quanto pedalei para comer aquela pizza que antigamente deglutia sem nem perceber que já havia terminado com ela e a dor de cabeça que comê-la me deixou.
Mas mais chocante ainda foi o mal-estar que duas bolinhas de queijo, dois minikibes e dois brigadeiros me causaram ontem. Dei uma mordida numa empada e a abandonei, sem condições de continuar.
Já não sei mais como lidar com essa contradição entre a minha cabeça gordinha que quer montar na pizza e nos salgadinhos de festa, e meus 55kg de saúde conquistados com alimentação de verdadeira qualidade - embora sem nenhum exercício físico. 
Alguém já passou por isso? Por tentar fazer algo que costumava conseguir e simplesmente não poder? 

Thursday, November 05, 2015

Um mantra para chamar de meu

Assim que entrei nas aulas de yoga, fiz para intensificar um pouco o alongamento e também a minha força de vontade - pois a vontade de não fazer nada nunca é imensa.
Então não me preocupei tanto em escutar as orientações mais espirituais por assim dizer, e nem decorar o mantra do início da aula eu havia decorado.
Porém, há alguns meses tenho refletido sobre a possibilidade de encarar o lado espiritual do yoga por um prisma menos religioso e mais de bem-estar também mental num grau mais profundo, além da consciência. Isso não significa que eu acredite em nada do que passei a vida toda não acreditando, mas meu ateísmo pode se reconciliar com as evidências científicas de que há um grau de determinação dos nossos fatos da vida que se dá subconscientemente (não, eu não acho que posso mentalizar que o mundo todo será feliz, mas acho que posso mentalizar que não me afetarei negativamente pelas pessoas com quem cruzar - e está bom).
Daí que semanas atrás a professora me mandou o nosso mantra que sempre entoamos no início da prática. Ontem, antes de ir para a aula, abri o mantra no computador e treinei um pouquinho, pois tem alguns detalhes da pronúncia que acho mais difíceis, e na aula acompanhei um pouco melhor o mantra. Até aí, ok, ontem eu já estava toda me achando por estar conseguindo fazer algumas práticas com mais perfeição, e aí ela literalmente acabou com minha raça determinando posições que eu não consegui nem realizar, quanto mais, manter. Mas fui embora da aula feliz da vida por ter mexido o corpo, e não ter desistido - objetivo inicial!
E me surpreendi com o fato de que desde ontem o mantra não sai de minha cabeça, como muitas vezes a gente fica com uma música coçando mentalmente. A cada vez que isso acontece, aproveito para cantarolar novamente, na melhor das intenções. 
Meu mantra é invocação a pantajali, se alguém tiver uma curiosidade específica.

Wednesday, November 04, 2015

Na repartição

Então novembro chegou e com ele a concretização de vários passos que estava apenas ensaiando, mas agora me são possíveis e reais. Com ele me chegou rotina mais consistente, mais tempo em casa, comigo mesma, com o cãozinho e com o boy, chegou mais saúde, mais economias, mais yoga, e também mais movimento. Trata-se de um pequeno projetinho meu, de que em todos os dias do mês, farei uma forcinha (literalmente) para fazer alguma atividade física, e até o momento foi tudo ok, mesmo com a chuva ininterrupta.
Daí que uma das coisas que tenho colocado em prática sem falhar é que sempre uso as escadas dos prédios, e isso inclui todos os dias úteis a repartição. Tem me chamado a atenção algumas coisas nesse processo:
1 - encontro sempre as mesmas pessoas pelas escadas, pessoas com quem não tenho contato mas com quem agora tenho esse pequeno detalhe em comum;
2 - chocantemente, tenho encontrado uma maior incidência de chicletes mascados nos andares pelos quais eu subo/desço! Com que tipo de gente porca eu convivo, meu Deus? 

Quando digo que são selvagens, duvidam de mim. Dia desses chegou na caixa geral da minha gerência um e-mail cujo título era "O Café". Dentro, diversas imagens de cafés gostosos, bonitos, e a cada imagem uma frase dizendo que cada café era de um jeito. E no final, havia um último jeito: o café que não era seu, portanto, não tome!
Há selvageria ou não nesse local?

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