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Tuesday, July 07, 2015

O dia que embuchei

A nutricionista disse que não preciso me preocupar com as quantidades, desde que eu não saia da lista dos permitidos, e isso inclui não me preocupar com as quantidades de vinho! Todas comemora!
Pois bem, ontem cheguei em casa às 18h e como de hábito sentia vontade de comer um boi com galho - mas em não possuindo um destes, comecei por fritar uma banana em rodelas, adicionando canela e açúcar de coco ao final. Daí parti para o jantar: couve refogada com alho na ghee, passando por ovos fritos e rodelas de linguiça defumada que havia comprado na feira semana passada.
Insatisfeita, fritei mais um ovo, mais rodelas de linguiça, tomei kefir, e ainda inventei o meu próprio brigadeiro de colher: um bliss de macadâmias com xyilitol e coco ralado, delicioso.
Daí que, passado o momento do desespero, foi me batendo a sensação de saciedade junto com o estufamento. E eu lá, embuchada, de tanto comer, e o cheiro das frituras pela casa toda, dominando o recinto. Que fase, que fase.
Ontem eu estava era muito ansiosa por causa de questões aí, e descontei tudo nessa permissão de comer o quanto eu quiser. Mas hoje estou me corrigindo.
No afã de me livrar da sensação de embuchamento, tive uma súbita animação e limpei a privada e o chão do banheiro. Hum. Além disso, fui reler um livro meu, pois livros já lidos me deixam calma, enquanto que livros novos me deixam acesa. E conversei muito com muitas pessoas pela internet: cazamiga do grupo do whatsapp, fazendo planos de irmos todas juntas para BH mês que vem, com outro amigo de longe, de Natal, onde confidenciamos nossas recentes agruras, e ainda me atualizei de uma fofoca mais ou menos suculenta com um terceiro. Mais ou menos suculenta, porque é sobre alguém que não curto estar se dando mal em determinado setor da vida, mas são totalmente irrelevantes em meu contexto. Já fui mais má que isso, hoje até fico meio com dó da pessoa imaginando que está na sofrência.


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