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Thursday, July 02, 2015

As aventuras de Billy, o cãozinho contraventor

Meus pais estão indo embora prazoropa, com a anterior pirulitação do irmão e da cunhada para Londres sou a última brasileira que não desiste nunca e fica por aqui mesmo.
Isso gerou a eu ser doravante possuidora de uma máquina de wafles, uma airfryer, além de uns eletrodomésticos bapho daquela marca Kitchen Aid e estou orando para herdar uma bicicleta também.
Mas além dos objetos inanimados (que viverão animadíssimos em meu poder), herdei novamente a posse do cãozinho, dessa vez em caráter definitivo. Passeios, cheiro de cachorro pela casa e pêlos grudados nas roupas farão parte de minha rotina de forma permanente.
Estou tentando educá-lo a não dormir comigo na cama devido às minhas alergias respiratórias, mas pensando que ele já tem 12 anos, acabou de se mudar novamente comigo (saiu de uma mansão para minha humilde residência) e como será que ele processa isso, também não me sinto muito no direito de expulsá-lo para fora. São seus prováveis últimos anos vivo, então tenho que deixá-lo confortável e aproveitar sua companhia.
Dito isso, mesmo assim temos tido nossos percalços; ele grita muito quando chego em casa e quando está indo passear, e hoje escutei o síndico dando bronca numa outra vizinha e comentando que fez um levantamento dos cachorros "que mais incomodam" - espero que o meu não esteja na lista, mas a verdade é que tenho mesmo ouvido muitos latidos no prédio recentemente, e não sei se no meio do dia sozinho ele não resolve também dar o seu pitaco.
E hoje de manhã já voltando do passeio e já tendo ele ido aos pés, estávamos numa calçada de concreto com um adolescente parado, e eu fui sentindo dentro de mim que ele ia fazer cocô de novo. Em meus pensamentos, implorava para ele que não fizesse isso na frente do garoto e nem na calçada de concreto, pois eu não teria como recolher, visto que o saco plástico já tinha sido usado e jazia na lixeira do outro lado da praça.
Óbvio que em seguida ele se posicionou daquele jeito que denuncia e lá foi ele. Tentei ainda puxar para que ele fosse mais adiante, mas ele começou a humilhantemente resistir arrastando a bundinha no chão, então não tive outro remédio que não permitir que a Natureza tivesse seu chamado atendido.

Tipo assim mesmo, só que lhasa
Para sambar ainda no meu cadáver, ele distribuiu uma pelotinha em cada canto da calçada, que não basta cagar em público e no chão da calçada, precisa espalhar pro bairro inteiro conhecer.
Eike fase!

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