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Thursday, July 30, 2015

Filme: Divertida Mente



Essa semana estou conseguindo focar muito numa pessoa bem importante para mim, qual seja, eu mesma!
Nem sempre tenho esse discernimento que me iluminou, deixou de cabeça boa e arejada para focar em fazer muitas coisas que são importantes, necessárias ou somente boas para mim. Uma delas foi que depois de meses, fui ao cinema!
Olha, confesso que foi difícil arrumar um filme, não sei se é porque estamos em julho, mas era ou desenho ou dinossauro, give me a break, cadê os filmes cult desse mundo? Saudades.
Mas apesar disso, li nesse blogue aqui que o filme Divertida Mente era bom, e eu havia visto o trailer dele no começo do ano. 
Como eu li no link acima, trata-se de um filme bem interessante para falar e pensar sobre as nossas emoções (não tenho qualificação para dizer se os termos utilizados são baseados em ciência, tais como 'memória-base'), e pensar sobre como todas são válidas e a necessidade de equilibrá-las.
O filme é bem infantil mesmo, não como aquelas animações que trazem sutilezas que somente adultos entenderiam. A única hora que uma criancinha sussurrou no cinema para perguntar porque estava acontecendo aquilo, foi numa cena que, óbvia para adultos, precisa de um pouco mais de concentração (ou de ter visto filmes parecidos) para entender. Essa cena foi também a que eu chorei um pouquinho, e que não posso contar a vocês sob pena de entregar um pouco da graça.
Mas resumindo, boa parte da história se desenrola dentro da mente de uma garotinha, com os seguintes personagens: Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho. Criam uma espécie de ambiente corporativo onde as emoções vão alternando em "turnos" para direcionar a mente da garotinha nos acontecimentos.
Achei tudo muito bonito e bem-feito, mas principalmente a Tristeza e a Nojinho me chamaram a atenção. Além de bonitinhas, elas são muito boas nas expressões faciais! Os desenhos de dentro da mente são mais legais que os dos humanos. 
Saí do cinema meio tristinha, porque a Tristeza é tão fofa que me capturou as atenções. Foi até engraçado: o boy lá tomando chope e comendo bolinhos de bacalhau, enquanto eu não conseguia me animar na conversação!
Queria que esse filme fosse 3D! Mas acho que não é, não. Acho bom para ver com crianças e adolescentes, bom para quem trabalha com eles, mas para adultos que querem apenas se distrair um pouco, pode ficar meio bobo. Mas depende do adulto também né?

Tuesday, July 28, 2015

Na repartição

O ambiente tem se deteriorado recentemente graças a alguns episódios que relatarei agora:

1) dia desses, encontrei uma subgerente no banheiro (uma figura cujo rosto me lembra o Corcunda de Notre Dame versão Disney), com a porta da sua 'casinha' aberta, e ela lá metade da roupa vestida, metade não. Ela parecia ter emagrecido recentemente, mas esse triste episódio me revelou a verdade, ela usa aquelas cintas por baixo da roupa. Semanas atrás eu não encontrei a mesma loka de casinha aberta levantando as calças? Mijar de porta aberta em casa is ok, mas aqui, Brazil? To errada em pedir mais recato?

2) dia desses, uma poça d'água na salinha do café revelou que alguém havia desligado a geladeira, tirando o cabo da tomada. Pra que, gente? A moça da limpeza ficou bastante indignada com essa cruzada de territórios que lhe soou boicote;

3) ontem haviam três maçãs no frigobar, e eu confesso que roubei uma, não contei para ninguém, não deixei bilhete e nem sei a quem me reportar. Se pretendo consertar isso? Não. Welcome to the jungle (mentira, já falei com a dona);

4) na enquete sobre a festa de final de ano, as opções eram: jantar dançante, day-use num resort e "casa do gerente". AINDA BEM que o bom-senso imperou e vamos para o resort (mas sempre corria o risco de alguém querer ver como é o decor da casa do gerente e votar nisso, né?!).

Monday, July 27, 2015

Não estou falando com ela!

Dia 22/05, sexta-feira, vou para o Campeche celebrar o aniversário de um amigo meu. Coisa simples, comer um sushi e jogar conversa fora. Sábado é aniversário do boy, e eu tenho planos de preparar um bolo, da gente passear, fazer um picnic, todas essas coisas.
Vamos encurtar o assunto do jantar tranquilo para o seguinte resumo: depois de 3 Corujas Extra Viva, dividi 2 garrafas de vinho cazamiga e cheguei em casa por volta de 5h da manhã.
E quando começou a amanhecer, eu comecei a expurgar o porre. Vomitei tantas vezes que por algumas horas eu dormi no chão geladinho do banheiro (sdds tempos da UFSC). Não conseguia suportar a ideia de tomar um comprimido para a dor de cabeça que me demolia, porque sabia que o gole de água necessário não seria suportado pelo meu estômago ressentido.
Quando foi 13h ele me ligou, certamente estranhando meu sumiço, e passou lá em casa. Tentei mentir que estava com virose (hahaha), mas provavelmente estava óbvio que o que eu tinha mesmo era rebordosa.
E ele de vingança, me fez:
-ir no samba do Noel;
- ir no centro na feira de antiguidades;
- ir no shopping procurar um tênis;
- ir no Mercado São Jorge comer um waffle;
- ir para OUTRO shopping procurar o tênis;
- ir no quebra-gelo jogar fliperama, sinuca, e beber cerveja (argh - só ele, claro);
- ir numa pizzaria comer...

E ir pra casa, por favor! Quando o dia terminou, eu dizia que não entendia como que umas berejinha tão de leves podia ter me levado pra sarjeta desse tanto, daí foi onde que ele me contou que essa Coruja Extra Viva é realmente coisa de satanás. Então, como todo mundo que vomita loucamente, deixei a cerveja bem de lado, e na paleo ainda, não pode.
Daí ontem fui num bar onde não havia vinho e eu bebi cerveja. Se eu bebi 650ml foi muito, creio até que foi menos.
Não é que acordei com uma cefaleia imensa, enjoada, e até agora não parou nada no estômago? (não estou comendo, para não piorar).
Eu e a cerveja: não estamos nos falando!

Friday, July 24, 2015

Aceito opiniões sobre a postagem abaixo

Ontem eu pedi água pelo telefone, quando chegou, encontrei os entregadores de uma loja de móveis junto, e subimos os três.
O entregador da loja terminou antes de entregar a caixa, por isso, desci rapidamente com ele para abrir o portão, enquanto o moço da água terminava de trocar a bombona.
No caminho, na escada, ele cruza comigo - eu subindo, ele descendo, e aí eu digo - falta pagar! E ele:
- se eu soubesse esperava lá em cima...
- espere aí na escada que vou buscar o dinheiro.

Abro minha bolsa e a nota de R$10 está solta dentro da minha bolsa, fora da carteira. A primeira coisa que vejo quando a abro. E meu coração disparou. Olhei ao redor, meu celular no lugar, tudo no lugar - só aquela nota de R$10 solta dentro de minha bolsa.
Desço torturada, sabendo que ele abriu minha bolsa e minha carteira. Porque eu havia sacado o dinheiro 10min antes dele chegar, e ido direto para casa. Billy é esperto e rouba comida, mas não consegue ainda se beneficiar de um roubo de dinheiro.
Como eu havia tirado somente os R$10 para pagar a bombona, minha carteira e mesmo minha bolsa não renderam uma boa incursão.
E como a bombona custava R$10, ele provavelmente repensou o furto, deixando o dinheiro lá onde estava, mas fez isso com pressa, com medo que eu chegasse.

Bem, dali por diante não prestei mais, o resto do dia. Não pude sorrir para ele, nem dizer mais nada quando abri o portão, nem pude chegar a uma conclusão do que pensar a respeito do fato. O que é o mais importante de tudo? Ele ter aberto ou ter desistido? Eu ter deixado ele sozinho por 60 segundos dentro de casa? Será que troco de fornecedor de água? 

Não pretendo denunciá-lo, porque eu não posso provar (apesar de saber), mas também porque não me sinto bem fazendo isso. Eu não sei o que passou pela sua cabeça, nem do que ele precisa. Além disso, mesmo que fosse somente uma má intenção sem nenhum drama por trás, me ocorreu que ele vai repetir esse ato na casa de outra pessoa. Se isso é um hábito dele, fatalmente será pego. 

Estou muito impactada pelo ocorrido, me senti completamente exposta, constrangida, penalizada, com medo, e finalmente entendi o conceito de "vergonha alheia". O que ele fez foi tão constrangedor que eu não pude mais encará-lo.

E vocês? Me dizem o que?

Thursday, July 23, 2015

Quando a vida te deu o que você pediu

Anos atrás, passei pelo ridículo de perder precioso tempo me debatendo com um certo mr. Big que não valia a água da louça. Aqui está a postagem, que escrevi para Carrie.
Corta para ontem, eu assistindo de novo Sex and The City 2. Cada vez mais admirando Carrie e Miranda, Sam em terceiro lugar e realmente não sei para que Charlotte existe. De novo, fico com aquela sensação de que tudo poderia ser diferente e que o Aidan era melhor...mas que no fim Big também serviu.
Daí não pude deixar de me remeter e me colocar novamente nessa história, e dessa vez, para minha sorte, se eu fosse Carrie, estaria com o Aidan. Aidan sempre cuidadoso, presente, transparente. Muito lindo, muito sensível, muito decidido a respeito de querer estar com a Carrie, muito carinhoso. Muito sincero, muito gentil. Sem os sparkles a la mr. Big: seus sparkles vêm de sua inocência, de sua afetividade, de sua bondade.
De toda essa fortaleza é que me sinto fortalecida e finalmente saciada, finalmente abastecida, finalmente estou no lugar certo, na hora certa, com a pessoa certa. Finalmente o tempo das certezas felizes e leves, é o tempo da fartura. Estou me fartando e eventualmente me transbordando de amar porque isso me faz mais forte e mais saudável.
E vocês acreditam que ainda não comprei o box?!

Monday, July 20, 2015

Uma volta ao passado recente: Valparaiso e suas cores

Sim, aqui a esquizofrenia de postagens faz com que apesar de eu já ter voltado do Chile há 8 meses, hoje me tenha ocorrido que nunca terminei de contar como foi, e vasculhando minhas fotos, vi que fui injusta ao não relatar algo incrível e que foi muito enriquecedor nesta viagem: Valparaiso.
Nós chegamos no Chile numa terça-feira, e quando foi sábado de manhã, deixamos nosso apart e fomos para o metrô - de lá, para a rodoviária de Santiago, e então, para Valparaiso.
O plano era passarmos o final de semana por lá porque havia lido que tinha uma vida cultural interessante, e além disso, eu tinha Helena (minha amiga) que mora em Viña del Mar, cidade bem ao ladinho, e poderíamos explorar seus conhecimentos locais.
Primeiro quero dizer que as rodoviárias chilenas tem aquele estilão bem brasileiro: caóticas, com pinta de sujas, indignas, nada parecidas com aquela belezura uruguaia do início do ano.
Mas de qualquer forma, tomamos um ônibus equivalente aos nossos convencionais, e em cerca de 2h30 chegamos ao nosso destino, sem movimento, estrada boa, e com paisagens lindas no trajeto. Chegamos em Valpo (intimidade chegando) cerca das 14h, e lá na rodoviária tomamos um táxi para a nossa hospedagem em Cerro Alegre. O preço da passagem de ônibus foi algo em torno de R$35 e a rodoviária era integrada com o metrô de Santiago, bem prático.
Vista do mar do pacífico, lá de Cerro Alegre
Vamos por partes, falarei deste cerro, para depois falar do resto dessa parte da viagem (supondo que um novo surto de banzo da viagem me acometa e eu termine essa saga). Eu escolhi Cerro Alegre porque foi onde havia hostel, e eu adorei as fotos do meu, então, confesso que foi o Booking que me levou a esse local. Queríamos privacidade, então pagamos o equivalente a alguma diária de hotel pelo nosso quarto de casal (mas banheiro coletivo), mas tudo bem, porque amamos mesmo assim a decoração, o estilo da casinha, a localização...só não fizemos amizades porque o tempo foi curto, apesar que o boy arrumou duas amiguinhas numa determinada noite que eu caí no sono. Também achei que estava um clima bem familiar, tirando as duas meninas, haviam lá uma família completa (casal e 2 crianças), outro casal, e nós. Recomendo fortemente este hostel porque achei tudo ótimo, as condições do local, o preço, a localização, e tem um desayuno muito TOP, inclusive comparado com hotéis latinoamericanos: suco, ovos mexidos, frios, café, pão, doce, tudo bem gostoso e feito na hora para cada hóspede, servido na mesa!
Pois bem, nós já chegamos com fome de almoçar, então apenas largamos nossas coisas no hostel e fomos dar um passeio nas redondezas para achar um bom restaurante (e bons tinham, aliás, muitos!). Comemos numa esquina lá lotada de restaurantes e barzinhos, todos tinham um quadrinho com menus ejecutivos, e selecionamos um com pinta de restaurante francês, por coisa de R$45 para cada, composto de entrada, prato principal e sobremesa, que estava ótimo. O meu foi bouef borgignon, o dele foi um peixe, de sobremesa peras bele helene, tomei vinho na taça, uma beleza. Bem, estávamos com pressa e fome, não procuramos pechinchas, mas esse é o preço - não exatamente uma pechincha, concordo, mas já comi em restaurantes aqui com nível parecido a preço muito mais alto. De lá, fomos perambular pelo cerro, e é aí que começa um encanto atrás do outro.
Uma esquina caótica e cada portinha um restaurante
Fomos andando, ladeira acima, ladeira abaixo, com o objetivo de encontrar a casa do Neruda, La Sebastiana, que segundo Helena (minha amiga) é a mais feia das três. Andamos muito, e não encontramos nesse primeiro dia, pois estava longe para ir andando. Mas foi ótimo, porque passamos uma tarde toda andando pelo cerro e achando tudo um encanto. Valparaíso lá de cima tem esse desbunde da vista, mas também a obra humana, de muitos grafites, construções em terreno acidentado, que a tornam incrivelmente inspiradora. Tive diversos pensamentos por lá, inspirada pelo cenário e pela confusão e excesso de informação: a natureza é bonita, as cores são bonitas, as casas são bonitas, os grafites são bonitos...como fazer? Fiquei zonza! 
Escadinhas cheias de detalhes coloridos, haviam muitas!
Uma coisa muito legal é que alguns locais buscam integrar o que já tinha lá com o desenho que vai vir, então ao invés de passar a tinta por cima, é feito um desenho que valorize o que ali já estava, e ao mesmo tempo em que destaca (o arbusto, ou o que for), integra numa outra coisa. A foto abaixo ajuda a explicar o que quero dizer.
Nada de cortar o arbusto: ele entra no grafite!
Isso dá uma noção muito interessante de como é que a gente convive com aquilo que o lugar é, mas ao mesmo tempo transforma ele também. Fiquei com aquela percepção de que a ocupação urbana daqueles cerros se deu numa relação mais paralela, em que a gente constrói coisas aqui, mas respeita o que vem junto com isso. E aqui estou eu de novo, embolada nas palavras porque a forma privilegiada de comunicação que havia lá, era o desenho.
Outra com os arbustos, e ele <3 td="">
Haviam muitas pessoas pelas ruas, o tempo todo, e também visitamos uma feirinha de artesanías, subimos e descemos escadarias, entramos numa casinha de chás. Passeamos, passeamos, e quando ficou cansativo, nem lembro o que fizemos, acho que nessa noite, que eu deveria ter dado apenas um cochilo, adormeci profundamente até a manhã seguinte - sem jantar, sem beber alguma coisa, sem assistir um show de bandas que Helena havia me chamado para ver.
Era novembro já e estava super frio, apesar do sol. Lá faz muito frio! 
Eu nesse dia fiquei me sentindo impotente com minhas câmeras, pois ter aquelas que faz vista panorâmica TALVEZ servisse para demonstrar a grandiosidade do lugar, é muita coisa para caber num enquadramento só. 
Ao contrário de Santiago, aproveitei muito mais a paisagem de Valparaíso e suas cores do que a gastronomia, honestamente não tenho grandes memórias relacionadas à comida, apesar de que não comi nada mal. Foi um local de alimento para a mente (food for thought, como anda na moda dizer).
Ainda não contei sobre várias outras coisas dessa viagem, pode ser que eu continue ainda. Pois é uma forma de fazê-la durar um pouco mais! :)






Friday, July 17, 2015

Lanchinho paleo: frutas, frituras



Esse lanche tem algumas coisas interessantes que tornam a fruta como lanche uma boa pedida: tem termogênico (canela e pimenta), tem a gordura boa (do coco), não tem açúcar (nem precisa) e tem o morango que é uma fruta de pouco carboidrato.
Eu amo bananas e jamais viveria sem elas, mas para diminuir o impacto do índice glicêmico, tenho buscado algumas estratégias que deem a volta na insulina. Coisas que li a respeito: que associar uma fonte de gordura junto diminui esse impacto, que a canela também ajuda nisso, por isso, a combinação de maçã e banana com canela não é só intuitiva pelo sabor, mas pelo detalhe digestivo/metabólico!
Aí eu andei lendo por essa internê da vida que os franceses adicionam pimenta nos morangos quando vão comê-los, e logo se acendeu uma lâmpada em mim: isso deve ficar MUITO bom. 
O coco é considerado uma fruta coringa na minha atual dieta, pois apesar de ter bastante gorduras, tem milhões de fibras e poucos centavos de carboidratos líquidos, sendo assim bem legal para a minha estratégia terapêutica do momento: manter minha insulina constante e feliz.
Então outro dia misturei logo tudo e deu nisso: uma sobremesa quente e fria, gordurosa mas ao mesmo tempo com fibras, termogênica, deliciosa!
As pessoas podem comer só as bananas fritas com o coco, ou só os morangos com a pimenta, eu quero sempre tudo, e comi logo ambos e juntos.

BANANA FRITA

1 banana em rodelas
1 colher de sobremesa de óleo de coco
canela a gosto
coco ralado

Aqueça o óleo de coco numa frigideira antiaderente e disponha as rodelas de banana. Deixe que elas caramelizem um pouco, cerca de 2min, e então vire-as. Aí polvilhe a canela, e o coco ralado. Não é necessário açúcar nenhum! Que delícia!

Os morangos, cortei em três no sentido do comprimento, adicionei a pimenta do reino moída na hora e misturei com as bananas quentes. 

Wednesday, July 15, 2015

Presentuda

Ganhei do boy um ramalhete de flores muito divo ontem, lá do Mercado São Jorge. E um livro também, que estava na Saraiva folheando enquanto ele comprava pastinhas para guardar as cifras de músicas.
Queria postar fotos, mas acabou a bateria do celular e eu realmente perdi o carregador dentro de casa. 
Para completar, achei a bota over do jeitinho que procurava, com a cor também. Vou buscar hoje quando sair da repartição - esse é presente de mim para mim.

Monday, July 13, 2015

Ainda não foi dessa vez

Sábado cheguei em casa depois de um brunch e mais um pouco de fotossíntese de vitamina D com umas comprinhas para a semana. Enquanto ia guardando as compras, também limpei um pouquinho a sala, o banheiro, etc.
Eu tenho uma mania que é provavelmente um tapa na cara do meio ambiente, mas eu conforme vou varrendo o pó, recolho na pazinha e jogo na privada, para que o pó não se volatilize e espalhe pelos ares quando for jogar na lixeira. Depois dou a descarga e minhas alergias respiratórias agradecem.
Daí fiz isso no sábado, só que junto com o pó, tinha umas florzinhas miúdas.
Minutos mais tarde senti aquele chamado da natureza e fui atendê-lo, e como sempre antes de dar a descarga dei aquele confere...milho? Não, milho nem pode na paleo, isso é... FLOR?
OMG, caguei flor!
Lembrei logo em seguida que não, mas não pude deixar de rir.

Thursday, July 09, 2015

O que tem pro almoço? Espaguete de legumes com curry de camarão

Exibindo foto.JPG

Sétimo dia de paleo e as percepções são:
1 - "apenas" 1.5kg a menos;
2 - não havia inchaço para desinchar, ou então ainda não desinchei;
3 - fiquei esperando a semana toda aquela sensação de alívio e purificação, mas não veio;
4 - talvez eu tenha estranhado é o fato de realmente não passar fome, confundindo com o item 3;
5 - eu sempre me considerei independente do açúcar, até me dizerem que era proibido;
6 - infinitas saudades dos meus queijos;
7 - COMO as pessoas são restritas no instagram de paleo! Pra que tanto bacon, meu Deus?

Bem, eu estou sentindo falta desse frescor que vem de comer comida de verdade, salada em abundância, etc. E salada mesmo, nessa semana não houveram sopas ainda para mim, pois não consigo resolver a contento a contradição de amar sopas, mas desejar um elemento crocante para poder mergulhar nelas. Talvez chips de batata-doce, vamos ver. Amanhã comprarei coisas que me remetem ao tal do frescor: pepinos, palmitos, tomates. Semana passada não haviam no Mercado São Jorge, meu atual principal fornecedor de legumes e frutas, pois a consistência e variedade de orgânicos me fascina.
Então ontem decidi que comeria um espaguete de legumes, aos moldes daquele que Bela Gil serviu ao Zeca Camargo num programa sobre massas, com um pouco de camarões flambados, bastante coentro, curry, etc. Sentia imensa necessidade de frescor, apesar do frio e chuva lá fora. Assim o fiz, e postando a foto acima nas redes sociais, choveram perguntas, pedidos e comentários. 

Então vamos começar por um detalhe técnico, qual seja, preparar o "talharim" ou espaguete com os legumes. 

Para que eles fiquem realmente parecendo uma massinha, um utensílio culinário faz diferença. O meu, no caso é o que demonstro abaixo com uma foto da internet. Lígia perguntou se era difícil confeccionar os espaguetes, e não vou mentir: é preciso um instrumento afiado, uma mão firme, um legume grande e de preferência grosso, e uma tigela bem espaçosa, para pegar os espaguetinhos quando "caem" da lâmina. Eu quase me corto toda vez que manuseio este instrumento, pois quando o legume acaba, você está lá com toda força fazendo seus espaguetinhos, e pode ser que os furinhos furem sua mão. Abobrinhas e cenouras não são uma ciência exata, não vêm em tamanhos e consistências pré-definidos, por isso, você pode acabar se esforçando um pouco demais, ou se machucando caso não seja cuidadoso. Por isso, é necessário preparar o local: não deixar nada ao seu redor em que seus braços possam esbarrar, criar um bom espaço, escolher legumes maiores, que ficam mais fácil de estabilizar. Ontem, apoiei a abobrinha numa tábua, deitada, e fui assim tirando as tirinhas para saírem o mais perfeitas possível, e considero que fui bem-sucedida. Então, confesso que é necessário persistir, e paciência. Há quem simplesmente corte em tiras mais ou menos finas com a faca mesmo - não muda nada em termos de sabor, mas esteticamente, fica menos massinha, e mais "julianas de abobrinha"...

Estes dentinhos são afiados!


ESPAGUETE DE LEGUMES

1 abobrinha grande e grossa
1 cenoura grande e grossa

Faça as tirinhas conforme descrito acima. As cenouras, coloque em água fervente por cerca de 5min, após retire e aproveite esta água para caldo de legumes ou outra receita. As abobrinhas, apenas cuide para não chegar na sua parte esponjosa, o miolo de sementes, que não se presta a espaguete (mas pegue sim a parte branca, fica com mais jeito de espaguete!). Não é recomendado cozinhar, apenas misturar com o molho está bom - se for uma receita de pouco molho, pode-se refogar ligeiramente, com ervas e azeite ou ghee.

CURRY DE CAMARÕES

1 concha (das de feijão) de camarões limpos
2 dentes de alho fatiados
2cm de gengibre fresco ralado
2cm de cúrcuma fresca ralada
2 colheres de sopa de coentro fresco picado (talos inclusive)
1 colher de sopa de conhaque (usei Domeq)
1 colher de chá de curry ou açafrão
1 colher de sopa de óleo de coco
1 colher de chá de óleo de gergelim torrado
1 colher de sopa de shoyu
1 colher de chá de ghee (ou manteiga)
sal a gosto

Aproveitei a água das cenouras para descongelar e cozinhar ligeiramente os camarões (e ao final, me saí com um tanto de caldo de legumes+camarão, que congelei para o futuro). Refogue o alho, o gengibre e a cúrcuma ligeiramente, cerca de 5min, em fogo baixo. Adicione os camarões, o conhaque, os talos de coentro e siga mexendo, isso vai gerar uma caldinha grossa e bem rica. Tempere com o shoyu e o curry, incorpore as cenouras e abobrinhas, mexendo por 1min, e então desligue o fogo. Se considerar que precisa de sal, acrescente agora (no meu caso precisou). Ao final, adicione o óleo de gergelim torrado, e já na tigela ou prato, coloque a ghee e as folhinhas de coentro.


O sol e a disposição

Sempre quando chega a essa altura do ano, começo a me sentir desanimada, deprimida, indisposta, e comumente também adoeço. 
Tenho uma dependência imensa de sol e de claridade, não de calor. Nos últimos dias, com frio e chuva, me sentia miserável, e só não fiquei ainda pior porque estava nessa da dieta, e a alimentação saudável acaba dando um up na nossa disposição - isso e o fato de que, goste ou não, o cãozinho precisa passear todos os dias. Me forcei a ter que olhar pelas janelas e encontrar a hora do dia em que a chuva dava trégua e era possível descer. Com isso, pude notar que nem sempre estava tão frio.
Hoje finalmente o Sol apareceu, e com ele, veio minha vontade de escolher uma roupa (escolher, e não me sujeitar àquelas que pegam menos chuva), pentear os cabelos (não, quem tem os quatro fiapos escorridos que eu, não penteia eles, sob pena de murcharem ainda mais) e até de passar maquiagem!
Levei quase 90min para me arrumar, entre banho, secador, escolha das roupas (foi bom porque utilizei uma combinação inédita e ainda percebi que preciso descartar algumas que não ficam bem em mim de jeito nenhum), aprontar o make e definir o penteado. Cogitei acessórios, mas ficariam over com as minhas escolhas (uma camiseta divertida da Minnie com um blazer leve azul).
Como pode algo tão singelo nos modificar tanto?
Já tive um namorado que dizia que eu era uma pessoa solar, mas acho que ele estava errado: pessoas solares carregam o Sol consigo, enquanto que eu sou tipo uma planta, alguma destas, que na ausência de sol, murcha e definha sem nenhuma esperança de viver.
Hoje fiz questão de cruzar a rua e caminhar por uma calçada pela qual nunca vou, no trajeto até a repartição, pois daquele lado, havia Sol. Fui de rosto franzido e sentindo quase-calor!
Dizem que o Sol perdurará somente até amanhã. De modos que me programarei para aproveitá-lo ainda enquanto dura!

Tuesday, July 07, 2015

O andamento das resoluções e hábitos de Ano Novo

RESOLUÇÕES DE ANO NOVO

1 - tirar o visto americano (é o último ano de um de meus melhores amigos morando lá) - unchecked
2 - tirar o diploma do mestrado - unchecked
3 - quitar as minhas dívidas - unchecked
4 - participar de eventos acadêmicos e profissionais de minha área de pesquisa - inscrita em um
5 - ser mais presente para as pessoas que gosto - ter mais vida social - ongoing, mas preciso intensificar
6 - reformular meu guardarroupas (adquirir coisas boas, me livrar de outras,etc) - ongoing
7 - conhecer um novo lugar nas férias (não digo 'novo país' pois posso ir em outra cidade num país que já fui) - as férias ainda não foram
8 - ter plantas em casa - checked: tenho um tomateiro que é uma verdadeira praga, uma jibóia, uma espada de são jorge, umas florzinhas miudinhas...
9 - aproveitar melhor meu tempo (não ver horas se passarem sem ter feito algo proveitoso) - ongoing, mas confesso que Desperate Housewives não ajudou nisso
10 - destralhar a cozinha (principalmente: despensa, congelador e geladeira) - checked, mas é um processo constante. Já tem coisas no congelador precisando ser desovadas
11 - aprender algo novo (possivelmente um idioma, creio que francês) - unchecked, mas eu juro que fiz minha parte. Cheguei a me inscrever num curso que não fui depois contemplada, vou tentar novamente no segundo semestre;
12 - contribuir mais com as pessoas ao meu redor, sendo mais paciente e prestativa - ongoing, mas sério mesmo, se vocês vissem o tipo das pessoas?! Elas exigem bem mais paciência do que destinei a elas.

HÁBITOS

1 - movimentar-me nos 365 dias do ano (fazer alongamento todas as manhãs) - unchecked
2 - não dormir sem a pia estar brilhando - unchecked
3 - ler 1 livro técnico por mês - unchecked
4 - anotar os meus gastos - unchecked
5 - comer legumes, beber chá e outras coisinhas saudáveis (chia, gojiberry, etc) nos 365 dias do ano - checked
6 - tirar uma coisa velha para cada coisa nova que entrar em casa - checked
7 - procrastinar menos - checked, mas precisa melhorar
8 - render 20% a mais em meu trabalho do que rendo hoje - checked, mas precisa de constante vigilância
9 - meditar alguns minutos por dia - unchecked
10 - ler literatura que gosto todos os dias - checked
11 - fazer o menu semanal e cozinhar minha comida novamente - checked
12 - utilizar a montanha de cosméticos que compro para o rosto e esqueço após 1 semana - ongoing

A verdade é que me propus coisas que são mudanças mais permanentes (com exceção de algumas mais direcionadas, tipo: tirar o visto, tirar o diploma... ), mas que no geral, eu começo, daí a vida me dá um caldo, daí eu vou fazendo tudo do jeito que dá e depois me descabelo em desespero tentando refazer minha vidinha. 
Então estamos na segunda metade do ano, as viagens terminaram por enquanto, porque não tentar tudo de novo? 
Desde anteontem, quando finalmente tornei à minha casa, estou deixando o notebook do lado de fora do quarto, me entretendo com meus livros antes de dormir. Desativando o celular quando a leitura inicia. Como já deu para notar, estou em andamento com a nova dieta, por enquanto tudo certo. Anotando o que tem de ser feito, anotando os gastos, procrastinando um pouco menos, rendendo um pouco mais no silviço. Vou imprimir minha lista de hábitos e deixá-la estrategicamente em diversos pontos onde preciso me recordar deles.


O dia que embuchei

A nutricionista disse que não preciso me preocupar com as quantidades, desde que eu não saia da lista dos permitidos, e isso inclui não me preocupar com as quantidades de vinho! Todas comemora!
Pois bem, ontem cheguei em casa às 18h e como de hábito sentia vontade de comer um boi com galho - mas em não possuindo um destes, comecei por fritar uma banana em rodelas, adicionando canela e açúcar de coco ao final. Daí parti para o jantar: couve refogada com alho na ghee, passando por ovos fritos e rodelas de linguiça defumada que havia comprado na feira semana passada.
Insatisfeita, fritei mais um ovo, mais rodelas de linguiça, tomei kefir, e ainda inventei o meu próprio brigadeiro de colher: um bliss de macadâmias com xyilitol e coco ralado, delicioso.
Daí que, passado o momento do desespero, foi me batendo a sensação de saciedade junto com o estufamento. E eu lá, embuchada, de tanto comer, e o cheiro das frituras pela casa toda, dominando o recinto. Que fase, que fase.
Ontem eu estava era muito ansiosa por causa de questões aí, e descontei tudo nessa permissão de comer o quanto eu quiser. Mas hoje estou me corrigindo.
No afã de me livrar da sensação de embuchamento, tive uma súbita animação e limpei a privada e o chão do banheiro. Hum. Além disso, fui reler um livro meu, pois livros já lidos me deixam calma, enquanto que livros novos me deixam acesa. E conversei muito com muitas pessoas pela internet: cazamiga do grupo do whatsapp, fazendo planos de irmos todas juntas para BH mês que vem, com outro amigo de longe, de Natal, onde confidenciamos nossas recentes agruras, e ainda me atualizei de uma fofoca mais ou menos suculenta com um terceiro. Mais ou menos suculenta, porque é sobre alguém que não curto estar se dando mal em determinado setor da vida, mas são totalmente irrelevantes em meu contexto. Já fui mais má que isso, hoje até fico meio com dó da pessoa imaginando que está na sofrência.


Monday, July 06, 2015

E se for preciso parar tudo?

Estava hoje me recordando daquele livro de Nelson Rodrigues, Engraçadinha, que também virou novela na Globo. Não vi a novela, mas li o segundo volume da obra. Em determinado ponto, a esposa traída do velho que curtia a Engraçadinha, vendo que o cara estava prestes a se desquitar dela, pára com tudo: com a raiva, com as brigas, por medo de que ele fosse embora e ela não tivesse mais a sua festa de Bodas de Prata.
Nunca me esqueci daquilo, embora não fosse o mais relevante no livro, porque conheço gente muito próxima de mim que usa como desculpa qualquer data comemorativa para adiar uma separação, uma briga, ou que volta atrás numa decisão para que não venha a público o "problema". 
Como se o problema ser notado pelo público fosse o que realmente determina, o que importa é as fotos, as pessoas vão ficando por ali: atravessadas, infelizes, psicologicamente frustradas, elas vão deixando para o momento ideal a hora de romper.
Ainda bem, desse mal não sofro. Se for preciso prejudicar o álbum de fotos por causa de uma situação que me incomoda, fodam-se as fotos, foda-se a data. A gente roda a baiana merrmo, fala o que tem que falar e é isso aí.
Ainda bem!

Sunday, July 05, 2015

O que tem pro almoço? Jardineira de legumes


Então estou aqui, no meu quarto dia de dieta paleo, me saindo bem melhor que a encomenda. Realmente o fato de não controlar quantidades e poder comer gordura ajuda muito, e gordura vai em tudo: óleo de coco no café da manhã, nos ovos que comi dia desses, no azeite de oliva que adiciono à salada, e por aí vai.
Estou reforçando bem nas quantidades, para evitar de ficar com fome e escorregar em alimentos que não posso comer, o que tem ajudado. Tipo hoje, que para meu bife acebolado, coloquei logo meia cebola junto, o que rendeu horrores e se não fosse essa dieta, seria menos. Mas aí eu pensei que eu gosto bastante da cebolinha caramelizada, e que eu como menos dela no restaurante porque acabo colocando outros acompanhamentos não-aceitos no momento.
Daí, além do bifinho, cortei umas alfaces americanas e mandei ver nessa jardineira que juntou duas inspirações diferentes: primeiro, a própria jardineira de legumes vendida congelada nos mercados, mas que possuem milho, e no momento milho não está permitido. Além disso, semanas atrás em Brasília eu me servi no restaurante de uns cubinhos de cenoura refogadas com coentro, e isso me encafifou. Sempre eu fazia feijões refogados no coentro, e não me ocorreu colocar em outros legumes?!

JARDINEIRA DE LEGUMES

1 cenoura média cortada em cubinhos
3 floretes de brócolis chinês, florzinhas separadas, e talo cortado também em cubinhos
3 floretes de couve-flor, florzinhas separadas, e talo cortado também em cubinhos
1 dente de alho
1 sachê de champignon em conserva
1 colher de sopa de óleo de coco
1 colher de chá de cúrcuma fresca ralada
1 punhado de salsinha e cebolinha picadas
sal e pimenta a gosto

Ferva um tanto de água, coloque em primeiro lugar as cenouras para cozinhar por cerca de 5min (nesse meio-tempo, é possível ir cortando os demais vegetais). Adicione o brócolis e a couve-flor, ao mesmo tempo, já ligue a frigideira com o óleo de coco, alho e cúrcuma. Desligue a panela de água. Retire os vegetais com uma peneira (ou outra forma que você reserve a água - é um líquido precioso e nutritivo, use para sopa ou outra receita com caldo de legumes) e os adicione à frigideira, mexendo bem e envolvendo todos os vegetais com o óleo aromático. Adicione o champignon, sal, pimenta e desligue o fogo. Adicione o cheiro verde com a jardineira ainda quente.

No futuro, quando for comer, é possível fazer algumas outras coisas, tais como: adicionar vinagre ou azeite, ou outros tipos de pimenta. Não quis fazer isso para justamente eu ter outras opções - o sabor da jardineira fica bem suave e neutro, um pouco adocicado, daí ela cai bem com um prato mais salgadinho. Não pus cebolinhas porque elas parecem durar menos, e eu vou comer mais uns dois dias pelo tanto que sobrou. Guardei na geladeira e não sei quanto tempo dura - mas acho que dura tranquilamente de 2-3 dias, além de que se pode congelar.
Se for o caso de congelar, basta espalhar tudo num tabuleiro, de modos a não ficar uma coisa grudada na outra. Leve ao congelador por cerca de 1h, e então pode colocar num saco plástico - assim eles congelam em separado, e não aquelas crateras difíceis de separar.

Friday, July 03, 2015

A tal Dieta Paleo

Uma amiga minha de repente começou a se atochar de bacon e ficar cada vez mais magra. Essa é a versão resumida. Junto com seus bacons no instagram, vinha sempre a hashtag paleo, e eu olhava aquilo com maus olhos.
Mas eventualmente fui tomando contato com algumas pessoas e outros perfis no instagram com histórico semelhante e pus-me a matutar sobre o que lia e fazia sentido na teoria, mas não me via implementando na prática. 
Eis que agendei consulta lá em Jaraguá do Sul com uma nutricionista bombástica-midiática e saí com uma boa impressão. E estou no segundo dia de dieta paleo, sem quantidades definidas e por enquanto tudo razoavelmente bem. Já devo ter comido uma meia dúzia de ovos entre hoje e ontem, mas está permitido. Tentarei não comer hoje, para não enjoar.
Por enquanto não estou podendo comer laticínios, o que torna tudo um pouquinho mais chato, pois quase tudo que penso em comer se beneficiaria de um queijinho por cima. Mas tudo bem. Daqui a exatos 40min saio da repartição rumo ao centro da cidade, para comprar ingredientes e deixar vários cardápios prontos para a semana.
Novas receitas, aí vamos nós!

Thursday, July 02, 2015

As aventuras de Billy, o cãozinho contraventor

Meus pais estão indo embora prazoropa, com a anterior pirulitação do irmão e da cunhada para Londres sou a última brasileira que não desiste nunca e fica por aqui mesmo.
Isso gerou a eu ser doravante possuidora de uma máquina de wafles, uma airfryer, além de uns eletrodomésticos bapho daquela marca Kitchen Aid e estou orando para herdar uma bicicleta também.
Mas além dos objetos inanimados (que viverão animadíssimos em meu poder), herdei novamente a posse do cãozinho, dessa vez em caráter definitivo. Passeios, cheiro de cachorro pela casa e pêlos grudados nas roupas farão parte de minha rotina de forma permanente.
Estou tentando educá-lo a não dormir comigo na cama devido às minhas alergias respiratórias, mas pensando que ele já tem 12 anos, acabou de se mudar novamente comigo (saiu de uma mansão para minha humilde residência) e como será que ele processa isso, também não me sinto muito no direito de expulsá-lo para fora. São seus prováveis últimos anos vivo, então tenho que deixá-lo confortável e aproveitar sua companhia.
Dito isso, mesmo assim temos tido nossos percalços; ele grita muito quando chego em casa e quando está indo passear, e hoje escutei o síndico dando bronca numa outra vizinha e comentando que fez um levantamento dos cachorros "que mais incomodam" - espero que o meu não esteja na lista, mas a verdade é que tenho mesmo ouvido muitos latidos no prédio recentemente, e não sei se no meio do dia sozinho ele não resolve também dar o seu pitaco.
E hoje de manhã já voltando do passeio e já tendo ele ido aos pés, estávamos numa calçada de concreto com um adolescente parado, e eu fui sentindo dentro de mim que ele ia fazer cocô de novo. Em meus pensamentos, implorava para ele que não fizesse isso na frente do garoto e nem na calçada de concreto, pois eu não teria como recolher, visto que o saco plástico já tinha sido usado e jazia na lixeira do outro lado da praça.
Óbvio que em seguida ele se posicionou daquele jeito que denuncia e lá foi ele. Tentei ainda puxar para que ele fosse mais adiante, mas ele começou a humilhantemente resistir arrastando a bundinha no chão, então não tive outro remédio que não permitir que a Natureza tivesse seu chamado atendido.

Tipo assim mesmo, só que lhasa
Para sambar ainda no meu cadáver, ele distribuiu uma pelotinha em cada canto da calçada, que não basta cagar em público e no chão da calçada, precisa espalhar pro bairro inteiro conhecer.
Eike fase!

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