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Thursday, February 19, 2015

O Carnaval frustrado

Meu namorado odeia Carnaval. Ele nem sabe direito os motivos, mas insisti que não havia a menor chance de ele não pular Carnaval, a não ser que decidisse que íamos passar o feriado cada um no seu canto fazendo suas atividades. Meio receoso e sem nenhuma fantasia, ele acabou se convencendo a fazer uma tentativa.
Para minha tristeza, no entanto, perdi o enterro da tristeza por falta de companhia (meus amigos que costumam ir comigo estariam todos ocupados), depois o Baiacu foi cancelado por tanta chuva. Faltei o Berbigão na sexta anterior para ir para Gothan City ser chamada de depressiva, atacada, estressada  e outros adjetivos(péssima decisão, nunca mais caio nessa). Depois continuou chovendo no Sujos, então me restou o Onodi no domingo e, na segunda, perdi a hora para ir no Baiacu. Terça, chovia torrencialmente outra vez.
Justo dessa vez que minha amiga me trouxe uma máscara de Veneza para eu pular Carnaval? E que eu havia comprado uma fantasia de Cleópatra? Sim, porque de que me serve um cabelo desses se não for para me fantasiar de Cleópatra no Carnaval?
E não é que o homem gostou do bloco.
Frustração total. Pronto, desabafei.

Thursday, February 12, 2015

O que tem pro almoço? Tudo vegano

Ache o guacamole lá no fundinho

Eu ando assistindo muito o programa Bela Cozinha, e tenho adorado as ideias que tiro de lá, além de diversas dicas: o movimento correto da faca, quantas horas deixar alguma coisa de molho, o que cai melhor de manhã ou à noite, etc. No início, via aquela profusão de tofu e linhaça no lugar do ovo com maus olhos, mas se você assiste de forma initerrupta, percebe que não se trata de uma nutricionista xiita para quem nada presta. Na verdade, o programa já mostrou carne, doces, frituras, milkshake e muito mais. Mas sempre faz a ponderação que você precisa ter uma alimentação majoritariamente saudável, para poder cometer os seus abusos quando julgar conveniente.
E também de uns tempos para cá eu não tenho mais estranhado tanto certas coisas, pelo contrário, tenho considerada bem-vinda a entrada de dias meat free, o que segundo O Homeopata, é normal.
Hoje isso não foi intencional. Calhou somente de eu ter comprado abacate com sérias intenções de comer guacamole, e ter meio tofu sobrando na geladeira precisando ser usado. Juntei a isso alfaces e tomatinhos que já haviam visto dias melhores, e ao final percebi: não havia nada de origem animal em meu almoço!
Coloquei em meu instagram a hashtag vegan e vi surpresa algumas pessoas que nunca havia visto curtindo minha foto. Tem gente que usa mesmo a hashtag para mecanismo de busca, que legal.
Aproveitei e passei a seguir alguns perfis de ayurveda, pois sempre podem surgir dicas legais. Mas sou preguiçosa e fico somente naqueles em português, o que faz com que eu não goste de seguir a hashtag pitta, por exemplo. Mas achei uma moça que é pitta e faz dieta Dukan, coisa que jamais farei, e estou seguindo ela para ter algumas ideias. De tudo se aproveita se a gente filtrar bem, eu acho.
Espero que a receita simples agrade, ela é muito refrescante, leve e saborosa. Perfeita para levar na marmita para o escritório, que foi o que fiz hoje.

GUACAMOLE

1 abacate maduro
suco de 1/2 limão
cebolinha picada
coentro picado
1 colherzinha de Tabasco
1 chilli fresca picada
sal e azeite a gosto

Amasse bem o abacate com o garfo, ou passe no liquidificador (mas acho que dá tanta sujeira que não compensa). Adicione imediatamente o limão para que não escureça, e então os demais ingredientes. Há quem adicione tomates picados, eu adiciono somente na porção que irei comer para não aguar demais. Guarde na geladeira por pouco tempo, pois é altamente perecível (o meu, comerei em dois dias, porque sou corajosa).

TOFU FRITO COM CROSTINHA DE ERVAS SECAS

50g de tofu orgânico cortado em cubos (TEM que ser orgânico quando o assunto é soja, meu povo)
temperos secos a gosto
óleo de coco para fritar

Seque o tofu com papel toalha até que ele fique mais parecido com um queijo de fato, e menos aguado. Então tempere com sal, cominho em pó, pimenta e o que mais gostar. Acho que curry ou cúrcuma ficaria um badalo. Esfregue bastante para que ele fique recoberto. Aqueça uma frigideira com 1 colher de sopa de óleo de coco e coloque os cubinhos após estar realmente bem quente, assim, não irá grudar. Vá virandinho por alguns minutos e está pronto. 

Wednesday, February 11, 2015

O que tem pro almoço? Couscous com legumes


Findo o desabafo da postagem anterior, já logo arrumei assunto para publicizar: meu almoço de escritório que vem numa tigelinha de vidro para ser requentada no microondas.
Eu não estava com vontade de ir ao mercado, nem à feira ontem de manhã. Resolvi me virar com o que tinha, e o que tinha era abobrinha, cenoura molenga, tomates-cereja quase passando e uma lata de tomate pelado. Não haviam mais cebolas, só havia alho assado, que eu fizera na semana anterior junto com minhas abóboras. Nem limão ou cebolinhas. Eu estava me sentindo estranha com aquele tanto de privação, mas no fundo me ocorreu uma ideia. Eu ia fazer macarrão de abobrinha e cenoura, que havia sido um sucesso na semana anterior, receita da minha musa FOREVER, Bela Gil. Só não contava com o fato da abobrinha estar estragada. E a cenoura, molenga, não se prestava a virar tiras de macarrão. O molhinho simples já estava pronto e, chateada, resolvi que usaria macarrão. E aí no meio do caminho lembrei de algo que habita minha despensa e é ainda mais rápido: couscous.
Não me parece ser o mesmo que se come no Brasil, pois este me lembra muito o fubá. O couscous marroquino é de bolinhas, interessante, uma boa base para um molho legal. E ficou pronto em 1min, assim tão pouquinho.


COUSCOUS MARROQUINO COM LEGUMES

1/3 de xícara de couscous já cozido
1 tomate pelado, mais o suco da lata
1 colher de sopa de manteiga
1/2 cenoura picada em cubos
8 tomatinhos cereja
5 dentes de alho fatiados
1 pitada de açúcar mascavo
sal, azeite e pimenta a gosto

MODO DE PREPARO

Basta colocar em fogo baixo o alho com o suco de tomates mais o tomate pelado, adicionar manteiga e açúcar e deixar cozinhar um pouco - nessa quantidade, nem leva 5min. Ao final, temperar com sal e pimenta a gosto. O couscous precisa ser colocado numa tigela e adicionado água fervente até que o tape, abafando por 2min (isso varia conforme a quantidade). Depois é só afofar com um garfo e adicionar sal, pimenta, azeite e limão (que eu infelizmente não tinha). Pus tudo junto na mesma tigela, acrescentando ainda os cubinhos de cenoura crus mesmo, e os tomatinhos cortados pela metade, também crus. Rende HORRORES, o couscous se multiplica.

Introspecção e o mundo lá fora

Desde algum tempo criei dois outros blogues, que não são abertos ao público, com objetivos diferenciados e que me ajudam bastante a organizar pensamentos somente meus. Recentemente, ando mais observadora a este processo interno do que os fatos externos, publicáveis, ou que quero tornar públicos. Isso fez com que os outros dois estejam bombando, ao contrário deste pobrezinho aqui.
Essa semana já iniciei cansada. Como trabalho muito e concilio junto ao trabalho outras diversas atividades que me absorvem tempo e energia, preciso dos finais de semana para dormir bastante, fazer coisas divertidas e estar em paz. Apesar de cansada, estava disposta a passar o final de semana em paz, mas definitivamente não me foi permitido isso. Estava cansada, mas não estressada. De tanto me dizerem que eu estava estressada, fui me estressando cada vez mais. Cheguei na segunda-feira pronta para dormir o dia todo. Mas fui cumprir a minha pesada agenda, que iniciou 6h45 e terminou 00h. 
Isso me pôs a pensar em muitas coisas, e intrigada ontem fiquei me testando, vendo como me sentia: bem. Hum. Depois de uma noite de sono, acordar sem despertador, comer minhas frutas no desjejum e tomar um banho completo (com cabelo), vim trabalhar e consegui fazer as minhas coisas. Ao final do dia, consegui cumprir afazeres domésticos, fui andando até o mercado, encarei a fila da farmácia numa boa, e terminei a noite acampando no quarto geladinho com sushi do tele-entrega para nós dois. Dormimos antes do filme argentino que escolhemos terminar. 
Uma única noite sem preocupações e interrupções externas me deram a carga de bateria que eu necessitava para continuar a semana. Isso me fez pensar nele e no porquê dele ser bem-vindo. Acho que parte da resposta consiste em sua presença silenciosa, gentil, sem querer me radiografar a cada franzir de testa. 
Quem gosta de estar em evidência? Eu não. E isso tem ficado mais evidente com o passar do tempo: apesar de ser uma pessoa extrovertida, não sou uma pessoa tão afeta a intensas convivências, pois isso me tira de meu lugar predileto, que é ainda dentro de mim.
No entanto, a introspecção é algo que precisa ser conseguido independente dos fatores ao nosso redor. Ao menos eu acho. E vou precisar praticar mais esse conceito se quiser ficar em paz.
Mas não no Carnaval, claro. :)

Thursday, February 05, 2015

Decepção do ano: Into the Woods


Nesse sábado fui ao cinema. Fiquei muito feliz, pois no ano passado praticamente não fui e era uma meta do casal, um divertimento que queríamos ter (apesar dos preços proibitivos).
Tinha visto a propaganda e depois o trailer desse filme e fiquei animadíssima, porque uma coisa assim com Johnny Depp e Meryl Streep me deixa curiosa. Mais ainda, o jeito do trailer me levou a concluir que era em 3D, com aqueles efeitos todos.
E aí lá fui eu para o cinema sem nem pestanejar em qual filme ver.
Aqui uma dica para as pessoas das redondezas: andava curiosa em conhecer a sala VIP do cinema, e escolhi uma sessão nela que, em pleno sábado custava R$30 a inteira. As outras custavam R$24, portanto, achei um excelente negócio. As poltronas são espaçosas e confortáveis, tem uma mesinha para você apoiar seus lanchinhos que custam o mesmo preço e os garçons tiram seu pedido lá dentro e te trazem. Mordomia demais! E a visão é excelente.
Daí que voltando ao filme, era um musical em 2D que mistura diversos contos de fadas: chapeuzinho vermelho, Cinderela, Rapunzel, João e o Pé de Feijão e mais alguns que estou esquecendo. Todos acabam se encontrando ao acaso pela Floresta e as histórias se entrelaçam, como se fossem todas ambientadas no mesmo reino.
Bem, o roteiro é ruim. A história poderia ser melhor, mas é ruim, ruim de um jeito que no final eles matam um dos principais personagens, separam um dos principais casais e dão um destino nonsense a muitos deles. E é uma pena, pois se tivesse acabado um pouquinho antes, uns 15min digamos, terminaria mais digno. Ainda chatinho, mas possível, terminaria no final usual dos contos de fadas. Roteirista perdeu a mão.
Efeitos incríveis, mas me deixaram com gosto de quero mais. Fiquei um pouco frustrada por ser 2D. A caracterização dos personagens, no entanto, é muito bem-feita. Meryl Streep está uma bruxa genuinamente medonha!
E o Johnny Depp, infelizmente, aparece tão pouquinho.
Não fosse o fato de que eu queria muito ir no cinema e conhecer a sala VIP, teria sido um dinheiro desperdiçado. Mas não foi, porque tinham outras coisas em conjunto.
Ando paquerando a ideia de iniciar a maratona do Oscar, mas ainda não achei aquele link amygo com todos os filmes para ver online. Alguém?

OBS - o título é uma brincadeira, pois estávamos ainda em janeiro. Infelizmente sei que essa não deve ter sido "a" decepção do ano, quisera eu...

Wednesday, February 04, 2015

A sazonalidade ao contrário

As cascas ficaram tão macias que as comi também, puras, somente com o salzinho polvilhado na assadeira.
Desde o final de semana o calor aliviou um pouquinho, tem chovido mais e tido mais nuvens. Resultado: não deu praia no final de semana passado e nem parece que vai dar nesse.
Ao contrário do que imaginava, me vi animada. Feliz em recolocar em uso algumas peças de roupa que estavam abandonadas, repensar se ia usar maquiagem (não uso há exatos 35 dias, desde que o ano iniciou), fui ao cinema, e ontem, para completar a esquizofrenia, achei que após uma tarde cheia de chuva, o carteiro ia precisar de uma sopinha quente.
E às 18h de ontem este forno foi ligado pela primeira vez, para a feitura de um prato incrivelmente outonal, que costuma aparecer lá em casa de forma mandatária somente nos próximos meses: sopa de abóbora.
Quando elas saíram do forno, achei aquela imagem tão linda e típica que não resisti a fotografar. Senti um amor tão grande por aqueles legumes que chegou a chamar a atenção. Lavar folhas de alface, assar abóboras e bater uma sopa são fontes incríveis de calor no coração para minha pessoa.
Quando terminei de preparar, coloquei no forno uns bolinhos pré-prontos de petit gateau que fizeram um perfume danado em casa. Mas que no futuro, serão meus próprios brownies, e não esses comprados ocupando meu congelador.
Desligamos a TV que estava ligada ao acaso para tomar sopa e conversar. Falei que deveria ter feito nutrição, seria mais feliz. Falamos como não era impossível fazer, reclamamos dos nossos trabalhos. Falamos dos temperos utilizados naquela sopa tão rala e de como havia sido um dia meat free para mim, mas totalmente ao acaso. 
E de repente me vi ansiando pelos próximos meses. Sempre estou um passo à frente, e passarei o inverno ansiando pelo verão, tenho certeza. 
Ah! A quem interessar possa:

SOPA DE ABÓBORA

1 xícara de abóbora assada em forno alto por 30min
1 cabeça de alho assado na mesma fornada
açafrão, sal, água e especiarias a gosto

MODO DE PREPARO

Aguarde os legumes esfriarem um pouco antes de colocá-los no liquificador com a quantidade de água que mais lhe agradar: se gosta de sopa cremosa (eu), ponha menos, se gosta de sopa mais líquida, ponha mais. Tenha em mente que está tudo cozido e não irá passar muito tem
po no fogo. Depois de bater os legumes com a água e o açafrão (tenho cabelinhos trazidos direto da Índia!), volte à panela para corrigir o sal, amalgamar líquido e sólidos, e adicionar outros temperos que goste (usei uma pitada de um mix da Bombay que leva gengibre em pó, noz moscada e pimenta branca).
Servi com torradinhas integrais com cottage por cima, mais um cheirinho de orégano e cominho em pó.

Tuesday, February 03, 2015

A agressividade gratuita

Iniciei e deletei essa postagem diversas vezes hoje, pois não sei bem por onde começar ou mesmo continuar o assunto.
Mas o fato é que anda me incomodando, a toxicidade das coisas agressivas que leio pela internet. Coisas que as pessoas postam nas redes sociais, comentários que fazem ao final de notícias ou postagens. Mesmo esse blogue tão pequeno e tão pessoal já recebeu alguns raros comentários anônimos me gongando.
Eu não esqueci de nenhum deles, e nem do tom que foi usado. Não esqueci os palavrões, não esqueci as risadas maldosas, que vieram em caixa alta.
Iniciei o ano pensando em suavizar um pouco as minhas relações, e buscando ser gentil com todo mundo que encontrasse. Porém tem horas que as pessoas não sabem os seus limites, e eu ainda não sei mostrar o limite a elas. Com uma pessoa em especial, nivelei meu tom pelo dela, pois me pareceu ser a única forma de colocar algum limite. Funcionou, mas ao final restou a pergunta, e a suavidade?
Será que serve para todo mundo? Será que a gente deve escolher com quem vai pegar mais leve ou mais pesado?
Enquanto vou escrevendo, vou parando e pensando a cada minuto no que poderia fazer de diferente. Para me sentir menos ferida por essa agressividade gratuita. Não cheguei a nenhuma conclusão brilhante, mas me ocorreu, então, fazer um período de afastamento desse modo de se relacionar. Sem rupturas, somente preciso ver como me saio, como me sinto. 
Para isso, precisarei evitar algumas pessoas com quem convivo pessoalmente, pois nas redes sociais é mais fácil de controlar, basta deletar ou deixar de seguir. Pontualmente, me ocorreu abandonar o facebook por esses dias., não entrar. O blogue não me prejudica nesse sentido, então devo escrever (fora que agora tenho três, sendo que somente este é aberto ao público). Mas tem uma pessoa que está no meu local de trabalho, por isso, é dificílimo evitá-la. Convivemos por cerca de 3h todos os dias. E é suficiente para me atazanar. Tentarei criar estratégias para que as 3h passem mais rápido. Vamos ver. 

Monday, February 02, 2015

Ainda sobre o Chile: a localização da hospedagem


Ficamos em duas hospedagens diferentes em Santiago. Fiz isso para usarmos menos transporte, ficando a cada período perto do centro ou do bairro de Providencia.
Aproveitamos muito mais estarmos perto do centro, pois ficamos mais dias, e também porque ao fim andávamos muito.
Infelizmente não bati fotos do apart para poder compartilhar bem como era o nosso hotel, mas na realidade tratava-se de um prédio com moradores normais, não turistas, com portaria normal de prédio e diversos andares e apartamentos por andar. Estávamos no andar 9.
Pois bem, tínhamos uma ante-sala, com cama de solteiro e duas poltronas, uma pequena cozinha com fogão, forno, microondas, geladeira e bancada com duas banquetas integrada com essa ante-sala, e nossa suíte, bem simples, uma cama de casal com criado-mudos e tevê, além do banheiro com chuveiro a gás, banheira daquelas antigas e nada mais.
Mas o mais legal, era que saindo do nosso prédio, entrávamos imediatamente na linda Calle Londres:



Da minha janela, eu via o inicinho da Londres


Isso era algo super bacana, todos os dias, íamos e voltávamos para o centro caminhando por elas, e quase todos os dias nós parávamos para tomar alguma coisa num bar/café que havia por ali. Apenas pelo prazer de observar nossa linda rua. As ruas são únicas na cidade inteira, nesse estilo meio belle époque (palavras que eles amam usar para definir os locais mais antigos de Santiago), e tem um ambiente tranquilo, com muitas pessoas passeando, fotografando, fazendo ensaios de casamento e outras coisas. Alguns jovens pintavam também, porque o lugar é mesmo inspirador. Só acho que poderia ter mais alternativas de bares, cafés e restaurantes, para mais pessoas poderem apreciar as ruas.
As cores da folha das ávores é ainda mais encantadora junto com os prédios e construções em tons tão neutros. 
Cheguei a pensar ficar ali, mas li muitos e muitos relatos falando mal no trip advisor. Então fiquei pertinho, paguei barato e foi ótimo.


Um acesso da Calle Paris, e a passarela ao fundo, que tive vontade de conhecer mas não tive coragem de pedir

O hábito de janeiro que não consegui consolidar

Um pouco pesarosa, devo anunciar que comecei bem a questão do movimentar-se, fazendo alongamento logo que acordava, mas um dia virou dois que 'esqueci' e pronto, quando vi, fiquei quase 10 dias sem fazer.
Assim, vou ter que continuar insistindo. Após ter tido minha primeira experiência na yoga, que me rendeu um tornozelo inchado por todo o final de semana, e tendo discutido hoje com A Analista a questão de porque insistir em algo que me machucou, optei por continuar mirando apenas de longe a yoga.
Mas não posso não fazer atividade física, por isso, resolvi que preciso me comprometer a praticar em casa, uma série possível e que conheço bem, pois aprendi no meu treino de pilates+funcional. Seria mais ou menos o seguinte:

1 - alongamento (uma sessão breve, de uns 5-8min)
2 - aquecimento da lombar (são exercícios que faço no chão)
3 - exercícios de fato: a ponte, 3 séries de 90seg, agachamento, 3 séries de 15 com pesinhos para o bíceps junto, flexões com os joelhos no solo, elevação do quadril, elevação dos calcanhares, elevação das panturrilhas, abdominais nos três sentidos
4 - outra sessão de alongamento

Não sei quanto tempo leva fazer todas as séries, e de início terei que ver como providenciar pesinhos e uma trilha sonora maneira. Além de algo no chão para eu não escorregar.
Hoje não farei, pois não ficarei em casa antes das 23h, então, preciso acordar amanhã a tempo de testar quanto tempo levo e se a ideia funciona.

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