Total Pageviews

Friday, January 30, 2015

Desafios do Blogue Vida Organizada

Ai que feio, eu perdi o prazo e não postei as mudanças que fiz no dia correto. E o pior: eu fiz as mudanças, faltou foi postar mesmo!
Mas não tem problema. Quero mesmo assim mostrar como está ficando, pois há pouco me ocorreu que 1) eu gosto de falar sobre minha casa e como estou cuidando dela aqui no blogue, porque 2) penso que isso me ajuda a organizar os pensamentos e manter o registro. Ano que vem completo 10 anos de blogue. Estou começando a cogitar imprimir para guardar, afinal, um dia uma bisneta-sobrinha minha (já que tudo indica que não terei filhos, portanto bisnetos) pode me achar uma velhinha legal e querer conhecer o que eu fazia quando era jovem.
Bem, a postagem sobre o antes, vocês podem acessar neste link. Vamos ao depois?

Atual visão geral de frente.
Durante à noite, com as velinhas acesas.
Eu iniciei o mês decidida a alterar algumas coisas na minha percepção de que tipo de plantas queria cultivar em casa. Eu sempre tento com temperos, e eles morreram, mas eu percebi que eu poderia me beneficiar do verde apenas como ornamentação, e isso fez com que entrassem em casa: flores miudinhas (cujo nome desconheço) que quando murcharam mantive as folhagens, uma espada de São Jorge de 3 anos de idade quase e que estava seca na casa de praia dos meus pais (só de voltar a molhar 1x na semana, encheu de folhas novas e revigorou), uma planta chamada jibóia, que achei folhosa e estava baratinha no mercado.
Vasos eu tenho diversos, das outras tentativas. Não queria gastar dinheiro, pois não tenho, e nem queria fixar nada na parede, por não ter furadeira nem ninguém que se proponha a me ajudar gratuitamente com os furos.
Vista de cima: jibóia, espada de são Jorge, germinando sementinhas, cestinha com objetos que ficam na sala mas nem sempre estão em uso. No andar de baixo, regador, balde com fertilizante e envelopes de sementinhas.

Em algum momento, comprei sementinhas e nunca havia plantado nada. Resolvi que ia aproveitar isso, dentro da lógica de aproveitar o que tinha foi que revitalizei o tal do cantinho. Cuja vista é a seguinte:
Temos neste momento sementinhas germinando, de coentro e tomatinhos. Reaproveitei essa latinha linda de manteiga Soresina porque ela merecia ir parar na decoração. Tomei o meu banquinho sub-aproveitado do quarto, juntei nele minha fontezinha de bambu que faz barulho de água, lanterna de velas, e já estava uma delícia. Praticamente um jardinzinho em casa. E andava com uma ideia de colar na parede umas borboletas de cartolina vermelha, barato e fácil, mas aí me ocorreu que ficaria bem melhor a mandala que ganhei de aniversário e andava servindo de descanso de copos. Resolvi brincar de bolinhas, catei os bottons soltos pelo quarto e colei na parede, com fita dupla-face, minha amiga nesses dias de não-furadeira. Pus uma borrachinha atrás para não ficar tão instável e finalmente me livrei das coisas de uma forma bacana. 

Detalhinho na parede: a Frida, nossa rainha, ganha destaque no meio da mandala, enquanto Amelie Poulain, Chiquinha e Homer Simpson brincam juntos ali ao lado.

Preciso ainda melhorar muitas coisas: as cebolinhas não vingaram depois que as cortei, será que elas só vêm uma vez mesmo? Não sei se fui inteligente juntando a florzinha com a espada de São Jorge, pois talvez ela precise de mais água, enquanto que ele basta uma rega na semana. Preciso esconder fios e cabos ainda. A médio-longo prazo, preciso 'subir pelas paredes' com algumas plantas. Vamos ver.
Por fim, postei no grupo do face este pequeno vídeo, pois o barulhinho da água, nesses fins de tarde quentes, é muito relaxante e ajuda a refrescar:
video


Adorei o primeiro desafio! O grupo é muito solidário, e ajuda bastante, e em alguns momentos dei também meus pitacos no quintal dos outros (literalmente).
Não vejo a hora de conhecer o próximo!

Surtada na Yoga

A brincadeira com o título de um seriado no GNT (o qual pretendo assistir), é porque hoje fiz minha primeira aula experimental de yoga.
E resolvi me matricular e fazer, não porque adorei, mas sim porque foi um suplício do início ao fim.
Porém, foi um suplício de um jeito muito interessante: tive que lidar com meu equilíbrio, coordenação motora, falta de alongamento e consciência corporal. Saí da aula bastante cansada e relaxada.
Mas depois de nadar, de fazer pilates, de ir dançar, de ir na academia, vocês devem imaginar que fico um pouco preocupada com não conseguir, mais uma vez, participar das aulas.
E é aí que esta leva uma vantagem sobre todos os meus demais projetos de saúde e atividade física: é feito no meu local de trabalho na hora de almoço.
Custa metade do que vinha me custando as aulas de pilates. Em breve, contarei mais a respeito dessa novidade.
Coincidentemente, resolvi me consultar num homeopata no início da semana, portanto estou tomando gotinhas, fazendo yoga e alimentação ayurvédica. Só falta a miçanga e a saia hippie. 
Veganismo, aí vou eu (sarcasmo, e espero não me desdizer em poucos meses, rs).

Wednesday, January 28, 2015

O anúncio

Estava com o boy ontem fazendo uns testes sobre finanças pessoais (sim estamos eu e ele comprometidos com essa meta de colocá-las em dia), quando num determinado item, ele marca que nunca faz reserva e pensa no futuro. Eu o corrijo:
- Tem sim, você tem a nossa previdência!
- Ah, na realidade, eu tenho duas, aderi também ao plano Tal!
- É mesmo?
- Sim, e ainda por cima coloquei você como minha beneficiária!
- Oi? Como assim?
- Sim, isso mesmo!
- Não acredito!
- Quer que eu te prove? 
(isso durou uns bons minutos, de interjeições para cá e para lá, até que me convenço e pergunto):
- Porque você pôs meu nome?
- Ah porque podia escolher quem eu quisesse e eu te escolhi!
- Mas porque você me escolheu?
- Ah porque se eu morrer pelo menos você ganha alguma coisa!

Corte a cena para que eu possa fazer uma síntese de minhas constatações, que até o momento foram:

1 - ele sabe meu nome completo, ou alguma Thais com nome parecido levará a bolada;
2 - ele não me conta tudo que faz, a exemplo de aderir a outro seguro de vida;
3 - ele não refletiu muito bem, pois eu trabalho, tenho minimamente para onde correr, ao passo que sua família poderia realmente precisar do seguro, além de que provavelmente isso geraria um conflito, com a família talvez querendo que eu repasse o valor do seguro em caso de 'sinistro'(sic);
4 - se ele morrer, eu perco muito mais do que ganho.

Sendo a quarta constatação a mais relevante no contexto, ainda sim estou chocada...


O dia em que me livrei de mais lixo virtual

Minha casa é o retrato de aqueles programas de acumuladores no momento. Cada vez que minha família reforma sua casa, se muda ou coisa do tipo, eu herdo a mudança. Algumas úteis, tais como o sofá da sala, outras verdadeiros Frankensteins, como quando herdei a mobília atolada de cupim, e outras, como é o caso de agora, um volume assustador de quinquilharias. 
Jogos de copos para jantares que jamais darei (eles vão se quebrando loucamente agora, de tantos que são), utilidades domésticas que já possuo e por aí vai.
Ando muito incomodada com essa situação. Por mais que eu selecione, não acaba nunca a herança da mudança alheia. Já doei muitas coisas e vou doar ainda mais, quando arrumar motivação para enfrentar o volume de objetos que se mudaram para casa.
Daí que hoje, após ter dormido uma noite meio agitada na casa do namorado, baixo os e-mails e entram 21 novas mensagens. A maioria, vocês devem imaginar, são de lojas e newsletter de lugares em que me obrigaram a cadastrar um dia.
Injuriada, catei um cachinho de uvas, e enquanto ia devorando as bolinhas, fui deletando e me 'desinscrevendo' de compras coletivas, lojas de móveis, roupas, lojas online nas quais nunca comprei nada, cancelei, cancelei, cancelei.
Amanhã eu descubro se restaram muitas ainda e continuo. Sinto-me mais leve após fazer isso...

Monday, January 19, 2015

Avanços na análise

Achei que eu poderia falar bastante sobre minhas sessões de terapia, mas vi que muitas coisas discutidas são bastante íntimas e até criei um blogue, fechado, apenas para eu mesma registrar meus progressos. Tenho descoberto coisas amazing sobre a minha pessoa, estamos sempre progredindo. Bem mais devagar do que eu previa, mas não virei uma pessoa louca de um dia para outro, não vai ser de um dia para outro que irei me consertar.
Daí que hoje falávamos sobre como muitas vezes sinto necessidade de me refugiar em meu mundinho próprio, e como considero algumas interrupções a essa minha 'onda' particular algo invasivo. E nem me interessa onde estou: se é em casa, numa festa ou na sala de aula, se preciso entrar na onda, eu entro. 
Só que aqui na repartição, há algo que me atrapalha muito nessa minha onda: esse algo é alguém de quem nunca falei: o meu vizinho de mesa, o Biscoitinho do Shrek.
Oi, eu sou o Biscoitinho, redondo até de cabeça
Biscoitinho parece mesmo com o personagem, e ele até sabe que esse é o apelido que lhe dei. Ele vive querendo conversar, e às vezes parece que quer me capturar. Me vejo muitas vezes tentando fugir de suas investidas, de seu campo de visão, porque quando ele me vê disponível (tipo quando entro na onda, que nem agora, escrevendo sobre mim mesma no expediente), ele se aprochega para conversar. Se transforma num polvo, gruda e é bem difícil de me libertar de seu abraço de polvo.
Trabalhamos muito a minha dificuldade em ser objetiva com as pessoas e mandá-las para outro lugar. Como tenho uma postura de quem está sempre de bem com a vida, o povo acha que eu estou realmente apreciando os momentos que estamos passando juntos, o que nem sempre é verdade. Maioria das vezes, estou apenas tendo empatia pelo outro, tratando-o com gentileza, e não apreciando o momento junto com o outro. Claro que busco tirar o melhor proveito possível de todas as situações, já que sou obrigada, tento descontrair e até me divertir, mas não é algo que me dê prazer.
Voltando ao Biscoitinho, lembrei-me que semana passada vi o gerente trabalhando de fones de ouvido, e com isso, me surgiu uma ideia: e se eu comprasse headphones? Quem sabe com isso eu não conseguisse ostensivamente fazer as pessoas desencanarem de mim?

Tô nem aí com a música, o que eu quero é sossego!

A Analista disse tratar-se de uma solução inócua, pois o maior problema não são os outros, mas minha pouca clareza em dizer 'não estou afim'. Em 2015 direi mais vezes que não estou afim.

Thursday, January 15, 2015

O que tem pro almoço? Ceviche de tilápia


Eu AMO ceviche. Não posso ver quando tem um no cardápio que já mando vir logo e vou pedindo, tendo sido sem sombra de dúvidas a comida que mais provei nas últimas férias no Chile. 

E é um negócio fácil de fazer, sabe? Coisa de cortar uns pedacinhos de peixe, uns temperos e esperar um pouco. Claro, isso se você for um cozinheiro amador que é justamente o meu caso. Se tem técnicas mais refinadas desconheço. Assim como desconheço que tipo de peixe serve para ceviche, pois faço virtualmente com qualquer um que me caia nas mãos. 

Reconheço que a pessoa já tem que ter saído muito da caixa para gostar. É peixe cru, marinado em limão, com ingredientes polêmicos como cebola, pimenta e coentro. Eu amo todos. E no verão, não consigo pensar em alternativa mais gostosa para almoçar e não morrer de sono depois!


CEVICHE DE TILÁPIA

2 filés de tilápia 
suco de 1 limão
1/4 de cebola roxa cortada em pétalas finíssimas
coentro picado a gosto
1/2 chilli vermelha picadinha
sal a gosto
azeite extravirgem

Corte os pedaços de peixe em quadradinhos de mais ou menos 1cm. Se fica muito pequeno, ele cozinha demais. Tempere tudo com o sal, limão e misture bem, deizando marinar por no mínimo uns 20 minutos. Coma logo, estamos falando de peixe, um alimento altamente perecível. Enquanto não come, guarde na geladeira. Retire qualquer vestígio de pele, alguns filés ainda têm isso, pois dá um gosto desagradável no seu ceviche. 

Thursday, January 08, 2015

Uma dica para quem procrastina

Tempos atrás lendo o blogue da Cambaxirra vi essa extensão do google chrome que achei um badalo. Você coloca suas tarefas ali, e vai dando o ok nelas, depois, além de definir o foco para o dia.
Todos os dias, uma paisagem bonita e uma frase para te motivar estão ali, assim, você acaba tendo a atenção chamada para o negócio.
Como eu trabalho ao computador, é uma boa estratégia para monitorar minhas tarefas diárias. E ele é esperto, não é só quando você abre o navegador que ele vem: às vezes, só de mudar de link ele aparece, e a cada nova aba também.

O anti-Natal

Conforme havia mencionado antes, não passei o Natal com a família. Isso me livrou de: comprar presentes, comer peru e outras comidas que não aprecio, enfrentar trânsito e outros desgastes emocionais.
No entanto, não foi tão simples quanto poderia, e eu explico.
Eu e meu namorado passaríamos a noite juntos, e por isso, programamos um cardápio. No entanto, ele trabalhou até as 16h, e sobrou para mim fazer as compras e preparar os alimentos. Ele ajudou, mas ficou mais em meus ombros. 
E eu, que estava muito ocupada dias antes, deixei para encarar o Angeloni em pleno dia 24/12 - fui uma das primeiras a chegar. 
As pessoas estavam imbuídas do espírito natalino e eram educadas, mas mesmo assim tive dó dos funcionários, pois a correria era enorme. Eles repunham as coisas, mas não parava de vir gente pedir mais.
Escolhemos umas comidas tipicamente árabes, e o cardápio foi baba ganoush, homus, quibe de forno, tabule e pãezinhos sírios para acompanhar. Pela primeira vez na vida, me coloquei na fila de um açougue para pedir 600g de patinho moído duas vezes, conforme havia lido na internet. Uma senhorinha de traços árabes, na minha frente, pediu exatamente a mesma coisa, o que me fez sorrir pensando que estávamos emprestando uma tradição de famílias por aí.
De lá ainda precisei ir no Bistek pegar tudo aquilo que não achei no outro. Angeloni e Imperatriz não vendem grão de bico em conserva! Quem diria?!
Com isso, foram quase 3h indo de uma parte a outra. Ainda precisava limpar e arrumar a casa para a noite, e quando de fato chegou a hora de jantar, eu estava cansada. Acordamos 1h da manhã, no sofá, vimos que já era Natal e trocamos nossos presentes. Aprendi, com isso, que ano que vem teremos uma noite normal na véspera, e faremos um almoço gostoso no próprio dia, quando estaremos bem menos cansados - e sem ter onde comer, pois tudo está fechado. Comprei e fiz bastante comida, mas não foi suficiente para dois jantares e um almoço, e à noite, já sem sobras, comemos no Mac Donalds. Sim, foi assim mesmo que se deu.
Em sentido horário: os pães sírios, o homus e o baba ganoush, uns tomates confitados que eram totalmente desnecessários, rabanadas , tabule e o quibe de forno.
Também não queria investir em decorar minha casa, então juntei tudo que tinha: enfeites de anos anteriores, itens vermelhos e verdes e pus tudo junto em cima da mesa. Achei que ficou bem digno, mas vocês podem julgar:


Esta é uma visão geral, com as louças e utensílios, com as cores bem típicas...
 Eu peguei uma caneca, e dentro coloquei os espetinhos de tâmaras com morangos orgânicos (melhor sobremesa ever, que me foi ensinada no Mercadão de São Paulo), em outra pus os tomates confitados, e o resto foi improviso. Usei uma caçarolinha de cerâmica vermelha para servir o baba ganoush, a do homus era laranjada mas foi mesmo assim. Meu vasinho que fica no criado-mudo foi para a mesa por ser vermelho, com as florzinhas que havia ganho do namorado, e a garrafa de Perrier pusemos na mesa para dar mais verde - achamos que tinha vermelho demais. Usei ainda uma panela esmaltada na qual paguei R$5 há anos quando ainda morava em BH nas Lojas Americanas, e pus as rabanadas dentro. Nem quis saber se torrone era ou não era natalino, enfiei eles de pé dentro do suportezinho vermelho, para dar mais cara natalina e achei que ficou lindo:


Nesse cantinho dá para ver que mantive o vidro com as luzinhas dentro, mas como já tinha comido os ursinhos, também adicionamos Ferrero Rocher dentro, assim teriam elementos dourados.
No fim achamos tudo muito engraçado e bonitinho, sem firulas, sem compras, mas com bastante elementos que faziam referência à data. Na realidade, acabo de me lembrar que comprei aquele suporte dourado por baixo das tigelinhas, se vocês olharem bem. Custou R$8 no Bistek. 
O mais importante de tudo foi o tanto que estivemos em paz. Sem a pressão toda do consumo, as expectativas dos presentes, o arruma-arruma, que nós fizemos, mas nos divertimos fazendo. Foi cansativo, e isso precisamos melhorar para o ano que vem, mas foi muito menos que qualquer outro Natal em minha vida. 
E ainda me deixou de lição que arrumar a mesa é ótimo, e agora, a ideia é buscar reproduzir outras mesas temáticas. Rumo a uma mesa tropical nesses dias calorosos.

Arreguei.

Em anos pregressos, ligo o ar condicionado em finais de novembro já. Mas nesse ano o calor demorou um pouco a chegar, então, demorei mais a precisar ligar o ar.
Mas ontem de manhã, depois de tomar dois banhos antes de ir trabalhar, e já chegar toda melada em seguida, ficou evidente que eu ia arregar quando chegasse em casa de noite.
Chega, eu pensei.
Dormi no conforto dos 25ºC e até usei aquele cobertorzinho leve, sabe como?!

Wednesday, January 07, 2015

Os sinônimos

No dia 31 eu amargava aqui na repartição minhas horas finais de trabalho, e quando eram 11h30 escutei um bate-palmas e 'êêê', eram pessoas confraternizando pelo Ano Novo.
No cardápio, uma espumante sem álcool e uns belisquetes sem nada demais. Aí um colega meu comentou que foi legal por ter sido espontâneo, e que ele mesmo, na noite anterior, havia pensado em trazer para cá um espumante e um cotonete
Como assim cotonete? Será que é nome de alguma guloseima?
Vermelho e quase engasgado de tanto rir, ele explicou que queria ter dito um panetone.
Achei engraçado que entendi porque ele confundiu os dois, as palavras são meio parecidas apesar dos significados tão diferentes...ou não são?!

Monday, January 05, 2015

O que tem pro almoço? Ovos mimosa, sobras gostosas


Hoje foi assim: não preparei nada para almoçar, cogitando comer na padaria. Mas a consciência me fisgou: porque gastar dinheiro com almoço se tenho tanta comida em casa? Se eu quero mesmo esvaziar a despensa e a geladeira, preciso comer as coisas.
Foi assim que eu defini meu almoço. Eu tinha acelgas compradas há quase um mês atrás para o meu kimchi (ainda não fiz, shame on me). Tabule de quinoa, sobra de ontem. Ovos, como sempre. Sardinhas em lata... e uma bandeja de rabanetes orgânicos que comprara num arroubo de animação, pensando que comeria horrores. Você comeu rabanete? Nem eu.
Então preparei umas tiras de acelga, juntei no tabule, e fui fazer esses ovos mimosa que eu não sabia que tinham esse nome e nem que era um clássico francês. Eu já vinha fazendo-os há um tempo, pois vira no youtube de uma moça que faz Dukan e a ideia me apeteceu muito. Faço recheios gostosos com presunto, às vezes com atum, e hoje com a sardinha que andava berrando, comprada há mais de 6 meses, sem que eu abrisse a latinha. Chegou o dia. Lembrei que nos aniversários da minha família, sempre tem sanduichinhos cortados em triângulos, com este patê de atum (vóvis bate no liquidificador, foi uma inspiração somente).

OVOS MIMOSA COM RECHEIO DE SARDINHA

3 ovos cozidos (pode ser quantos quiser, escolha os maiores)
1 colher de sopa de alcaparras
4 colheres de sopa de maionese
1 colher de chá de mostarda de Dijon
1 colher de chá de azeite trufado (ou de oliva óbvio)
1 colher de sopa de vinagre (o meu é de maçã, orgânico)
cebolinhas picadas a gosto
1 rabanete ralado
1 lata de sardinha escorrida

MODO DE PREPARO

Cozinhe os ovos enquanto prepara o patê: esmigalhe as sardinhas com um garfo, adicione as alcaparras, a maionese, o rabanete ralado, e misture tudo de novo com o garfo, dando umas amassadinhas para ficar menos pedaçuda a sardinha. Vá adicionando os demais temperos, misture bem. Quando os ovos cozinharem, corte-os ao meio, retire cuidadosamente as gemas e adicione ao patê. 
Depois é só rechear as cavidades dos ovos com uma colher bem cheia do seu patê, moer pimenta na hora, e adicionar mais cebolinhas (adoro).

Não subestime o poder desses ovinhos: eles são deliciosos.

Desafios de organização do blogue Vida Organizada

Demorei para postar sobre isso porque ainda não havia batido as fotos, mas finalmente, estou muito animada em compartilhar um pequeno projeto muito legal!
A blogosfera conhece e adora a Thais, do Vida Organizada, que desde que 2015 começou deu outro ritmo ao blogue. E para ficar ainda mais interativo, agora vai ter esses desafios mensais de organização.
Resumidamente, a cada mês ela dará um cômodo como orientação para organizarmos, com dicas e sugestões de tarefas. Ela fará o mesmo com os seus cômodos. Nós, selecionaremos o nosso e nos apoiaremos mutuamente no progresso de cada um...
As regras são fáceis: se for blogueiro, postar a respeito em seu blogue, divulgando a foto do 'antes' e a do 'depois'. Se não for, tem que aderir ao grupo do facebook, postando também suas fotos.
O post com as regras na íntegra é este aqui.
Bem, em janeiro foi selecionado um cômodo que não possuo em minha casa: uma área externa ou sacada. Para não ficar de fora, resolvi dar um jeito no meu 'cantinho verde', onde ficar minha hortinha e outras plantas. Mas que neste momento se encontra assim:

Até as florzinhas que ganhei do namorado murcharam...


O calor, misturado às minhas inabilidades, gerou essa situação. Mas estou decidida a mudar!
Ao invés de focar somente nos temperinhos, vou adquirir algumas plantas resistentes, para dar mais verde e vida dentro de casa. Também quero repensar a maneira de expor as plantinhas. 
Em breve, vai ter mais novidades!
OBS - ter plantas em casa é uma resolução de ano novo. :)

Friday, January 02, 2015

O fashionismo azarado

Mesmo sem estar podendo gastar muito, me-dei uma roupa nova para o Reveillon: um vestido de seda e um quimoninho de renda com franjinhas, do jeitinho da tendência que tem tudo a ver com minha pessoa. Usei na virada de ano, usei um pouquinho ontem de manhã (pois dormi com a roupa de tão bêbada), e usei hoje para trabalhar (porque era o que tinha na praia).
O quimoninho é um bapho. Lindo demais. Vou baixar a foto para vocês verem:


Bem, mas como tudo que é lindo e delicado, este singelo quimoninho dá trabalho. As franjinhas engatam, quando se está dirigindo, prende no cinto de segurança, e por aí vai. Ivagina ir ao banheiro e não deixar essas pontas molharem na água do vaso?
Preventivamente, tirei o quimoninho aqui no banheiro da repartição e pendurei num gancho enquanto fazia xixi. Tecido sedoso como é, escorregou, fez um montinho e caiu...dentro da lixeira!
Juntei bem rapidinho, pendurei na porta mesmo e estou vestindo ele. Estava quase vazia a lixeira. Que tipo de pereba posso pegar?
Oremos.

Resoluções para 2015 (e hábitos)

Feliz ano novo, blogosfera parada! Eu estaria parada também, se não estivesse aqui na repartição hoje em regime de plantão. Por isso, lá vou eu atualizar minhas resoluções para este ano.
Ano passado eu tive que lidar com duas mudanças importantes em minha vida: eu entrei para o sindicato, e por diversos momentos isso desordena minha rotina (do nada preciso viajar, acordar 3h da manhã, receber alguém pra dormir em casa, etc). A outra foi que comecei a namorar (coração), e isso também entrou com tudo no meu tempo livre - meu tempo só para mim foi muito usado para estar acompanhada.
Além disso, em 2013 eu havia concluído o mestrado, ido a congressos, enfim, feito muita coisa mentalmente pesada, e em 2014 eu me dei um belo descanso. Foi um ano que pude ler o que queria, não ler nada se não quisesse, enfim, me foquei em outras áreas da vida e deixei a cabeça refrescar. Deixei a vida me levar sem tentar definir muito cada passo que eu dava, e esse ano será diferente!
Neste ano estou com planos de fazer as coisas acontecerem (em 2014, muita coisa aconteceu, mas foi porque passei outros 2 anos 'fazendo acontecer' e colhi os resultados). É mais um ano de necessidade de aproveitar bem meu tempo, definir a sério as minhas prioridades e mandar ver na obstinação. Não sei se já falei sobre isso aqui, mas eu não sou uma pessoa muito obstinada no geral. Vou fazendo tudo fluido, tudo numa boa, até que encafifo com algo. E aí, nestes momentos, a terra treme para brotar aquilo que meti na cabeça que quero. 
Sem mais conversinha, então, a minha lista organizei da seguinte forma: feitos que quero realizar, tarefas mesmo, sem mais esmiuçamentos, e hábitos que quero consolidar em mim. São 12 meses, portanto, eu vou inserir um novo hábito ao mês (não sei se tem 12 hábitos). 

RESOLUÇÕES DE ANO NOVO

1 - tirar o visto americano (é o último ano de um de meus melhores amigos morando lá)
2 - tirar o diploma do mestrado
3 - quitar as minhas dívidas
4 - participar de eventos acadêmicos e profissionais de minha área de pesquisa
5 - ser mais presente para as pessoas que gosto - ter mais vida social
6 - reformular meu guardarroupas (adquirir coisas boas, me livrar de outras,etc)
7 - conhecer um novo lugar nas férias (não digo 'novo país' pois posso ir em outra cidade num país que já fui)
8 - ter plantas em casa
9 - aproveitar melhor meu tempo (não ver horas se passarem sem ter feito algo proveitoso)
10 - destralhar a cozinha (principalmente: despensa, congelador e geladeira)
11 - aprender algo novo (possivelmente um idioma, creio que francês)
12 - contribuir mais com as pessoas ao meu redor, sendo mais paciente e prestativa

HÁBITOS

1 - movimentar-me nos 365 dias do ano (fazer alongamento todas as manhãs)
2 - não dormir sem a pia estar brilhando
3 - ler 1 livro técnico por mês
4 - anotar os meus gastos
5 - comer legumes, beber chá e outras coisinhas saudáveis (chia, gojiberry, etc) nos 365 dias do ano
6 - tirar uma coisa velha para cada coisa nova que entrar em casa
7 - procrastinar menos
8 - render 20% a mais em meu trabalho do que rendo hoje
9 - meditar alguns minutos por dia
10 - ler literatura que gosto todos os dias
11 - fazer o menu semanal e cozinhar minha comida novamente
12 - utilizar a montanha de cosméticos que compro para o rosto e esqueço após 1 semana

Em 2015, eu iniciei pelos hábitos 1 e 5. Mas o que realmente preciso cumprir em janeiro, é o hábito 1, pois farei como dizem os especialistas, consolidando este hábito num mês mais longo. Fazer alongamento é algo que tenciono fazer há muito tempo, para me sentir mais disposta logo de manhã, e ver se estimulo minha flexibilidade. Ontem, de ressaca, não me alonguei - mas entrei em movimento indo dar uma caminhada na praia ao final do dia. Hoje, eu me alonguei. Foi uma sessãozinha rápida, mais focada na lombar, que estava doloridinha, mas a ideia é fazer pelo menos aquele básico ciclo dos inferiores e superiores que todo mundo faz no aquecimento.
De ontem, ainda, comi chia (dentro de um bolo, é verdade, mas é isso aí a vida), tomei chá de hortelã, comi um vinagrete, uvas, e tomei suco natural de laranja. Hoje tomei mais chá de hortelã, tomei óleo de coco, tomarei chá de hibisco com cravo e comerei ainda gojiberries. Preciso ver se insiro uma saladinha no jantar. Eu não tenho nada contra legumes, mas comida fria me dá aflição. Creio que trabalharei no hábito 5 em fevereiro, pois o calor me ajuda a comer mais comida fria.
Feliz 2015 a tod@s!

Blog Archive