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Tuesday, December 30, 2014

Revisando as Resoluções de 2014

No fim, não gostei do jeito que defini minhas resoluções de 2014. Neste ano voltarei com uma lista bem objetiva, pois fica mais fácil mensurar e compreender se atingi ou não meus propósitos. Mesmo assim, segue a análise final:

 1 – SAÚDE. Isso representa aumentar minha imunidade, melhorar meus níveis de triglicerídeos e colesterol, ter mais disposição, flexibilidade, e talvez, em decorrência disso, baixar meu peso. 

Eu tive um excelente avanço na parte da disposição e do meu corpo, mesmo, mas o peso estabilizou e os índices mais gerais não medi para poder saber como ficou.

2 – TRABALHO. Quero sair daqui, e para isso preciso fazer outros concursos ou outros processos seletivos.

Eu modifiquei os planos quando entrei para o sindicato, agora por ora sigo onde estou, mas com perspectivas de fazer concursos que considero bons - melhores que o atual.

3 – ORGANIZAÇÃO. Maior controle e gestão do tempo, menos tarefas que chegam de surpresa, rotinas matinais e noturnas, além de rotinas para organizar o trabalho e as minhas outras tarefas.

Nisso, ainda tenho muito a evoluir. É verdade que a vida foi terrivelmente caótica, mas também muitas vezes não priorizei a organização, e isso me deixou atrapalhada, além de mais indisposta que antes. 

4 – COMIDA. Quero comer radicalmente diferente, sem desperdício de dinheiro, de ingredientes caros (ou baratos), ficar satisfeita e de forma correta. Para isso, preciso planejar os menus, as compras, controlá-los, me organizar para não pedir comida e nem sair sozinha para comer em restaurantes (as duas maiores torneiras de dinheiro de meu orçamento).

Eu avalio que simplifiquei, eliminei alguns alimentos quase que em definitivo (por exemplo, não como mais glúten, nem iogurte...), mas ainda tem muitos desperdícios envolvidos. Isso me frustra, pois mostra que falta organização e que estou jogando dinheiro fora. 

5 – VIAGENS. Voltar em alguns lugares amados, como Buenos Aires (está previsto para logo), conhecer alguns lugares novos (está previsto para logo, mas quero ir no mínimo duas vezes este ano viajar), conhecer o Inhotim, tirar meu visto americano.

Fui novamente em Buenos Aires, Santiago e São Paulo, conheci o Uruguai melhor, voltei a Parati, mas foi um ano de poucos feriados, poucas promoções que rendem aéreos baratos, portanto, de menos viagens que o habitual. E continuo sem o visto americano!

6 – NOVIDADES. Quero novos livros (2 ao mês está bom), novos filmes (12 ao mês está bom), novos lugares (item 5), novas experiências e novas pessoas.

Certamente li os livros, nem cheguei perto de 12 filmes por mês, e os lugares novos foram poucos. Pessoas? Sim, algumas, mas bem poucas também. Experiências? Sim, com certeza muitas novas experiências. Foi um ano de novidades.

7 – CABEÇA NO LUGAR. Quero ser uma pessoa concentrada, focada, que respira e que medita direitinho, que reflete sobre o que diz e faz (e sobre o que não diz e não faz).

Eu fui me focando e concentrando mais à medida que ia me dando conta que estava desfocada e desconcentrada, sabe como? Mas penso que muitas vezes apenas respondi às urgências, e não estava com a cabeça bem no lugar. Mas lembro de que, neste ano, tive condições de parar e sair quando percebia que estava me prejudicando, e isso me deu mais equilíbrio.

8 – FINANÇAS. Quitar todas as dívidas e poupar 3 meses de salário.

Essa é, mais uma vez, a vergonha do ano. Não quitei as dívidas, pelo contrário: tenho outras duas agora. Além disso, não poupei sequer um dia de salário.

9 – MINIMIZAR ou FRUGALIZAR? Outro dia li sobre a diferença entre um e outro, e sinceramente tenho dúvidas do que exatamente preciso mais. Acho que nesse momento o minimalismo me faria mais sentido, pois estou numa intensa troca de muitas quinquilharias por poucas coisas de genuíno valor. Quero ter comigo apenas coisas realmente boas, coisas amadas, coisas que valem o que custam – e quero saber quando essas coisas aparecerem.

Bem, esse processo foi intenso mas não completo, pois a quinquilharia é algo que não para de surgir. Ainda preciso melhorar muito, essa questão do acúmulo, pois me livro sempre de muita coisa, mas quando olho, as coisas se multiplicaram de novo.

10 – AS PESSOAS. Em primeiro lugar, é tempo de eliminar em definitivo gente chata, gente que não agrega nada, gente que opina sem ser consultada, que julga sem saber do que fala, e que essencialmente não me escuta, pois pensa me conhecer tão bem que não há nada sobre mim que não possa aprender. As que não sou obrigada, basta eliminar, as que sou obrigada, basta restringir ao mínimo obrigatório. Por minha vez, devo eliminar meus julgamentos e minhas conversas à toa, aprendendo a guardar minhas opiniões para quando forem solicitadas (quanto a isso, considero que já estou bem avançada – os julgamentos é que precisam diminuir muito).
Em segundo lugar, aproximar as pessoas que agregam, que não importunam, não julgam nem aborrecem com sua presença. Gente que não rouba nossa energia, gente que está lá quando solicitada e sabe quando é necessária, gente realmente disponível a uma troca benéfica. E obviamente, ser essa pessoa para as pessoas! 

Aqui, acho que exagerei um pouco, pois fui ao extremo de me manter sem praticamente nenhuma companhia em muitos momentos. A parte boa, é que quando então resolvo me socializar, estou inteira no processo, mas a parte ruim é que acabei ficando anti-social. 
Muito importante: neste ano, com análise, estou me livrando em definitivo desse jeito julgador e também de algumas pessoas.

Monday, December 29, 2014

Inventário dos presentes de Natal

Tirei muitas fotos da minha ceia anti-Natal para poder postar, mas aqui na repartição não tenho acesso às fotos. Então relato apenas de improviso o que foi que ganhei e o que foi que dei para as pessoas.

GANHEI:

- forminhas de silicone em formatos xuxus;
- um perfume novo, Chance, da Chanel;
- um estojo de maquiagem da Lancôme;
- um par de Havaianas brancas;
- um peso de porta bordado à mão;
- chocolates Lindt;
- livro Os Segredos das Mulheres Francesas;
- uma bolsa nova (essa aqui);
- um kit de saleiro e pimenteira;
- um abrigo de frio impermeável;

DEI:

- um kit anti-insônia com planta, travesseiro, vela e chá;
- um suporte para cupcakes parecido com aqueles que existe no filme Maria Antonieta;
- uma cesta de guloseimas;
- uma agenda;


É possível eu ter esquecido algumas coisinhas, mas foi mais ou menos isso.

Thursday, December 18, 2014

Uma homenagem que precisa ser rendida

Ontem no bar conversava com amigos sobre como foi que nossa alfabetização iniciou, e concordamos que todos começamos pelos gibis. Continuamos com literatura de pouca qualidade e ao fim fomos ficando mais exigentes. Então no decorrer da discussão (é ruim ou bom iniciar com gibi?), lembrei de algo que li bastante e que, tempos atrás, comentei com amigas que fez toda diferença em minha vida: as revistas femininas voltadas para o público adolescente.
Eu lia virtualmente todas as suas páginas, já com o hábito da leitura bem consolidado, passava reto pelos editoriais de moda (nunca gostei muito desse tipo de matéria), e adorava as que falavam sobre comportamento, sexo, relacionamentos e os testes.
E quero agradecer imensamente esse segmento que garantiu minha educação sexual.
Porque na escola, a formalidade é grande, na família ainda mais. Pais que dizem 'estarem abertos para qualquer pergunta' mas que não estão lá muito a vontade com o tema nem tomam iniciativas? Temos também. Daí que, lendo muitas e muitas reportagens e orientações a respeito, foi que entendi diversos conceitos importantes. E lembro nitidamente quando, adolescente virgem ainda, minha mãe aconselhava a mim e outras meninas um pouco mais velhas (funcionárias dela) que usássemos duas camisinhas, para proteger melhor. E o que eu dizia nessas horas?
Que usar duas camisinhas é pior, pois o atrito entre o latex das duas fazem com que rompam. :)
Quem me ensinou isso? 
Revista Capricho!
Isso, e mais um monte de informações úteis que já vi diversos homens teoricamente descolados fazerem cara de 'oh' quando você menciona. 
Se eu tivesse uma filha, certamente, assinaria a Capricho para ela. Não que a qualidade editorial seja ótima, nem que a propaganda envolvida não seja um problema, ou que não reforce muitas vezes comportamentos machistas (quantas e quantas reportagens para 'conquistar' - OMG), mas porque ainda não vi literatura acessível, objetiva, correta e na linguagem adolescente de qualidade melhor.
Obrigada, Capricho!

Tuesday, December 16, 2014

Chipe Libre: o melhor bar de Santiago

Sei que já tem mais de mês que voltei do Chile, mas é que quase não comentei a respeito. E hoje, revisando aqui minhas fotos, me recordei desta que foi de longe a melhor experiência em termos de bar lá. Como cheguei a mencionar, fiquei com impressão de que o atendimento lá era sempre um pouco impaciente, mas não no Chipe Libre.
Estávamos passeando pela microfeirinha de antiguidades do bairro Lastarria, um pouco frustrados pois era mesmo muito pequena, e meio andando a esmo pois tudo lá abre tarde. Recém eram 11h. Então por ali ficavam diversos cafés e bares, e logo depois de levar um fora no café em frente, que não nos serviria drinks sem que comêssemos (apesar das mais de 50 mesas desocupadas nos 3 andares da casa), chegamos a este bar que, como a maioria, tem uma fachada que não revela todo seu potencial.
Ela, a fachada: ninguém imaginaria o que esconde...

Andando pelo bar, descobrimos que para trás, ele era enorme, e tinha uma espécie de terraço na parte de trás, que foi onde escolhemos ficar. 
Como o foco eram bons-drink, escolhemos dentro de uma carta gigantesca, o meu Cosmopolitan de todos os dias e o Pisco peruano dele. Deveria ter batido fotos do cardápio, pois eram diversas marcas de pisco, o verdadeiro forte da casa. Mas não só: muitos drinks, muitos vinhos, muitas cervejas e muitos charutos também. Jamais lembrarei da marca agora, mas fumamos um charuto cubano também.
Tudo isso num bar praticamente vazio, mas com a maior atenção dos garçons: tiravam todas as dúvidas, davam ideias, mas não ficavam ali nos pressionando para mais alguma coisa. Entenderam que nosso tempo era outro, que estávamos apenas fazendo hora tomando alguma coisa, para abrir o apetite. Só que o bar era tão legal que ficamos muito mais do que o tempo previsto. Levamos quase 4h lá dentro, ficamos literalmente até o nosso dinheiro todo acabar.


Mais pisco, mais espumante
Quando quis comer algo, vi que tinha centolla no cardápio, curiosidade minha que estava doida para provar. O acompanhamento era panacotta de palmitos, e sinceramente, não sei como vivi até aqui sem provar disso. Mother of god.


A comida, os drinks
Encantada pela apresentação do prato, me deliciei com o sabor suave da carne da centolla e da panacotta. Nunca comi algo assim no Brasil. Tomei mais algumas copas de espumante enquanto meu namorado provava mais piscos, e saímos de lá literalmente trocando as pernas. É a minha melhor dica para esse tipo de coisa, e pelo que fui ler no tripAdvisor, as noites lá são ainda melhores. 
Não lembro exatamente o preço das coisas, mas lembro de pensar que eram preços ok, coisa que pagaríamos no Brasil. Acho que a centolla saiu uns R$28, um prato ultranobre e turístico. Minhas taças de espumante saíam menos de R$15, os drinks uns R$20 - enfim, preço de Brazil, em restaurantes/bares bem menos legais.

Monday, December 15, 2014

O vento

Andava mesmo um calor opressivo, na semana passada. E então, na sexta à noite choveu, e ajudou. Mas sábado amanheceu abafadíssimo, nível tomei banho e já estou melada. E de tarde, começou a virar o tempo, virar o tempo... Ventania, mais chuva, raios e trovões.
Estragou os planos de passeio numa praia mais longe. Mas deu praia, mesmo assim, especialmente no domingo.
Estávamos em Santo Antônio de Lisboa, e nos impressionou as ondinhas minúsculas e cheias de espuma que um mar sempre tão calmo exibia. E em breve, foi um tal de quebrar copo vazio sobre a mesa, cadeiras empilhadas voando, guardanapos nem digo nada.
Vento estranho. Ainda bem que ontem resolvemos mudar de ambiente, ao invés de tentar a praia.

Thursday, December 11, 2014

O anti-Natal com decoração mais natalina que já vi

Então é Natal (desculpem o trocadilho idiota, mas se eu sou obrigada a ouvir isso por anos a fio, pelo menos uma piadinha às vezes né?!)... e eu resolvi meio de improviso decorar a casa.
Foi assim: ganhei de mommys um cordão com luzinhas em formato de coração a pilha, havia um vidro de bolachinhas que um amigo meu deixara lá já em julho, e hoje, indo no Bistek comprar gengibre e limão para expectorar, encontrei essas coisinhas fofas: ursinhos de chocolate da Lindt, alguns vestidinhos de Natal.
Raciocinei poucos segundos: se eu puser as luzinhas dentro do vidro com os ursinhos, vai ficar da hora!
E lá vim eu com os ursinhos e pilhas para as luzinhas. As pilhas são menores que o indicado, mas de improviso serviram.
Tenho o seguinte inventário de coisas natalinas em casa: uma guirlanda, não aquelas redondas, mas sim uma que é um cordão vermelho com coraçãozinho de lata, e umas espécies de xícaras/louças coloridas e bonitas para colocar coisas dentro.
A guirlandinha pendurei, o restante das coisas estou refletindo se poderei utilizar, se quero utilizar, etc. Penso que depois de comer os ursinhos, o vidro ficou bacana com as luzinhas, dá um efeitinho interessante. Daí posso deixar e ir colocando outras coisinhas dentro. Tipo cápsulas de café, agora que estou passando uns tempos com uma Nespresso em casa. Mas conto isso depois.

Wednesday, December 10, 2014

As doenças colaterais

Certa vez amiga minha estava doente e evitando tomar o remédio. Convenci-a de que era importante e ela tomou, mas fez uma ponderação curiosa:
- O problema do remédio são as doenças colaterais: cuida de uma coisa, e arruma outra!
Achei muito curiosa a forma como ela se referiu aos efeitos colaterais dos remédios. Pois no geral eles são isso mesmo para mim, efeitos imperceptíveis. Mas não dessa vez: depois de 5 dias de antibiótico, acordei ontem com a garganta vermelha, e nariz entupido: green code, como diria o Leonard para falar do estado da gripe do Sheldon, num episódio em que todos somem para não ter que cuidar dele.
Na noite de ontem li que médicos franceses (eu ando mesmo nessa onda, repararam?) orientam pacientes que tomaram antibióticos a tomar iogurtes - os de verdade, cheios de bichinhos, para recompor a flora intestinal e a imunidade.
Tomei um Yakult hoje, mas quero ver se faço um iogurte natural com Leitíssimo.

Tuesday, December 09, 2014

A pergunta que sobra depois de tudo

Fiz um esforço financeiro considerável em alguns meses neste ano para não deixar o fundamental faltar: a casa, os compromissos fixos, a saúde, e também viajei. E consegui pagar direitinho o meu IPVA e demais despesas do tipo. Quitadas em junho.
Você buscou o seu documento novo em junho?
Nem eu.
Fui ontem, em pleno dia 8 de dezembro, buscar e levei exatos 1minuto para sair de lá com eles prontos. Sem mais medo de blitz.
E fui no caminho para voltar refletindo: porque é mesmo que a gente demora tanto para fazer as coisas?
Ainda sem resposta.

Monday, December 08, 2014

O dia em que bebi água com pedigree

Então pela milionésima (assim me parece) vez neste segundo semestre, eu precisei tomar antibióticos e guardar repouso, justo no final de semana.
E como é final de semana e eu vinha ansiando pelas bolhas do espumante, me frustrei por não poder e resolvi experimentar a tal da água Perrier - eu ando numa fase de ver o que é que os franceses gostam.
Eu não gosto da água com gás brasileira, acho que tem gás demais e que é amarga. Mas no rótulo dizia que o gás dessa água era apenas o gás da fonte, achei da hora e trouxe para casa. R$10 uma garrafinha de 1l, comprada no Imperatriz de Jurerê (acho que o Cristiano me perguntou outro dia o que é que venho fazer aqui, e ocorre que tem a casa de praia da família aqui no norte da ilha).
Primeiro, tomei a água pura, e sou obrigada a reconhecer: é muito mais gostosa que qualquer outra água gasosa que já tomei! Ela não é nada amarga, e as bolinhas do gás me pareciam mais festivas - não sei se porque eu estava com a subjetividade aguçada pelo preço e o glamour em torno da água, ou se porque são mesmo.
Fato foi que, para me consolar de não poder tomar espumante, adicionei um copo chique, uns morangos, umas folhinhas de hortelã...e olha eu com meus bons-drink!


Daí que lembrei também, que enquanto lia no mesmo final de semana aquele livro da Mireille Guiliano, As Mulheres Francesas não engordam, ela dizia que parte fundamental do modo de viver das francesas passava por uma dose de ilusão. Fiz um drink ilusionista!

Monday, December 01, 2014

O anti-Natal

Compromissos profissionais me levarão a ser liberada das tarefas natalinas neste ano, e para minha sorte, meu namorado também estará impedido de ir até a pacata Bagé confraternizar com sua família.
Enquanto duas pessoas avessas às comidas e rituais de Natal, ficamos felizes em poder nos distanciar dos ritos e resolvemos implementar, para nossa felicidade, nossos próprios rituais: estamos chamando a cerimônia de anti-Natal.
Livres de qualquer obrigação social e religiosa, optamos por comer coisas que fazem sentido para nós, ao invés de peru e uma bolinha de presunto assadas: estamos atrás de comprar sushi para o dia, mas caso não encontremos, faremos nossos próprios ceviches. E ainda não decidimos qual vai ser a sobremesa, só sabemos que vai ter sorvete junto, devido ao calor. Também decidimos que vamos decorar a casa, não sabemos se com coisas alusivas ao tema de Natal, mas queremos fazer enfeites e buscar alternativas que nos pareçam legais. Trocaremos presentes também, mas serão precedidos de um ritual de adivinhação do presente, em que o outro deverá pelas pistas fornecidas pelo presenteador acertar qual é o seu presente. Decidimos que vamos beber uma garrafa de Veuve Clicquot, desejo meu que vivo paquerando no supermercado e que nunca realizo pelo seu preço proibitivo, mas como ambos teremos o famigerado vale-peru poderemos comprar. 
Nossa animação é completa: poderemos reinventar a noite de Natal sem as obrigações que nos constrangem a aderir aos rituais. E o legal é que podemos inclusive decidir aderir a alguns rituais de Natal, se quisermos, pois o mais importante para nós será poder fazer apenas o que se quer. E tem algo que sempre queremos: a companhia um do outro, um espumante, e um sushi. 
Acho que finalmente vou conhecer o tal do site pinterest, para ter ideias festivas de nosso anti-Natal.

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