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Friday, October 17, 2014

A maldade instituída

Compromissos profissionais me levaram ontem e anteontem à pacata Fraiburgo. Tive a oportunidade de verificar o quão tímidas e retraídas as pessoas são lá. Elas falam apenas o necessário com desconhecidos e parecem mesmo muito incomodadas com esse contato. Como não lhes fiz nada de mau, resolvo apenas considerar que são tímidas e não é nada pessoal.
No dia seguinte lá vou eu trabalhar e conhecer, sem mentira, uma das piores pessoas que já conheci na vida. Embora educada, comportada, teoricamente num bom momento da vida pessoal e profissional, me chocou como para cada pequena atitude das pessoas, ela buscava enxergar uma maldade interna, a contradição que provaria como todos são maus, indolentes, errados. Adivinhe quem era a única certa?
Foi ali que me dei conta de que pessoa não quero ser. De como não quero ser aquela que quando alguém se queixa de algo difícil, você bate no peito para dizer que fez isso assoviando e numa perna só. Também fiquei aliviada, por ver que não sou. Mas que sometimes fico ali elucubrando a respeito das escolhas alheias. Deixa eles, vai. Deixa eles.

4 comments:

uaifai said...

Falta empatia a muitas pessoas.
O que mais me impressiona é que elas se consideram muito boas.

uaifai said...

Falta empatia à muita gente nesse mundo!
O que mais me impressiona é que elas se acham muito boas e corretas.
Também não quero ser assim.

Luana said...

Eu tenho muito medo de gente q nao consegue ver o quanto a vida nao eh facil.

Cristiano said...

Ah esse livre arbitrio...

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