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Monday, September 29, 2014

Mudaram meu treino

E como sempre acontece nessas épocas, cada célula desse corpinho dói. Na quinta-feira, mesmo, lembro de ter atolado no sofá por tempo indeterminado até que me mudei para a cama.
Mas na verdade, também observo que não é aquela dor brutal de quem muda o treino na musculação. Como fazemos bastante alongamentos no meio, e as séries são curtas e logo já mudo outra vez de atividade, dói tudo, mas dói de forma moderada.
Na semana passada, associado a isso dormi horrores, penso que para recompensar um pouco os músculos, mas também porque não entrei corretamente em minha dieta. Estou melhorando isso nessa semana aqui.

Oficialmente em contagem regressiva

Desde ontem estou a 30 dias de viajar para o Chile. Serão apenas 8 dias, mas quero aproveitar o melhor possível. Não existe dieta fora do território nacional. E é bem difícil resistir a alguma pechincha genuinamente pechincha no exterior.
E é por isso que nos 30 dias que antecedem a viagem, estarei em regime de concentração, tipo as seleções de futebol. Nestes 30 dias não sairei para nada dispendioso, não comprarei nada que não seja alimento ou medicação (caso eu precise). Amigos que fazem aniversário em outubro, peço perdão mas não comprarei presentes para vocês. Aliás, faltarei à festa se isso tiver algum custo.
Como estarei já em concentração, resolvi também instalar outros hábitos concomitantes: as atividades físicas não-obrigatórias, fora do meu treino. Analisei a minha rotina e concluí que posso fazer caminhadas às segundas, quartas, sábados e domingo. Terças e quintas vou ao treino. Sextas deixo como folga ou curinga, pois se eu faltar nos outros dias, posso compensar. Farei alongamentos e exercícios simples em casa também.
Será um outubro concentrado! Oremos.

Friday, September 26, 2014

Terminei mais um livro

Mas como lotei de livros aqui nas postagens recentemente, guardarei para o futuro as minhas impressões a respeito.

Thursday, September 25, 2014

Supermercado Frugal: a primeira quinzena

Quando resolvi ser mais frugal no mercado não tinha muita certeza da periodicidade nem como lidar muito bem com as postagens. Mas de qualquer forma, hoje notei que fazem quinze dias que me propus a fazer compras frugais e resolvi fazer uma análise do ocorrido.
Naquele dia em que me decidi, passei boa parte do meu tempo pesquisando os preços dos itens que precisava comprar referentes a material de limpeza e outros, e ali descobri que o supermercado mais perto de minha casa, Bistek Avenida das Torres, é o que tem preços melhor em tudo menos no papel higiênico, que no dia havia uma promoção do Angeloni. Fui lá e comprei os itens essenciais porém ainda restavam comprar outros. Foi aí que o final de semana chegou e aconteceu a minha degringolação: o Imperatriz de Jurerê Internacional. Sempre que quero alguma coisa especial passo por lá pois tem uma seleção consistente de itens. Com fome e vontade de sushi, dirijo até ali onde o sushiman me prepara ao vivo temakis que devoro com copos de mate vendidos na área de padaria. Passo ainda na gôndola dos doces e seleciono sempre um sabor diferente de Lindt, virou mania comprar essas barras. 
Suspiros.
O que há de frugal em temakis, barra de chocolate Lindt? Nada.
Gastei bem mais do que o inicialmente planejado porque era final de semana e eu não queria gastar neurônios pensando em fazer comida nem economia, e lá está o resultado.
Depois dessa derrapada de uma curva bem fechada, a outra semana reiniciou de forma adequada: busquei (e consegui) manter dentro do budget estabelecido para a semana fazer minhas compras e refeições. Sei que parece imbecil de minha parte, mas eu realmente não parava e refletia no seguinte: Thais, tendo uma viagem nesta semana, não faz sentido comprar estes morangos, a não ser que você os coma hoje (eu sempre compro morangos para comer não sei bem quando). E assim eu tinha em poucos dias morangos mofados que comia correndo antes que mofassem totalmente e nem comia lá com muito gosto. Então essa atitude de refletir mesmo que brevemente sobre o que eu queria fazer naquela semana (e o que comeria, derivado disso) foi muito importante. Retomei os cardápios semanais, para direcionar o consumo e as compras. Tem dado certo, e só faço coisas rapidinhas (li que uma comentarista querida quer ideias e fiquei contentíssima, estou batendo novamente fotos dos inventos para postar).
Para fechar, mencionei au passant que li um livro sobre os desperdícios que cometemos nas compras de supermercado e me senti muito identificada com o assunto, pois jogo muitas coisas fora. Então estou mais comedida naquilo que trago e tentando evoluir em não deixar nada ir ao lixo, mas nesta semana ainda alguns itens se foram. Fiquei feliz no entanto de ter percebido minhas queridas bananas a tempo de congelá-las, já picadinhas, de ter utilizado uma manga de tempos imemoriais e ter comido alfaces numa operação-salvamento (alface é uma das campeãs de ir pro lixo: compro pois acho que deveria comer, mas na prática não como). Estes conhecimentos foram fundamentais para a implementação do meu supermercado frugal, o qual segue firme. 
Por fim, e para aprender um pouco com os próprios erros, farei aquilo que viciados em compras fazem ao evitarem os shoppings e estarei evitando o Imperatriz de Jurerê. Oremos.

Wednesday, September 24, 2014

Livro: Bolsa Blindada

No domingo resolvi que como teria sessão de análise logo às 8h30 no centro, dormiria na casa do boy. Como decidi isso de última hora, paramos no mercado para um kit emergencial: escova de dentes, chinelos e uma toalha de banho branquinha, comprada por ele 'para ser minha toalha quando eu for dormir lá' (insiram muitos coraçõezinhos).
Era relativamente cedo, então pensei em adquirir alguma revista. Daí não gostei muito e dei uma olhada nos livros e, o único entre 50 Tons de Qualquer Coisa, religiosos e sei lá o que era este, que já tinha mais ou menos me chamado a atenção dias antes. Interessada em assessorias financeiras, decidi comprar, apesar da apresentação gráfica não ter agradado tanto.
Bom, o livro tem seu valor, sim. Apesar da autora desconsiderar completamente os revezes econômicos que determinam e muito aquilo que cada família/pessoa vai passar, enaltecer o mérito individual e citar longos e boring versículos e parábolas da Bíblia (eu jamais compraria o livro se soubesse disso), haviam dicas práticas, pequenas histórias e exemplos que são interessantes para aplicar no cotidiano. 
E recentemente como andei muito mais atenta ao cotidiano, me interessei em especial por um dado do livro, que diz que cerca de 30% daquilo que compramos no mercado vai fora. A cada R$100, R$30 vão fora. De meus R$813, quase R$250 vão fora. E se tem algo que acredito é neste número: quantas vezes, maravilhada com a possibilidade de bater bolos nunca realizados eu não comprei farinha de amêndoas ou atirei fora abobrinhas com creme de leite para suflês que não saíram da minha imaginação?
Com este valor, eu poderia: pagar todo meu combustível do mês, comprar um determinado cosmético caro que vende numa farmácia que aceita meu vale, renovar minhas louças, roupa de cama e banho, tomar 5 vinhos ou 6... Isso me deixou catatônica. 
Mas ao livro, voltando, além desta informação, ela menciona algumas outras, interessantes, que podem ajudar muito a quem quer iniciar um controle mais efetivo das suas finanças. Outro dado interessante: os maiores endividamentos são oriundos de pequenos gastos, não dos maiores. Novamente me identifiquei total. Ela propõe ainda alguns exercícios, que pretendo implementar, mas contarei sobre eles adiante. Por ora, gostaria de dizer que o livro custou R$29,90 e mesmo tendo divergências ideológicas com ele, comprei contente pois a partir da leitura, eu vou revisar os meus pequenos gastos, bem como tentar fechar a torneira dos meus 30% de compras desperdiçadas!
OBS - alguém mais notou como ando voraz na leitura? ;)

Entrevistas imaginárias

Hoje enquanto preparava meu almoço (um simples e rápido harussame com molho feito com minha bancada asiática praticamente inteira dentro, mais gengibre fresco ralado e cebolinha verde), me imaginava num grande seminário sobre Gastronomia da Gororoba Natureba das Proparoxítonas. Um setor polemizaria comigo na mesa-redonda perguntando:
- Philomena (pois assim como a Phoebe, de Friends, eu tenho meu nome predileto para essas coisas), é verdade que se lhe tirarem o gengibre e as cebolinhas você não cozinha?
Ao que eu responderia com desdém:
- E para que raios alguém gostaria de cozinhar algo sem estes ingredientes?
Neste momento a plateia viria abaixo de aplausos.

É primavera (e tem chuva...)

Ontem, animada com o tempo que vinha firmando e com ter ido ao treino de pilates combinei comigo mesma que hoje chegaria em casa, me trocaria e sairia para uma caminhada. Humpf. Raios cor de rosa impedirão meu objetivo.

Monday, September 22, 2014

Locomotiva social

Então depois de um longo período de ostracismo, era hora de ver sair a pérola, e lá fui eu exibir minha face contente mundo afora: começou tudo com um determinado casamento de semi-parentes, passou por um churrasco para comemorar a aposentadoria de um outro colega, disso seguimos para um boteco com meus amigos que moram fora, depois perambulei com mommys pela cidade na quinta passada, tive jantar sexta, sábado e domingo e ainda declinei de um happy hour, um churrasco e uma formatura.
Não era mais acostumada a tanto álcool nesse corpo, e andei comendo muito mal. Muitos, muitos pastéis. Hoje repousei o estômago retomando uma dieta intensificada pois faltam 36 dias para eu ir no Chile, e lá certamente comerei tudo que me der na veneta.
Para esta semana, por enquanto, sem programas.
Mentira, já arrumei para hoje.

Livro: Incidente em Antares

Foi essa edição mesmo que li, da Companhia das Letras
Andei intensificando meu ritmo de leituras pois estava a me incomodar essa história de nunca concluir nada. Daí que depois de concluir O Alimento do Amor, peguei firme no Incidente em Antares e finalmente terminei. Não porque o livro fosse ruim, ou que não estivesse gostando. Apenas porque andei muito ocupada e o livro não cativou tanto quanto alguns que passam na frente a depender da história. Por exemplo, até semana passada eu estava envolvidíssima num livro que tem lá na casa de meus pais. No entanto, o livro deu uma guinada que o tornou desinteressante para mim, e eu acabei desacelerando o processo.
Quanto a este, andava curiosa há tempos querendo lê-lo pois alguns amigos haviam dito que não só era muito bom, como era melhor que Gabriel Garcia Marquez. Hum. Fiquei meio assim mas resolvi experimentar, e iniciei por este que estava disponível na biblioteca da repartição. Bem, o livro conta a história de uma pequena cidade gaúcha, chamada Antares, num corte temporal bem longo. Relata a saga das famílias ‘fundadoras’ de Antares e também as questões políticas que perpassaram o período, até culminar no dia do chamado ‘incidente’: durante uma greve na cidade, os operários trancaram o acesso ao cemitério local e, devido a isso, sete mortos (alguns muito ricos, outros marginalizados) não foram enterrados. E curiosamente, levantaram-se de seus túmulos e interagiram novamente com a população durante cerca de um dia e meio, enquanto toda a cidade estava em pânico e desespero.
Dali foi uma grande confusão, pois ao voltarem para perto de suas famílias e amigos, descobriram tristes verdades: a velha rica de quem roubaram as joias com as quais ela queria ser enterrada, o advogado que pegou a esposa na cama com seu amante mal ele havia sido enterrado, e por aí vai. Curiosamente, os mais pobres e simples encontraram seus amigos ainda lamentando sua morte e tiveram mais respeito e consideração ao retornarem. O impasse segue durante algum tempo, e evitarei o final (que cheguei a escrever mas depois cortei fora pois alguém poderia ficar chateado comigo) mas é curioso.

Achei o livro muito divertido, irônico e politizado. Gostei da sátira que faz com todas as famílias tradicionais e as instituições da cidade (prefeitura, polícia, justiça local, Rotary clube...) e o seu desespero por manter a estabilidade local, sem que ninguém saia com sua moral afetada do ‘incidente’. Gostei do jeito de escrever de Érico Veríssimo, que não conhecia, e de como fala afetivamente das expressões locais (um dos personagens mais antipáticos, um estancieiro muito metido, gostava de mandar as pessoas à ‘pota que o pariu’, um jeito muito peculiar de falar de lá), mas não vejo que seja possível a comparação entre esse e o outro (Érico e Gabito), pois escrevem de formas completamente diferentes. Beatles e Carlos Gardel, se comparam? Então, mesma coisa. Dizem que a obra-prima mesmo é a longa série O Tempo e o Vento, a qual tenho intenção de ler uma hora dessas, mas por ora estou retomando meus ritmos de leitura e pretendo continuar intensificando. Por isso, livros ‘solo’ são mais possíveis para mim. Mas estou feliz em saber o final da história, finalmente, e também por ter concluído a leitura. Nesta semana, vou fechar mais alguns que estão em andamento, a quem interessar possa: Bolsa Blindada, de Patricia Lages, e O Amor nos Tempos do Cólera, do meu querido Gabito!

Tuesday, September 16, 2014

Livro: O Alimento do Amor

Buscando esta imagem, encontrei outras capas bem mais lindas, mas com o título de Receitas do Amor - acredito que sejam edições portuguesas
Depois de constatar que estava com livros demais em andamento, cheguei em casa ontem e intensifiquei a leitura daquele que havia passado na frente dos demais: um best seller fácil de ler que falava do atual clichê literário: Roma, comida, a garota. O mundo anda muito voltado para estas questões ultimamente.
Pois bem, o livro conta a história de Laura, a estudante americana que foi fazer intercâmbio na Itália e arruma um namorado cozinheiro (surpreendente, não?). Ocorre que o cozinheiro não é a mesma pessoa que seu namorado, há um pequeno truque envolvendo as comidas que ele prepara, e é nessas enrascadas que o livro se faz.
A história é previsível, e seria sofrível não houvesse um conveniente recheio: descrições detalhadas de cada prato saboreado pela protagonista e de como cozinhá-los inclusive. E uma escalada curiosa e interessante em que, a cada desafio culinário aceito, a garota ia se tornando também cada vez mais gulosa por variedades sexuais. Não se preocupem, nada que você já não faça sozinho com sua esposa num sábado à noite em casa. Tudo bem normalzinho, só que com sabor. E é nesse apetite todo que reside a graça do casal protagonista, que em busca de prazer culinário encontra e mistura o prazer sexual e afetivo. 
Foi um livro fácil e rápido de ler, se se considerar o quão andei enrolada. Terminei na noite de ontem, não tendo feito mais nada além de lê-lo para conseguir. Hoje de manhã, avancei mais algumas páginas naquele que não me pertence e com o qual ando encalacrada. Fiquei um pouco triste ao constatar que, embora eu costumasse ser uma pessoa que lê, hoje em dia leio pouco. A internet faz isso com a gente, se você reparar bem. Então gostei muito desta troca e tenho a intenção de repeti-la hoje. Espero que funcione!

Monday, September 15, 2014

Coisas que eu faço aos finais de semana

compras no mercado;
assistir programas culinários no GNT;
ler literatura;
andar sem maquiagem;
reuniões;
bebo café e chimarrão;
caminhadas na praia ou na rua se não estiver na praia;
dormir em horários estranhos (tipo às 19h, ou depois do almoço);
esfoliação na pele.

Tem mais, mas ainda estou com o último na cabeça: busquei minha cesta orgânica e fui naquele Imperatriz metido a besta de Jurerê Internacional, assisti GNT, li o livro Ishq&Mushq, não pus maquiagem domingo, eu caminhei apenas um pouquinho no domingo, fui em duas reuniões, esfoliei a pele e tomei apenas café. Sem chimarrão para mim. 
Então estou aqui pensando em tudo que não fiz e não costumo fazer nos finais de semana, porém, isso é assunto para uma nova lista. A qual construirei em breve. 

O problema geral que se reflete nos livros

Se eu pudesse, daria uma pequena mordida em cada coisinha que me interessa nesse mundo: iria um pouquinho numas aulas de dança, também aprenderia um pouquinho de artes marciais, namoraria um pouquinho cada pessoa que me interessa, teria logo um pequeno intercâmbio em cada local pelo qual passei e me interessei e, leria também um monte de livros.
Eu não sou apaixonada pelo estilo musical tal, nem tenho aquele hobbie de predileção sem o qual não sou eu. Também não sou apegada nas pessoas x a ponto de não poder conhecer e me dar bem com pessoas y, e ao mesmo tempo que gosto de salgado, posso provar um doce. 
Por ser assim e por a vida ser tão curta e tão cruel em termos de poder fazer tudo que se quer, faço tão pouco. E com os livros, isso me gerou o seguinte problema: 9 livros em andamento, mas não concluo nenhum, há semanas, porque todos me interessaram. Já tentei priorizar mês passado, pensando: devolver o que não é meu. Mas não consigo, porque passou na frente um outro, que é meu, que me interessou mais. E assim eu vou, sem terminar nunca a leitura de nenhum, e sempre começando novos.

Wednesday, September 10, 2014

Relaxe que tenho um plano

Este mês eu terei mais um desconto em meu salário: horas de greve que não repus. Também preciso me lembrar que: irei para o Chile em 47 dias, e se quiser usar meu dinheiro somente na viagem (e não pagando dívidas), não posso ter novos compromissos financeiros. 
Pois bem, isso significa que minha outra fonte de renda, meu vale-alimentação, precisa render. Para ele render, preciso abafar a ostentação e ser humilde nas compras alimentícias e etílicas, assim, posso utilizar estes valores em outros gastos, tais como farmácia, combustível, créditos de telefone...
Daí subtraí do valor total que será creditado amanhã os valores correspondentes a cada item que preciso comprar (alimentos e não-alimentos) e com isso me restam R$145. Com estes, deverei eu administrar vontades súbitas, necessidades pontuais e minhas compras semanais (porque agora farei-as semanalmente). 
Hum. Estou um pouco insegura e preocupada, mas também animada. Há tempos que não crio um projeto, sabem? Resolvi inverter as coisas: não saberei o valor das compras apenas após selecionar tudo, mas sim, selecionarei somente aquilo que couber no valor estipulado. Pois não é possível que com essa inflação e nada de aumento eu tente manter meu padrão de consumo como era. É necessário ajustar e encarar a realidade que assola brasileiros tipo eu.
Como me decidi a comer mais fora, de forma mais simples, a cesta orgânica deste mês custou justamente a metade. Engraçado que foi só dizer que ia comer mais na rua para voltar a preparar refeições em casa, porém, coisas muito simples e que geram pouca louça suja e dispêndio em minha cozinha. Com a geladeira bem limpa e vazia, vejo tudo de que disponho e valorizo bastante meus ingredientes queridos. Tudo feito de forma rápida e feliz. Ah sim, estou de dieta outra vez. 
Daí então agora irei fazer pesquisa de preço aqui pela internet quanto aos itens de limpeza e mercearia que necessito comprar, pois estou muito decidida a me manter na linha. Projeto Supermercado Frugal, vejamos.

Tuesday, September 09, 2014

O que aprendi na última semana em Brasília

Posso falar que aprendi algumas coisas como profissional e militante mas neste contexto a lista é maior e mais complexa. Aprendi no entanto algo para meu desenvolvimento pessoal: o trabalho doméstico me destrói e rouba meu tempo. Todas as noites apesar dos compromissos eu tinha tempo para uma caminhada, um jantar ou até uma leitura. Motivo: não havia jantar, louça ou arrumações eternas para fazer.
Imbuída deste sentimento, cheguei em casa mandando ver no saco de lixo: e foi assim que mais um zigalhão de roupas, calçados e objetos voaram para a lixeira. Certo ou errado, joguei na lixeira porque costumo colocar em sacolas para 'levar para doar' a pessoas que não sei quem são e que não tenho tempo para procurar. Costumo ver pessoas vasculhando minhas lixeiras na segunda-feira e torço para que encontrem. 
Joguei ainda fora ingredientes vencidos dentro da geladeira, coisas que não pretendia mais comer (para que diabos eu tinha nhoques gigantes em pó?)e, nesta semana, combinei: não pretendo mais cozinhar como antes. Resolvi comer mais fora, mas com isso quero dizer apenas que irei com mais regularidade comer na padaria da esquina, e menos perder meu tempo com mirabolâncias que me levam a ter louças para lavar e uma geladeira para limpar. Não, obrigada. Itens de café da manhã, lanche e uma eventual sopinha são mais que suficientes. Nos finais de semana, se tiver interesse, posso cozinhar. Mas por hobbie
Mas isso não é tudo: tenho uma escrivaninha também, mundialmente conhecida como: depósito de papéis, documentos e materiais cujo conteúdo ignoro. Lixo para os papéis, para a escrivaninha também. Mas isso conto depois. Ontem encarei uma pilha imemorial que habitava o sofá-cama onde fica esta escrivaninha, e ainda faltam resolver diversos itens. Resolverei, garanto. Mas aos pouquinhos, porque ontem, depois de terminar o sofá, larguei o quarto de portas fechadas, me fritei umas panquecas funcionais de banana e fui ler, coisa que há tantas noites não me presto.
Hoje tem mais!


Wednesday, September 03, 2014

Essas coisas de megalópolis que tanto me irritam

Mesma coisa de SP e Brasília: a não ser em cafés metidos a chique, o café vem adoçado. Até na maldita reunião nacional de negociação de minha repartição, com sua alta cúpula, o café vem um xarope.
Acho uma sacanagem, porque quem quer adoçar, pode simplesmente adoçar. E quem não quer ou não pode, fica sem tomar café. Nem pra comprar eu arrumo café amargo fácil.
Tenha dó. 
Isso me faz lembrar do quão ensimesmada fico quando, ao pedir suco em qualquer lugar, preciso salientar que quero sem açúcar, do contrário, vem xarope de suco.
Mundo carente!

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