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Wednesday, August 27, 2014

O assunto é escatológico. Se não curte, pula o post.

Sempre fui a favor das pessoas fazerem cocô nos seus trabalhos, pois encaro como uma forma de recompensa, mínima, por todo o trabalho mal (ou não) remunerado que fazemos. Normal. Tenho especial predileção por fazer isso ainda de manhã, coisas do meu horário biológico, mas às vezes calha de fazer depois das 16h.
Hoje surgiu de fazer bem 11h40, um horário não muito adequado, pois o banheiro lota de mulheres escovando os dentes, passando seus cremes e por aí vai. Foi assim que fiquei quase 15min trancada na casinha, por motivos de: proteger meu anonimato.
Uma desgraçada não apenas escovou os dentes, passou os cremes e fez xixi, como conversou com duas pessoas que entraram e saíram do banheiro e ela continuava lá, se divertindo. Gente, isso lá é lugar da pessoa se divertir e bater papo? 
E ainda cantava, a louca.

Monday, August 25, 2014

Comida saudável é mais barata

Juro que é. Prometo!
Pensei nisso lendo esse post aqui, pois não está assim tão longe o tempo em que lia na Boa Forma que uma boa opção de café da manhã seria: 2 fatias de pão integral com queijo cottage e blanquet de peru ou um iogurte com granola.
E vai lá olhar quanto custa aqueles malditos pães com textura de esponja e promessa de 12 cereais, mais um potinho de cottage ou um pacote de granola. Sempre me deixava meio irritada, mas pagava, afinal, um café 'saudável' (sic) exige investimento. Não entrarei no mérito dos sucos em caixinha (vendidos como saudáveis, ou no mínimo, melhores que refrigerante).
Mas eu demorei um bom período para me dar conta de que não sou obrigada a comer misto quente com achocolatado ou suco no café e no lanche. Eventualmente pode ocorrer pois me conforta, lembra uma refeição infantil, e todos nós precisamos de um conforto de vez em quando. Mas hoje em dia meu desjejum pode ser tantas coisas que seria um desperdício comer sempre a mesma coisa: adoro comer mamão em cubos com mel e flocos de aveia, quinoa ou amaranto. Ou bananas cortadinhas com este acompanhamento, ou ainda morangos. E porque não uma torradinha com uma fatia de tomate e orégano? Fica parecendo pizza! Ainda sou dessas que se emociona com uma geleia rápida: uvas, suco de limão, açúcar e sementes de chia. Coisa rápida, apenas para um ou dois dias. Me delicio com um mingauzinho feito de maçã ralada com água, aveia e canela. 5min de frigideira. E ainda me emociono com umas granolinhas por cima, para dar aquela crocância. Ovinhos cozidos, ovinhos moles para se comer de colher com um pouquinho de sal e pimenta me seduzem. As tapiocas comportam praticamente qualquer recheio. Café com um biscoitinho sem glúten, uma rosquinha de polvilho, um chá e um pãozinho, vá lá, mas com guacamole, com pastinha de grão-de-bico, apenas com azeite, ah meu Deus, tanta coisa gostosa se come.
E está lá na feira, custando menos, muito menos que o pão de cereais, que o iogurte zero, que a granola zero, que o blanquet (com poucas calorias, mas imensos corantes e sódio e conservantes).
Acredite em mim! É gostoso, é bonito, e é barato!

Thursday, August 21, 2014

Uma constatação curiosa

Desde que mudei de nutricionista e ela logo de cara me propôs um mês sem: glúten, lácteos, castanhas e qualquer tipo de oleaginosas além de zero cítricos (isso sim foi o que realmente me doeu), fiquei meio encafifada com meu progresso no período. Além de emagrecer de uma forma vertiginosa, me sentia leve e disposta como há muito não me recordava de sentir. Daí que quando resolvemos ir retomando aos poucos alguns itens, e tendo eu bagunçado muito a vida e reintroduzido tudo de volta, não tendo cozinhado praticamente nada durante os últimos meses, vi que me sentia letárgica e eventualmente inchada, mas não quando comia queijo sobre uma chaufa, por exemplo. Mas sim quando comia uma pizza, lotada de farinha.
Glúten, glúten. Você me tornava uma pessoa pior. Você me fez acreditar que eu era intolerante a lactose (segundo os exames não sou nem remotamente intolerante a nenhuma das coisas, mas episódios escatológicos pós pizza de quatro queijos me deixaram ressabiada). Você, glúten, botava o pé na minha jantar, como jamais um naco de parmesão foi capaz de fazer. E quantas vezes comi macarrão sem molho, julgando estar protegida, e na verdade estava comendo justo o que me fazia mal?
Sentirei saudades de pão com manteiga na chapa, e não creio que poderei fazer aquele muffin de laranja sem farinha branca. Mas infelizmente, foi elevado ao status de iguaria, e não mais a uma simples matada de fome. Goodbye glúten!

Wednesday, August 20, 2014

Falando no pilates

Observei que nunca contei em detalhes nada sobre essa minha atividade, e na verdade ela foi muito importante para eu me sentir fazendo alguma coisa que preste por esse corpo. Durante 1h, 1x na semana, eu fico lá sendo esticada e puxada em movimentos que parecem bobos, mas que me fazem sair cansada de verdade. Tem algumas coisas, inclusive, que é engraçado, tipo como quando preciso: deitar no chão com braços abertos em cruz e pernas para o lado. Parece que estou em filme policial sendo alvo de alguma perícia criminal.
Eles sempre me fazem fazer circuitos de elíptico, nunca de bicicleta ou esteira. Também ignoro os motivos, mas obedeço. 

A volta ao pilates

Daí que passei o mês de julho ausente de minhas atividades físicas (pilates e dança) e em agosto deveria ter voltado. Mas o frio me deu preguiça no corpo, e eu cada quinta-feira arrumava uma história. Não mais. Liguei agora para meu instrutor gatinho e perguntei se minha vaga ainda existia. Está tudo ok para eu retomar amanhã.
Como é pertinho de casa e eu gosto desta atividade, resolvi, apenas por esse semestre, fazer 2x na semana, apesar de ser caro. Porque aí eu não dançarei (já perdi o bonde da minha turma com quem iniciei devido às ausências), e investirei integralmente meu orçamento 'atividades físicas' nesta academia. 
Claro que em setembro não farei coisa alguma por motivos de: passarei o mês todo em Brasília. Mas quero ver se combinamos de eu compensar isso fazendo quatro aulas ainda em agosto. Vamos ver.

Tá de brincation with me?!

Uma das incontáveis chefes que refocilam nesse chiqueiro tem sua mesa posicionada logo atrás do bebedouro, local que frequento assiduamente, durante todo o dia. Daí que hoje ela estava de conversinha com um outro coleguinha e eles estavam comentando, entre risinhos, alguma fofoca que denotava terem interação extra-profissionalmente. Ao me aproximar, resolveram me excluir dos risinhos deles e sabem o que ela fez? FALOU EM INGLÊS PARA EU NÃO ENTENDER!
Quase alertei-a de que embora ela pense que sou menos que ninguém, meu pai e minha mãe quando eu era criança e todo um brilhante futuro pela frente, me pagaram um cursinho de inglês. E que foi assim que entendi tudo que ambos conversaram. Mas concluí que não vale a pena. Não mesmo.

Azul é a cor mais quente

Do pouco que acompanhei, achava os figurinos de Giovana um arraso, que que eram aqueles bodies que ela usava, hein minha gente? E como uma franja rejuvenesce, não?


Como não tenho mais TV em casa, não tenho acompanhado mais as novelas que no passado tanto tempo me roubavam. Mas normalmente 1x na semana, pelo menos, consigo assistir algum capítulo fora de casa ou deixo a TV ligada para escutar alguma coisa. Foi assim que tive sempre uma vaga noção do que ocorria naquela novela machista e quarenta graus de febre do Manoel Carlos, cujo enredo jamais convenceu e a única coisa realmente boa da novela, ao menos para mim, era aquele casal lésbico que nem tinha assim toda essa química. Aguardando uma novela em que o casal protagonista seja LGBT.
Bem, de qualquer forma, depois de meses sem assistir um belo dia me dei conta que as duas já estavam juntas e haviam assumido seu relacionamento. E vendo fotos do capítulo final, algo me chamou a atenção e me tocou de forma singela: ambas utilizavam a mesma cor de esmalte, o azul Frio na Barriga, que a personagem de Giovana Antonelli utilizava desde o início (e que é mesmo um belo azul).
Achei um detalhe curioso e belíssimo, pois me passou a sensação de que uma habitava o universo da outra, além da delicadeza de observar algo a princípio tão simples, como a cor de esmalte da namorada. Se pode ou não ser considerado um cuidado feminino, não acho que seja o caso, apesar de que culturalmente se atribui às mulheres dar uma 'embelezada' na vida. E reparar em cada minúsculo detalhe. Fato foi que achei aquilo muito simbólico e corri atrás do esmalte. Com a febre da novela, demorei até encontrar, mas no fim encontrei num estande, lá em São Paulo, na estação do Brás de metrô, que vendia todos os esmaltes do mundo. Pedi aquele, paguei e a vendedora me diz:
- Ah o esmalte da Giovana né?
- Isso, o esmalte do casal lésbico!
(sorriso amarelo da vendedora)
Hoje estou com as unhas pintadas desse azul que para mim ficou sendo um azul de resistência, de 10 minúsculas militâncias por um mundo mais acolhedor e menos opressor com todas as lésbicas, todas as mulheres, todos os LGBT's. 

Tuesday, August 19, 2014

A surpresa

Eu estava me sentindo um pouquinho, bem pouquinho, amarguinha por dentro. Decidi até almoçar biscoitos Koala, para adoçar essa vida que me parecia meio amarguinha naquele horário. Eu tinha que ir na farmácia e num outro local, mas eu sabia que valia a pena ficar em casa pelo menos mais uma meia horinha. Comi meus biscoitos, olhei no mostrador do celular e dizia: 12h32. O prazo era 12h40 para mim.
Quando foi 12h39 eu escutei um barulho de moto, lá embaixo, e considerei ir na janela olhar quem era. Daí escutei o digitar vagaroso de três números, e poderia ser de qualquer apartamento, pois todos têm três dígitos. Só que era o meu mesmo. Meu interfone soou numa estridência chata e quando atendi, ouvi uma voz meio zombeteira me dizer que era 'correio'.
O que o carteiro me trouxe não veio por sedex, veio pelas próprias pernas um pacote de deliciosidade que incluía um sorriso persistente, um quentinho no coração e uma inundação de doçura. Chegou a ser exagerado, junto com meu almoço de biscoitos doces de chocolate, tamanha doçura de olhos de jabuticaba.
Meus compromissos de horário de almoço ficaram para mais tarde, mas enquanto a agenda persiste em pesar, a cabeça flutua.

Operação salva-cabelos

Eu sempre tive poucos cabelinhos, quando fazia um rabinho sumia na minha mão, pouquinho, pouquinho. Cena mandatária de verão era eu terminar um dia de sol forte coçando o couro cabeludo, tão exposto, porque tinha tão poucos cabelos que eles não ofereciam proteção à cabeça. Mas eu era loira, e não havia contraste entre meu cabelo branquinho e minha moleira também branquinha. Depois que escureci os cabelos, ficou muito mais evidente que eu quase nem tenho cabelinhos. Igualzinho minha vovozinha, que parece o cebolinha, todo mundo visualiza a falta de cabelos nessa cabeça. 
Daí que eu mesma comecei a achar que poderia ter um pouco mais e tenho achado mesmo que meu cabelo anda meio sem jeito nesse mundo cruel. Mandei fazer minhas cápsulas para cabelos e unhas que o dermatologista recomendou e estou em busca de mais cabelos. Aceito sugestões.

Monday, August 18, 2014

Os meus anunciados progressos

Hoje discuti com A Analista que estou progredindo muito, segundo sua própria avaliação. Eu sempre fico com certo pé atrás em relação a meus progressos, pois às vezes eles duram menos que um verão. Mas mesmo assim me comprometi a ficar feliz com meus progressos, que no momento são:
- passei todo o final de semana sem sair para comer;
- estou trocando uma coleção de dívidas por uma coleção de desejos para o futuro;
- estou pulando fora dos barcos antes que afundem, porém isso é mais difícil de dizer sem dar longas explicações e exemplos.
Também falamos sobre um de meus livros prediletos, O Dia do Coringa, de Jostein Gaarder - enquanto conversávamos fizemos aquelas coisas de se identificar com os personagens e eu me identifiquei um pouco com a Rainha de Copas - mas não quanto ao final. Depois fiquei pensando que devo ler novamente, pois talvez eu também seja um pouco como  o Coringa. 
Nunca pensei que esse projeto de fazer análise fosse durar tanto tempo!

Thursday, August 14, 2014

Agosto, o mês do cachorro-louco

Em agosto minha geladeira pifou pela segunda vez, eu consegui estragar o molho de tomates duas vezes de uma simples pasta con salsa, derramei uma xícara de chá (quente obviamente) em cima de mim, vi a máquina de lavar roupas decretar paralisação durante sete dias, meu carro viu a pilastra da garagem mais de perto, minhas orquídeas se suicidaram, pulando de seus galhos para o chão, minhas finanças pessoais foram para as cucuias pela terceira vez neste ano e eu não consigo: voltar para o pilates, nem para a dança. Até o seriado que resolvi começar a assistir não estava disponível na net.
E eu ainda levo a vida numa boa, na medida do possível né gente, porque estou feliz com o fato de que tenho uma vida, para começo de papo, que tenho uma casa, um carro, um emprego, um corpinho e um coração. E um célebro, claro, sempre bom reforçar que tenho.Tudo a serviço de ser feliz, fiquei feliz porque consertei a geladeira, porque o carro anda, porque tirei um plano para sanar as finanças, porque a máquina de lavar voltou às boas, porque restaram quatro orquídeas no galho, porque semana que vem eu vou fazer pilates, porque adquiri dois casaquinhos novos, porque marquei férias, porque-porque-porque-porque. Muito mais coisas para falar bem do que para reclamar. 

Wednesday, August 13, 2014

A saga da geladeira

Achei mesmo que o cheiro estava ruim. Humpf. Minha geladeira recentemente consertada por módicos R$480 voltou a dar o mesmo defeito. Você já foi lá conferir o que houve? Nem o técnico.
Ah, mais uma coincidência: novamente, na semana em que comprei a cesta orgânica.

Viaje-miraje

Eu não pretendia tirar mais férias nesse ano, mas uma conjunção de fatores me fez ir: mommy me presenteou com 28mil milhas, haviam férias disponíveis e haviam propostas de férias para mim. Achei que ia ser dessa vez que conheceria Recife ou Fortaleza, mas para variar me seduzi pelos preços tão mais baixos para ir aos países aqui de pertinho e resolvi que um feriado em Santiago do Chile há seis anos atrás era pouco. 
Estarei lá novamente entre os dias 28/10 e 05/11. Já sei que vou ficar a maior parte do tempo em Santiago, mas que passarei o final de semana entre Valparaíso, Viña del Mar e conhecendo também a vinícola Concha y Toro. Também já sei que vou lá em Cajon Maipo, porque tomar banho de lama em termas vulcânicas me parece adequado e inovador. 
Fora isso, caso alguém da dileta audiência tenha dicas específicas, daquelas que a gente guarda para azamiga e não sai espalhando, estou interessada. Parte do roteiro já está bastante montado, mas aceito ainda de bom grado novos conselhos. E ainda: lugares para comer bons ceviches, pechinchas me interessam, e hospedagem em Santiago também (já reservei hospedagem num apart para os primeiros cinco dias, mas gosto de mudar para conhecer mais alternativas. Ia ficar em hostel para conhecer novas pessoas e usar a cozinha, mas esse apart é tão bonito, bem localizado e mais barato que me seduzi pela perspectiva de não compartilhar o banheiro).
Esta mini-férias incrustada no segundo semestre é como fosse uma miragem para mim. Mal vejo a hora!

Tuesday, August 12, 2014

A abdução

Todos os dias quando retorno do almoço em casa vejo um colega meu tomando sol do lado de fora do prédio, um cara parecido com o Shrek - no jeito de falar, voz, e alguns comportamentos também. Além dele, está sempre uma moça, sentada a menos de 5m de distância, de olhos fechados como se estivesse meditando. Ele de pé, ela sentada. Ele me explicou que nunca puxou assunto com ela, pois vê que ela não dá abertura, está ali concentrada (ou desconcentrada, tanto faz).
Daí ontem estava apenas ele de pé no local de sempre. Virei as palmas das mãos para cima, num sinal de 'ué', que ele me respondeu:
- Acho que finalmente a nave veio buscá-la!

Monday, August 11, 2014

O inusitado da coisa-toda

Por não saber como classificar o post, inicio o relato sem um título. Recebi uma ligação de uma conselheira tutelar. Queria saber se na minha repartição não existe esquema de criar vínculo empregatício para crianças abaixo de 12 anos trabalharem em casa. Pois tem uma criança muito 'rebelde' que está tentando educar através do trabalho, em parceria com a mãe.
Tentarei não me ater aos métodos educacionais discutidos entre conselheira tutelar e mãe, afinal, eu não conheço a história (embora duvide que alguma história me convença que em 2014 uma criança de 9 anos, se não tiver sido convencida por qualquer outro método, se convença pelo trabalho, um conceito tão abstrato e difícil até para adultos, a deixar de ser 'rebelde'). Como uma conselheira tutelar, teoricamente conhecedora do Estatuto da Criança e do Adolescente liga numa empresa pública estatal e pergunta, seriamente, se aqui existe modalidade de contratação que permita que menores de 12 anos tenham qualquer vínculo empregatício com a repartição? E na negativa dessa pergunta, ainda pergunta se 'informalmente' essa modalidade não existiria?
Cheguei a pensar que era pegadinha. Estão tentando descobrir se a repartição tem trabalho infantil aqui dentro.

Wednesday, August 06, 2014

A paz

Ontem disse meias-verdades (poucas e boas) a um homem para dizer o mínimo inconveniente. Não me conhecendo ao vivo mas interessado por minhas fotos de facebook, passou a me abordar (virtualmente) de forma sistemática, forçando aproximações que definitivamente não me interessavam. Cansada dessa lenga-lenga, bloqueei no facebook e tive que ler ontem uma mensagem perguntando se ele 'havia me bloqueado'.
Me pus a matutar.
Pensei em todas as vezes que não respondi os e-mails de minha Tia ou que deixei minha mãe no vácuo na internet porque estava ocupada com outra coisa, em todas as minhas amigas queridas com quem não saí nem me comuniquei recentemente, em meus amigos que deixei de ver quando a agenda lotou. E refleti que apesar de tudo isso, quando voltei encontrei portas abertas e compreensão com o fato de que hoje em dia ninguém parece ter muito tempo, e nenhuma cobrança. 
Daí me vem um chato virtual perguntar se era isso mesmo. Se eu havia bloqueado ele mesmo, se eu 'não falava mais com ele'. 
Sem entrar em detalhes, quero dizer que desabafei de forma quase que completa. Não sobrou um grão de poeira no lugar onde fiz tempestade e varri o pentelho para fora de minha vida. Aqui só entra quem é convidado!
Fiquei que fiquei voando...

Tuesday, August 05, 2014

O resultado da limpa


Então foi assim que eu adquiri uma caixa de entrada vazia e limpinha. Limpei, limpei, e pode ser que no meio do processo tenha perdido algum arquivo importante. Não sei. Vamos ver de quantas coisas sentirei falta nesse meio-tempo.
Feliz e realizada, também ontem aproveitei e esvaziei meu congelador, lavei as prateleiras e recoloquei os alimentos lá dentro. Joguei fora coisas que jamais deveria ter congelado. Animada, parti para a despensa e finalmente me encorajei e joguei fora: calda de frutas vermelhas para tortas que nunca saíram de minha imaginação, pudins prontos pelos quais só me interessei em teoria, confeitos de bolo que jamais assei. Vinagres que nem para produto de limpeza serviram, pois eram de vinho tinto, mas tinham gosto ruim - eram de má qualidade. Vi então o espaço novamente se abrir na minha pequena e modesta despensa. Olhei novamente para o relógio e já eram 22h. Achei melhor me deitar e, antes de dormir, assisti um vídeo qualquer, de um canal que sigo, e que mostrava algumas compras que a moça havia feito para sua casa. Me deu vontade de reformular a casa. Mas para isso, eu preciso de mais espaço. Hoje à noite, infelizmente, não devo ter tempo para jogar nada fora. Mas amanhã é um novo dia!
Próxima parada: o guarda-roupas.

Monday, August 04, 2014

O frenesi de jogar fora

Daí que agora que estou novamente com rotina, decidi que preciso colocar muitas coisas em ordem. E entrei num frenesi de abrir espaço na cabeça e na casa e porque não na vida para as coisas ficarem mais arejadas. E tudo bem, iniciei por jogar fora uns objetos que considerava feios, e ando louca para devassar meu guarda-roupas. Pela terceira vez neste ano. Não bastando isso, joguei fora muitos e muitos papeis e objetos inúteis, e tenho um especial interesse e antegozo de poder fazer isso hoje à noite na despensa da cozinha.
Mas ainda foi pouco, e sexta-feira na repartição eu comecei a limpar minha caixa de e-mails pois havia estourado ainda em junho, e dali parti para meu e-mail pessoal. O gmail que tenho desde 2006 e guarda tanta quinquilharia. Estava incomodada com o flood de mensagens que o sindicato estava fazendo meu e-mail ter. Aí nisso, tendo tido um probleminha pessoal hoje, digitei o nome de uma pessoa. Morta para mim há tantos anos. E deletei todos os e-mails que já troquei nessa vida com a figura, me senti especialmente leve, fui lá e fiz o mesmo com o próximo da sequencia. Já no segundo, fiquei meio assim, pois além dos nossos e-mails pessoais, outros laços nos uniam e por isso estive em dúvida. Mas na sanha de limpar a caixa, deletei todos. E aí meu bem, eu que estava selecionando apenas os não-lidos (aqueles milhares que o gmail convenientemente esconde da sua caixa de entrada e põe em social), e passei a selecionar 'todos'. Deletei, deletei, deletei. Tem mais de 2mil não lidos ainda. E muitos outros milhares lidos. E vai tudo pro lixo!
Estou voando :)

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