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Friday, May 30, 2014

Junho chegou

Ou quase isso. Vai começar a cafonalha de festa junina, gente querendo se reunir para comer pipoca em conjunto. Meu glamour não dá conta de festa para vestir xadrez e comer amendoim em conjunto. As pessoas gostam tanto da brincadeira que fazem inclusive durante julho as porras das festas de junho. 
E para o meu sofrimento, faço aniversário em junho, o que sempre suscita uma sugestão de como eu poderia comemorar meu aniversário de forma 'temática'. Humpf. Não, obrigada.
Nisso falando, virarei balzaca dentro de 30 dias. E não sei como comemorar; talvez eu queira passar o final de semana fora da cidade cazamiga. Estou pensando sobre isso, mas acho que quando a pessoa vai fazer 30, o melhor é nem dar esparro disso por aí.

Wednesday, May 28, 2014

Le Castellet: o dia em que apreciei um artista trabalhar ao vivo

Vista do lado de fora do local - retirei da internet, do tripadvisor
Falando ontem de minha avó lembrei de uma dica incrível e que me mudou por dentro nessa mesma viagem com a família, lá em Parati. Já tinha quase dois anos que eu não ia lá, e eu me recordava nitidamente que da última vez, interessada num crepe, comi numa creperia que me serviu um recheio congelado no meio. Em Parati se alimentar custa muito caro, no geral, o que faz com que eu aplique o seguinte critério: se vai ser caro, é bom que seja uma delícia. De modos que como não muda muito mesmo a faixa de preço, sempre como nos lugares mais lindos, com cardápios mais sofisticados, pois assim a chance de frustração é menor.
Desta vez, eu estava louca para comer no tailandês de lá, que vem ganhando fama como um dos melhores tailandeses do Brasil, e como ando prospectando a Tailândia seriamente como destino de umas próximas férias, vivo sonhando com comidas condimentadas deliciosas. Fui demovida dessa ideia porque minhas companhias eram todas conservadoras em termos de gastronomia, e me contentei com outra dica que havia pegado semanas antes: a creperia nova que era de um francês super bem adaptado ao local. Incomodei desde a véspera e passei cedo na creperia para me assegurar de que estava aberta, e encontrei o tal francesinho arrumando alguma coisa e confirmando que abriria 16h, sendo que 18h30 sairia a fornada de pães e brioches do dia.
Chegamos mais ou menos nesse horário, e já tinha muita gente ali em volta, esperando a fornada dos pães e dos brioches. Ele trabalha praticamente sozinho, junto com um ajudante, e com a sua pequena família correndo pelo local. É tudo muito simples e até meio demorado, justamente por ser feito a tão poucas mãos. Mas além disso, é tudo feito com muita paciência e atenção aos detalhes. É coisa do tipo: ele faz os próprios azeites, ele faz a própria massa, a própria maionese, ele só compra aquilo que não tem outro jeito. O menu fica escrito num monte de lousas pela parede do local apertadinho, que fica ainda mais apertado nesse horário, em que os pães terminam rapidinho. Comemos os brioches, compramos os pães e eu resolvi comer um crepe de chocolate com banana, o que de tudo era o menos gostoso, além de gigantesco, feito para dividir.
Queria ter tido fome para jantar, para experimentar cada entradinha e cada prato, mas só de ter ficado ali tomando café e comendo um lanchinho enquanto a comunidade ia e vinha atrás dos pães e o francesinho, simpático e com sotaque quase desaparecido, conversava conosco e com todo mundo ao mesmo tempo, já valeu a viagem toda. Ele estava tão integrado ao seu espaço, e era tão habilidoso ao falar e lidar com os produtos que vendia, que me deixou emocionada.
O local é pequeno, de poucas mesas, escurinho, muito simples. O que não tem nada de simples é o exímio panificador que habita aquele espaço, e que cria incessantemente uma experiência mágica, além de gastronômica. Eles não têm site, mas encontrei a fanpage no facebook e as avaliações do tripadvisor. Também tenho poucas fotos, todas ruins, devido ao escuro do lugar e ao fato de que estava sem bateria quando cheguei lá. Mas por favor, se você passar por Parati, não deixe de ir comer um brioche às 18h30. E levar um pão para casa. E caso vá ao tailandês, me diga o que achou, sim?

Tuesday, May 27, 2014

Socorro, vó!

Meses atrás ainda de férias fui fazer uma viagem em família na companhia de minha avó dentre outras pessoas. Na falta de convivência deixamos de compartilhar muitos detalhes das nossas vidas e achei muito engraçado perceber que ela fala palavrão (enquanto que eu exceto quando estou bêbada evito ao máximo), e fala muito mais das carolices dela do que me parecia quando estamos em festas familiares com bastante gente junto. Além disso, ela não bebe água e faz xixi 2x ao dia, e nisso também somos completamente opostas, porque se tem um mal do qual não sofro é retenção de líquidos. Anyway, vóvis é carinhosa comigo e divertida também, e sempre fica do meu lado quando eu relato histórias em que me sinto de alguma forma prejudicada. Isso sempre foi assim. 
Daí que nessa viagem comentei com ela que um grande amigo meu, de muitos anos, havia me dito há mais anos ainda que eu seria madrinha de seu primeiro filho, mas quando o bebê nasceu... ele não me chamou. E que eu havia achado isso errado e estava chateada, mas nunca mencionei isso diretamente a ele, só fiquei com essa coisinha na cabeça: não me chamou, não me chamou. E foi engraçadíssimo que, assim como em diversas outras coisas, ela ficou super do meu lado e me disse que eu não deveria me preocupar, pois a verdadeira intenção era aquela afirmada anos atrás – ela leva esse negódi batizar as crionças super a sério, um compromisso importante e tudo o mais.

Pensei nisso agora porque conversando cazamiga mandei avisar que quero ser madrinha caso alguma delas tenha filhos. Pois já que não vou ter, quero ter a despesa de torrar meu dinheiro em triciclos, sorvetes e iniciar o afilhado na melhor tradição do ateísmo, trotskismo e da zuêra. Acredita que ninguém animou ainda?! Vou ligar pra vovó. 

O resfriado

Ele vem chegando de forma bastante gradual: no sábado, um pouquinho de nariz entupido (talvez muito mais por causa de estar mexendo com casacos cheios de ácaros), no domingo uma garganta ligeiramente ardendo, ontem o nariz entupiu mais, e hoje é os olhos que ardem. Parece que cada noite que passa, aprofunda um pouquinho. 
Para piorar as coisas, enquanto eu ia animada tomar um banho bem quentinho ontem, queimei a resistência do chuveiro. Banho de gato gelado ontem, cabelo sujo na repartição hoje. Estarei-me-mudando para a casa de alguém até ter um tempo de a)comprar o chuveiro e b)instalá-lo, coisa que já fiz no passado com relativo êxito.
Nenhum remédio por ora, só mais exposição ao vírus. Que tem sido uma coisa incrivelmente boa, a gripe que vale a pena pegar!

Monday, May 26, 2014

Rebordosa

Dia desses uma pessoa me perguntou o que eu gosto de fazer para me divertir, e diante dessa pergunta percebi que eu sou uma pessoa muito chata, hahahahaha, porque eu gosto de... beber e jogar conversa fora.
Na realidade o que a pessoa queria saber era quais locais da vida noturna de minha cidade eu frequento, e me dei conta que com exceção de episódios de muita pressão e insistência dazamiga para eu ir no Blues, eu prefiro apenas beber na casa das pessoas ad infinitum.
Para a minha sorte, eu tenho muitas casas onde posso ir beber, e é assim que eu passo meses sem perceber que 'nunca mais saí' pra nada... Tudo isso era introdutório para dizer que, se eu continuar bebendo como bebi recentemente, vou ter que parar de me gabar do emagrecimento que rolou.

Iniciando a semana com um elogio

Semana passada me aconteceu uma coisa boa: ganhei de meus pais um sofá grande, confortável e bonitão para colocar na sala de casa. Isso deu uma boa solução de conforto, mas criou um problema de espaço, pois em minha sala habita um móvel elooorme, profundo e comprido, pesado com um tampo de mármore por cima e, para piorar, cheio de cupim. Uma coisa dessas é impossível de vender e altamente improvável de doar, e eu andava meio que desesperada pensando em como ia me livrar.
Daí que liguei para a prefeitura de São José da Terra Firme e descobri que eles fazem coleta pesada na casa das pessoas. Eles vão marcar comigo um dia, eu vou deixar o móvel na calçada desde a véspera, eles vão recolher e eu nunca mais vou ter nada a ver com isso! Sim, de grátis!
Esse era o tipo do serviço que sempre considerei lendário, um município aqui o outro ali faz, e no fim descobri que tinha no meu também. Meu protocolo diz que até 12/06 eles me ligam para agendar a busca do móvel. Convenci um amigo meu mais fortinho a me ajudar a descer com o trambolho. 
Não é o máximo? Salvou  minha sexta!

Friday, May 23, 2014

Furor na esquerda gourmet

Estou eu quietinha hoje de manhã olhando umas mensagens quando chega um amigo meu, governista declarado (mas o importante é ter saúde) no inbox:
- Théis, estou chocado!
- Porque?!
- Jamie Oliver vai apoiar a candidatura da direita fascista nas eleições lá na Inglaterra! Vou jogar fora os livros dele!
- Ah, nem me surpreendo, ele tinha dado entrevista tempos atrás sobre comida demonstrando preconceito de classe...meio que dizendo que todo mundo podia cozinhar orgânicos e tirar um tempo pra isso naquele país.
- Eu fico chocado, ele emprega ex-detentos!
- Tá só uma coisa:
- O que?
- Qual a posição do Gordon Ramsay?
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Aguardando Nigella se pronunciar também.

Thursday, May 22, 2014

Será possível um negócio desses?!

Fui tirar os casacos do baú pois acho que está na hora de iniciar a lavá-los para poder usar, e fui experimentar alguns. Evidentemente nenhum me serve mais, coisa que eu já imaginava pois comprei a maioria deles quando estava no auge do peso.
Qual não foi minha surpresa, no entanto, ao ver que hoje o meu anel está escorregando do dedo? É possível isso da pessoa emagrecer nos dedos?!
Acho melhor eu terminar de emagrecer o quanto antes, porque assim posso me comprar umas roupas que sirvam de fato. Porque estou charmosa feito um saco de batatas nos meus casacos lindos porém enormes em mim. Que dó de ter que me desfazer!

Tuesday, May 20, 2014

Técnicas de guerrilha na adversidade

Saldo na conta bancária: R$9,00 do limite.
Limite disponível para compra/saque no cartão de crédito: R$37,00.
Saldo no vale alimentação: R$29,00.
Na carteira: R$4,00.

Com essas importâncias todas deverei subsistir até sexta-feira da outra semana. Miraculosamente, minhas reservas 'para um dia de necessidade' estocadas no freezer, despensa e armários da casa estão finalmente sendo utilizadas. Dessa carestia geral é que saíram os muffins funcionais de chuchu de hoje, que descongelei uma garrafinha de suco vermelho congelado desde tempos imemoriais para o lanche de amanhã e que jantei as vagens congeladas (e vencidas) há quase um ano no congelador. Porque comida eu até tenho estocada em casa, mas gasolina nunca guardei. E esses merréis vão ter que virar combustível nos próximos dez dias!

Monday, May 19, 2014

As amizades por poder aquisitivo

Meu salário de concursada pública de ensino superior em empresa pública federal sem filhos pra criar me propicia uma vida confortável. Eu vivo enfiada em enrascadas, mas isso é mais culpa da minha desorganização do que do dinheiro em si. Mas enfim, esse meu salário enquanto não tenho sérios compromissos familiares e financeiros faz com que eu possa sair, viajar, comprar umas coisas, topar os convites que recebo sem fazer contas antes. Isso faz com que eu ande com pessoas cuja preocupação com o dinheiro seja assim também, menor.
Esse mês, no entanto, tendo tido 15 dias de pagamento descontados, estou amargando para sobreviver até o dia 30 com menos de R$100 para fazer tudo. E para meu azar, deu-se isso numa das épocas em que estou mais ocupada, mais precisando me locomover e gastar com combustível, mais preciso comer fora, etc.
Daí que recentemente estou andando muito com o pessoal de minha repartição, não os que trabalham diretamente comigo, mas os que trabalham na mesma empresa. E como todo mundo recebeu o desconto, todo mundo fica calculando mil vezes o que fazer. 
E dessa dificuldade financeira, surgiu solidariedade e companheirismo, para a gente se divertir na medida do possível e do jeito que dá, fazer o que precisa ser feito, e sem constrangimento financeiro. Todo mundo com o mesmo problema, vai criando uma aproximação maior também por dividir o mesmo problema, ainda que momentâneo.
Nestes dias, tenho aprendido muito com essa experiência, e enquanto repenso com o que gasto meu dinheiro e se é ou não importante, também repenso que algumas mudanças desse tipo acabam por exigir uma mudança de relacionamentos. Mas isso é assunto para outra postagem.
Estou sem um centavo no bolso, mas rodeada de gente amiga. E nem fez tanta falta assim os programas que costumava fazer menos de um mês atrás.

Thursday, May 15, 2014

A salinha mal assombrada

Trocaram a salinha de café para outro lugar. Agora a galera do café precisa andar vários metros até chegar a uma copa que é de uso comum a três setores diferentes. Isso nos causou superlotação no ambiente, pouca limpeza e, por conseguinte, menor tempo de permanência daquele povo lá dentro.
Descobri hoje no almoço que este era um dos objetivos da dissolução da antiga salinha: dissolver a galera do café. 
Não estou nem aí para isso, mas parece que eles andavam chamando a atenção pelo tempo que ficavam lá. Agora eles sentam ao meu lado e não param de conversar aqui o dia inteiro.
Daí que, saindo da nova copa, passei por um bebedouro fixo que tem na parede do lado de fora. O bebedouro estava cantando. Sim, o bebedouro gemia e rangia de velho, e parecia que cantava.
Crédulos diriam que é maldição proferida pelos que ficaram sem salinha do café!

Meu ex

Bottero, caso alguém não conheça.


Um dos muitos que coleciono, diria que um dos mais importantes, campeão no quesito figura exótica. Engordou no mínimo 20kg desde nosso último encontro. Me lembrou um quadro de Bottero, ou ainda, um lutador de sumô - as perninhas bem grossinhas como eles têm. Me lembrou até o Diego Rivera, mais pelo tamanho do que pelos traços. Não que eu me pareça com a Frida, claro. Tadinha de mim, preciso comer muito arroz com feijão antes de poder me comparar a ela em alguma coisa.
Mas apenas naquele dia, caso ele tenha sido Diego, eu fui Frida. Porque o tamanho nunca quis dizer nada, mesmo. 
Praticamente nada do que costuma dizer alguma coisa, quis dizer nada, mesmo.
Assim como um dia batalhamos para encontrar o ponto de equilíbrio do sal (dele hipertenso e meu, gulosa por sal), já me encontro pronta para a próxima batalha: a alimentação funcional que vai tirá-lo do grupo de risco dos ataques cardíacos.

Maki's Place

Sábado retrasado eu estava fazendo um curso, e ao final, todo mundo saiu para beber uma cerveja e comer um lanche. Como vocês sabem, andei sem comer glúten nestes dias, e por isso não ia conseguir fazer nada lá. Achei melhor ir primeiro comer um temaki em algum lugar e depois ir lá tomar uma caipirinha ou mesmo suco.
Daí que fui com meu amigo nesse tal de Maki's Place, ali na Madre Benvenuta, uma quadra antes do Angeloni (gosto de falar assim para ter a ilusão de que gente daqui me lê, o que é rigorosamente mentira, hahaha). Abriu tem pouco tempo e perto das 19h estava totalmente vazio. 
Vi que tinham muitas ofertas, cada dia tem um temaki do dia que custa mais barato, mas eles têm um costume de enfiar flocos de arroz em tudo. E eu pra essas coisas sou meio ortodoxa, apesar de adorar um cream cheese no meio do rolo, acho cereal meio demais. No entanto, fiquei louca de curiosidade pelos que levam castanhas, macadâmias e outras coisas do tipo.
Comi um com salmão, maionese e cebolinha (sem poder comer cream cheese, se lembram?) e outro com limão siciliano, o meu predileto de lá. Comi ainda um vegetariano de shiitake que era delicioso. Saí de lá satisfeita e encantada. 
Daí que segunda-feira agora, fui com outros amigos novamente lá, feliz da vida que poderia comer cream cheese. Uma das amigas, no entanto, havia comentado que lá era meio exagerado no cream cheese, e eu fiquei receosa mas ainda confiante. 10 dias antes tinha sido tão bom, certo?
Pedi o siciliano outra vez - e estava excelente. O filadélfia, no entanto, estava completamente branco. Parece que pegaram cada cubinho de salmão e enfiaram no pote de cream cheese. Over-cream-cheese.
Há quem diga que é para economizar no salmão, coisa que outros lugares já vi fazer. Tipo o Café Belas Artes ali do Córrego Grande, que faz uma pasta de salmão triturado cheia de cream cheese. Mas nesse lugar, não é isso: tem cubos mesmo, numa quantidade razoável, mas todos brancos do exagero.
Minha amiga chegou a pedir um com pouco cream cheese, coisa que ou o garçom ou o sushiman não conseguiram processar direito.
É o único defeito, mas achei um defeito importante. De resto, o preço e o local são ótimos, e o atendimento, também. Outra coisa interessante é que vem o valor energético de cada temaki ao lado da descrição dos ingredientes. E quando fui lançar no aplicativo que uso, estava catalogado, pois descobri só depois, trata-se de uma franquia.

Monday, May 12, 2014

Meu novo ser magro

Eu já estou emagrecendo há tempos, o Brazil sabe, pois sempre venho comentar. Inclusive que estou sem roupas e outras agruras muito importantes deste processo.
Daí que hoje era dia de retorno na nutricionista nova, aquela com quem iniciei minha dieta funcional mês passado, e de tirar medidas. Conversamos sobre como me senti (melhor), o que observei e o que todo mundo observou: que meu rosto e minha cintura afinaram muito. 
Mas para vocês terem noção do quanto, acreditem se quiser: em apenas 1 mês eu perdi DOZE centímetros de circunferência abdominal. De cintura, 4cm. Mas 12cm no abdome é muita coisa! Ivagina o quão inchada e distendida eu andava e nem sabia?!
Também discutimos assuntos escatológicos sobre ritmo e consistência do cocô, que vou poupá-los de saber, mas quero avisar uma coisa que eu nem imaginava: diz a nutricionista que o chá de sene, embora seja laxativo, ele destrói a boa flora intestinal. Cortamos, então. 
A partir deste mês posso reinserir aos poucos os alimentos que ficaram proibidos no mês passado, mas de forma gradual. Ainda não chegou o programa novo com receitas novas, mas estou animada por poder comer algumas coisas que andaram de foto, tipo as tangerinas que estão vindo aí, laranjas, limões, e glúten. Não como misto-quente no café da manhã, mas como uma bruschetta num pão especial de vez em quando, ou numa cervejinha com meus amigos, essas coisas.
E me disse para eu dar um jeito de incluir mais uma atividade física, pois com isso vou poder comer mais calorias, e ver mais resultados. Como o maior compromisso que tinha até semana passada acabou (se preparem, eu agora sou dirigente sindical), a partir de amanhã vou retomar as caminhadas e iniciar uns exercícios em casa para definição muscular. Também pensei em dançar nos dias em que estiver chovendo e eu não puder caminhar.
Vamos ver.

Tuesday, May 06, 2014

Ansiedade

Tem coisa que me deixa deprimida e apreensiva se falta em casa. Algumas coisas mudam, por exemplo os limões e laranjas antes tão mandatários, mas que foram proibidos pela nutri, e agora nunca mais estão em casa. Outras entraram, mas o fato é que vai me dando aflição se vejo que vai acabar. São eles: ovos, gengibre, bananas, pepinos, hortelã, cebolinhas e coentro fresco.
Eu não sei o que eu vou comer a semana inteira, eu só sei que vai ser com ovo, banana, pepino, hortelã, cebolinhas, gengibre e coentro fresco.
Penso isso ao constatar hoje mais cedo, com pesar, que só tenho mais um ovo em casa. Como ser feliz um ser que tem apenas um ovo em casa? Vou imediatamente comprar mais. E de lambuja garantir mais uns pepinos que estou deprimida sem eles em casa.

Monday, May 05, 2014

Rebordosa

Há uma tribo de anões inteira dançando sobre minha cabeça neste exato minuto, tocando bumbo e às vezes fazendo coreografias, e a tribo gosta especialmente da têmpora esquerda.
Não, não é enxaqueca dessa vez. É ressaca mesmo!

Projeto Piloto de Incentivo à Leitura

Conversando com uma de minhas pessoas prediletas mas que residem longe de mim, comentamos sobre nossos hábitos de leitura: eu tenho pilhas e pilhas de livros de literatura lidos e por ler, mas nenhum sobre política ou teoria. A pilha dele é o inverso da minha: zero literatura.
Combinamos fazer uma troca: ele me recomenda um, eu recomendo outro. Cada um de suas pilhas. Já encomendei o meu, Anarquismo e Comunismo, de Evgueni Preobrazhenski (complicado né Brazil). O dele, eu havia sugerido que lesse A Ignorância, de Milan Kundera, mas ele disse que vai alugar na biblioteca, e eu apurei que na dele não haveria - troquei pelo Risíveis Amores, que por sinal não li (mas que rapidamente lerei, para poder conversar sobre o assunto).
Pego meu livro hoje, e nessa semana louca só terei tempo de manhã bem cedo. Acordarei meia hora mais cedo essa semana para ler, pelo menos, meia hora por dia.
Daí que, animada com o projeto, pretendo continuar ao longo dos meses. E lembrei que um amigo meu, recentemente, começou um projeto coletivo de leitura com sua namorada: como eles moram juntos, lerão um livro juntos, cada noite um lê um pouquinho em voz alta para o outro. Começaram com O Amor nos Tempos do Cólera (eu jamais começaria com esse, porque é tanta emoção para descrever na entonação que a leitura ficaria prejudicada, mas esse é o projeto deles, não o meu). E outro amigo nosso, com 'invejinha' deste projeto, arrumou em seu quarto um cantinho de leitura, para todas as noites, ler poesias com a esposa: cada noite um deles escolhe uma para ler ao outro. 
Não é bonito?
Achei um badalo! Se eu fosse vocês, animava logo num projeto de leitura compartilhado também. :)

Friday, May 02, 2014

Check-list mensal de abril e de maio

Para abril, haviam as seguintes tarefas:


- reiniciar as atividades físicas. As gratuitas (caminhar) e as pagas (vou dançar e fazer pilates) - semi-checked. Estou fazendo as pagas bem direitinho, mas não arrumei tempo para caminhar;
- retomar a reeducação alimentar - checked. Estou cumprindo meu plano alimentar bem direitinho, fazendo apenas uma refeição livre, conforme prescrito;
- reorganizar a minha mesa de trabalho e as gavetas do meu gabinete - checked. Num dia de queda do sistema, me dediquei a isso;
- levar na costureira todas as roupas que precisam de reparos - unchecked. Arrumei a bolsinha toda, mas não fui ainda levar;
- iniciar dois hábitos do ZTD: coletar e planejar - semi-checked. Estou testando outras formas organizativas, mas neste mês pretendo combinar com estes dois hábitos;
- levar novamente à imobiliária os comprovantes de que paguei uma despesa que precisa de ressarcimento - unchecked. Cadê tempo?
- separar uma nova leva de roupas para vender no brechó - checked. Só falta levar;
- terminar de ler os dois livros que emprestei da biblioteca da repartição - unchecked. Eu li um pouquinho, mas ainda não terminei nenhum dos dois;
- não sair para comer sozinha nem pedir comida pelo telefone - unchecked por uma pizza delivery, na véspera de iniciar a dieta. Depois, nunca mais fiz isso.

Fiquei bem satisfeita com os itens que consegui cumprir, alguns talvez nem devessem ter entrado neste mês, mas enfim, foi bom para me dar uma noção do que era necessário e planejar o novo mês. Para este, tenho as seguintes coisas:

- retomar a caminhada, nem que seja somente aos finais de semana;
- assistir filme novamente, nem que seja um por semana;
- terminar um dos livros que estou emprestada;
- diminuir minha fatura do cartão de crédito pela metade;
- levar minhas roupas para vender no brechó;
- me livrar do gaveteiro de meu quarto;
- terminar de ler o livro sobre finanças que ganhei.

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