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Monday, March 31, 2014

O pior café que já fiz na vida

Acho de bom-tom servir um café quando a pessoa toma, mesmo não sendo este o meu hábito. Fico ainda mais preocupada se a pessoa for sexagenária. 
Abri a porta do armário e descobri um pote de café solúvel. Meti a colher e estava duro feito pedra. Minha vovozinha queria um café com leite, adivinha se havia leite em casa (a resposta é não). Fiz um pouquinho para ela na xícara, com aqueles coadores de plástico, e ela ficou com medo que fosse descafeinado. Abri o outro vidro, que tampouco estava identificado, e joguei mais uma colherzinha no coador.
Para fechar, ela achou que estava muito quente. Abriu a torneira e jogou água lá dentro.
Ivagina o sabor desse café!

Friday, March 28, 2014

Dicas que me facilitaram e complicaram a vida no quesito transportes

Cheguei em Gothan City outra vez. Minhas férias infelizmente terminam no domingo, e na segunda-feira, sem erro, estarei postando diretamente da repartição. Aí vocês vão estranhar a quantidade excessiva, não mais a ausência. Mas enfim.
Eu fui de avião até Buenos Aires porque viajei com pontos da TAM. E para a data que eu queria, ir até Buenos Aires custava uns 5mil pontos a menos. Como adoro a cidade, fiquei feliz da vida de ganhar essa baldeação de lambuja!
Desci em Aeroparque e voltei por Ezeiza. Achei um ótimo negócio porque Aeroparque é próximo à cidade, rapidinho a pessoa chega no centro, e voltar por Ezeiza é ótimo por causa das lojas dentro do embarque internacional. Sabe o que não é ótimo? Seu vôo ser 8h da manhã em Ezeiza, um município ao lado, que gera portanto um deslocamento considerável. 
Chegando em Aeroparque peguei um táxi de lá mesmo, e paguei no próprio guichê, pois eu ainda estava com reais. Me cobraram R$40 para ir de Aeroparque até o Terminal Madero, o que certamente é um abuso, mas em preços de aeroporto, isso é meio comum.
Lá, eu fui atrás de comprar minhas passagens para o Uruguai, fazendo a travessia pelo Rio da Prata. Pesquisei as empresas e optei pela Seacat, pois é mais barata que a Buquebus. Ela aliás usa as embarcações da Buquebus, com preço de Seacat, muy amigo. Como eu ia a Punta del Este primeiro, queria uma embarcação até Montevideo, mas fui 'enganada': o barco descia em Colonia, e de lá um ônibus da própria empresa me deixou em Montevideo. Já estava lá nos esperando quando chegamos, com um único porém: paguei 99 dólares para fazer desta forma, e isso poderia ter custado uns 60 dólares, se eu fosse até Colonia e eu mesma comprasse minha passagem de ônibus pela COT, a empresa uruguaia que faz estes trajetos.
Mas para não misturar as coisas: os taxistas argentinos aceitam reais mesmo na rua, então tenha os seus e em notas miúdas, de 10 e 20, assim você negocia o valor com eles - se tiver apenas notas grandes, eles não trocam (ao menos comigo não queriam trocar). 
A Seacat vende passagens mais baratas, mas vai apenas até Colonia com o barco. O barco é o mesmo da Buquebus, mas você vai por menos. A viagem até Colonia dura cerca de 1h, numa embarcação digna, confortável e com freeshop dentro. Se não for para fazer a Travessia até Montevideo, compre seu bilhete até Colonia e pegue você mesmo seu ônibus no mesmíssimo lugar. A empresa que faz esse trajeto é a COT. Ela também vai a Punta del Este e diversos outros destinos, com ônibus dignos, limpinhos e com wifi. Uma coisa muito boa era viajar de COT. O preço médio das passagens de Montevideo a Colonia ou a Punta del Este era de R$30.
Para terminar, como eu deveria chegar bem cedo em Ezeiza, cujo deslocamento leva cerca de 1h, eu comprei um bilhete num transporte que faz o trajeto de Terminal Madero até Ezeiza, o Manuel Tienda León. Ele tem horários abundantes, e no meu caso, estava bem vazio, afinal peguei o de 5h da manhã. Reservei pela internet, com a opção de pagar pelo cartão ou pagar à vista quando chegasse lá. Eles oferecem também um serviço de táxi (pago claro) a depender do seu endereço - o meu não contemplava. A viagem foi tranquila, segura, barata e pontual. Ah, tinha wifi no ônibus também. Paguei 100 pesos argentinos, o equivalente a uns 35 reais, no pior câmbio do mundo. Apenas para que possam comparar, o táxi da última vez que o tomei custou R$100. É longe mesmo.
Adorei ir de Tienda León, nunca mais pego táxi. A não ser que esteja em grupo. Eu tinha receio de não ser algo garantido, mas funcionou uma belezinha!
Evidentemente, às 5h da manhã não há trânsito, então foi tudo muito rápido. Mas vale o alerta amigo de que o trânsito em Buenos Aires não anda. Se o seu horário de sair for do meio da tarde em diante, pegue com muito mais antecedência.

Monday, March 24, 2014

Estou na área outra vez!

Mas ainda um pouco fora de área, pois farei uma viagem familiar nesta semana, e conto isso ao retornar. Por enquanto, o inventário:
- cidades visitadas: Punta del Este, Montevideo, Colonia del Sacramento e Buenos Aires;
- transporte utilizado: avião, barca, ônibus interurbano uruguaio e ônibus interurbano argentino;
- tipo de hospedagem escolhida: hostel com dormitório feminino;
- tipo de bagagem: mochila de 60l;
- moeda utilizada: reais cambiados no local e alguns saques em moeda local feitos no exterior diretamente de minha conta corrente. Minoritariamente, cartão de crédito;
- idioma utlizado: portunhol de ambas as partes. Cheguei querendo treinar meu espanhol, mas devido à posição do Brasil no Mercosul, tanto uruguaios como argentinos querem muito treinar o seu português, de modos que vamos alternando;
- estilo da viagem: sempre simples nos transportes, nas hospedagens e na alimentação, com alguns episódios de glamour, muito diurna com muitas caminhadas e pouco noturna.

Recomendo muitíssimo e vou relatar pormenorizadamente. Pensando bem, talvez seja demais, não? Vou tentar resumir umas partes. Vamos ver se consigo!

Saturday, March 22, 2014

Che, pedimos unas empanadas?

Estou em Buenos Aires. Sei que comparar não eh algo justo, mas nenhuma capital ganha em charminho. Muito portenha, acabei de acordar depois de ter ido dormir 7h da manhã e voltado de ônibus para casa - haver ônibus disponíveis sempre me choca. 
Amanhã passarei todo o dia viajando. Se tiver wifi, escrevo mais.
Besotes!

Wednesday, March 19, 2014

O uruguaio mais atrevido do mundo

Em todos os locais por onde andei, fiquei hospedada em hostel, uma opção que sempre faço por causa das amizades, de poder cozinhar e em terceiro lugar pelo preço - até porque hoje em dia, se procurar bem, encontraria hotel por diária bem semelhante. Mas aí chegaria, ficaria sozinha no meu quarto e dormiria sem conhecer ninguém, o que não quero!
Bueno, nesta viagem optei sempre pelos dormitórios femininos, para não ter que dividir banheiro com homem e nem ouvir roncos durante a noite. Tudo certo, até o ultimo hostel, que fiquei em Pocitos, bairro perto da praia em Montevideo. Neste, o feminino estava lotado, então combinei com o funcionário ficar no misto, mas naquele que tivesse mais mulheres. E na primeira tarde, tudo ok, apenas eu e outra brasileira no quarto. Já de noite, chegou um colombiano, bastante querido e organizado, e por fim, quando voltei do jantar, havia um uruguaio, na dele, também dormindo no nosso quarto.
Na primeira noite já fiquei encafifada com homem que dormiu de cueca no meio da galere assim, sem nenhum constrangimento(sei disso porque ele se levantou com a luz acesa, caminhou até o interruptor e a apagou). Mas fiz que não era nada e dormi.
Porém ontem, precisando de bateria para meu telefone, utilizei o carregador dele, que estava solto na tomada sem nenhum aparelho, e quando ele chegou expliquei que havia esquecido o meu em algum lugar.  Conversamos um pouquinho sobre o que cada um faz da vida, assunto normal de quarto, e ele saiu novamente para seus compromissos. Eu terminei de arrumar minha mochila e desci para beber vinho e socializar com o restante do pessoal que estava lá. Como eu ia embora cedo, fui dormir primeiro. Quando chego no quarto, eu e o uruguaio atrevido, novamente de cuecas.
Ele começa uma conversinha perguntando se tenho namorado, se os brasileiros são cegos (uma vez que não tenho), o que eu acho dos homens uruguaios e por aí vai. Já com a pulga atrás da orelha, respondo de forma indireta e começo a pensar que ele iria tentar alguma coisa. Mas ele silencia, e quando me vê tentar dormir, pergunta se pode apagar a luz, desce do beliche de cuecas como sempre e apaga sem dizer nada.
Dois minutos depois, pergunta se estou dormindo e se pode me fazer uma pergunta. Humpf. Pergunta se eu curto sexo casual, quando digo que não tenta perguntar porque, e para terminar a seqüência, pergunta se não quero levar un recuerdo das férias. Desço enrolada no lençol e peço para meus amigos de quarto subirem comigo. Durmo no sofá enquanto não vem, e só volto ao quarto quando estamos todos lá. 
Hoje pela manhã, aviso a funcionária do hostel, antes de ir embora, que promete advertir o inconveniente. Mas a raiva ainda não passou.


Monday, March 17, 2014

On the road again

Aqui estou eu, novamente a bordo de um ônibus, voltando a Montevideo depois de um lindo final de semana em Colônia. Adoraria fazer relatos dos lugares por onde já andei nestes dias, mas quero fazer isso com fotos, e não tenho nenhuma no iPad, infelizmente. Mas hoje vou bater uma aqui para ilustrar  essa postagem: as lindas paisagens uruguaias, sempre planas.
Compartilho hoje alguns detalhes de viajar como estou fazendo, sozinha e de mochila. No sábado, tendo chegado cedo no terminal Tres Cruces, subi e fui ao supermercado ver o que tinha(um monte de coisinhas diferentes) e comprar água. Pela primeira vez na minha vida, fui seguida não muito discretamente pelos seguranças do local. Mesmo sendo branca, loira e de olhos azuis, me vestir de forma bastante convencional, a mochila me fez parecer uma pessoa suspeita. Entre curiosa e incomodada, brinquei de gato e rato com eles, para ter certeza, e sim, me vigiavam. Jamais vou sentir na minha pele o racismo, mas tive um pálido vislumbre do desconforto cotidiano gerado pela opressão racial quando não pude circular a vontade pelo mercado.
Sobre estar sozinha, isso me tem gerado aspectos bons e ruins: o bom eh que as pessoas sentem-se mais desinibidas para conversar comigo e faço mais amizades - estou desde sábado sempre com companhia. A parte ruim eh o assédio dos homens uruguaios, um descaramento sem precedentes, cheios de me chamar na rua, falar obscenidades e de me mirar sem nenhum, absolutamente nenhum constrangimento. 
Ainda sobre a mochila, me sinto livre viajando com ela, e uma vantagem de estar com ela consiste em me restringir a trazer comigo apenas o que cabe. Já deixei de comprar de pantufas a latas de atum por não querer carregar o peso nas costas, e isso me tem feito mais atenta aos detalhes do presente da viagem, pois não poderei levar um pedacinho para o futuro. Não sei se algum dia conseguirei viajar de mala outra vez.

Saturday, March 15, 2014

A lista

Seguindo minhas portagens a bordo dos ônibus com wifi que me ajudam a distrair e me comunicar sem perder tempo da viagem com isso (viu dona Bah que não lê direito as postagens, rs), estou agora saindo de Montevidéu rumo a Colônia del Sacramento. Uma viagem curta de dois dias, para um final de semana nublado, o que deve prejudicar um pouco o por-do-sol tão conhecido de la.
Depois de 3 dias em Punta, e outros dois na capital, tendo pego uns 5 ônibus além de duas hospedagens diferentes, começo a dar pela falta de algumas coisas que deveria ter trazido de casa e, mais hora menos hora, acabarei comprando. Essa lista estou guardando para a posteridade de minhas próximas viagens.
- gominha de cabelo: não que seja possível prender o meu cabelo, que está curtinho, mas para o banho.
- touca de banho: com o mesmo objetivo acima, está um pouco chato pois antigamente ele ficava preso nele mesmo e não molhava, mas agora só com touca ele ficaria no lugar.
- remédios: eu num arroubo de otimismo trouxe apenas sal de frutas e analgésicos, pensando que no máximo padeceria de ressaca e dor de tanto caminhar. Adivinhe quem está gravemente resfriada e conhecida no hostel como a brasileira que tosse. Humpf.
- desodorante: no Brazil uso spray, mas para não me complicar aqui eu nem trouxe, tendo comprado um tudinho em creme, menor. Paguei um valor equivalente aos do Brasil, mas podendo ter comprado o tudinho lá com meu vale alimentação, preferia.
- escova de cabelo: ganhei de minha mãe um pente de cabo decorado que além de bonito, serve como arma. Machuco os dedos no cabo cada vez que vou utilizar. Escovinha portátil da próxima vez!
- adaptador de tomada: eu até trouxe um mais simples, com entrada de dois pinos redondos, mas aqui o ideal seria um daqueles estrambólicos, com todos os tipos, e que inclusive possuo, pois cada tomada que encontro por aí tem a missão de ser diferente da anterior.
- moedeira: numa limpeza de bolsa, tirei de dentro e agora estou com módicos R$12 em moedas num saco, além de diversos pesos uruguaios no outro. 

Ainda devo me dar conta de outros itens até o final, mas por enquanto isso foi o que me lembrei. Uma conjunção de fatores, no entanto, me fez permanecer sem eles até aqui, menos o desodorante, que seria muito vandalismo. O restante vou improvisando soluções: remédios caseiros para a tosse, comprimidos que brasileiras me dão, saquinho plástico para a moeda, lavar os cabelos em todos os banhos, e por aí vai. Vamos ver quanto tempo resisto nessas soluções improvisadas.








Tuesday, March 11, 2014

Post diretamente de terras portenhas

Não, Brazil, não estou perdendo valioso tempo de minha viagem para blogar. Estou dentro do ônibus e ele tem wifi! Legal, né?
Estou adorando o conforto do Uruguai para me transportar, tudo muito digno, rápido e limpinho. Já a TAM, o caos reina como sempre. Estou na estrada a caminho de Punta del Este, onde devo ver Casa Pueblo e Isla de Lobos amanhã. Hoje vou descansar um pouco e passear pelo porto e pelo centrinho. Punta não se encaixa no tipo de turismo que aprecio, de modos que ficarei apenas o necessário para conhecer esses dois pontos (e gastar menos dinheiro). Como a bateria de meu iPad está se acabando, vou dormir um pouquinho e no futuro apareço com fotos, dicas e relatórios pormenorizados. Ah, minha dileta audiência está na lista dos presentes de férias: estou pensando em sortear na volta um kit com guloseimas daqui, ou algo artesanal típico... Aceito ideias!

Saturday, March 08, 2014

A maldade

A maldade é um negócio que pode se manifestar de várias formas, mas a gente pode resumir em poucas frases: um 'pra que?', um 'não precisava'... Geralmente ninguém acha serventia para ela, e nem utilidade. Raramente precisava.
Sempre me pergunto a razão de opinar sobre a vida alheia, seja qual for o tema, porque afinal de contas, só quem vive aquela vida é que sabe do que precisa e do que não precisa. Quando a pessoa pergunta, já sinto certo receio - se a pessoa não pergunta, então, nem se fala. Ainda mais se a pessoa vem feliz, vem animada, dividir um pedaço de sua vida com os outros, contar uma novidade, mesmo que não seja empolgante para mim. Ligarei eu se alguém me contar que trocou de aparelho de som do carro? Nem um pingo. Vou por isso dizer à pessoa o quão é boba sua animação? Ainda menos. 
Estou falando disso porque devo ser mesmo uma blogueira muito importante, só que ao contrário: hoje encontrei comentários anônimos depreciando as minhas postagens sobre o fato de não querer ter filhos hoje (sério, sou mais que um útero, aceita que dói menos), o fato de eu ter gostado de dirigir um Uno Vivace (vai ver a pessoa postou esse comentário anônimo de dentro de sua Ferrari, o que deveras me põe a pensar no quão tediosa é a vida a bordo de uma Ferrari), e o terceiro simplesmente apaguei da memória. Apaguei também do meu sistema de comentários, e passarei a aprovar todos. Chato, trabalhoso, mas de uma das coisas que não sou obrigada: ler comentários anônimos me depreciando, sem nenhuma intenção de contribuir, apenas de me ridicularizar. Será que a pessoa não percebe o quão ridícula ela se torna, ao ficar por trás de um aparelhinho ridicularizando alguém com quem nem convive, com temas fúteis quanto o fato de meu carro talvez ser 'uma bela bosta' (sorry, dileta audiência, não costumo usar palavrões, mas foi assim que a pessoa se manifestou)?
Aconselho: a vida está lá fora. Vai cuidar da sua, a minha vai sendo bem-vivida.
E aproveito para perguntar: quem aqui já passou por isso, e como lidou? 

Thursday, March 06, 2014

Meu cabelinho (lindo) novo

Então depois de passar o verão inteiro com os cabelos enfurnados no mesmo coque fuleiro, peguei a indicação de uma amiga de uma cabeleireira top e confiável e me entreguei antes que a coragem passasse.
De propósito, meu cabelo parecia um espelho na tarde antes de cortá-lo, como se quisesse me convencer de não fazer isso com ele. Foi assim que a primeira coisa que pedi a ela foi: corta logo, depois a gente vê o resto. E 3min depois, metade do comprimento tinha ido embora.
Escolhemos a cor e lá fui eu passar o tonalizante marrom. Foi tonalizante porque meu cabelo pega cor fácil, não tenho brancos e para eu poder ir monitorando e mudando conforme me dê vontade. Em 20min tinha dado o tempo e já podíamos lavar. 
Ao total, em menos de 90min eu havia cortado e mudado radicalmente a cor do meu cabelo. E com vocês, o meu cabelinho novo:
Escovadinho no banheiro da cabeleireira
Passei o dia inteiro me olhando no espelho, para me acostumar, e ainda me surpreendo com os detalhes. Mas uma coisa é certa: eu não aguentava mais me olhar no espelho do mesmo jeito. Ontem mesmo saí para badalar o cabelo novo e constatei que os homens preferem mesmo as loiras. Nenhum assédio ao meu cabelinho fashion, enquanto aquele cabelão loiro foi puxado umas mil vezes nesse Carnaval por machistas brucutus. Adorei o anonimato!
Por outro lado, o crivo das redes sociais foi positivão, com muitos comentários de elogios na foto. O único que não tinha esse conteúdo eu deletei - não pedi a opinião de ninguém, nem antes e muito menos depois de mudar. Mas foi bom que rolou o incentivo!
Mas o mais importante é que eu estou me sentindo chique, diva, ryca e muderna com o meu cabelo novo. Me lembrou a Mia Wallace, do Pulp Fiction, me lembrou o penteadinho da Cleópatra, me lembrou as lindas 'melindrosas' de antigamente. E meu olho acendeu um azul que há meses não via.
Sábado vou fazer um último passo de tratamento: cauterizar, o que vai deixá-lo ainda mais brilhante e lisinho. Fotos de férias de cabelo lindo!

Wednesday, March 05, 2014

Coisa que não combina com o glamour

De posse de um novo espumante, aterrissei em beach house uma noite dessas semana passada e descobri que estava sem água. Fiquei furiosa, mas conformada, e mandei chamar comida pelo telefone (adivinhem qual foi) e me conformei de talvez dormir sem banho.
Comi a pizza com as mãos, o que foi um grande erro uma vez que não havia água para lavá-las, e elas ficaram escorregandinho de gordura (sim, aqui a gente fala a verdade). E resolvi matar minha sede bebendo um espumante, que era o que me restava de glamour e dignidade.
Mão suja, rolha presa, e nada do espumante abrir. Tentei com pano, tentei limpar as mãos e a rolha com álcool, tentei pousar a garrafa no chão e nada. Enfiei a rolha na boca e puxei com os dentes.
Não sei como não arranquei os dentes da frente tudo fora com o estralo que deu quando rompi a pressão, além do susto e obviamente do espumante na roupa, pois eu havia agitado a garrafa nas tentativas anteriores.
Não tentem isso em casa, crianças.

Sunday, March 02, 2014

Interrompemos nossa programação original

Para avisar que: minhas férias vão rolar! Soltem os fogos! Em 8 dias estarei embarcando rumo a uma linda viagem para Argentina e Uruguai, e aceito dicas.

Também aproveito para anunciar que nesse ano fiz um esforço para ver os candidatos ao Oscar, e com isso tenho algumas predileções: quero que Dallas e Matthew ganhem seus Oscar's, a senhorinha do Philomena de melhor atriz e acho que Her não merecia estar concorrendo - nem Amy Adams. E de brincadeira, hoje à noite depois do bloco, verei a cerimônia com meus amigos e vamos brincar de bolão, a R$5.


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