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Tuesday, November 19, 2013

Se for para morrer, que seja de desastre aéreo!

No feriado acabei viajando para São Paulo de ônibus, porque a classe média também sofre com a alta nas passagens de avião, e eu em especial sofro porque não procuro passagem direito e ainda arrumo uma prova de concurso para fazer em pleno domingo, tendo que antecipar minha volta.
No entanto, especialistas deveriam pesquisar qual era o verdadeiro sonho de carreira dos motoristas de ônibus, pois a minha hipótese é que todos queriam ser dublês de filme de ação, pilotos de fuga, bombeiros ou qualquer outra profissão de risco e adrenalina constantes. Quando eles vão estrada afora carregar os passageiros, principalmente madrugada, quando todos dormem, realizam um pouco dessa sede de aventura sentando o pé no acelerador e nos fazendo acordar assustados ante uma freada brusca, uma curva em velocidade excessivamente alta, ou sendo destemidos a despeito das intempéries, como a chuva que caía loucamente a viagem inteira de volta.
Juro, eu não sou uma pessoa de sentir medo. Tanto que até pegava caronas de moto inadvertidamente. Mas nessas duas viagens em diversas ocasiões eu vi a morte de perto, e entre ficar assustada e morrer dormindo, sem sentir nada, preferi tentar conciliar o sono outra vez.
De modos que se for para morrer no caminho, prefiro que morra de avião, em que, me parece, morrerei de forma mais imediata. De ônibus, só se for obrigada.

1 comment:

Bah said...

A estrada entre FLoripa e SP é perigosíssima, principalmente em trecho de serra... mas os motoristas de ônibus correm tanto qto os caminhões... lembro que da última vez q eu peguei um leito, ele quebrou e ficamos durante 5h esperando socorro... afeeeee e na semana seguinte o mesmo busão da catarinense capotou na ribanceira e morreu todo mundo... afeeee eu ainda preferia mil vezes pegar sozinha de carro as 8h que eu fazia do que depender de outros.

Kisu!

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