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Thursday, October 31, 2013

Só mais uma sobre isso

Estou organizando um evento aqui na repartição. As pessoas precisam preencher uma ficha de inscrição, anexada no e-mail de divulgação, e me devolver preenchida pelo e-mail. Me liga uma mulher:
- Eu cliquei em abrir, estou tentando lançar meus dados na ficha e não consigo!
- Está na opção somente leitura...
- Não, não está não! Eu cliquei em abrir! (se sentindo a mais esperta do mundo).
- Minha senhora, clica em salvar e altera seus dados, sim?
- Ahhhh funcionou! Eu disse que não era problema de leitura...


Só que essa, de fato ignora alguns conhecimentos, não finge que ignora. 

Wednesday, October 30, 2013

Distraídos de conveniência

Se tem uma coisa que me deixa louca da vida é aquela gente que, quando lhe convém, não percebe o e-mail que você mandou, não leu a última frase, e quando é para ela fazer algo, o seu computador travou o sistema, ela não está achando, o portal só não abre com o login dela, e na verdade você sabe, você percebe que o que rolou ali foi uma preguiça de entender. Pior, às vezes já entendeu, é só preguiça de fazer.
Burros e distraídos de conveniência, costumam ignorar a orientação que todo mundo recebeu ensinando a usar um novo sistema, e dizem que 'para mim não chegou' o e-mail que você está vendo que foi enviado para a pessoa.
Caso eu mandasse no mundo, para essas pessoas, cada vez que usassem deste tipo de recurso muito feio, dariam uma topada de dedão do pé na quina de algum lugar pontiagudo. Só pra parar de malandragem.

Tuesday, October 29, 2013

Projeto Money For Nothing - Semana 3!

Amiguinhos, a terceira semana foi longa. A repartição levou vários dias a mais do que costuma levar para calcular nossa folha de pagamento, e esse mês especificamente era de muito suspense, uma vez que todos queriam saber quanto ficaria sendo seu salário depois da greve, da negociação coletiva e tudo mais. Bom, em minha conta bancária, sem entrar em valores anteriores e atuais, entrará cerca de R$700 a mais neste mês. Fui lá, juntei isso com as contas do mês e fiquei chateadíssima ao descobrir que ficarei em menos de zero, devido à fatura alta do cartão de crédito. Mesmo tendo parado de utilizá-lo há mais de quinze dias, ainda assim veio um valor alto, reflexo de outras coisas que comprei em momentos anteriores. A boa notícia é que com esse incremento extra, vou pagá-la integralmente, sem necessidade de parcelar. A má notícia é que, para não correr o risco de ficar sem dinheiro no meio do mês, vou ter que pagar com o cartão de crédito as faturas de luz e internet (são valores baixos, cerca de R$110 somadas). Daí que com isso e a viagem de São Paulo, terei uma fatura alta novamente em novembro! Porém, mesmo assim, muito menor que a deste mês em que se avolumaram os gastos. Minha meta, absolutamente possível para o mês que vem, é limitar esta fatura à metade do que veio neste. Poderia ser menos, mas ainda tem alguns gastos parcelados que vão continuar vindo, portanto, considerando que estas contas já foram feitas, preciso entubar esse prejuízo e minimizá-lo a partir de agora. Freio de mão puxado até 20 de novembro, com um específico momento de frouxidão planejada no feriado.
Na quarta-feira, eu viajei para Gothan e minha mãe me prometeu financiar o combustível (e cumpriu). Ocorre que eu já estava com o tanque a menos de metade, e por isso, quase chegando, já em Piçarras, piscou a luz da reserva. Parei num posto, abasteci com R$15 e pedi para passar R$20 para poder pagar o pedágio (que raiva, esqueci de levar as moedinhas). Quando cheguei, estava justamente ligando a luz da reserva de novo. No dia seguinte, para voltar, ganhei um tanque cheio, e com isso, tenho mais uma metade para poder circular com o carro sem essa preocupação por mais uns dias. Em geral eu uso meu carro pouco, pois venho a pé para a repartição, mas estou fazendo diversos exames por causa do meu acidente e andando mais com ele devido a isso. E para não dizer que não lidei com extremos nestes dias, comunico à minha dileta audiência que depois de dois anos sem saber o que é isso, essa semana fiquei menstruada (eu uso pílula de 28 dias). A pílula custa R$50 a cartela, e eu não estava disposta a comprar. Retornarei com ela no dia 15, quando meu vale alimentação cai com valor ‘cheio’ na conta e posso comprar na farmácia que o aceita.
Na quarta-feira também encontrei uma amiga que costura roupas sob encomenda, e eu havia encomendado há mais de mês atrás, antes do Projeto, uma saia com ela. Me comprometi com isso e cumpri, estou com a saia que me custou R$45 e provavelmente virará um item mandatário em minhas semanas, porque ela é exatamente do jeitinho que eu gosto: estampada, rodada e fluida. Não me vejo aderindo às modas de saia justinha que têm sido lançadas, sou apaixonada por saia rodada! E assistindo o primeiro episódio de The Carrie Diaries, adivinhem o que tinha? Uma saia i-gual-zi-nha!
Na sexta-feira, uma amiga da repartição anunciou que estava vendendo trufas a R$2, e em geral eu sempre compro essas coisinhas para ajudar as colegas. Mas não dessa vez, que estou comprometida com meu projeto e sofrendo cada vez que tiro dinheiro do bolso!
Para terminar, o balancete da semana: comendo sushi no restaurante, viajando, e comprando minha saia, meu orçamento foi de R$120 (gastei R$1 de estacionamento para buscar minha CNH e R$4 numa cocadinha de beira de estrada). Teria sido R$280 se eu tivesse ido ao restaurante que costumo ir, comprado minha pílula e pago meu combustível para viajar. Nem vou entrar no mérito que não estou saindo para comer nem pedindo comida pelo telefone, pois isso não é gasto previsto. De forma que fui mais econômica que seria num mês ‘normal’, mas considero que a próxima precisa ser diferente.

Tarefas da semana passada: cumpridas! Tarefas desta semana: não fazer compras no supermercado (aliás, nenhuma compra, mas economizar o vale um pouco também), abrindo um espaço maior no freezer e despensa que andam regurgitantes de comida e aprendendo a me virar nas adversidades. Oremos.

Sunday, October 27, 2013

Arrumando o que fazer como se já não tivesse o suficiente

Prazo final para entregar a dissertação: sexta-feira. Vocês entregaram? Nem eu!
Falta pouquíssimo, e pensei que me beneficiaria de um final de semana a mais lidando com isso. 
Repondo greve, e portanto com jornada ampliada, terminando isso, estudando para concurso, fazendo muitos exames para investigar meus problemas advindos do acidente, e sabe o que eu faço no meio disso tudo?
Descanso, resolvo alguma das minhas múltiplas pendências? Não, claro que não! Eu resolvo fabricar produtos de limpeza!

Andei lendo bastante sobre tudo o que o vinagre é capaz de fazer num contexto doméstico e fiquei empolgada para terminar com os quatro vinagres diferentes que eu tinha em casa para receitas específicas. Assim, quando acabou a água sanitária, eu passei a utilizar o vinagre no lugar, mas ainda com algum limpador multiuso, pelo perfuminho. E para algumas peças de roupa, usar o vinagre no lugar do amaciante. 
Quem tem filhos pequenos ou história de alergia na família pode e deve se beneficiar dessa troca, pois os amaciantes podem ter muitos componentes que irritam a pele dos humanos, principalmente os bebês. 
Daí que semana passada guardei as cascas das minhas laranjas orgânicas pensando numa geleia, mas li que poderia fazer produto de limpeza e fiquei empolgada. Mais simples impossível: tire bagaço e película branca, corte em tiras, coloque num recipiente de vidro e complete com álcool. Poderia ter sido num plástico já com o borrifador (eu não tinha), e poderia completar com vinagre (quis tentar diferente).
Ontem eu usei em casa: cheirinho de suco de laranja no ar, rs, acho que ficará mais cheiroso se eu adicionar cascas de limão. Vou mudar os ingredientes nessa semana.
Ele pegou cor e cheiro em 7 dias, talvez até antes, eu que esperei tudo isso. 
Evite o desperdício de dinheiro, de comida boa, e faça um produto menos cheio de ingredientes alienígenas!

Saturday, October 26, 2013

O emagrecimento miraculoso

Semana com rodízio de sushi, docinhos, salgadinhos e champagne, pizza de caixinha, doce de leite mineiro na palha, bala de banana, cervejinha no final de semana, sanduíche com pão branco.
Resultado expresso na balança hoje: 1,200kg a menos que na semana passada.
Academia: zero, ainda convalescendo.

Como explicar?

Bem, eu tenho algumas hipóteses. A primeira é que o fatsecret é uma coisa muito boa para mim. Ter um diário alimentar com contagem de calorias me faz saber onde foi que a coisa se perdeu para poder atuar em cima disso. Sabendo que eu sairia duas vezes para jantar, propositalmente almocei sopinha de legumes duas vezes, além de outras compensações pontuais. 
A segunda coisa é que eu ando comprando muitos orgânicos. Aliás, esqueci de contar como vai indo esse projeto. Toda terça-feira eu recebo uma planilha com os produtos disponíveis, preencho e aviso quando vou buscar no mercadinho (se eu quisesse, haveria um entregador). Pago com vale-alimentação (olha a , folga). Compro legumes, verduras, frutas, frango, ovos e industrializados com certificação, como alguns grãos, cereais, barrinhas, bolinhos e pães. Aquilo que não disponibilizam lá, ainda vou dar uma batida no setor dos grandes supermercados daqui (Angeloni e Imperatriz). Lá, eventualmente encontrarei algumas variedades a mais de legumes e de frutas. Se eu comesse só frutas orgânicas, estaria sem variedade, e por isso, eu continuo comprando as outras fora. No momento, resolvi comigo que compro tudo que puder orgânico e o que não puder deixo para lá. Fecha parênteses.
Daí que, da primeira vez que pedi minha cesta, exagerei e comprei logo muitos legumes, o que gerou uma superlotação na geladeira. Isso gerou em mim um certo pânico para que eu não desperdiçasse aquela comida boa (e também cara). Daí, na segunda hipótese, atribuo o aumento substancial de consumo de legumes a esse emagrecimento, uma vez que preciso 'me livrar' deles, sem mandá-los para o lixo. Esta receita aqui, por exemplo, eu fiz nesta semana sem nenhum macarrão e usando um pepino inteiro, para não perdê-lo. 
Legumes têm durado bastante bem na geladeira, e ainda tem uma porção que preciso 'dar um fim'. 
Nesta próxima semana, haverá um pequeno desafio nutricional: não haverá glúten. Queremos observar o que acontece do ponto de vista do meu bem estar, e pensamos que posso me beneficiar de um corte pontual, para depois reinserir com mais critério. Vai ser uma linda semana de amaranto, de pão de cenoura, de tapiocas e de grãos diferentes. 
Também sinto que posso muito de leve e aos poucos retomar as caminhadas nas ruas. E assim, se tudo continuar ao meu favor, poderei relatar mais um emagrecimento semana que vem! Oremos.
Minha cesta da semana, olha que carinho ao embalar as coisas!

Friday, October 25, 2013

Motivos pelos quais eu provavelmente morrerei solteira

Estava indo ao banheiro aqui na repartição e no caminho encontrei com um funcionário novo que nunca vejo, pois trabalha em outra sala. Ele me diz 'oi, tudo bem?', eu respondo sorrindo com um aceno de cabeça, ele pára o que está fazendo para me dizer que 'vai me dar um toque no próximo happy hour'.
Assim eu fico sabendo que ele tem um grupo de amigos na repartição saindo juntos, e que ele vai me chamar. Também menciona que me procurou no face, mas não me achou. Comento isso com uma outra colega, apenas para descobrir que ele já havia falado sobre mim e perguntado sobre mim para essa menina, dizendo que me acha ‘muito linda’. 
Sabe o que eu concluí de tudo isso? Que ele é um cara super gentil, acho uma fofura, estou rindo e indo embora, quando minha amiga me alerta: ‘Thais, se liga, ele está interessado!’. Estaquei, olhei com cara de surpresa e ainda pergunto se ela tem certeza. Ela ironiza: ‘não, ele só disse para mim que te acha linda, te abordou no corredor para dizer que pretende te chamar para sair e te caçou no facebook porque é fofo!’.
Falando assim, fui capaz de perceber. 
É, acho que ele quer mesmo. Pior: pensem vocês aí num gatinho, um Caio Castro só que mais com cara de menino. E eu, bocó, nem aí para nada disso. Prometo que chegando em casa, o procurarei eu no facebook e adiciono. Prometo. 

Thursday, October 24, 2013

Rebordosas

Finalmente, faltando apenas 16 minutos para eu poder sair praticamente correndo em direção ao meu aconchegante apartamento, venho aqui registrar que passei o dia zumbizando, porque fui ontem em Gothan participar de uma festa. A festa terminou 00h, mas até chegar em casa, fazer as fofocas com mamis e depois gastar o meu teor alcoólico todo no facebook, eram 3h30 da manhã. 
Eu adoraria chegar em casa, tomar uma sopinha e dormir até amanhã. Mas hoje é minha ressonância magnética e a assembleia da catiguria. De modos que a distância entre eu e a cama ainda é muito longa. 
Me recordei de uma noite em que, estando o cãozinho dormindo comigo, não parava de fazer barulho. E para conseguir dormir, deixei-o em sua caminha lá na sala. Dormi que foi uma beleza, até que, cerca de 8h depois, acordei com o sonzinho doce e inconformado dele choramingando à porta do quarto, querendo entrar. Me sinto feito ele hoje, choramingando à porta do quarto, querendo entrar para dormir.

Wednesday, October 23, 2013

Ginger addicted

Quem conhece mais de perto sabe da minha genuína obsessão por sushi. Sabe uma coisa que nunca vale a pena para mim? Sushi a la carte. Da última vez que o fiz, mesmo me controlando, me reprimindo e pedindo só aquilo que achava mais fundamental, gastei R$85. De modos que admiti que não me contento com pouco e sempre vou no livre. Deixo amigas estarrecidas mandando vir trinta sashimis, três temakis, diversas outras peças aleatórias, meia dúzia de ceviches... Uma coisa impressionante, mesmo para mim. O que impressiona os garçons, no entanto, nem é tanto isso, porque devem estar acostumados a ver outros compulsivos fazerem estragos até maiores que o meu; eles se chocam com a quantidade de gengibre em conserva que coloco para dentro, elevando-o da categoria ‘acompanhamento’ para a categoria alimento. Ontem fui num restaurante (bati milhões de fotos para postar sobre ele) e tive que mandar pedir, para mim, sozinha, porções para três pessoas de gengibre, para ver se durava mais tempo. E pedi, sem mentira, umas cinco vezes. Sempre que vejo no mercado aquele vidrinho de gengibre e conserva, meu coração se alegra, penso em levá-lo embora, mas então antevejo a cena de mim mesma comendo aquele gengibre puro, como se fosse o Danoninho mais bizarro do mundo, às colheradas, e terminando com ele em um dia. E aí deixo lá. Hoje estou explodindo de tanto que comi ontem. Tanta coisa boa e tanto gengibre!

Tuesday, October 22, 2013

Manquitolante

Fui na ortopedista ontem mostrar o raio xiz do pé. Não está quebrado, mas como dói deveras, a dotôra crê que podemos nos beneficiar de uma ressonança. Também acha que meu joelho anda meio frouxo depois da batida, e portanto vamos logo examinar a porra toda, quer dizer, a perna toda. Não gostei muito da experiência pela primeira vez, e já estou nervosa por antecipação.

Historietas da galera do café

Em Florianópolis, os times rivais são Avaí e Figueirense. Não faço a menor ideia de como eles se saem nos campeonatos, e de fato não ligo a mínima, mas a maioria das pessoas não é estranha feito eu e assiste e comenta, principalmente na segunda-feira. 
Nessa segunda em especial, aconteceu um conflito de proporções épicas aqui na repartição, entre dois velhos já aposentados mas ainda na ativa. Cada um torce para um time, e um dos dois perdeu, óbvio. O que ganhou veio até aqui tripudiar do que perdeu, e o fez dizendo que a cirurgia de fulaninho não havia dado certo, devido às duas ‘flechadas’ que ele havia levado ontem. Apurei que isso se referia aos dois gols que o time dele havia levado. Acontece que o ‘flechado’ se ofendeu de morte, pois meses atrás, de fato se submeteu a uma cirurgia do coração, e aí se sentiu diretamente ofendido pela brincadeira. O bate-boca aumentou de volume, o que iniciou a piada saiu esbravejando corredor afora, e durante cerca de um dia, todo mundo só falou disso. 
A galera da salinha do café ficou do lado do operado/flechado/ofendido, e fizeram diversas manifestações de apoio. Durante todo o dia, cada vez que eu ia beber água, voltava-se ao assunto. Quem quiser mandar moções de apoio ao flechado, podem deixar aqui nos comentários que encaminharei à saletinha do café.

Que horário puxado, viu?

Em primeiro lugar, sei que a maioria das pessoas detesta, mas sou uma entusiasta do horário de verão. Nesse ano, no entanto, estou com sérias dificuldades para pegar no sono à noite e, por conseguinte, a levantar de manhã. Levantei 7h30 hoje odiando o mundo, e lembrem-se: começo a trabalhar 8h. Vim trabalhar sem meu banho matinal, sem desjejum. Por pouco não vim até sem desodorante (mas lembrei a tempo, relaxem).
No ano passado, eu me organizei uma semana antes para me adaptar ao horário. Dessa vez, confiante no fato de que vinha acordando espontaneamente mais cedo desde o início da semana, não o fiz. 
Se levar outro dia como foi hoje, vou causar um acidente.

Monday, October 21, 2013

Posso compartilhar?

Prometo que não postarei mais nada até amanhã, prometo!
Mas sábado eu me pesei e descobri que faltam 500g para eu atingir metade da meta de 2013 - perder 10kg! 
Pode parecer que essa conta não faz sentido, uma vez que eu levei 9 meses para perder 5kg, e tenho menos de três para perder outros 5kg, e sinceramente, não estou mais apegada no número - embora eu ache perfeitamente possível.
Considerando todos os vaivéns de dietas, de academia e atividades físicas, eu consegui não voltar mais ao peso máximo que atingi no ano passado, e agora estou no meu peso máximo de... 2009. Em 2009 quando me pesei e estava com 68kg, fiquei muito deprimida. Engraçado, hoje estou feliz por estar com ele!
Feliz, mas não satisfeita. Estou no meio do caminho e sinto que dessa vez eu estou estabilizando o peso menor, bem tranquilamente. Semana passada, sem praticar atividades físicas, e segundo meu fatsecret, tendo ultrapassado meu limite de calorias em quatro dias da semana, eu perdi 1kg! Por isso que falei que as calorias não são tudo... Eu me alimentei de forma ótima na semana passada, adquirindo calorias de legumes, de frutas, de pão integral, e muito pouco de outras formas. Imagino que por isso tenha conseguido perder peso. Hoje recomeço na cadimia e estou muito animada pensando na semana toda, em tudo que quero fazer tão corretamente (até mais) que na anterior e em que resultado devo conseguir. 
Oremos!

Projeto Money for Nothing - semana 2!

Segunda semana, e cá estamos novamente com um balanço todo positivo! Preciso confessar uma coisa muito séria, eu estou muito mão fechada e pão dura! Nessa semana, fiz uma análise financeira da melhor forma de comprar meu remédio de vermes, e ponderei que deveria comprar em dinheiro, aproveitando um desconto de farmácia que recebo, que me fez pagar R$18 num remédio que custaria em geral R$48. Não alterei a fatura do cartão, mas sabe quando você fica com apego com algo? Assim estava eu com meus 18 reais, não queria gastar!
Hoje acordei 4h30 da manhã. Panfletagem numa fábrica da região, contra o leilão do petróleo. Daí no caminho de volta, dando carona a uma amiga, comentei que meu omeprazol tinha acabado, e eu só ia poder comprar à noite, por causa do trabalho. Adivinhem só: ela tinha várias cartelas em casa, de um tratamento que fez, e me doou! Tudo dentro da validade, tenho meu remédio sem precisar pagar por ele! Isso é, para os crédulos, Jesus abençoando os atos contra o leilão! rs
Nessa semana, ainda, eu finalmente fiz o meu planejamento de custos para a viagem do feriado em SP. Calculei transporte, hospedagem, estimativa de alimentação, compras e transporte lá. Foi muito bom ter juntado tudo, sabem? Isso me deu a noção de quanto eu já havia gasto para simplesmente estar em São Paulo durante dois dias, e assim não me empolgar tanto no orçamento restante. Considerei que vou poder estar nos restaurantes e bares que eu mais gosto, e que esse é o foco da viagem, não comprar coisas. E consegui finalmente diminuir o orçamento das compras, apoiada neste pensamento.
Quanto a esta semana, a primeira coisa a se anunciar é que viramos finalmente a fatura do cartão! Isso não significa, de maneira nenhuma, que estou liberada a consumir novamente, mas eu precisava de um respiro. Respiro para mim significa comer sushi, e é isso que devo fazer ainda essa semana, comer no restaurante de sushi que eu gosto. É a saída autorizada do mês!
Hoje também é o dia do retorno à academia, e pagar a mensalidade, coisa que protelei por dois motivos: estou ainda com dores da batida de moto, e esperava a fatura do cartão virar. Mas apesar da dorzinha no pé, chata mesmo, sinto que já posso fazer no mínimo a minha série de musculação, e fazer bicicleta como atividade aeróbica, ao invés de fazer esteira, que força mais o pé. Sobre o pé, eu estava tomando um determinado remédio, e o médico me passou outro no meio da semana passada. Não comprei, porque era remédio para a dor, e eu queria tomar menos remédios à toa (quero remédio para a causa, não para o sintoma), e porque não queria gastar dinheiro com isso. A mesma coisa com relação às cólicas por causa dos vermes: se eu já estava tratando a causa, não ia comprar analgésico para cólicas. Isso não é negligência com minha saúde, mas sair um pouco da zona de conforto em que tudo precisa ser resolvido em no máximo 12h – e comprando uma pílula. Complexo, sabem?
No mais, aqui na repartição queriam cobrar de mim os R$5 que cotizo para a água mineral. Convenci-os de que tendo feito 22 dias de greve, e não tendo portanto bebido água, não deveria pagar (quando estamos de férias ou licença a cota da pessoa é suspensa – usei o mesmo critério).
Daí sábado resolvi ir tostar as pelancas na praia, e ao contrário do que costumo praticar, não fiquei em nenhum bar. Combinei com as amigas que iria desde que fosse na farofa, e foi o que fiz: R$13 por cerveja, água e sanduíches. A única coisa que me chateou foi que fui num mercado que não aceitou meu vale, e isso estava fora do meu plano. A pão-durice se mudou para cá, vêem?
Saldo da semana: zero aumento no cartão e R$31 a menos na conta (R$18 do remédio e R$13 da farofa na praia). Em tempos normais, seria pelo menos uns R$100 entre ir à praia e comprar os remédios. De modos que me considerarei satisfeita!                                                                                   
Tarefa para a próxima semana: preciso conferir a minha folha de pagamento, que sai por esses dias no RH 24 horas, e conflitar com as despesas do mês. Também preciso arrumar um tempinho para ir à imobiliária do meu apartamento, pois estão cobrando um rateio no condomínio, no valor de R$30, que devo cobrar do proprietário. Simbora!

Cadê a primavera?

Alguém manda avisar que é 21 de outubro e não cabe mais passar frio essa época do ano? Sério mesmo, que tipo de primavera é essa?
Porque o horário de verão chegou, mas o calor que é bom ninguém viu ainda. Sábado me arrumei toda, passei filtro, estendi a canga e só faltou puxar o cobertor por cima. Fechou o tempo em menos de meia hora. 
Humpf.

Sunday, October 20, 2013

Coisa que se eu pudesse, tornaria obrigatória

Dizem que o conselho é de graça, e se fosse bom, seria vendido. Aparentemente, todo mundo gosta de dar conselhos para os outros, estão sempre se dispondo. Então deixa eu confessar uma coisa para vocês: não eu.
Eu realmente não gosto de ter que dar um conselho no final do relato do meu interlocutor. Faço isso, caso seja solicitado. E faço o melhor que consigo, dentro da limitação do conselho vir carregado da minha subjetividade e das minhas experiências; é muito pessoal, é um 'se eu fosse você'. 
Em tempos em que a gente não tem tempo nem para se coçar, aconselhar os outros não é minha atividade predileta. Falar besteiras é bem melhor. Pelo bem das minhas relações, faço um esforço e mando um conselho quando uma pessoa amiga solicita. 
Eu raramente peço conselhos. Quando o faço, tenho aproximadamente duas pessoas da minha confiança a quem peço. Eu peço para decidir algo importante. Eu tenho apreço pelo tempo e bom humor do outro. Eu não peço conselho para não cogitar seriamente segui-lo. Eu parto do pressuposto que, se eu estou à vontade para pedir um conselho à pessoa, implicitamente, a outra parte tem o mesmo canal comigo, caso queira meu conselho. Mais importante que tudo: eu penso que a outra pessoa está me fazendo um grande favor, não uma diversão. E por isso. não peço por qualquer bobagem. 
Talvez por isso, talvez por nada disso, difundiu-se por aí uma fama de que sou boa confidente, boa conselheira. Tendo a achar que é verdade. Mas preciso dizer: não o faço por prazer. Faço por necessidade, e somente com pessoas que, sei, fariam o mesmo por mim. 
Dentre vários cansaços que se acumulam em mim, preciso anunciar que não sou um oráculo. Não sou colunista de revista que fala de relacionamentos. Eu sou assistente social lá da repartição, e se você trabalhar lá, marcamos um horário e eu faço os devidos encaminhamentos - por dinheiro, que fique claro. Sou paga para isso quando estou lá. 
De resto, eu não quero saber. Não quero me meter. Mas a pessoa sempre pode criar um blogue, pode não?
Ou pedir conselho para todo mundo que está ansioso para doar!

Friday, October 18, 2013

Clafoutis de pêssego

Reparem que eu já havia roubado uma colheradinha


Eu tenho sido razoavelmente uma boa menina, sabem? E como comentei, tenho cozinhado horrores. Daí que hoje percebi que a minha bandeja de meio quilo de pêssegos, adquirida mais de três semanas atrás, e que foram sendo consumidos puros, depois em vitaminas, e por fim, restavam aqueles três ali, já até meio murchinhos, esperando um final digno. Eles estavam deliciosos.
Bom, daí que lembrei de uma antiga receita do blogue que é minha primeira referência quando se trata de praticamente tudo - o La Cucinetta. Lá estava a receita que eu pretendia para resolver meu caso com os pêssegos. 
Eu não tinha pêssegos e nem tenho intenção de comer uma receita tão grande, de modos que fiz um quarto da receita, e adicionei dois detalhes que na minha opinião mudaram muito o resultado para melhor: raspas de laranja e baunilha em pó. Acredito que é a porção ideal para duas pessoas, pois a minha panelinha de cerâmica é bem funda. E vai que vocês são sozinhos, feito eu, e não querem comer tudo, né? Mas caso queiram fazê-la inteira, este aqui é o link com as medidas originais.


Clafoutis de pêssego

3 pêssegos maduros, descascados e cortados
85g + 1 colher rasa de sopa de açúcar cristal orgânico
100ml de leite
1 ovo
25g de farinha de trigo
1 colher rasa de manteiga (usei com sal, era a que tinha)


Aqueça a manteiga e o açúcar numa frigideira e adicione os pêssegos. Deixe ali caramelizando no fogo cerca de 5min. Nesse ínterim, misture os demais ingredientes numa tigela (aqui há um erro meu: estava longe do computador e não separei por etapas a mistura dos ingredientes, mas aconselho que vocês façam como a Ana disse). Coloque numa travessa untada (esqueci de untar, ops), de vidro ou cerâmica. Adicione a mistura dos pêssegos e a caldinha que se formou. Leve ao forno pré-aquecido por 40min, a 160ºC. 

Quanto menos tempo a gente tem, mais coisa a gente faz

Como pode que justo agora, em que tenho 2h a mais de jornada de trabalho diárias, eu consiga cozinhar, cumprir o calendário de limpeza doméstica, ler literatura, usar menos internet em casa, estudar, organizar pendências há meses abandonadas?
Alguém pode por favor me esclarecer como eu consigo fazer isso agora, sendo que o ano inteiro tive mais tempo e não o fiz?
Acho que deve ser porque, sendo o meu tempo reduzido, penso que cada minuto é precioso. E não posso mais gastar em bobagens. Alguém opina?

Thursday, October 17, 2013

Uma dica interessante prazamiguinha que querem analisar seu cardápio semanal

Há tempos eu venho tentando implementar a ideia de um diário alimentar, que é frequentemente atribuído como algo que funciona super bem para quem precisa controlar o que tem comido e analisar o que pode fazer para melhorar (independente de emagrecer).
Tentei um bloquinho durante um tempo, do projeto BCK, mas foi várias vezes negligenciado porque eu estava longe do bloquinho na hora de comer, porque esquecia, por vários motivos. E então há uma semana eu decidi tentar uma coisa nova, que eu havia conhecido um tempo atrás e não dado continuidade: o fatsecret.
Esse site existe para você poder acompanhar seu processo de perda/ganho de peso, você cria sua conta e pode por ali adicionar as suas pesagens (no dia certo ele te manda um email lembrando de ir pesar), podes também a partir dos dados inseridos incluir meta a ser alcançada e, a partir do peso atual e do peso-meta, ele calcula sua quantidade ideal de calorias diárias. Tem também fórum e possibilidade de convidar amigos.
E o que eu mais tenho usado, ele tem um diário alimentar. Todos os dias você vai lá e insere os alimentos consumidos, e com isso ele vai colocando o percentual de alimentos que você já atingiu a cada novo alimento. No caso de determinados pratos você pode inserir a receita (ao invés de ficar escrevendo cenoura+brócolis+feijão, você adiciona sua receita de minestrone, por exemplo), e aí assim poupa tempo na inserção dos alimentos.
Há uma semana, eu venho conseguindo atualizar direitinho meu diário alimentar, deixando ele sempre aberto no navegador da repartição e no de casa. Isso vai servir para eu analisar principalmente a qualidade dos alimentos que consumi (assim posso ver se faltou legumes, se faltou cereais, etc), e ter uma noção imprecisa de porque emagreci ou não. Sim, imprecisa, pois o peso é uma medida imprecisa, as calorias não são tudo nessa conta. Também não tomo a quantidade de calorias que ele me deu como ideal como algo gravado na pedra, pois só considera meu peso e altura, mas reconheço que ir vendo os percentuais me faz ter mais critério ao decidir o que comer.
De modos que para mim funciona melhor ter essa conta no FatSecret do que carregar um bloquinho, sem contar que, mesmo impreciso, é bem melhor a contagem dele do que as minhas anotações. Estou gostando muito! Recomendo!

Wednesday, October 16, 2013

O banheiro da repartição

Ir ao banheiro na repartição tem se tornado um suplício especialmente doloroso, porque me parece que as gurias da limpeza se mudaram lá para dentro. Sério, ou é isso ou então a gente sincronizou direitinho a minha bexiga com os horários que elas vão lá limpar ou arrumar seus materiais (vida indigna: os materiais que elas utilizam ficam armazenados num espaço do banheiro). Odeio o fato de o banheiro ficar com a porta aberta o tempo todo (elas deixam assim, apóiam a porta com a pá, pois estão retirando lixos), com suas microbactérias esvoejando pelo prédio. Sério, isso e a falta de privacidade me deprimem. Outra coisa é que parei de fazer número dois no banheiro da repartição, um porque estou sem vontade ultimamente, dois porque elas estão sempre lá quando vou. Fazer número dois, mesmo para mim que faço rápido, é atividade privada, que não gosto de associar com as conversas de banheiro.

Mas o cúmulo da falta de privacidade advém do fato de que o porcelanato negro utilizado nos banheiros chiques da repartição são absolutamente transparentes, e refletem tudo. Descobri isso um dia desses, enquanto estava lá olhei para o chão mais de lado que o comum, e me deparei com uma redonda bunda – a da casinha ao lado. Sim Brazil, sim, o piso reflete tudo! As nossas bundas inclusive! Tenho firmemente desde então olhado só para a porta enquanto faço xixi, preservando a privacidade das bundas ao lado, mas me pergunto: quem será que já viu a minha refletida no chão? E o que será que pensou sobre ela? 

Tuesday, October 15, 2013

A casa dos vermes

Fui no médico ontem incomodada com meu mal-estar. Nessa porcaria de outubro rosa, não param de passar programas na TV sobre mulheres com câncer, e já estava eu impressionada e pensando em qual seria o meu câncer (aloka). Eis que conversando com ele, que ouve tudo que eu digo pacientemente, ele solta o meu chiquérrimo diagnóstico: ver-mes. Vermes! Vermes! O que eu tinha esse tempo todo e me dava nó nas tripas não era câncer, nem virose, e nem mesmo uma infecção intestinal, o que eu tenho é vermes merrmo. Falta metade dos comprimidos e mesmo assim já estou bem melhor. Não faz mal, pelo menos farei radiografia do pé que continua doendo.

Conselho do He-Man de hoje: tomem seus remédios de vermes, amiguinhos. Antes que dê nó em suas tripas!

Monday, October 14, 2013

Thais, a Caça-Caçambas

Inspirada em Buffy, a Caça-Vampiros
Ganhei um gaveteiro cheio de cupins. E nem contei a maior: ganhei logo dois gaveteiros e um móvel eloorme que fica na sala de estar cheio de cupins. Alguém pode perguntar porque eu aceitei, e eu sinceramente tenho dúvidas, mas o fato é que faz mais de um ano que periodicamente eu passo veneno, aspiro os cupins e vou levando a vida. 
Semana passada trouxe um gaveteiro intacto de meu quarto em Gothan City, prevendo a substituição de ao menos um dos gaveteiros. O problema é: como me desfazer? Porque ivaginem vocês que ninguém quer um gaveteiro com cupim nem de graça. No lixo não adianta levar, que a madeira engasga o processador de lixo, e mesmo o reciclável não aceita esse tipo de coisa. A prefeitura só vai buscar se a demanda for alta, eu acho muito feio colocar isso em terrenos aleatórios, de modos que a minha opção foi cair na semi-criminalidade, na malandragem de me aproveitar da estrutura alheia: as caçambas. Acho que isso não é crime, mas é algo que a pessoa que pagou pela caçamba acha ruim, de modos que para evitar conflitos eu tenho me desfeito do gaveteiro por partes, em caçambas aleatórias. Três gavetas mais a estrutura. Só falta me desfazer da estrutura.
Parece algo simples, mas pode ser bem complexo sair na calada da noite com um pedaço de móvel infestado de cupins procurando onde largá-lo, com medo de levar esporro do dono da caçamba. Ivagina quando tiver que me desfazer do móvel que, de tão grande, serve como rack para TV. 

Projeto Money For Nothing - Semana 1!

Este post está sendo iniciado na quinta-feira (porque a ansiedade é grande), mas só publicarei na segunda-feira, dia que elegi para falar sobre como foi minha semana no Projeto. Principal meta destes primeiros dias era não gastar nenhum centavo a mais no cartão de crédito, pois a fatura ‘fecha’ no dia 20. Gastos corriqueiros apareceram e eu teria usado o cartão, mas dei outros jeitinhos nesses dias, por exemplo:
1 – acabou o papel higiênico lá em casa! Brazil, sei que isso é muito provavelmente o limite da dignidade para várias pessoas, mas durante dois dias eu usei papel toalha. Bem na véspera de sair de greve, perdi meu cartão do vale alimentação, e só o recuperei na quinta-feira, ao chegar no trabalho. Ponderei que poderia perfeitamente esperar e não comprar papel, já que havia papel toalha em casa, e foi o que fiz. Caso alguém se interesse, já recuperamos este item valioso com a recuperação do cartão;
2 – venceu a mensalidade da academia! O dia de pagar é todo dia 10, porém, devido ao meu acidente de moto, fiquei vários dias sem ir, e, além disso, ainda sinto discretas dores. Eu queria muito ir e recomeçar devagarinho, mas como a mensalidade custa R$85 e eu estou segurando meu cartão, só voltarei a partir do dia 21. Nesta semana, no entanto, já pretendo retomar algumas pequenas caminhadas, para sentir o pé e não ficar totalmente inativa;
3 – tive uma espécie de intoxicação alimentar nesta semana. Geralmente, compraria logo o pó para recompor a flora intestinal, mas repondo greve como estou, só pude comparecer a uma farmácia que aceita meu vale alimentação na sexta à noite, que foi o que fiz;
4 – fiz minha própria depilação em casa! Todos os meses vou ao mesmo centro e saio de lá R$55 mais pobre e com tudo em dia. A maioria das vezes ninguém vê, mas a depilação entre todas as minhas amigas é um caminho sem volta em praticidade e sensação de limpeza, principalmente entre as que menstruam (as meninas devem ter entendido). Fiz uma tentativa de solução caseira, comprei um kit de folhas prontas no mercado (Jesus abençoa esse vale) e não ficou nada igual ao serviço das meninas do instituto, mas ficou digno. Estou até pensando em postar o que pensei do produto e do resultado.
Sabem quanto eu teria gasto com esses 4 itens em dias normais? R$156! Sabem quanto eu gastei? Zero!
Aproveitei e fiz um levantamento atual das minhas despesas fixas, projetei aquilo que terei de pagar com o salário referente a outubro e neste mês terei um déficit de cerca de R$400. Minha sorte é que aproximadamente este valor será creditado em minha conta referente ao ajuste retroativo da minha categoria, e conseguirei entrar o mês zerada. Considerando esse ‘zerada’, precisarei fazer um planejamento rigoroso com o meu vale-alimentação, prevendo utilizá-lo integralmente para despesas que costumo fazer com dinheiro/cartão (por exemplo: combustível e medicamentos, coisas que posso comprar no vale, mas eventualmente não quero fazer nos estabelecimentos que o aceitam e por isso vou em outros).
Em meados de novembro, no feriado, farei uma viagem. De modos que nas próximas semanas, preciso projetar meus gastos com isso para não piorar minha situação nem ficar frustrada por lá. Tenho tempo para pensar nisso e postar sobre o assunto.
Para ilustrar a postagem, divido com vocês uma foto do Pé Mais Feio do Mundo – o meu! Acho que faço as unhas da mão satisfatoriamente, mas costumo ir à manicure em dias de fazer o pé, uma vez que não sei sequer cortar as unhas direito. A primeira tentativa resultou nesse pé aí, unhas curtinhas, lixadas e com pouca regularidade no comprimento. Em breve devo tentar pintá-las. Oremos.

Um cursinho de como cortar as unhas não iria mal

Resultado da primeira semana: torneirinha fechada! Minha fatura do cartão de crédito não cresceu, e meu saldo no banco não diminuiu. O fato de estar doentinha o final de semana todo certamente ajudou, mas mesmo assim estou muito satisfeita. Essa semana tem tudo para ser tranqüila e sem gastos, sem nenhum evento previsto. Eike orgulho de mim mesma!

Sunday, October 13, 2013

Mais notícias do leito

Eu ando numa fase-leito, vocês percebem. Primeiro o acidente de moto, agora desde quinta-feira sinto um desconforto abdominal, que não virou em diarreia e nem passou. Hoje acordei com as vias aéreas entupidas e certa dor de cabeça. Os calafrios persistem. Do jeito que sou azarada, vou misturar virose com gripe, e tudo isso numa das poucas semanas do ano que marquei um date! Todas chora!
Desde sexta-feira vinha fazendo uma alimentação de doentes, com muitos amidos, e nada de sentir melhoras. Ontem à noite mandei tudo pras cucuias e comi uma pizza de caixinha e comi dois potinhos de flan de caramelo. Nem melhorei, nem piorei. No meio desse rolo, estou refazendo o antiinflamatório do acidente, pois o tornozelo continua incomodando bastante. A enfermeira já havia me dito que era bastante ruim para o estômago, de modos que esse corpo no momento é um coquetel envenenado cheio de remédios e a gente tudo aqui sem saber o que está rolando por dentro, já que aparentemente, nada está funcionando... E isso me deixa bastante para baixo, como vocês devem imaginar.
Mas não há de ser nada. Amanhã comparecerei ao médico da repartição e confirmarei se estou no caminho da cura!
Oremos.

Friday, October 11, 2013

Recentes da repartição

Hoje é o último dia de estagiária trololó. Por sorte, seu jeito trololó era mais uma fase da vida do que de fato algo com que ela deva lidar até o fim de seus dias. Enquanto esperamos a próxima estagiária, tenho de rir com a minha colega ao me dizer que, com a saída da estagiária trololó, teremos uma montanha de pastas para arquivar e administrar. Olhei com cara de ué, ao que ela gargalha dizendo que eu não percebo porque a estagiária vem fazendo isso há meses. Confirmo se ela está se referindo ao processo de alimentar e administrar as pastas de casos sociais, ao que ela responde afirmativamente. Não gargalho, mas respondo que já tenho feito isso sozinha durante todos os meses da estagiária trololó, sendo portanto uma função minha completamente incorporada à rotina. Quem vai sofrer é ela, sozinha. Muahaha.

***


Trabalho com Lara Croft, mas não vivo em seu mundo!
Tentando parar com os posts reparticionísticos, preciso ainda fazer uma patrulha estética. Não contei ainda para vocês, mas uma de minhas chefes se veste feito a Lara Croft. Há tempos venho acompanhando esse estilo dela, que acho meio preguiçoso (ela deve pensar o mesmo desse meu estilo Alice no País das Maravilha, sempre de vestido rodado e sapatilhas), monotonia total: jeans ultrajusto, blusa ultrajusta, saltos de arranha-céu – tão altos que a fazem caminhar de forma atrapalhada. 
Acho over.

Alergia ao trabalho

Ontem depois do almoço comecei a sentir o abdome distendido, e ao chegar em casa, estava cheia de calafrios, mas nada de piriri. Deitei eram 19h para dormir, tendo acordado duas vezes no decorrer do processo e não tendo melhorado. Considerando que até então eu estava bem, só posso concluir que sou alérgica a essa repartição!
Hoje levantei ainda com mal estar, mas nesse exato momento me sinto melhor. Pode parecer uma coisa non sense, mas de tudo que me lembro com relação a ontem, o que mais me incomoda é a calça que estava usando e apertava minha cintura roliça e o perfume que escolhi. Disso derivar uma virose? Não sei.
Será que é verdade que Coca Cola ajuda? Procurei na internet e nem notícia sobre isso. Odeio refrigerantes no geral, e Coca Cola em particular, mas tomaria para melhorar. Minha dileta audiência opina?

Thursday, October 10, 2013

O retorno da greve

Voltamos aos posts diretamente da repartição. Estava um pouco nervosa sobre meu retorno, uma vez que ninguém mais em meu setor paralisou, mas segui a orientação de meus amigos e fiz a egípcia, chegando como se tivesse vindo aqui ontem pela última vez. Funcionou. Até agora, apenas cumprimentos cordiais, um ou dois talvez não sejam sinceros, mas alguns fizeram questão de vir conversar comigo sobre como foi, e até me parabenizar pela coragem.
Meta para o ano que vem: duplicar o número de grevistas! Levarei mais um!
:)

Wednesday, October 09, 2013

Projeto Money For Nothing

Eu havia resolvido que nesse ano eu ia começar uma poupança. Você começou? Nem eu! Mas hoje é dia 9 de outubro e eu sou uma pessoa que acredita, mesmo quando parece que não vai mais dar!
Ocorre que, para variar, eu não só não economizei, como gastei também muito dinheiro, e com isso, tenho pequenas dívidas. E aí analisando tudo isso, e pensando em como os meus projetos costumam me ajudar, eu resolvi que um projetinho de final de ano poderia ser uma boa!
Primeira meta: pagar as dívidas!
Segunda meta: guardar dinheiro!
Minhas dívidas, de fato, não são grandes. Somadas todas, não chegam a dar um mês de salário. O problema é que no decorrer do mês, vou me esquecendo de focar em exterminá-las e acabo acumulando mais um perrenguinho aqui e ali. De modos que minha primeira atitude precisa ser fechar a torneira. Mais uma vez. Analisando aqui minhas finanças, em dois meses eu consigo reequilibrar a fatura do cartão de crédito (não há dívida, mas há uma fatura muito alta), e esse é o primeiro foco do novo projeto. 
Para fechar a torneira, o plano passa por fazer dois meses de extrema frugalidade, sendo o primeiro (outubro, já em andamento) o mais extremo, em que preciso encontrar alternativas para não aumentar minha fatura do mês em nenhum centavo a mais! Não que eu pretenda voltar a comprar em novembro, mas em outubro, tenho que me virar inclusive nas necessidades. Exemplo: ontem, ao voltar da minha atividade de greve, tomei uma carona com um colega, e assim R$2,75 continuam aqui em minha bolsinha. Eu gostaria de bananas e papaya, mas vou me contentar com os pêssegos e o abacaxi da semana passada. É uma ótima hora, aliás, para descongelar aqueles cubos de melão e fazer suco de frutas, para não sentir falta delas. É extremo, mas é só por mais uns dias, pois a fatura do cartão fecha no dia 20 de cada mês. Dali por diante, não posso comprar por hobbie, mas posso por exemplo comprar meus remédios, abastecer o carro, comprar bananas e por aí vai. 
Data de início do projeto: hoje, 9/10. Data do término: 31/12.
Para não cansar minha dileta audiência, farei postagens semanais sobre o andamento do projeto. Já estou com coisas legais para contar, sobre como vou me virar nesses momentos, que jeitinho vou dar para cada situação, pois algumas que costumo resolver 'passando no cartão' já se apresentaram e eu estou aqui! Com ele bem quietinho!
O nome do projeto veio de uma música que eu gosto muito, e os mais velhos devem conhecer. Oremos!

Tuesday, October 08, 2013

A parede continua se enchendo

Oi, eu sou a parede da sala e quero parar de ser branca!
Voltei, Brazil! Estou aqui de casa postando e relendo os blogue tudo, que faz dias que não pude fazer como gosto! E aí resolvi voltar contando algo que raramente falo em outro lugar, porque não costuma ser assunto comum: o que andei pendurando na parede de casa! 

Ano passado, da última vez que fui para Buenos Aires, comprei esses descansos de copo com duas tirinhas da Mafalda lá no Caminito. Uma amiga minha na hora que viu, disse que jamais utilizaria aquilo para descanso de copo, que teria dó, porque acha bonitinho, etc. Eu tinha certeza que usaria como descanso de copo, mas...
Semana passada, enquanto convalescia, resolvi dar uma limpada nas gavetas da cozinha e reencontrei os descansos intactos, nunca utilizados. Em casa, bebo água e chá onde eu estiver - geralmente aqui no criado-mudo. Raramente recebo visitas, e quando isso acontece, a gente bebe à mesa, com toalha. Cheguei à conclusão que esse trem do descanso de copo faz mais sentido para mesa de bar. E com isso em mente, achei que era uma hora tão boa quanto todas de arrumar função para meus descansinhos.
Eu tinha verniz acrílico em casa e rolinho de espuma. Mas sei que tem gente que resolve isso com cola branca diluída em um pouquinho de água e um pincel simples. Dei três demãos e colei com superbonder (5 pinguinhos, 1 em cada canto e 1 no meio). Isso pode rapidamente se tornar uma epidemia, porque vocês sabem que existem mil descansos de copo lindos por esse mundo, certo?
E assim galgamos mais um degrau rumo à parede feliz, que receberá em breve um lindo auto-retrato da Frida!
De perto!

Wednesday, October 02, 2013

Tirem as crianças da sala


Este é o estado atual do joelho: o corte parou de sangrar, mas ainda não tem uma casquinha realmente protetora para regenerar a pele, e por isso, sigo com o curativo. Além disso, as roupas roçam, isso é um problema, então estou monitorando com rigor. O inchaço e o roxo já quase desapareceram, e o corte é o que mais me incomoda, eventualmente dá umas fisgadas, e ainda estou com dificuldades de locomoção, principalmente nos degraus. Já consigo ir ao banheiro de perna semi-flexionada, e não mais com perninha de bailarina, e na segunda-feira, eu dirigi um pouco e correu tudo bem. 
Fim do boletim!

Ai ai ai!

Paguei a taxa, dei entrada na renovação da minha CNH e nunca voltei para fazer o exame. Até aí morreu Neves, que sou assim mesmo, totalmente perdida e desorganizada, ainda que melhorando. Mas sabe o que mais me aconteceu? PERDI as minhas coisas com a taxa paga para poder finalmente fazer o exame e pegar o documento! Só matando a mim mesma.

Tuesday, October 01, 2013

Gente que me dá preguiça

Minha geração foi criada assistindo Malhação e comédia romântica e isso produziu efeitos devastadores em suas formas de se relacionar com o mundo. Porque essa minha geração se compadece de você caso você diga que está sofrendo por amor, mas é incapaz de se compadecer de um professor espancado pela PM no Rio de Janeiro. Aparentemente, há solidariedade de sobra para o caso de você querer 'abrir o coração' e falar do último mimimi da semana, em que o namoradinho não lhe deu a atenção necessária no dia em que você 'mais precisava' (não raro, era uma briga familiar, uma cólica ou uma queda de pressão). Não há solidariedade para o fato de que minha categoria sofre mais de 17 anos de perdas salariais e está há mais de 20 dias em greve.
Num mundo em que o seu drama individual e particular toma proporções tão agigantadas, é difícil mesmo a pessoa ser feliz ao se relacionar. Afinal, ninguém gives a fuck com o seu coração 'partido' (sic) ou com a sua cólica menstrual. Nem acho que se deva fazer disso mais do que é. Persigo uma vida em que meus dramas individuais estejam integrados ao drama do mundo, porque não quero superá-lo individualmente - quer dizer, claro que quero meus problemas individuais resolvidos, e ter minha individualidade, mas não quero jamais esquecer o quão pequenos eles são diante de tudo. De todo mundo, e de todas as coisas que precisam ser mudadas, resolvidas, melhoradas. E fico genuinamente incomodada com gente que só consegue enxergar o que acontece consigo, numa esfera tão microscópica e insignificante que não consigo entender o porquê de tanto estardalhaço. 

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