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Wednesday, September 04, 2013

Locomotiva alcoólica

De uma pessoa que praticamente não bebe passei, nos últimos sete dias, a pessoa que precisa parar. Depois de jantar com sete garrafas de vinhos (para três pessoas, não me julguem), na noite seguinte resolvi comer tortillas com guacamole e cerveja em casa. Disso para levantar e receber um convite para ir no Samba do Noel e aceitar foram menos de 12h. Disso para ir trôpega dar um cochilo, fazer minha toalete de festa na maior preguiça e ir para casa de uma amiga mal intencionada tomar duzentos drinks de todas as frutas do mundo nem deu 3h. E dali para chegar na night sem nem saber que horas eram e me surpreender quando me mandaram embora casa, que estava fechando...não sei contabilizar as horas.
Aliás, a impressão que tive foi que não fiquei nem 1h lá dentro, e conversei só um pouquinho com umas pessoas, e já era hora de ir embora.
Na hora de ir embora, fui de carona até onde tinha deixado o carro, entrei para comer antes de voltar para casa e não entendi, juro que não entendi quando vi a claridade lá fora. Fechei as cortinas, fiz uma montanha de travesseiros e cobertas para esconder a claridade que passava, mesmo filtrada, e tentei dormir. O dia inteiro.
Amargando outra rebordosa, mas essa sim frenética, violenta, de um fígado que se ressente de tanto álcool quando está habituado a nenhum, passei o dia fraquejando e terminei a noite com uns goles de vinho, que me ajudaram a superar o fim da ressaca.
Ah, a segunda! O maravilhoso recomeço! 
Teria sido lindo, se eu não tivesse resolvido ir no cinema (Flores Raras, adorei), comer sushi e... tomar Heinekens para acompanhar.
Ontem só lembrei quando já estava na hora que havia marcado uma cerveja aqui perto de casa. Uma cerveja é eufemismo para enxugar dezenas de copos.
Mas hoje não. Hoje prometo que serei abstêmia e caseira, como costumo ser habitualmente.
Oremos.

1 comment:

Cristiano said...

Beber pode... dirigir depois de beber nunca! :/

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