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Monday, September 30, 2013

Terceiro balanço das Resoluções de Ano Novo

Estamos no último trimestre! Sinceramente, considero esse o melhor, porque o frio vai se despedindo de uma vez, e dá aquele último gás para terminar o que precisa ser feito.



terminar o mestrado – defendi! E tenho 26 dias para entregar a versão final;
emagrecer 10kg  - estou na metade, perdi 5kg;
fazer uma poupança – vergonha completa! Nem comecei...;
publicar meu trabalho  - apresentei em agosto um outro trabalho num congresso;
parar mais tempo para ler, assistir filmes, conhecer coisas diferentes – continuo com os mesmos 5 shows, mas vi mais filmes, e tento enfiar um tempo para literatura nessa vida;
usar menos internet – totalmente descumprida, muito ruim;
mais foco e dedicação ao trabalho  - melhorou um pouco, mas precisa melhorar mais;
 me mover para sair da repartição – ainda não apareceu nenhum concurso novo, estou esperando pelos que vão abrir (alguns que já sei), tampouco os pedidos de transferência deram resultado;
praticar atividade física regularmente – sim;
ser MUITO mais organizada  - melhorei, mas posso melhorar mais;
viajar menos a trabalho  - viajei quatro vezes em nove meses;
planejar minhas férias de 2014  - está tudo organizado!

Sunday, September 29, 2013

Algo que me intriga e revolta

Ontem enquanto eu fazia minhas compras, fui lá para o eloorme setor de hortifruti do mercado. Sem dúvidas, é o que ocupa mais espaço, tem pelo menos uns dez corredores, arrumados em 'quadras', cheios de hortifrutis.
Me intriga e sempre fico curiosa pensando: como é que eles conseguem juntar tanta fruta e verdura judiada junta? Porque não é brincadeira, as cebolas parecem que apanharam uma surra! E o que deu no mamão, que vive cheio de pintinhas? Catapora de mamão? E aquele cesto cheio de mangas todas verdes? 
Sério mesmo, porque todo supermercado vende aqueles legumes e frutas tão xexelentos? Alguém consegue comprar lá?
Duas vezes na semana, tem uma feirinha na praça em frente ao meu prédio. E lá, apesar de nem sempre me servirem pimentões coloridos, eu sempre encontro os básicos com cara de quem não apanhou no caminhão antes de vir para a feira. Custa menos. É melhor.
Mas eu tenho uma feira na porta de casa, e quem não tem? Compra no mercado mesmo? Como faz para escolher no meio daquele monte de comida judiada meia dúzia de batatinha?
Geralmente, compro no mercado aquelas coisinhas que vêm em bandejas e parecem ter tido mais critério na escolha e manuseio: tomates cereja, uvas, morangos, maçãs orgânicas, salada higienizada. Mas nunca consigo tirar uma fatia de melancia, um abacate, umas quatro cebolas. Porque será?
E eu poderia botar o defeito nos lugares onde vou, mas enquanto freak de supermercado que vai em vários, posso atestar que é tudo naquele mesmo nível merda. Por distração, os meus são: Bistek Avenida das Torres, Angeloni Capoeiras (costuma ter umas coisinhas menos piores, ainda que longe de boas) e Imperatriz Canasvieiras. Eventualmente vou ao Angeloni de Criciuma, de Tubarão e o de Gothan City (ops Joinville) que fica na rua da rodoviária. Tudo o mesmo 'tratamento' com as coisas.
Como lidar? Existem técnica para escolher essas coisas no mercado? O que você faz aí em sua cidade?

Saturday, September 28, 2013

Estou melhor

Já acordei e senti que o joelho tinha dado uma melhorada, o corte continua aberto (vi quando troquei o curativo), mas havia menos sangue grudado na gaze. Majoritariamente passei o dia deitada, mas num arroubo de animação levei o cão a passear e depois fui ao mercado obter víveres. Retornei para casa possuidora de uma bandeja de pêssegos, outra de uvas, um cacho de bananas, um maço de cebolinhas e mais umas ninharias que me custaram R$80. De qualquer forma, gastei feliz porque havia me pesado 2min antes e descobri que, apesar de ter pedido pizza semana passada e ter faltado a academia, continuo com o peso obtido na fase ataque da dieta Dukan. Estou munida de alfaces, tomates, pães e queijos. Num impulso, mandei ver fertilizantes para orquídea, fertilizantes para folhagens, e cinco tipos diferentes de sementes: rúcula, tomates, alface roxa, manjericão e salsinha crespa. Quando eu contemplava cobiçosamente a gôndola do leite, senti uma fisgada em meu corte e realizei que era tempo de encerrar o passeio.
Voltei para casa me sentindo uma vencedora, e cá estou, diretamente da cama, fazendo este relato.
Os momentos humilhantes persistem; faço xixi que nem uma bailarina, com a perninha levantada para a frente, e espero ter prisão de ventre, pois não sei se aguentarei de perna estendida tempo suficiente para fazer número dois. Mas apesar de tudo isso, me sinto incrivelmente bem com meus progressos de um dia para o outro.
Passei horas valiosas refletindo que certas partes de meu corpinho, caso danificadas, não se regeneram. Foi por isso que inseri em minhas compras um tasco de espinafre, que dizem repor nosso cálcio.
Estou um pouco entediada e por isso mais prolixa que o normal, não reparem! Arrumei meu armário da sala, redescobri tesouros nele, e mais tarde encontrarei posição para fazer artesanato.
Fim do boletim!

Friday, September 27, 2013

Ainda sobre o acidente

1seg antes de acontecer, eu dei um grito de pavor com uma voz completamente diferente da minha usual.
1seg depois de acontecer, eu só falava 'meu joelho' - devo ter repetido umas 10x
E uns quase 10min depois de acontecer, eu sentia uma vontade louca de vomitar, e fiquei tossindo, mesmo sem tosse - era o espasmo. Sentei no chão para vomitar, inclusive. Mas aí parece que o bolo desceu e eu não vomitei.

Conselho do He Man

A gente dá uma bobeira e pode pagar caro por isso, né?
Hoje de manhã, querendo ir para o centro e tendo recém perdido o ônibus, aceitei a carona de um colega em sua moto. Perguntei se ele dirigia bem, se era calminho, aquelas coisas. Subimos na moto e lá fomos nós.
De brincadeira, ele me perguntou se eu queria 'com emoção', e eu obviamente disse que 'sem', mas pelo jeito temos conceitos diferentes. Ele resolveu passar pelo meio de duas pistas (o famoso corredor do motociclista) para fugirmos do engarrafamento, e ali mesmo eu já estava mais que arrependida de ter subido na moto. Porém, como todo castigo pra corno é pouco, menos de 100m depois, um carro corta a nossa frente, e meu joelho amortece o impacto entre a moto e o para-choques. A moto não caiu.
Estou com uma bandagem no joelho, fazendo gelo, e de calça rasgada. Preciso correr atrás da anti-tetânica, e monitorar caso algo mais importante aconteça. O corte foi superficial, e aparentemente nada mais sério rolou em meu joelho - fui examinada por dois médicos.
Sabe o que ficou afetado? Minha mente. Estou com o psicológico em frangalhos pelo susto e pela burrice auto-imposta. Eu penso eternamente em como é que foi que eu subi na moto de uma pessoa que nunca vi como dirigia.
Porque o carro foi culpado, mas convenhamos, quem anda pelo meio, sabe o risco que está correndo - e impondo ao seu passageiro. Meu joelho cortado é um presente perto da desgraça que poderia ter sido se aquela moto caísse. 
Daí que estou aqui, fazendo meu gelinho, e relatando o acidente. Passarei o final de semana inteiro de molho por bancar a apressadinha.
Conselho do He Man: vão de ônibus, amiguinhos! Não tenham pressa de chegar em seu destino! E lembre-se: você não conhece verdadeiramente uma pessoa até vê-la pilotando uma moto.

Wednesday, September 25, 2013

Filme: O Filho da Noiva


Anos atrás eu fui dormir na casa de uma amiga e nós pegamos um filme na locadora para assistir. A atendente nos explicou a história, insistiu muito nele e a gente levou - nisso, fica a dica embutida para os habitantes de sonífera ilha: os atendentes da Videoteca são excelentes para ajudar a escolher filme naqueles dias que você está indecisa. Naquela sexta à noite em questão, eu peguei no sono muito antes do filme acabar, e fiquei sem saber o final. Daí foi que semanas atrás, resolvi baixar e fazer jus à boa recomendação que havia recebido na época.
O filme, argentino, conta a história de Rafael (o filho da noiva), um quarentão em crise com o trabalho, sem tempo para nada, que se relaciona com dificuldade com a mãe, a namorada, a filha, ex-mulher, o pai, os funcionários e por aí vai. A mãe de Rafael tem alzheimer, e por conta disso vive em um internato, e seu pai a visita todos os dias. No dia do aniversário dela, ele resolve que quer dar uma guinada em sua vida, e realizar o único desejo da esposa que ainda não havia realizado: casar com ela na igreja. Entre o filho concordar em ajudá-lo, acontece um ataque cardíaco (do filho), que coloca sua vida em perspectiva, e dali por diante, ele resolve cuidar mais de si. Para conseguir isso, vende o negócio da família, se afasta da namorada, e vai se atrapalhando cada vez mais. O restante do filme mostra como ele desenrola os problemas em que se meteu, principalmente de relacionamento, e o resgate dessas relações, enquanto no pano de fundo, se organiza o casamento dos velhinhos.
Digo de boca cheia: ASSISTAM. O filme é tocante, emocionante, engraçado, dramático, belo e dinâmico. Quem gosta de comédia romântica pode talvez (veja bem, talvez) apreciar este filme - que não é uma comédia romântica, mas que tem uma história romântica, dramática, engraçada, tudo ao mesmo tempo. Só que sem ser previsível e boring como todas as comédias românticas. 
De plus, você vai observando os lindos cenários argentinos, as ruas largas, arborizadas, os ares de cidade antiga encantadores, pega nuances da cultura deles (os homens cumprimentam-se com beijinhos no rosto, own), se deleita com a melodia do sotaque. A atuação da mãe de Rafael (a noiva) é nada menos que impecável - aliás, o filme todo impressiona muito pela qualidade técnica, em todos os sentidos - chama tanto a atenção que até uma leiga feito eu consegue perceber.
 É lindo!

Monday, September 23, 2013

O wannabe pretendente

Como tive de ir à missa por respeito a minha vó, bateram fotos de mim na igreja e foi um tal de facebook dos parentes bombar com foto que até me perdi nas histórias.
Eis que ontem um antigo pretendente, de épocas pré-carnavalescas, vem puxar assunto comigo dando o link de uma foto minha na igreja e perguntando se a igreja não tinha pegado fogo comigo lá dentro. Respondi:
- sou atéia, não sou satanista...
- nossa, que resposta mal humorada em milhões de níveis!


zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz...


Verdade que tem um tempo que não pago uma prestação ali no meu carnê do baú da felicidade, mas esse daí não serve pra me tirar do sufoco não!

Bodas de Acredite se Quiser


Vóvis fez 50 anos de casada semanas atrás. Por amor me enfiei numa porra de uma missa e assisti inteirinha - só não me peçam prestar atenção, que aí já é vandalismo.
A festa, a missa, aquela coisa de sempre, enfim, mas sinceramente, vocês não morrem de fofura por ela? Que mandou fazer um tailleurzinho doirado com lantejoulas costuradas em comemoração às bodas de ouro?
O detalhe foi que ela não tirou esse casaquinho a noite toda, por mais que tivesse esquentado - e ela bailou a noite toda também. Ivagina o suadô dentro do terninho.

Viagens a vista

A saudade de BH anda maior que sempre. Muita, mas muita saudade mesmo das pessoas e dos meus lugares preferidos, e das manhãs sempre ensolaradas e com cheirinho de alho fritando em todas as casas. Saudade do sotaque e do jeito das pessoas! 
Matarei parte dessa saudade no início de outubro, quando passarei o final de semana em Sarzedo, ali do ladinho. Não sei se vou chegar em BH para alguma coisa, mas só de ver as pessoas, serei mais feliz!
Saudade de sumpólo e suas possibilidades também. Esqueci de contar que marquei com amigas de ir para lá no dia 15/11!
Para ficar perfeito e completar minhas cidades brasileiras preferidas, só faltou arrumar um jeito de ir a Porto Alegre.

Friday, September 20, 2013

Quem tem cão, nunca está só

Porque mesmo quando a defesa civil diz que de hoje até domingo choverá todo o previsto para o mês inteiro, eu e o cão temos um ao outro para tomar chuva na cabeça juntos, pelo bem de seus rins. 
E entra-se em greve e dá-se um jeitinho de fugir da concentração para ir em casa ver se o cãozinho de repente não comeu um pé de cadeira, com raiva de ser deixado sozinho. Ele, em retribuição, te segue até no banheiro, e não duvide que ficaria lá, se você não lhe fechasse a porta na cara.
Mas acima de tudo, mesmo molhado e fedido, ele faz questão de pular no sofá bem ao seu ladinho, enfiar a cabeça no vão até então inexistente entre seu joelho e o note, e pedir carinho, como se fosse um gato.

Estamos sem sistema, kit the hell out of here!

Ontem fui me pesar como de hábito na balança da farmácia, e chegando lá, portas de vidro fechadas, com uma informação: estamos sem sistema. Mas eu só queria me pesar, sabe? Fiquei fazendo mímicas para o funcionário que me atende todas as semanas, e me vê indo pesar todos os dias, e ele lá me apontando o cartaz do sem-sistema, e eu apontando a balança. Ninguém se entendeu. Voltei sem me pesar. Humpf.
Duvido que o sistema da farmácia esteja atrelado à balança e fiquei #chatiada com ele!

Silêncio, por favor? Obrigada.

Domingo viajei 4h dentro de meu carro novo. Tentava freneticamente pular as estações de rádio quando as músicas eram intoleráveis, quando haviam propagandas demais, e quando não achava nenhuma, ligava o pendrive, que anda pobrinho, pobrinho com os mesmos 4 álbuns que já cansei de ouvir.
Acho que essa viagem foi tão desgastante, por causa do movimento na estrada e por causa do som, que desde domingo não ouvi mais música em casa. Meus ouvidos pediram mais silêncio, por favor, e agradeceram quando lhes providenciei isso.
Nisso falando, recordo que costumava baixar meus álbuns do 4shared para ter na máquina, mas ando com dificuldade de encontrar as coisas lá. Alguém sugere um site novo?
Para quando o voto de silêncio terminar!

Thursday, September 19, 2013

É o fim do ataque!

Em primeiro lugar: muito obrigada a todas as mensagens me aconselhando sobre a Dieta Dukan. Concordo com todo mundo, e mesmo assim resolvi fazer durante um tempo, porque queria tomar uma atitude mais drástica, e com a vantagem das quantidades serem ilimitadas, a fase ataque da Dukan é mais fácil para mim.
Em segundo lugar, eu termino o ataque por aqui, mesmo faltando o dia de amanhã. Perdi mais de 2kg, saí da casa dos 70kg (e estou relativamente longe dela), e isso foi um bom incentivo.
Também aprendi que o cream cheese light funciona e que queijo frescal derrete. Porém, não pretendo ingerir tantos laticínios quanto fiz nessa semana ao longo da vida, nem tanta carne. Iogurte zero é coisa do demônio, sem gosto e sem textura, e nunca mais ingerirei. Adoçante é algo nojento, deixa retrogosto e não deveria existir em meu mundo.
Por fim, os carboidratos. Eu os consumo em excesso e em forma de pizza, em forma de bolo. E pouco em forma de grãos. E é assim que devo consumi-los, se quiser ficar bem de saúde. E mais legumes crus nesse prato, por favor.
Assim que aprendi coisas importantes e boas nessa semana, além de ter perdido alguns quilos. Dizem que eles voltam de forma fulminante quando os carboidratos voltam... pode ser. Mas vou tentar manter essa conquista, fazendo as coisas como devem ser feitas.
Retomo a dieta da nutri a partir de amanhã, e conto mais sobre isso no decorrer dos próximos dias.

Coisas estranhas acontecem com quem fica na praça

Ontem, na concentração da greve de minha repartição, estávamos lá na Praça XV sentados, conversando e tentando nos distrair com alguma coisa. De repente, sinto uma picada estranha na cabeça, coço, e cai no meu colo uma formiga.
Vocês acreditam que uma folgada duma formiga me mordeu na cabeça?
Eu fiquei chocada. Penso que a repartição mandou infestar a figueira de formigas para desmobilizar a greve!

Wednesday, September 18, 2013

Dieta Dukan

É verdade, Brazil. Reticente que sempre fui, acabei me rendendo à famosa e atualmente pop dieta, depois de ler o livro semana passada.
Tenho diversos questionamentos e problemas com algumas coisas, porém, como queria algo que me desse uma motivação imediata, com resultados, resolvi iniciar, fazer a fase chamada de ataque (constituída por 5 dias de proteínas puras) desde segunda-feira. Caso alguém não conheça, resumidamente, na segunda fase, chamada cruzeiro, são permitidos apenas legumes e proteínas, na terceira fase chamada consolidação são permitidos 2 amidos na semana, 1 refeição 'de gala', 2 fatias de pão e uma porção de frutas ao dia. Grosso modo, é isso: muita proteína, e aos poucos a reinserção dos demais alimentos.
Eu aceitei fazer porque a dieta não controla quantidades e muita gente tem tido bons resultados com ela. E combinei comigo mesma que, caso não conseguisse, não tinha problema algum, mas que iria fazendo até onde desse.
Os primeiros dois dias certamente não foram de fome, mas foram de privação e certo enjoo, pois não costumo comer tanta proteína animal e sinto falta, surpreendentemente, dos legumes e frutas. Não senti falta de açucar e nem nada trash, mas senti falta do frescor dos legumes. Como são só cinco dias, não criei muito caso e fui fazendo.
Me pesei na farmácia segunda-feira, pois segundas não vou na academia. Mas terça de manhã me pesei lá para ser a balança da academia o meu parâmetro, e não gostei muito de ver que, de uma balança para a outra, eu estava 1kg mais gorda. Voltei na balança da farmácia, por teimosia, para ver o resultado. Não muito alentador, descobri que eu havia perdido apenas 200g e já estava no final do segundo dia.
Hoje minha repartição entrou em greve, e fiquei desde de manhã na praça com meus colegas. O sindicato nos deu um vale-almoço para um restaurante ali perto, que eu sabia, ia ser bem complicado de manter as proteínas permitidas e nada mais. Além disso, eu não queria que as pessoas que sentassem comigo estranhassem um prato cheio de carnes, e nada mais. Por isso, me servi de tabule, rabanetes, pepinos, folhas, arroz, feijão, e finalmente o meu grelhado. Fiz isso por ficar sem jeito e também porque estava desmotivada com as 200g.
Saindo de lá, fui na farmácia me pesar, apenas por desencargo, para decidir como continuar o dia de hoje. E lá estava o resultado bacana: 1,650g a menos! Em menos de três dias!
Subi correndo no mercado comprar mais iogurtes zero-tudo, pois vou continuar :)
Se alguém quiser ter acesso ao livro, eu tenho ele em PDF, basta me pedir. Nutricionalmente é uma dieta problemática para se cumprir ao longo das quatro fases, porém, no meu caso de anseio por um resultado rápido para motivar e acostumar o corpo a se disciplinar outra vez, me serve. Não pretendo, no entanto, me alimentar dessa forma, comendo tantas carnes, tantos laticínios 'zero', tantas coisas adoçadas e coloridas artificialmente, ao longo da minha vida. Tenho dúvidas e críticas a algumas passagens do livro, e compreendo as desconfianças dos demais profissionais da área, pois nem eu mesma me convenci de tudo que li. Mas estou testando uma fórmula diferente da que vinha utilizando, para retomar, mais que o peso, a disciplina necessária para a reeducação alimentar. E nesse caso, ela tem servido bem.

Monday, September 16, 2013

Billy e eu numa spring season

Cansado, descansando comigo na cama
Meus pais viajaram ontem e me coube a tarefa inglória de cuidar do cãozinho durante 20 dias. Tivemos um dia cheio de emoções para cachorro ontem, e de noite ele mal conseguia manter os olhinhos abertos. Apreciou meu blazer super tendência e lindeza como caminha.
Amanheceu chovendo hoje e o bichinho está virado num chapéu velho de tão despenteado e sujo, mas antes que seus rins explodam, preferimos que ele passeie (ele concorda).
Vai ser divertido!

Desmoralizando meu forro de cetim e estampas de coração

Thursday, September 12, 2013

A indignidade do chefe

Zippy boss teve dentista hoje a tarde e, segundo me relatou na volta, restaurou uma obturação funda. Como era funda, anestesiaram a boca dele por dentro e neste momento ele ostenta uma carranca horripilante em que um lado pende mais que o outro de todo o rosto.
Acho que ele deveria ir para casa, mas tive medo de sugerir. Apenas lhe disse para evitar ficar falando que isso me dava medo.

Quando pensa que não..

Setembro pelo jeito é o mês que as pessoas decidem iniciar seus 'Projeto Verão', porque a cadimia anda especialmente cheia desde então. Nessa semana não estou malhando, apenas fazendo esteira, abdominal e alongamento, porque estou sentindo uma dorzinha num músculo importante (que jamais saberei o nome para lhes dizer, mas minha coxa direita tem fisgado a depender do esforço), então estou taking easy com ela.
Hoje de manhã fui fazer minha esteira e, ao acabar, noto mais dois alunos, aparentemente dois amigos, fazendo esteira e conversando. Pela minha experiência, eles são o tipo que financia a estrutura da academia para quem malha de verdade, porque todo setembro vem gente em duplas pensando que assim vai se motivar pagar a matrícula e a musculação. Eles conversavam o tempo todo na esteira.
Um deles, o mais gatinho, ficou bem em frente de mim quando sentei na máquina de abdominais. Mas o mais importante, Brazil, é que ele ficou me-o-lhan-do! Não com curiosidade, inveja ou por distração, mas com interesse, porque sou bocó mas nem tanto. Conquistei um admirador na academia! E ele é gordinho! :)
Ele não é gordão, nem decadente: é como eu, gordinho. Deve ser sedentário, como eu. Certamente não é como o ecossistema local da academia porque, além de não ter o corpo do ecossistema local e não se vestir como o ecossistema local (ele usava uma roupa de praticar exercícios de gente normal), ele não teve vergonha de ficar me olhando. E o ecossistema local, além de não se interessar por mim, intrusa que sou, se se interessasse jamais demonstraria, pois isso aparentemente faz parte do comportamento do ecossistema local conforme consigo acompanhar da minha esteira. 
Daí nisso fico refletindo em how times change, não só estou há meses fazendo academia como inclusive paquerei hoje! Porque sim, intrusa que sou no ecossistema local, olhei de volta e correspondi!
Cuidarei de ir exatamente no mesmo horário amanhã. 

Ir para o Uruguai é infinitamente mais barato que ir para o Peru

Além do aéreo ser um só e ser mais perto, além disso tudo, uma cotação jogando todos os valores para o alto, incluindo passeio em vinícola (pus o preço mais alto), mergulho com lobos marinhos, traslados entre Montevideo, Colonia e Punta del Este, ainda assim, e jogando um orçamento de R$500 só para eu me alimentar... São R$2360, contra os R$5mil do Peru.
Pesa nesse momento o preço, mas pesa também o fato de que só nas férias eu teria dinheiro para ir para o Peru, só nas férias eu teria tempo para ficar no Peru, e no Uruguai isso é menos difícil. Pesa, por outro lado, o fato de querer descansar nas férias, e Uruguai ser mais 'descansante' do que o Peru. 
Os dois roteiros e orçamentos estão montados. Juro que não montarei mais nenhum, e só volto a mexer nisso lá em janeiro, quando as férias estarão marcadas e eu terei que decidir.
Os depoimentos de Bah e Inaie me ajudaram muito a pender o coração pelo Peru, então agora pergunto: alguém tem depoimento sobre suas férias no Uruguai?
Ok, parei de falar disso!

Wednesday, September 11, 2013

Historietas da galera do café

Se assistir comédia romântica já é, para mim, insuportável, ivaginem o meu desespero quando, ao ir comer um sanduíche na salinha do café, está passando Sessão da Tarde e, empolgado com a visão de Julia Roberts, um coleguinha me confessa que seu filme predileto é Uma Linda Mulher. 
Para piorar, ele passa a me descrever todo um filme chamado Amor a Primeira Vista, cujo enredo causa tanto arrepio quanto o título, numa história considerada por ele interessantíssima, em que um casal leva um ano para ficar juntos e a cena final é – pasmem! - o casal se beijando e se entendendo.

Ainda bem que daqui a uma semana estarei de greve e na volta ninguém deve muito me olhar na cara. O sanduíche desceu quadrado com esse relato no meio dele... 

I'm trying a little bit harder

Senta que lá vem a história.

Eu já escrevi esse post de diversas formas, e nunca terminei ou cheguei a publicar, porque nele contém uma confissão que, ao torná-la pública, me deixará ainda mais envergonhada. E eu enrolei mais de dois meses sem falar disso, porque esperava um dia feito hoje para poder contar que as coisas estão melhorando.

Houve um dia em que meu cartão de crédito estourou o limite, nesse ano. Não porque eu havia comprado demais, mas porque eu havia comprado R$540,00 de lentes de contato no mesmo mês em que havia trocado o óleo do carro e outras coisinhas um pouco mais dispendiosas. Naquela noite, intrigada com o fato, fui revisar minha fatura pelo internet banking, descobri o porquê do limite ter estourado (e fiquei aliviada, pois em outros momentos já fui freak de cartão de crédito) e ao mesmo tempo, perplexa com outro gasto, que complementara a minha chegada ao limite: comida. Comida que como fora, comida que como em casa mas compro fora, comida que mandei entregar em casa. A confissão é a seguinte: meu aluguel custa R$590. Eu gasto mais que isso comendo - fora o vale-alimentação.

De posse dessa informação, várias coisas eu analisei. A primeira é que é realmente uma sorte e um metabolismo muito bom que me leva a não ser obesa, a segunda é que esse dinheiro estava me fazendo falta, a terceira é que isso tinha de parar. E eu precisava cortar esse mal pela raiz. Naquele momento, foi fácil, afinal, eu não tinha limite no cartão de crédito, mas e depois?

Foi mais ou menos por ali que eu defendi minha dissertação e voltei um pouco à vida. Não reconheci em mim mesma aquela casa cheia de embalagens de pizza delivery, chegando noite após noite, enquanto minha vontade de fazer um queijo-quente era minúscula. Eu não cozinhava mais, sempre cansada e sem ânimo, e estava novamente almoçando no restaurante morte-lenta da repartição ou na padaria meia-bomba da esquina. Decidi que a primeira coisa que precisava resolver era essa má vontade de cozinhar. E passei a reler o blogue mais inspirador que já vi nessa vida, desde o início, os primeiros históricos, em que Ana se dá ao trabalho de dialogar com seus amigos adeptos do delivery, pessoas com quem eu nunca me identificara, mas em quem eu havia me tornado.

Então faz cerca de dois meses que eu voltei a cozinhar. Saíram novidades e coisas antigas, mas diariamente o meu almoço voltou a ser fabricado por mim. Eu havia novamente resgatado o encanto que sentia pelo hábito de cozinhar, e estava parcialmente resolvido meu problema financeiro: sem mais passadinhas na padaria meia-bomba, no restaurante morte-lenta da repartição, no Subway ou outra pizza delivery.

Daí que me restou aqueles momentos incríveis, mágicos, diferentes das passadas quando, cansada demais, eu resolvia comer um lanche. Eram as noites de rodízio de sushi, ou mesmo sem rodízio, em que eu ia, sozinha ou acompanhada, devorar os sashimis que eu amo.

Daí que nos mesmos dois meses atrás, eu determinei a mim mesma que não comeria mais sozinha nos meus restaurantes preferidos. Caso eu não tivesse companhia, não iria. Ataquei, assim, as fugidas sozinha que estava dando no domingo à noite quando, indisposta para cozinhar, tratava de comer sushi no shopping. 

Restaram só as saídas acompanhada, que eu passei a restringir dentro do mês, e que consegui cumprir no mês passado, e até então, estou cumprindo neste.

Mesmo assim, em dias de desorganização, eu paro em algum lugar e como alguma coisa rápido. Odeio o meu almoço de domingo: esfihas do Habib's, a única coisa aberta e perto de onde estava. Me dá nojinho de lembrar, e pagarei com raiva quando a fatura do cartão chegar. 

Daí que preciso agora ir para um patamar ainda mais hard de eliminação dessa comida toda fora, e passar a levar comigo, para todos os lugares, a minha própria comida. Domingo eu poderia ter comido um sanduíche feito por mim mesma, e teria sido bem melhor. Para a repartição eu sempre trago lanches, mas eventualmente eu quero uma sobremesa, e desço até a lanchonete atrás disso. Preciso providenciar minhas próprias sobremesas. Não posso mais esquecer do lanchinho e trazer só o almoço. Nas minhas reuniões semanais de quinta, eu não devo mais mandar chamar uma pizza. 

Isso vai dar trabalho, mas vai custar menos dinheiro, e vai ser muito melhor que o que eu venho comendo por aí, nesses dias corridos. Eu amo comida demais para tratá-la como algo banal, e ingerir Bibsfiha como se fosse algo bom. Meu bolso, espero, agradecerá. Oremos!

Coisas que me engasgam e nem são problema meu

É a minha priminha que não tem nem dois aninhos de idade tentar tirar a sua botinha e absolutamente todos os adultos falarem para ela não fazê-lo, que sua mãe já estava vindo e ela ia apanhar.
A criança nem falar sabe. Desconfio que ainda falte uns dentes naquela boca. Mas todo mundo mete medo nela a) da mãe e b) de apanhar.
Essa mesma priminha, uns três meses antes, mascava um pastel de carne moída (ainda mais longe dos dois aninhos) e tomava uma Coca. Nem falar sabe, falta dentes naquela boca.
Mas os que ela tem, são lavados de Coca Cola em dia de festa.
Mais um motivo pelo qual não posso ter filhos: vou ter que romper com a família, porque se disserem para o bebê ter medo de apanhar de mim, servirem uma Coca e um pastel antes sequer da criança ter todos os dentes na boca, i'm gonna freak out total.

Tuesday, September 10, 2013

As férias no Uruguai também estão se tornando reais

Sim, eu sou assim, confusa! Hoje à tarde pretendo me dedicar a montar um roteiro de 10 dias no Uruguai também, que tende a custar mais barato no aéreo (inclusive porque seria apenas um), para poder decidir na hora H para onde vou. 
E vou tentar não montar um terceiro roteiro, mas não prometo conseguir, apenas tentar.


Tonterías

Ontem de manhã no chuveiro enquanto eu pensava em pessoa X e lavava o rosto com o sabonete líquido, entrou sabonete no nariz e eu me engasguei.
Pois não é que de noite, pensando na mesma pessoa, lavando o mesmo rosto com o mesmo sabonete, eu engasguei de novo?!
Nem peguei ainda e já fiquei no prejuízo!

Monday, September 09, 2013

As férias no Peru estão se tornando reais

Depois de falar sobre a minha indecisão de férias, passei o final de semana in-tei-ri-nho estudando um roteiro decente para minhas férias no Peru. Li absolutamente tudo que pude encontrar sobre o assunto nessa internet vasta, e comecei a delinear meu plano mais claramente.
Atualmente ele consiste numa viagem de dez dias, entre os dias 21 e 31 de março, sendo a primeira parte em Lima, a segunda na região do Vale Sagrado, Machu Picchu e etc. Fiz diversas simulações e cotações em agências peruanas, li os depoimentos, cotei passagens aéreas de tudo que foi jeito, tomei depoimentos de pessoas que já foram e em quem confio, e nesse exato momento a brincadeira entre passagens, passeios, diversos ingressos, hospedagem, alimentação e traslados ficou em R$4200. Bem mais caro do que imaginei, mas pagável e possível dentro de seis meses. Não abro mão do número de dias, nem de nenhuma das coisas que listei para fazer, porque já estou fazendo o mínimo aceitável considerando tudo que tem para ver (e não quero fazer aqueles passeios ‘viu, tá visto’ tão comuns nas agências). E esse valor tende a ser maior ainda, se considerar que não estão inclusos pelo menos um passeio (que ainda estou esperando a confirmação do valor) e que eu vou, God, com certeza, eu vou fazer compras – lã peruana linda virá para casa!
Tudo aquilo que eu encontrei os valores pela internet eu joguei para cima, arredondei para ‘pior’, e mesmo assim, no pior dos cenários, é mais barato que dez dias na Europa (mesmo com ofertas lindas de hospedagem, que pretendo um dia aceitar!). Convidei meu melhor amigo para ir junto, mas ele pensa que não terá férias até lá, e assim tudo indica que minha estréia no mundo das viagens solita será nestas férias!
Minhas férias são confirmadas pela repartição com 45 dias de antecedência – será neste momento que confirmarei todos os pagamentos e reservas. Tempo suficiente para eu encontrar vagas nas hospedagens e passeios que listei. A ‘indenização’ de férias chega alguns dias antes, mas a intenção é pagar algumas coisas com antecedência, como os aéreos e aquilo que puder comprar antes.  As férias cobrem com facilidade os R$4200 iniciais. Se eu finalmente for uma pessoa disciplinada financeiramente, posso ter juntado alguns soles (moeda peruana) até lá, seria legal, hein?

De posse da informação que posso fazer a viagem e posso pagá-la, me resta decidir 45 dias antes. Mas agora está mais definido que sim! Peru, aí vou eu!

Filme: Flores Raras

Vi esse filme segunda-feira passada no cinema. Me parece que está já fora de cartaz por esses dias, então, recomendo que quem saiba onde baixar, baixe, ou espere para poder assistir. Sério: assistam.
O filme é lindo, de uma beleza impressionante, de uma qualidade cênica, de fotografia, de trilha sonora, de atuação, que nunca vi igual em filme brasileiro. É o filme nacional mais belo que já vi.
A história de Bishop e Lota era para mim completamente desconhecida, mas fiquei toda empolgada para ler as poesias da primeira. É a história de pessoas que viveram na nata da sociedade da época, cheia de referências elitistas, conservadoras (como toda boa elite), mas também de muita vanguarda sobre a questão da homossexualidade.
Prova que desde a década de 1950, para ser gay sem ser importunado, você precisa ser rico. Assim estará relativamente mais protegido (embora não totalmente) das violências que assombram os homossexuais nas ruas, nas escolas e nos locais de trabalho.
Mas além disso, fala de duas mulheres de diferentes temperamentos, mas igualmente geniosas, bem-sucedidas em suas carreiras, esperando muito da outra, e tentando fazer impor sua vontade. E com a individualidade muito bem resolvida, obrigada.
Além disso, mostra Gloria Pires numa atuação tão tocante como nunca a imaginei. As atrizes se entregam às cenas e fazem lindos diálogos, impressionantes e que mexem com quem assiste do outro lado.
Fiquei dias pensando no filme e ainda não o processei completamente, de tão lindo que é. AS-SIS-TAM!

Saturday, September 07, 2013

A permanente convenção das bruxas daqui de casa

Alguém sugere nomes?
Não sei se foi proposital ou ao acaso, mas ganhei de mamis três bruxinhas de viagens que ela fez. Numa delas, lembro de ter comentado que na Bélgica era uma espécie de superstição, que traria bons augúrios colocar bruxinhas na porta de casa. Eu ganhei as minhas três, achei bonitas e guardei no baú, para o dia em que tivesse minha casa.
Casas e mais casas passaram antes que eu me lembrasse delas. Mas como eu havia decidido abrir e desvendar os mistérios de meu baú, desencavei elas de lá umas semanas atrás. Uma, a do meio, tinha um cordãozinho de tecido, as outras cordinhas de nylon. Eu tinha um ganchinho logo na entrada de casa, peguei a que tinha corda de tecido e pendurei, enquanto pensava em fazer cordas de tecido para as demais.
Mas hoje, sábado à noite, 23h45, encasquetei em mexer no baú. E ao me deparar com elas, pensei que mesmo de cordão de nylon, eu deveria pendurar logo. Lá fui eu arrumar inimizade com os vizinhos, pregando dois preguinhos na parede essa hora da noite. Sorte que não precisavam ficar muito fundos.
Fiquei uns bons minutos pensando engenharias para amarrar os cordões de modos a que as três ficassem de frente para a entrada de casa, quando parei e pensei: como assim, as três viradas para a frente? Elas são bruxas! São autônomas! Devem mais é ficar viradas, brigarem entre elas, olharem cada hora para um lado. E foi assim que desencanei e deixei-as assim, anárquicas, em eterna convenção das bruxas.
Gostei!

Friday, September 06, 2013

Minha talvez última orientação

O Orientador e eu nos encontramos ontem para eu contar as fofocas de como foi minha defesa. Relatei com base em minhas anotações, peguei todos os textos que tencionava ler para fazer as correções e fui toda preparada para uma orientação...
Mas das duas coisas que me sugeriram fazer, mais alguns comentários da banca, ele me respondeu simplesmente que 'pesquisadores experientes também falam merda', e que eu deveria me concentrar em dar o último verniz e mandar ver.
Que ele assinaria qualquer versão final que eu escrevesse, mas, recomendava que eu não me envolvesse em temas que não vinham ao caso àquela altura do campeonato. 
E que certamente, a essa altura, não lerá nem fará correções.
Sabem aqueles textos todos? Juntei tudo e deixei na pilha do clutter. Era a orientação que eu precisava para fechar e finalmente entender meu objeto, me tirou 10kg de peso de consciência das costas e ficar em paz para terminar o melhor possível o que já foi!

Uma eterna indecisa, tentando decidir

Uma resolução de Ano Novo é que eu planejaria as minhas férias de 2014 com calma em 2013. Estamos em 06 de setembro, você fez isso? Nem eu!
Mas nem tudo está perdido: tenciono tirar férias em final de março, e isso me dá seis meses para deixar as coisas organizadas. Meu plano inicial era ir para NY, mas considerei que precisaria juntar mais dinheiro do que serei capaz até março, além de ainda não ter tirado o visto. Daí passei a me concentrar em roteiros menos caros, com menos burocracia, e foi difícil (está sendo) resolver.
A primeira ideia que me veio foi de conhecer o Peru; mas sabe quando não te seduz do jeito que deveria? Sei que chegando lá vai ser incrível, mas não consigo me empolgar da mesma forma que tenho me empolgado para ir para NY, Bangcok, Toquio, México... Todos destinos mais caros. Seriam possíveis em seis meses, mas seriam destinos em que eu ficaria fazendo muita economia, tentando esticar cada R$20, e eu não gosto de viajar assim, se puder escolher (se não puder escolher vou assim mesmo).
Daí que resolvi me concentrar em conhecer algum país aqui mais perto. Conhecer um país, e assim o diabinho que sempre me quer em Buenos Aires saiu e foi chorar ali no cantinho. Fortalece a viagem ao Peru.
Ao mesmo tempo, fortalece um país que conheci superficialmente: o Uruguai. As principais cidades uruguaias são mais do jeito que estou idealizando minha viagem de férias: sol, cidade bonita, comida boa, praia... E porque não uma passadinha em Buenos Aires de barco né?
Mas aí pensei: é tão baratinho ir para Montevideo, eu posso fazer um feriado e ir qualquer hora dessas. Vou encontrar outra capital. La Paz? Nenhuma vontade ou referência no momento... Bogotá? Seria legal, mas entre Bogotá e Lima, prefiro Lima.
Lima, de novo. Lima e obviamente, Macchu Picchu. Com o plus de saber que, caso eu mude de ideia, Montevideo estará ali me esperando. Mais barata e acessível. Pronto, fiquei mais tranquila.
A decisão desse momento (e pode mudar muito nesses seis meses) é que vou para Lima e depois para a serra e a cidade histórica. Havia pensado em passar dez dias, mas resolvi que quero quinze. O final vai ser Macchu Picchu, porque como vou em finais de março, a chance de chover muito é menor.
A passagem aérea custará caro. O translado entre as cidades (aéreo) custará razoavelmente caro. A hospedagem será barata, ao menos em Lima. Mas ainda que caro, no máximo a metade de um aéreo até Paris, com a vantagem de hospedagem mais barata. Pagável. Haverá conforto na viagem, ainda que não esbanjamento (tudo bem).
Daí que questiono minha dileta audiência: algum de vocês já foi para o Peru? Quer me dar dicas? Quer me ajudar a pensar como fazer, tem alguma coisa importante a me dizer? 
Estou fazendo uma lista e meu cronograma de planejamento da viagem. Interessados nele ou não, postarei!
:)

Thursday, September 05, 2013

Eu odeio!

Eu odeio o fato de me tornar refém dos profissionais por algum detalhe muito específico que eles possuem e por causa disso precisar fazer malabarismos geográficos de todo o tipo para obter aquilo que preciso.
Eu já havia me mudado de Gothan há mais de cinco anos quando continuava fazendo minhas unhas com a Ivonete, que residia em minha antiga rua (e que mesmo em Gothan ficava a bons 20min de distância de carro) e parece ser a única a conseguir não arrancar sangue das minhas cutículas. Quando Luana, minha depiladora de mais de três anos (que fica na Trindade, e pela qual eu saía de Canasvieiras para fazer o serviço), foi embora do salão sem deixar o telefone, fiquei feito barata-tonta até me entender dois anos depois com a Elisângela, novamente em Gothan, que também foi embora sem deixar o telefone.
E quando o assunto é comida, fica tudo pior ainda. E a única doceira confiável que eu tinha por aqui, Dani, resolveu que não quer mais trabalhar com isso, me deixando irremediavelmente órfã de seus cupcakes confeitados de pasta americana e recheio de limão. Isso sem nem entrar no mérito das quiches de frango e as empadas de camarão da Vera, que numa atitude de péssimo gosto, se mudou para o Rio de Janeiro e me deixou assim, sem alternativa.
Porque eu não posso ser daquelas pessoas que acha o que procura em qualquer esquina? Porque Brazil, porque? 

Wednesday, September 04, 2013

Jamie está viajando

Quem é freak pelo mundo foodie acompanhou as declarações polêmicas de Jamie Oliver sobre os pobres da Inglaterra e sua alimentação. O Revolução na Cozinha (tanto o livro quanto a série) me agradava muito, porque trazia as técnicas mais básicas e ajudava bastante quando eu ainda não havia muita experiência em montar um cardápio semanal. Isso para mim está longe de ser uma revolução, mas enfim. As denúncias que ele fazia eram importantes, e haviam diversos conhecimentos também importantes para repassar.
Daí para um programa de refeições feitas em 15 minutos com carne de siri, gergelim, multiprocessador e outras facilidades bastante caras, o abismo vai aumentando.
Porque convenhamos, que as refeições ficam prontas em 15min e são gostosas, mas convenhamos - falar mal de pobre e divulgar na fucking TV receitas feitas em multiprocessador (eu não sei na Inglaterra, mas aqui o mais barato não sai por menos de 100 merréis) é alittle contraditório para mim.
Me fez lembrar aquele documentário das crianças gordinhas, que todo mundo tem assistido e me falha a memória agora do nome. Porque muita gente fica com raiva das mães das crianças, por não negarem refrigerante ou açúcar às suas crianças. Mas ninguém se pergunta de onde vem essa escolha, e ela é, na minha opinião, cada vez menos uma escolha, e mais uma falta de escolha.
Porque eu assisto GNT, compro os livros da Nigella, e chafurdo na internet o dia inteiro em sites sobre comida. E sinto o gosto de maizena em café metido a francês em Florianópolis, sei quando a farinha foi branqueada em excesso, quando o folhado foi feito com gordura hidrogenada, e o brigadeiro levou chocolate a 55% de cacau. Isso tudo, mais o meu salário, mais o meu vale alimentação, provavelmente me levariam a servir brigadeiros de caramelo orgânico na festa de um filho (caso eu fosse ter), e com certeza absoluta nenhum refrigerante.
Mas eu abro macarrão no braço e não sou critério para ninguém. Se eu fosse uma jovem mãe de 19 anos (muito comum no Brasil), não tivesse acesso à internet tão facilitado ou ao GNT da vida, eu iria no mercado, veria que a Trakinas promete ferro e cálcio e compraria para o bebê. E daria fórmula para meu filho tomar, achando melhor que meu leite. E mais: sem esse quiproquó de orgânicos, eu compraria as maçãs mais lustrosas e vermelhas da feira, aquelas bem cheias de corante, para dar ao meu filho o melhor.
Eu talvez, se fosse essa moça, não trabalhasse apenas 6h por dia, e ao final de uma jornada extenuante, não estaria saltitante de curiosidade e vontade de tentar um prato novo. Eu teria microondas em casa e aqueceria lá minha lasagne. Compraria suco de caixinha, acreditando nas vitaminas e no 'integral' que diz o rótulo, e acreditaria que estou fazendo o melhor. Sim, eu faria isso!
E mesmo que eu soubesse que a massa caseira da Barilla é além de mais saborosa, menos cheia de porcarias, eu compraria da Isabela mesmo, sabem? Porque é bem mais barato.
E caso algum dia eu fosse assistir toda animada a série sobre refeições em 15min do Jamie Oliver, e ele usasse limão siciliano, carne de siri, panela de bambu e multiprocessador... Eu ia lá fazer um miojo.
Acho muito, muito feio falar de orgânicos, de processos mais saudáveis e naturais como se isso fosse simplesmente uma escolha. E que essa escolha está ao alcance de todos. 
Sério mesmo - considerando a luta que é para o agricultor ser certificado como orgânico, sem utilizar de processos químicos que facilitariam muito sua lavoura, concorrendo com os oligarcas do agronegócio (Cultrale mandou beijinhos de laranja envenenada), os preços das coisas são caras. Terrivelmente caras. Uma família de quatro pessoas, para comer frango orgânico durante o mês, vai gastar talvez R$200 por isso. Ou, no caso, não vai gastar. A não ser a família da Giovanna Antonelli, que já contou na Boa Forma que tem um sítio para garantir seus próprios orgânicos - como você não pensou nisso antes, hein?
De mais a mais, quem é que está massivamente falando de alimentação de qualidade nos dias de hoje em qualquer veículo de comunicação? As propagandas vendem, numa só embalagem brilhante e colorida, vitaminas, sabor e tempo. Tempo que você não gastará fazendo a sua massa de pizza. A receita do Nonno já foi feita ali pela Perdigão.
Eu juro que duvido e penso, mesmo, que não existe nenhuma família por aí que saiba o que está fazendo quando compra o iogurte rosa pink fluorescente (como fosse morango). Eu tenho certeza que nenhum pai escolhe morango pensando: oba, corante pras criança!
E acho que na Inglaterra, essas coisas não devem ser assim tão diferentes. Daí vem um superstar elitista falar mal daquilo que desconhece e culpabilizar as famílias pobres.
Tem dó.

Checklist de setembro

No final do mês vou fazer de novo a revisão trimestral das resoluções de Ano Novo, e por isso resolvi turbinar um pouco mais a minha lista, comparando-a àquilo que me propus para esse ano, vendo o que falta, etc.

- escrever a versão final da dissertação;
- não gastar nada fora do planejamento;
- revisar o conteúdo de meu baú (guardo em casa);
- jogar fora tudo que estiver com a validade vencida;
- anotar todos os meus gastos;
- refazer minha dieta (andei lendo muito sobre o assunto e quero revisar o princípio dela);
- aumentar meus dias de academia para quatro por semana;
- ler o livro que peguei emprestado e devolver.

Locomotiva alcoólica

De uma pessoa que praticamente não bebe passei, nos últimos sete dias, a pessoa que precisa parar. Depois de jantar com sete garrafas de vinhos (para três pessoas, não me julguem), na noite seguinte resolvi comer tortillas com guacamole e cerveja em casa. Disso para levantar e receber um convite para ir no Samba do Noel e aceitar foram menos de 12h. Disso para ir trôpega dar um cochilo, fazer minha toalete de festa na maior preguiça e ir para casa de uma amiga mal intencionada tomar duzentos drinks de todas as frutas do mundo nem deu 3h. E dali para chegar na night sem nem saber que horas eram e me surpreender quando me mandaram embora casa, que estava fechando...não sei contabilizar as horas.
Aliás, a impressão que tive foi que não fiquei nem 1h lá dentro, e conversei só um pouquinho com umas pessoas, e já era hora de ir embora.
Na hora de ir embora, fui de carona até onde tinha deixado o carro, entrei para comer antes de voltar para casa e não entendi, juro que não entendi quando vi a claridade lá fora. Fechei as cortinas, fiz uma montanha de travesseiros e cobertas para esconder a claridade que passava, mesmo filtrada, e tentei dormir. O dia inteiro.
Amargando outra rebordosa, mas essa sim frenética, violenta, de um fígado que se ressente de tanto álcool quando está habituado a nenhum, passei o dia fraquejando e terminei a noite com uns goles de vinho, que me ajudaram a superar o fim da ressaca.
Ah, a segunda! O maravilhoso recomeço! 
Teria sido lindo, se eu não tivesse resolvido ir no cinema (Flores Raras, adorei), comer sushi e... tomar Heinekens para acompanhar.
Ontem só lembrei quando já estava na hora que havia marcado uma cerveja aqui perto de casa. Uma cerveja é eufemismo para enxugar dezenas de copos.
Mas hoje não. Hoje prometo que serei abstêmia e caseira, como costumo ser habitualmente.
Oremos.

Tuesday, September 03, 2013

Eu nunca pensei que esse dia fosse chegar,

Mas hoje, enquanto fazia minha série de musculação, fiz calos nas mãos e refleti: preciso comprar uma luvinha para fazer academia.
Daí que já fiquei rindo por dentro, imaginando eu, toda gordinha and nada parecida com o ecossistema local da cadimia, usando luvinha de musculação.
Mas calejar a mão é pior, né Brazil?

Monday, September 02, 2013

Checklist mensal

O mês foi longo e cheio de atividades, cheio de viagens, cheio de coisas. Se você me perguntar o que fiz, te digo que me diverti horrores, não cumpri quase nenhuma das minhas obrigações e é isso, beijos. Não estou orgulhosa, mas estou compreensiva, o mês de julho havia sido complicado!

- renovar minha CNH - semi-checked. Dei entrada, mas até agora não fiz o exame médico;
- escrever versão final da dissertação - pfff. Sequer busquei os livros ainda;
- colar postais na geladeira - checked. Mas mudei de ideia e fiz uma parede de postais;
- fazer uma dieta detox - checked.
- não pedir comida pelo telefone nenhuma vez - palmas! Nenhuma vez!
- não gastar nada fora do planejamento - unchecked. Comprei duas blusas, dois anéis, um bracelete, uma botinha...
- perder 2kg  - preciso me pesar novamente, porém há 10 dias atrás já havia perdido 1,5kg.

Acho que arrumei um inimigo

Hoje quando eu cheguei na repartição, apertei o botão de subir e fiquei ali esperando um dos cinco elevadores chegar no 2. Na minha frente, um homem com um carrinho desses de supermercado, carregando objetos de correio interno. Quando o elevador chegou, ele manobrou e já ia indo embora sem me ver.
Eu tentei entrar, segurar o elevador, e nisso ele me viu e pôs o braço entre as portas para pará-las. Avisei-o para não fazer mais isso, que nem sempre o sensor funcionava, e antes mesmo de entrar direito, apertei o 5.
Foi quando notei que ele já havia apertado o 1, e com isso, o elevador ia descer. Pedi desculpas e deixei-o ir embora, para poder chamar outro elevador.
Nisso, o mostrador me mostra a seta do elevador dele subindo, até o quinto andar, sem mim, antes de descer ao 1.
E eu ali fora, esperando o outro elevador.
Quanto você me xingaria por isso?

Sunday, September 01, 2013

É oficial

Por mais que eu goste de complicar a minha própria vida e se puder fazer algo ser difícil, sempre o farei, não poderei aplicar mais essa linha em minha agitada vida sentimental. A R$500 o aéreo ali para sumpólo, como posso querer arrumar namorado carioca, nordestino, nortista, gringo?
Não vai dar, Brazil!
Daí que isso me deixa meio desalentada, porque ser solteira em Flores é amargar num deserto de loiras lindas e muito menos exigentes que eu, que se submetem a ir na quartaneja e fazem muito mais academia. 
Eu eventualmente desconfiava disso, achava provável, mas agora é quase que oficial que morrerei solteira, a não ser que me mude daqui antes, ou o preço das passagens baixe outra vez.

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