Total Pageviews

Sunday, August 25, 2013

Segundo dia da viagem: Praia de Pipa

No meu segundo dia em Natal, acordei muito cedo para estar em Ponta Negra 7h40 e partir para o passeio. Na tarde anterior, passeando pela orla, muitas pessoas me abordaram oferecendo passeios de todos os tipos, haviam agências e diversos cartazes por ali também.
Me chamou a atenção o anúncio que comprei de que o passeio para Pipa saía por R$35,00. Achei muito razoável e fui lá conhecer o itinerário. Não vou poder dizer o nome do local porque acabei jogando fora o papelzinho, mas logo depois do restaurante Mango, na orla de Ponta Negra, ficava um pequeno imóvel, um standzinho mesmo, que vendia diversos passeios. Eu paguei em cartão de crédito, mas foi numa lojinha ao lado do mesmo restaurante Mango chamada Rei do Cangaço (vou falar disso mais adiante que comi nela). Aliás, isso foi algo curioso: em todos os locais por onde fui - dos turísticos - as pessoas tentaram me fazer pagar no cartão de débito. Quando percebiam que por isso eu deixaria de comprar, aí autorizavam que eu pagasse no crédito. Não entendi porque até onde sei, o tempo para receber é mais ou menos o mesmo. Enfim.
Meu passeio seria numa van com 16 pessoas, iríamos ter duas paradas grandes de cerca de 2h para poder apreciar as praias. Nosso motorista fez as vezes de guia e foi muito gente boa. 
Primeiro fizemos muito mais paradas que isso. A primeira foi ainda em Natal, perto da base da FAB para a gente poder bater fotos (não bati, só desci para conhecer). A segunda foi em Pirangi, onde a gente conheceu o 'maior cajueiro do mundo'. Para visitar a parte de baixo do cajueiro, você paga um ingresso de R$5,00 e lá dentro tem passarelas de madeira por cima dos troncos do cajueiro e sob sua copa. Fiquei tentando descobrir 'o golpe', ver onde havia outro cajueiro, porque não conseguia acreditar que um único cajueiro ramificasse daquele jeito! Também tem um pequeno mirante, e dá para vê-lo de cima - a copa é bem fechada e não se vê muito mais que as folhas. No entorno do cajueiro, existem lojinhas de artesanato e coisas do tipo. Segundo nosso guia, a associação de moradores administra esse 'complexo' - o que me deixou mais feliz em pagar o ingresso. A maioria do pessoal da minha van não foi, achou o ingresso caro.
Um pedaço do cajueiro e a estrutura para passar por ele
Dali, partimos para nosso primeiro destino de praia - Tibau do Sul. Chegando ali, um outro guia, amigo de nosso guia original, nos ofereceu um passeio de lancha para vermos golfinhos, passarmos pelo mangue, tomar banho de lama e mergulhar perto de uma ilha. De novo, queriam que eu pagasse no débito, mas aceitaram no fim que eu pagasse no crédito. Também ali já estava esquematizado a barraca em que ficaríamos e a gente encomendou o almoço antes de sair. Nosso guia e motorista da lancha era também muito simpático e solícito. A gente viu diversos golfinhos, muito de pertinho, mas imaginem que não há muitas fotos interessantes, porque é tudo muito rápido. De lá, fomos para o mangue e eu tomei meu banho de lama - que fedia a óleo de barco. De lá para o último mergulho e cerca de 1h a gente estava de volta. Esse passeio custou novamente R$35,00 e eu achei ótimo. Meu almoço, na barraca Arco Iris, foi uma moqueca de peixe bem servida e gostosa, e me custou acho que R$28,00. 
Um lance da praia de Tibau do Sul...
Como uma boa turista, cheia de lama fedida
Dali, nossa próxima parada foi Pipa de fato, com mais 2h de parada. Dessa vez não topei nenhum passeio e fui caminhar pela praia, e depois ficar no sol e na areia. Quando entrei no mar, me chamou a atenção a quantidade de pedras/conchas no chão até bem fundo! Machuca, viu?
Essa parte não foi tão interessante, mas quem reclama de ficar 2h na praia? Não eu. Dali, nós ainda paramos em alguns pontos estratégicos para ter essas vistas maravilhosas, impressionantes lá de baixo. E isso com certeza é o que tem de mais bonito das praias que conheci. Essas vistas de cima, as cores, as pedras, falésias são totalmente diferentes de tudo que já vi. De ficar lá embaixo, na areia, achei que me dou melhor com as minhas mesmo.
Parte de meus amigos de passeio contra a vista
Um arco-íris de cores naturais
Nossa última parada seria ainda em algum lugar que vende artesanato, mas no meio do caminho havia um posto da Polícia Rodoviária Federal. E nós passamos mais de 1h lá, vimos anoitecer e nosso passeio estragou. Fail. 
Me parece que este post está comprido sem o relato do caso policial, então vou terminar e deixar isso para outro post, sozinho.
Considerei o passeio ótimo, agradável, mas fiquei pensando que existe uma rede muito fechadinha para pescar os turistas. Quem quiser fazer as coisas com mais autonomia pode se sentir irritado, porque o guia te leva em determinados locais, com determinados estabelecimentos e outros colegas, tudo dentro do mesmo esquema que parece ser majoritário. A mim nesse contexto não incomodou, pois fui sozinha e preferia não precisar escolher. Me poupou o dilema. Mas entendo se você for outro dia em amigos ou família e dizer que se sentiu incomodado com esses 'esquemas' todos. Em outras situações eu também me sentiria.
Cheguei em casa já quase 19h, depois de um dia muito animado. Meu grupo era ótimo, de pessoas divertidas e que cuidaram de mim que estava sozinha. As pessoas nos atenderam sempre bem, sempre dispostas a conversar e nos ajudar. 
Adorei!



Passeando com os amigos de grupo!

2 comments:

Cristiano said...

Esse cajueiro é famoso, neh?

Gostei da foto das diferentes cores. Olhos de turista repara cada detalhe!!

:P

Bah said...

Esse cajueiro é daquele que a Regina casé já falou no programa que passava na Globo ou é impressão minha?

Adorei esse passeio, mas eu fiquei curiosa com o prato de comida! Precisa tirar pra fazer a gente aqui passar mais vontade uahauahua

Kisu!

Blog Archive