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Wednesday, July 03, 2013

A Banca

Hoje para já ir sentindo o clima de minha possível banca, fui assistir à defesa de um colega meu, na qual meu orientador estaria. As boas notícias são que as coisas que ele falou para meu amigo na banca, eu não fiz – pequenos erros e imprecisões. A segunda boa notícia é que ele não vai mesmo para minha banca, porque se falasse comigo como falou com ele, eu iria chorar no banheiro. Não que estivesse ruim o trabalho dele, mas sim, porque O Orientador não fala as coisas muito na base do amor. Claro, na minha banca, ele não faria isso, imagino. A responsabilidade seria dele afinal de contas. Mas as pessoas que vão participar são tranqüilas, já fizeram minha qualificação, e acho que vão me destruir mais na base do amor. Analisando o episódio de hoje, tomei algumas resoluções: a de não fazer powerpoint para a defesa, mas só apresentar falando mesmo, a de falar 20 minutos no máximo (poderia ser 40), a de pedir para gravar as falas na argüição e eu não perder nenhum lance, e a de reler tudo de novo todas as bibliografias que usei, porque morri de medo da hora em que vou precisar responder as perguntas. Falta inserir duas únicas notas de rodapé na dissertação que já está com uma formatadora. Oremos. 

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