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Wednesday, July 31, 2013

Não contem para ninguém,

Mas estou com um plano muito sério de não trabalhar mais nas sextas à tarde. Vou cumprir minha jornada de 6h15, como sempre, porém, no período da manhã. Não vou alardear isso muito por aí, serei discreta porém sistemática: toda sexta-feira vou ter uma coisa para fazer e trocarei o horário.
Fiquei motivada para fazer isso depois de ouvir na previsão do tempo uma tarde de sol que beirará os 30ºC na sexta, com chuva no final de semana. Eu mereço uma tarde na praia e vou tê-la na sexta!
É verdade que vou provavelmente fazer alguma outra coisa além disso, tipo ir numa agência bancária resgatar o cartão da minha conta-poupança. Mas o mais importante é ter decidido que sempre farei isso!

O horror!

Estava eu almoçando minha sopinha de feijão com legumes na cozinha da repartição quando me anunciam que viram um rato no arquivo! Um rato! E se for mais de um? E se tiver uma ninhada de filhotes pelados e nojentos no arquivo? Como lidar? Como viver numa repartição cheia, literalmente, de ratazanas?
Como CIPA notifiquei. Mas minha vontade de ir embora para nunca mais voltar aumentou zigalhões agora!

Voltei na academia!

Cheguei em casa, nem comi, nem liguei a TV, nem o computador, só me troquei e fui quase correndo para a cadimia. Óbvio que não lembro mais nada da minha série e o treinador precisou ensinar tudo de novo. Acordei quase sem dores depois de fazer minha série todinha, 40min de esteira e 10min de elíptico!
E pedi uma meia quatro-queijos meia calabresa para comemorar, jogando o progresso todo pela janela!

Depois que inventou o tá ruim, nunca mais ficou bom pra ninguém!

Paquerando pelo celular.

- Quero você.
- Já ganhou!
- Ganhei o que?


Meu melhor amigo sugeriu responder: ganhou um pé na bunda! Mas não fiz, porque em tempos como os de hoje, não se recusa assim um paquera que diz que te quer - mesmo que ele nunca venha buscar, por não entender o que ganhou!

Tuesday, July 30, 2013

Minha primeira aproximação com o mundo orgânico

Todas as terças-feiras há mais de dois anos eu recebo no meu e-mail a lista de produtos orgânicos do Espaço Mais Saúde, onde também é o mercadinho em que eu comprava e que mencionei no outro dia. Hoje, apenas por curiosidade e para estar preparada para daqui a alguns dias, quando devo passar a comprar tudo de orgânico que eles disponibilizam, resolvi baixar a planilha e fazer uma simulação. 
O resultado é que comprando alguns itens de mercearia (dois tipos de arroz, um de farinha, aveia e achocolatado), peito de frango, ovos e todas as frutas mais a quase totalidade dos legumes e verduras, eu gastaria hoje R$167,87. Não é exatamente um preço alentador, mas munida da informação de que posso pagar (eles aceitam vale) e de que prefiro gastar em comida do que em remédios, vou comprar. De cara esbarro em algumas dificuldades, coisas que sinto falta. Na parte dos legumes e verduras está tudo bem, eles têm os que uso diariamente. Mas as frutas ainda são poucas: banana, maçã e morangos. De modos que vou continuar comprando as frutas na feira, porque melancia, tangerina e mamão papaya é a vida e já que não bebo Coca Cola e nem como Mc Donalds, vou comer frutas envenenadas como minhas concessões. 
Esse negózdi comprar orgânico vai ser um pouco mais trabalhoso que já reparei. Vou ter que me organizar. Mas receber a listinha pelo e-mail ajuda a eu já pensar o que vai ter, o que posso comer e cozinhar, e o dia que vou às compras. Vou tentar!

Confesso!

Com o frio eu ando muito, mas muito mesmo, com preguiça! Ontem não consegui ir na academia de noite. Tive reunião. E hoje, quando o celular despertou, queria muito continuar lá em minha cama! Preciso ir hoje de qualquer maneira, e eu não gosto de ir à noite. Saí para ir num restaurante com uma amiga ontem e comi todos os sashimis do mundo! Não preparei meu almoço para hoje!
Eike feio! 
Então eu saí de casa e notei que na rua faz menos frio. A posição do sol mudou a iluminação em minha casa, e para o meu azar, no verão o sol da tarde entra em cheio, mas no inverno ele quase nem consegue esticar um raio aqui para dentro, e isso altera minha percepção do quão frio está de fato fazendo. Acho que preciso me encorajar a passear mais pelo bairro para perceber esses detalhes. 
Oremos.

Monday, July 29, 2013

Corpinho velho numa nova semana

Estou melhor da tosse! Estou com dor de barriga! Estou dormindo mais que a média!
Meu celular foi programado para me acordar às 6h30 e assim eu dar conta de ir na academia e resolver outros assuntos, mas ele não anda funcionando corretamente. De modos que acordei por conta própria às 8h17, mesmo tendo ido dormir às 22h! Foram 10h17min de sono, Brazil!
Não fui na academia, e devo resolver isso indo hoje à noite. Mas ainda preciso ir na academia de manhã, e por isso preciso acordar tão cedo (não gosto de chegar muito em cima da hora de ir na repartição, senão já chego cansada). Passei o final de semana quase todo fazendo curso, e não organizando minha semana, mas mesmo assim, estava descansada, porque às vezes não é de dormir que a gente precisa. Sorte que havia uma sopa de pimentões no congelador, e não preciso iniciar a semana comendo coisas que não quero.
Me julguem: eu amo segunda-feira!

Filme: um divã para dois



Já tem um tempinho que assisti esse filme, num sábado à noite qualquer em beach house, passando num Telecine. Interessada como sempre por Meryl Streep, e por falta de opção mais interessante, resolvi tentar, ainda que com medo de que fosse mais uma comédia romântica, coisa que tenho paúra.
O filme na verdade tem um ou outro lance engraçado, mas me deixou a maior parte do tempo muito incomodada, triste, me colocando no lugar dos dois personagens principais. O casal de meia idade acomodado na relação e na vida não tem mais conexão sexual e afetiva, e enquanto a mulher busca por isso, idealiza um amor romântico para eles, o homem está muito ‘bem’ como está, sem mexer no assunto. No decorrer da terapia, no entanto, vai-se desvelando  o que aconteceu nesses anos para eles chegarem onde chegaram, e eu me vi muito solidária a ambos. 
A rotina e os compromissos massacrando com a beleza do relacionamento deles me deixou profundamente tocada, pois é uma das coisas que mais me deixa apreensiva quando estou formando casal. O medo de que um não seja mais instigante para o outro e tudo se torne uma grande frustração. Além disso, fiquei torcendo muito para ver a virada daquela mulher que, apesar de se perder em devaneios muitas vezes, no fundo, está ali lutando para ser valorizada, percebida, enquanto o marido aniquila as suas sutilezas. E ela vira, gente! Ela vira a mesa!

Achei, no entanto, que o filme resolve tudo rápido demais no final. Nos 5min finais da história tem que fazer tudo o que não foi feito no decorrer daquele processo, e acaba ficando uma virada um pouco artificial. Mas mesmo assim, achei lindo! Sensível e belo!

Friday, July 26, 2013

Mais uma boa notícia

Troquei de carro, Brazil! Ganhei de presente de mestrado e aniversário junto o valor quase integral do carro e emprestei o restante pela repartição, o que é mais barato que financiar o restante. Dessa vez é um carro zero, que (espero) não quebrará tão cedo!
E é vermelho ainda! Eike loush!

No-patience

Eventualmente ainda vou querer compreender why god why as pessoas conversam comigo de seus problemas amorosos. Por algum motivo inexplicável, não tenho paciência para essas conversas de broken heart. Talvez porque quando adolescente me comportei como uma de fato e dramatizei bastante?
Tem gente que não viveu os dramas adolescentes plenamente. E vai na fase adulta fazer manifestações constrangedoras e humilhantes de pouco amor próprio, espernear e perder 'a vontade de viver' porque se decepcionou, foi abandonado, desiludido ou coisa parecida. 
zzzzzzzz...
Elas precisam tornar o sofrimento amoroso o centro das suas vidas, o responsável pelo semblante, a justificativa para as coisas, o motivo perfeito para não dormir e chorar livremente qual uma criança, porque o amor não era bem como no filme da Disney. Vontade-de-dar-uns-tapas. Sério mesmo, quem morreu? Quem está com câncer? Quem perdeu tudo que tinha num incêndio? Via de regra, ninguém. Uma frustração, insatisfação, insegurança ou crisezinha na relação manda a estabilidade emocional fazer um cruzeiro pela Ásia. E eu acho isso muito chato, muito boring. 
Conselho universal para este tipo de drama e este tipo de pessoa: milita que passa!

Considerem mais minha opinião, é de mestra!

Consegui, Brazil! Foi tudo rápido, quase indolor, sem perguntas difíceis nem comentários humilhantes, eu diria que até foi uma boa conversa com a galëre lá da banca! Pena que eu estou assim tão possuída pela tosse nesses dias, porque poderia ter me preparado melhor, não ter tossido no meio da apresentação, convidado melhor as pessoas, essas coisas singelas, sabem?
Ainda tem mais correções, porém, como Co Orientador diz, sem o peso da defesa. Isso já foi.
Mestra!

O título desse post obviamente é uma brincadeira. Minha opinião já era considerável antes, e não é mais apenas porque sou mestra. Me fez lembrar, no entanto, de uma colega minha que questionou a outro amigo nosso em comum se era muito gavola* mandar bordar no seu jaleco de professora o título: Mestra Fulaninha de Tal. Se é? God bless! Se já é a little over quando a pessoa coloca todos os seus títulos na assinatura do e-mail pessoal (no qual teoricamente sua titulação não vem ao caso), ivaginem bordar no jaleco de professora da escola pública que é mestra. Se fosse phd ainda! Se bem que acho que não era muito melhor.


*gavola segundo este meu amigo é quando a pessoa fica convencida, exagera no próprio marketing, sabem? Se acha, daí faz coisas gavolas. Gostei da expressão, vou incorporar ao meu vernáculo.

Wednesday, July 24, 2013

Só uma coisa a declarar

Acordada desde 3h da manhã pela tosse.
Já que declarei uma coisa, aproveito para declarar que hoje tenho que trabalhar e que me pergunto como, GOD, como, eu vou fazer uma apresentação em minha banca amanhã sem perder o que me resta de partes juntas a meu corpo.
Tudo declaradinho, vou ali tossir mais um milhão no caminho do silviço.

Tuesday, July 23, 2013

Alergia ao frio, quem diria?

Daí que ontem depois de passar o dia inteiro dormindo, 18h10 fui à médica, porque precisava de um remédio e de uns dias de repouso licenciados por ela. Ela me examinou e em poucos minutos me saiu com o seguinte diagnóstico: é uma crise alérgica, no sistema respiratório... ao frio e à umidade.
Fiquei intrigada com o diagnóstico, porque não costumo ter problemas respiratórios nunca, nem alergias, mas os sintomas batiam, e o frio e a umidade nem preciso mencionar, né? Para quem não viu, nevou em 42 cidades catarinenses ontem. 
Estou tomando antialérgico do tipo que não dá sono e volto à repartição amanhã. Hoje já acordei me sentindo bem melhor, um pouco talvez pelo primeiro comprimido, um pouco porque me parece que esquentou um pouquinho e não chove neste momento.
Olivia até sugeriu que eu pudesse estar estressada com a banca, mas acho que estou zen até demais. Por outro lado, eu estava psicologicamente abaladíssima com as promessas de frio que fizeram, pensando em como ia me virar para não congelar. Também observei que no domingo acordei indisposta, depois de dormir em beach house, e me lembrei que isso tem acontecido com alguma frequência. A casa fica sempre fechada, e lembro de outras ocasiões que passei a noite aqui e acordei um pouco mal. Deve ser a umidade, mesmo.
O que importa é que estou certa de que sobreviverei! Vou tomar um leite com canela para comemorar.

Monday, July 22, 2013

Adoeci.

Não sei ainda o que é, porque meu médico vai ser 18h10, mas os sintomas são clássicos: dores no corpo, tosse, dor de cabeça, talvez um pouquinho de febre. 
E eu que me orgulhava de mais de dois anos sem um resfriado sequer, pelo jeito, não resisto a uma onda de ar gelada.
Já que é para ser frio como está, poderia nevar no litoral também, néam?

Friday, July 19, 2013

Nós gatos já nascemos pobres, porém, já nascemos livres!

No domingo à noite fui comer sushi no shopping porque minhas companhias habituais declinaram do convite. Para vocês terem uma noção aproximada de até onde vai a compulsão de uma pessoa, eu comi um combinado de sashimi e um temaki em um dos lugares, saí de lá com vontade de comer mais e fui no outro japonês comer outro temaki! Veredicto final: nenhum dos dois era lá muito bom. Depois disso, fui pagar algo no cartão de crédito e algo que há anos não me ocorria se deu: a mensagem de não autorizado. Achei estranho, paguei no débito e fui para casa. No caminho lembrei que havia comprado minhas lentes de contato esse mês, então fiquei sem limite!
Desde então, cinco dias atrás, eu não comprei mais nada no cartão e nem a vista, porque ainda precisava pagar uma inscrição num congresso que ia ser cara. E o que gastei de impressão nesse mês vocês não fazem idéia.
Esse sentimento de não poder gastar por realmente não ter o dinheiro fixou-se ali em minha mente, mas eventualmente me esqueci. Determinado dia, recebi uma mensagem anunciando não sei o que em oferta, coisa que me interessou, e fui descobrir no site como comprar, quando no caminho estaquei, lembrando: não tenho dinheiro! Dei de ombros, sorri e já nem lembro mais qual era o produto. E achei aquilo o máximo: a sensação de liberdade de não poder comprar nada, e assim não precisar decidir se compraria ou não!
É óbvio que esse sentimento me aconteceu ali na hora e não seria permanente se eu não pudesse comprar nada nunca, ou simplesmente não me fosse dada a opção de fazer alguma coisa por não ter dinheiro. Mas no dia foi muito bom, interessante, porque ao estar temporariamente excluída do mundo dos que compram a crédito, me desliguei da saturação de ofertas de coisas que às vezes eu quero, às vezes eu preciso, e às vezes eu compro.

Wednesday, July 17, 2013

Novidades na despensa

Tempos atrás eu fui passar um final de semana com amigos em Garopaba, e no domingo de manhã, antes de ir embora, o nosso anfitrião comentou que tinha ido a uma loja de produtos naturais naquela semana, comprar aveia e não sei mais quais farelos. Alguém fez uma piada pequena sobre essas naturebices dele, e ele respondeu uma série de coisas, se defendendo e sua prática, e disse uma que não devo esquecer tão cedo: que prefere gastar esse dinheiro com comida do que com remédio.
Com essa frase em mente, fui-me embora viver minha vida, e este mês, ao organizar minha lista de compras, comecei a planejar algumas coisas que haviam acabado, dentre elas, meu arroz integral. Achei que era uma oportunidade interessante de voltar ao mercadinho de orgânicos que costumava comprar as minhas coisas quando morava lá na Carvoeira - e de quem ainda recebo semanalmente por e-mail a lista de orgânicos disponível. Acho-a sempre restrita, com pouca variedade, e preços caros, o que é uma realidade indiscutível, considerando-se o quão é mais fácil ser um latifundiário do agronegócio e atuchar seus morangos de veneno ou ir numa rede de hipermercados gigantesca e encontrar dez tipos de macarrões baratinhos e sabe-se lá com o que dentro.
Não sei se ocorre com vocês, mas quando eventualmente vou ao mercado buscar frutas e verduras, tenho vontade de derrubar tudo no chão, de tão feias, velhas e sem graça que são. Fico me perguntando se alguém compra de fato aquelas coisas, porque me parece que a pilha está sempre igual. 
Daí que bom, ontem fui lá e comprei pão de fatia, maçãs, filés de peito de frango e cogumelos frescos orgânicos. Isso me custou quase R$45,00. E tive aquele pensamento do quanto é difícil sustentar o mês comendo assim, pelo preço proibitivo das coisas. E logo em seguida, lembrei da frase: prefiro gastar com comida do que com remédio.
Resolvido.
Este mês já estou sem dinheiro, sem vale, sem lenço, sem documento. Daí que preciso também 'gastar' umas coisas na minha despensa, abrindo espaço para os orgânicos. Fazendo uma pesquisa rápida entre os mercados que vou e têm seções de orgânicos, constatei que poderei sempre ter cebolas, cenouras, tomates, alfaces, maçãs, morangos, beterrabas, pimentões, frango e ovos orgânicos. Também terei acesso a geleias, molho de tomate, arroz e grãos de todos os tipos, farinhas, um ou outro facilitador da vida moderna como macarrão instantâneo (que não pretendo comprar) e pães de fatia (sem glúten este). 
Vou pagar muito mais caro pelas coisas, é verdade. Também é verdade que talvez uma família inteira não pudesse fazer esse gasto. Mas sendo realista, se eu posso fazer isso e nesse momento não sustento uma família, porque não deveria fazê-lo?
Ainda vou acessar diversas coisas do mundo não-orgânico, e estou certa disso. Mas ao menos essas coisas, básicas em meu cotidiano, serão orgânicas, minimizando talvez o meu gasto com remédios no futuro. Oremos.

Tuesday, July 16, 2013

Órfã (classe média também sofre)

Tipo a minha obsessão por anchovas, desenvolvida de tanto vê-la pela TV e nos meus livros de receitas, havia algo que eu nunca provara, mas sempre quis e já amava, que era o azeite trufado. Melhor dizendo, as trufas. Vocês conhecem a história da trufa que adquiri por engano há um ano atrás. 
Esqueci de contar que quando viajei para a Itália, no ano passado, reservei uma parte substancial do orçamento da viagem para a aquisição de ingredientes específicos, e as trufas eram parte disso. Não vou dizer quanto gastei, mas o negócio foi o seguinte: meus pais, sabendo dessa minha específica obsessão, me levaram de carro até Alba, cidadezinha piemontesa que costuma ter em outubro uma temporada de trufas e tudo fica em festa. Ivaginem o meu neuvoso de ir para lá em setembro, tão perto e tão longe de minha obsessão. Mesmo assim, perambulamos por diversas padarias e mercadinhos no entorno da praça principal, e lá eu dei vazão a uma compra compulsiva por absolutamente tudo trufado que encontrei: polenta, arroz para risotto, mel de acácias com trufas brancas, sal com trufas brancas, tempero com trufas, e mais alguma coisa que nem me lembro mais. Não comprei azeite porque meses antes o Angeloni passou a comercializar uma garrafinha de 50ml de azeite trufado da marca Costa d'Oro por coisa de R$15,00, e eu comprava sem dó. Garrafinhas e mais garrafinhas.
Para minha tristeza, o Angeloni deu um sumiço nelas, e fui atrás de descobrir onde eu poderia comprar. Para minha tristeza, o fabricante não vai mais fazê-las. Agora estou aqui pela internet atrás de alternativa que eu possa mandar chegar aqui em casa, porque não fico mais sem isso. 
Tão fina, e tão órfã, eu.

Curtindo o inverno

Quando está gelado feito hoje, fico muito feliz de pegar na repartição só 10h45. Meu despertador até tocou 6h30, mas foi solenemente ignorado e dormi até 8h, prejudicando minha série na cadimia (mas fui, viu!) e meus afazeres matutinos. O dia de frio com sol, como hoje, é o dia perfeito de inverno para passar a tarde na praia comendo pastel de camarão e bebendo cerveja. Não o farei, no entanto. Está sendo um dia normal na repartição, com as rotinas todas acontecendo, apesar de ser aniversário de mamis (que está em Gothan City). Tédio e fome. Oremos para que valha a pena.

Mas acho que de um chocolate quente não vou me furtar, porque não é possível nessa vida a pessoa passar o inverno inteiro sem tomar uma caneca de chocolate, né Brazil?

Monday, July 15, 2013

A volta do desafio semanal

Confesso que desde semana retrasada não pus mais os pés na cadimia. Depois de enlouquecer escrevendo a dissertação, me dei duas semanas de indulgência, e passei dias sem estudar, ler nada interessante, escrever, cozinhar, malhar... Foi bom para a cabeça, não sei se posso dizer o mesmo do corpo.
Semana passada recebi um amigo querido de visita durante três dias, e com isso as coisas foram se atrapalhando mais. No final de semana, mal parei em casa, e quando a casa está desarrumada, a semana via de regra fica atrapalhada. Fiquei vários dias em casa com a desculpa de tirar a noite para me organizar, mas o friozinho me impediu de me organizar e a preguiça só aumentou.
No sábado conversei com um amigo meu sobre os exames dele, que deram diversos problemas de triglicerídeos e outros, porque ele é gordinho. Eu não sou gordinha como ele, mas meus triglicerídeos também são altíssimos, e o colesterol está no limite do aceitável. E ele trabalha o dia todo, sempre tem compromissos à noite. Sugeri que ele malhasse de madrugada (de manhã bem cedo, tipo 7h), porque aí ele cumpriria a prioridade já na primeira hora do dia.
Eu sou da opinião que a prioridade a gente faz primeiro, porque aí se algo der errado ao longo do dia, ela foi garantida. Na academia, eu ia à noitinha, porque eu não presto para nada intelectualmente à noite, e assim poderia ir numa boa fazer exercícios. Como o frio e a preguiça me desmobilizaram, apliquei o conselho que dei a ele em mim mesma, e hoje pus o despertador para 7h, com a ideia de ir malhar 7h30. 
Acordei com enxaqueca, tomei um comprimido e tentei dormir mais um pouquinho. Não adiantou. Levantei, me troquei e fui malhar mesmo assim. Academia vazia, aparelhos livres, mas o sisteminha de imprimir a série estava fora. Fiz os exercícios de perna todos hoje, e deixei os de braço para amanhã. Espero que consertem aquilo logo. Também me pesei na balança da academia, que resolvi adotar como minha balança oficial a partir de agora. 
Hoje fui um pouco tarde: cheguei 8h30 e fiquei até 9h30, porque fiz uma série capenga, com bem menos exercícios do que minha série normal prevê. Fiz meia hora de esteira também. Mas eu quero estabelecer uma rotina mais intensa, com 40min de aeróbico, e a série completa. Para isso, preciso chegar mais cedo, pois não gosto de me arrumar correndo, chego cansada no trabalho. Na verdade, assim que restabelecer o hábito de malhar, pretendo voltar a fazer isso à noite, e deixar minhas manhãs para os estudos. Mas por enquanto, a prioridade é malhar, e por isso, farei assim que acordar.
O desafio dessa semana é ir na academia todos os dias. Isso inclui o sábado. Quero reverter essa dinâmica de não fazer mais minhas atividades físicas, que vinham me fazendo bem. Também reativei a dieta (cedo para dizer isso, mas até aqui eu cumpri), mas estou novamente no nível inicial, me reabituando a observar essas coisas com atenção. Oremos.

Coisas às quais solteiras se submetem

Não uso sabonete em barra, mas sempre tenho em casa para as visitas, por assim dizer. Mania de homem é não usar sabonete líquido. Então sábado eu no mercado cheirei vários até escolher um que me agrade, já que sou eu mesma que vou sentir o cheiro depois. Escolhi o Phoebo verde, porque acho um clássico!
Também não bebo mais suco de caixinha, mas já notei que eles sempre querem tomar suco de manhã cedo, depois de usar meu sabonete em barra no banho. Visitas vão beber suco de maçã com soja, neste caso.
Cuido das visitas, sabem? 

Friday, July 12, 2013

Uma coisa que me faz acompanhar numa novela que não gosto

Hora dessas enquanto noveleira contumaz e especialista pelo vício e pelo hábito em descrever se uma novela é boa ou não, conto para vocês o que me incomoda na atual novela das 21h, que assisti essa semana toda, livre da dissertação. Hoje vou falar do único núcleo que aprecio e acompanho com prazer, porque quando o negócio funciona em cena, é algo que chama a atenção.
Na primeira semana da novela eu fui jantar com meus pais na casa deles e eu assisti no sábado um take que me prendeu durante vários minutos: um casamento inusitado no alto de um prédio de São Paulo. A noiva, de azul, linda e estilosa, me prendeu completamente. A beleza do rosto, a beleza da festa, a ideia original e o figurino idem me ganhou. Juro, se um dia eu casar, talvez case num terraço de arranha-céu feito ela.
Depois os meses se passaram e eu perdi o tempo livre para isso, mas assisti algumas vezes ainda a novela e a menina, já separada do noivo com quem casara naquele capítulo, pega o Caio Castro loucamente por aí. 
E eu fiquei outra vez presa, eletrizada pela sequência, porque o casal pega fogo, tem muita química, a música compõe com os jogos de cena dos dois se querendo, se desejando, e eu achei tudo o máximo. Ele, nem sei a que veio ainda na trama, além de pegar a garota. Ela, no entanto, me faz assistir compulsivamente, por ser linda e estilosa. Que inveja daquele figurino. Cortei uma franjinha inspirada na dela (a franja é igual, mas obviamente nós não temos nada em comum, ela usa um chanelzinho preto e é branquinha, um lindo contraste, enquanto eu uso os cabelos compridos e loiros). E sempre torço para ter cena deles, porque adoro o apartamento dela (cenário lindo), as roupas, e a integração perfeita entre o casal.
Ontem eles assumiram o namoro (ou outro dia, sei lá). E ela deu a ele uma gaveta na qual ele poderia deixar umas coisinhas em sua casa para quando dormisse lá. E ele disse que deixaria cuecas e camisetas. Ao que ela responde que deixasse também gravatas, para ela poder usar.
Gen-te.
Quanto estilo! Usar as gravatas do boy! Adoro meninas de gravatas. Até comprei uma gravata borboleta para mim, enquanto solteira que não tem namorado para roubar as gravatas. E meus namorados eram molambentos demais para eu poder usar suas gravatas. 
É isso: vou ter que assistir essa novela até o fim porque apaixonei com o casal. Droga.

Thursday, July 11, 2013

Pergunto

Wal foi embora, deixou as faturas de cartão de crédito chegando aqui até hoje e pretende mudar isso mês que vem. Meses atrás ensinei a ela que todo cartão tem um número pequeno para o qual ela pode telefonar e se inteirar do valor da fatura e data de vencimento (sim, Brazil, ela não sabia, e como perguntar prazamiga é melhor que correr atrás da informação no google ou no site do banco, sobrou para mim revelar esse novo mundo). Eis que esse mês as faturas chegam e eu jogo fora direto, sem nem avisar, uma vez que ela já sabe como faz para ver o valor. Eis que três dias depois ela está preocupada com o valor das faturas e vem me perguntar se não chegou, e eu preciso confessar que joguei fora.
Mas aí a pergunta é: eu sou mesmo muito chata ou vocês também acham que ela já sabe como fazer e nem deveria me incomodar mais com isso? Fora o fato delas continuarem chegando aqui, lógico? 
Eu juro que eu só pergunto para os outros aquilo que não consegui saber sozinha - depois de tentar. Perguntas que estão a uma breve pesquisa de distância, na minha opinião, não deveriam ser formuladas. 

Garçom, champagne por favor!

Hoje caiu o vale. E em como todos os dias dos últimos meses em que isso aconteceu, a minha primeira compra no mercado refletia vontades que passei mas não realizei nos últimos 10 dias, e carreguei uma cestinha pesada com mozzarella, três tipos de Hagen Dazs (devo ter escrito errado, mas o que vale são as três miniaturas de strawberry, belgian chocolate e macadâmia), miniaturas de alcachofras, a indefectível catchup Heinz e mais umas coisinhas aleatórias que constavam na lista (que eu fiz, porém não segui). 
130 reais depois, começo a me acalmar e a racionar o recurso que dura pouco, pouquíssimo, porque a última compra costuma vir acompanhada de dilemas sobre levar 4 ou 8 rolos de papel higiênico e se é melhor gastar aqueles últimos 10 reais com um vidro de amaciante ou com um pacote de alguma outra coisa.
Sinto-me ryca, sentimento fugaz!

Wednesday, July 10, 2013

Incidente no bar

Sábado eu estava no samba, e muito consciente por causa da pouca bebida, conseguia identificar aquele limite em que você já quer fazer xixi mas ainda não está morrendo, e pode suportar a longa espera na fila sem pedir para morrer. Demorei anos para adotar essa tática preventiva mas finalmente entendi, e enfim, lá ia eu, serelepe, pegar a fila do banheiro sem maiores percalços. Isso não era o assunto.
Assunto era que o banheiro ficou precário logo, porque não foi feito manutenção no decorrer da tarde, e certamente havia um entupimento no vaso sanitário, ou falta de água. Dava a descarga a troco de nada. No final isso estava perigosamente perto de transbordar. Isso ainda não era o assunto.
O assunto era que da última vez que fui lá, estava adotando aquela posição clássica de mulher em banheiro público, comprovando mais uma vez a necessidade de intensificar o agachamento e o leg press, para melhor fazer essa posição ingrata. Como ponto de apoio, gosto de espalmar as mãos junto à porta, mas naquele contexto, por algum motivo que só o álcool explicaria satisfatoriamente, eu agachei, apoiei a mão na porta, mas dobrei a coluna, ficando de cabeça virada para baixo, como se fosse pegar algo no chão. Ali o meu ombro encaixou na pia e foi bem legal, finalmente havia firmado posição!
Mais ou menos.
A pia descolou do chão, Brazil! Eu ali, fazendo o que tinha que fazer, tentando não tocar naquela água mijada de todo mundo, tentando firmar no intento, com meu sutil ombro consegui soltar a pia do chão. Não de forma ruidosa nem um grave acontecimento, porque certamente aquela pia já viu dias melhores, mas confesso que me assustei imensamente. Vai que estoura alguma coisa importante por causa disso? Eu ali destruindo o frágil equilíbrio daquela pia até então segura, como você se sentiria?
Aquela foi a deixa que me faltava para decidir que estava já bom de Travessa por aquele dia. Vazei.

Souvenir de viagem que me interessa: os usáveis

Floral e bolinhas, amor puro.

Já vi casas em que as pessoas compram diversos objetos decorativos com referência aos locais em que viajaram e expõem como parte da decoração. Conheço ainda quem colecione postais ou chaveiros com o mesmo intuito. Eventualmente pensei em fazer isso, mas finalmente admiti que não quero ter esse tipo de coleção na vida nem em casa.
Então outro dia eu escolhia a minha roupa para trabalhar e, junto com o meu casaco caramelo super incrível, saquei da gaveta um cachecol listrado, de tecido sintético, cores brilhantes, uma espécie de arco-íris mais sóbrio. Ganhei ele dois anos atrás de uma amiga que foi para o Marrocos. Naquela noite em que ela me deu, nós vimos as fotos da viagem dela, falamos sobre as suas impressões, sentadas no sofá da sala de estar de sua casa que, na época, tinha uma janela que dava vista para uma vaquinha solitária no terreno ao lado. 
A pessoa que mais viaja nessa vida (e mais me presenteia) é minha mãe. Então quando eu saio do banho, piso os pés molhados no capacho que ela me trouxe mês passado de um passeio que fez na praia do Forte/BA. Tenho um presente de meus pais do ano passado quando foram à China: um par de brincos de jade e prata, que é minha única joia. Não coleciono joias, nem me interesso por elas, mas esta é a minha relíquia. 
De minha parte, quando viajo, sempre compro coisas que vou usar, não coisas para guardar. Eventualmente são roupas, muitas vezes são utilidades domésticas (principalmente comida e utensílios de cozinha), e nunca souvenirs. E a cada vez que interajo com estes objetos, me sinto mais próxima da viagem que fiz - ou fizeram, e lembraram de mim. Minha pequena cafeteira artesanal foi comprada no Carrefour de Chieri, a cidadezinha que passei a maior parte do tempo nas férias passadas. E o poster da Marilyn Monroe em sua foto mais clássica, que fica ao lado de meu espelho, para inspirar a produção que faço em mim mesma, também dialoga com a tarde de chuva em que comprei. Isso e mais um baralho de muito mais que 52 objetos me fez pensar que essa é a maneira que gosto de fazer referência às minhas memórias em casa. Gosto de contar que ganhei determinada pulseira de determinada pessoa, quando alguém me vê usando e elogia. E meio que sem pensar muito no assunto, sempre quando vou em algum lugar, eu compro alguma coisa, e trago para usar em casa. Sem expor com o único intuito de expor, mas expondo enquanto faço uso. 
Foi assim que esse par de fronhas lindas, absolutamente encantadoras, que custaram a bagatela de R$5,90 cada uma vieram comigo, lá da Leader, de Niterói. Na manhã de sábado, depois de dormir tudo o que queria, fui caminhando pelo sol até chegar quase nas barcas, e no caminho entrei na loja, para matar tempo, e porque achava que dali poderia vir alguma coisa. Sim, porque mesmo sendo de uma rede de lojas que vende produtos made in China, tê-los comprado naquela manhã de sábado, sentindo o calorzinho gostoso de maio e a preguiça de poder ir curtir o comércio de sábado sem pressa, são parte da lembrança que agora apoiam minhas espaldas para eu poder escrever esse post. 
Eu não tenho ferro de passar!
Pena que não tinha azul, nem verde, nem amarelo. Eu era bem capaz de fazer uma coleção de fronhas, de tanto que me apaixonei por elas!

Monday, July 08, 2013

Vou contar antes que me esqueça

Estou há uns dias escrevendo um post kilométrico sobre meus projetos culinários - o abandono de alguns e a retomada de outros. A versão resumida é que embora eu sinta prazer na descoberta de novos ingredientes e receitas (e continue acumulando muito mais que consumindo tanto de um quanto de outro), resolvi me ater a uma culinária mais frugal, mais para o meu cotidiano de dieta. Legumes saem de forma criativa, em porções reduzidas e quase sem gordura, muito mais parecidas com gororobas do que com um prato decente. Ainda tenho dúvidas se serviria a minha deliciosa sopa de pimentões a uma visita. Talvez alguém em cujo paladar eu realmente confie. Vamos ver. 
Tergiversações a parte, decidi que algumas comidas são excessivamente coletivas para eu comê-las sozinha em casa ou mandar pedir. Ou comer sozinha num restaurante. São coisas que até sei fazer, mas não com perfeição, e prefiro comer na rua, porque o trabalho é gigantesco, porque o custo-benefício não vale a pena, dentre outras razões. Ou porque o ritual de sair, descontraidamente, para fazer uma refeição ou um lanche vale a pena. 
Novas tergiversações a parte, eu como sushi numa frequencia insana, mas não posso mais resistir. É amor, é paixão, é loucura, é tudo junto. E como quantidades abissais de sashimis puros, me deliciando com o frescor e maciez das peças, como se não houvesse amanhã. Consumo tanto gengibre que devo dar prejuízo aos lugares. Não posso resistir.
Minha opção original é comer buffet livre ou rodízio, porque como loucamente, nunca consigo parar, e o sushi é mesmo um negócio caro. Mas sábado uma amiga minha me convenceu a experimentar (e finalmente chegamos no assunto!) o sushi do Ronin, que fica ali no Santa Mônica. Vendendo que era um sushi delicioso, e tudo mais,  o melhor da cidade, etc. 
Pedi para quebrar o gelo uma porção de sashimi de salmão, e sobre isso posso dizer sem medo de exagerar que é o melhor de Florianópolis. Os sashimis são um pouco maiores que a média, de um frescor impressionante. Derretia na boca! Vinha em bandejinhas de plástico, mas fora esse detalhe, a apresentação de todos os pratos era primorosa, com decoração de pepinos e nabos, muito bonito de se ver. E delicioso de experimentar. Então eles fazem diversas peças, e são criativos nas combinações: comi um de alho-poró com molho de ostra e shimeji empanado, usam tabasco, geleia de pimenta (esta ficou excessivamente doce), castanhas, enfim, uma miríade de ingredientes. Combina.
As coisas são bem-feitas, caprichadíssimas. Algumas, no entanto, pecam pelo excesso. Como ando nessa fase meio obsessiva pelo sabor puro do sashimi fresco, não gosto de combinações que omitem demais o peixe. Comi um temaki de filadelfia, básico, e ele era muito recheado, saboroso, mas com um único senão: cebolinhas meio trituradas demais - e eu adoro aquelas coroas verdes, crocantes, dando picância às peças. 
Ainda não sei se é o melhor da cidade. Para meu gosto, avalio que não. Porém, é decididamente bem-feito. O atendimento é decididamente ótimo. Você ganha um cartão fidelidade na saída. O lugar é agradável, pequeno, ao ar livre (na sua maioria), com cara de restaurante japonês: meio na penumbra, meio no silêncio.
O preço é semelhante aos demais lugares: 5 sashimis de tamanho maior que o comum saíam por R$13,90, e  8 peças fica por volta de R$15,00. De algo muito bem-feito, repito. E se você gosta desse crash de texturas, de um crispy junto com o macio do peixe, de molho de ostra com tabasco e outras diversas combinações, vai achar que é o melhor da cidade.
Assim que eu for uma pessoa civilizada e souber a hora de parar de comer, estou apta a voltar. Porque comi feito louca e paguei bastante por isso. Também me cobraram a porção de gengibre, o que acho que poderia ser cortesia (vem alguns de cortesia, mas acabei pedindo duas porções a mais - é o vício, Brazil).
Queria bater fotos, mas estava só com o celular e era escuro. Eles no entanto têm um site bem atualzinho, com menu e fotos, para quem quiser conferir antes de ir. 
Altamente recomendável!

Thursday, July 04, 2013

Meu aniversário!

Eu queria postar fotos do meu aniversário, mas deixei meu pai mexer em minha câmera uma hora que ele não gostou da iluminação, ele mudou a configuração e nenhuma se salvou. Triste. Mas esta festa de aniversário está aqui em minha mente, agora em meu blogue para não cair no esquecimento.
Alguns amigos meus fizeram confusão com o horário e apareceram só à noite, depois da festa acabar (queria muito matá-los mas como um deles tem mulher gestante poupei). Dois foram corrigidos a tempo e participaram. Uma avisou no próprio sábado que não ia mais poder ir. Dois passaram antes do início da festa, para me abraçar e me presentear pessoalmente, mas não puderam ficar. Outros cinco estão perdidos no limbo, sem que eu saiba o que de fato aconteceu.

Isso significa basicamente que na hora do almoço de fato tinha muito mais comida que o necessário. Segundo minha mãe, eram dezesseis pessoas (número cabalístico que aprecio). Meus amigos de antigamente se entrosaram muito bem com os de agora – isso foi bem legal. Os que só foram à noite ajudaram a desovar um pouco da feijoada e dos doces, mas mesmo assim, as sobras perseguirão minha família durante mais um tempo. A sensação da festa foi uma caipirinha de limão com uvas roxas, que me deixou sonolenta antes mesmo de comer feijão. O dia era feio lá fora, mas lá dentro foi animado! Foi a segunda feijoada que comi esse ano, prato com o qual tenho ressalvas (não como porco nem partes estranhas de bicho algum), e creio que a última, porque pesa, né gente? Estava gostosa mas não é um prato para se comer com regularidade. Do inventário dos presentes: a lista ficou extensa (sou querida pelazamiga, beijos) e vou bater uma foto para mostrar. Minha intenção original de poder confraternizar com meus amigos de Gothan foi cumprida. No dia seguinte saí com minha tia preferida para tomar um último café e depois acabou. Ano que vem tem mais!

Raiva

Eu juro que há meses estou tentando comprar uma passagem para ficar em BH cazamiga, me divertindo, indo nos meus lugares preferidos e tudo mais, mas de verdade, cada vez que vou cotar, está mais de R$500. 
Já fiz essa viagem vezes por demais na vida, paguei valores muito menores que isso, e quando eu cotei hoje de novo para a primeira semana de agosto e a TAM me disse R$589,00 eu pensei: com isso, eu iria para Buenos Aires. Ou para Montevideo. Até para Natal (andei fazendo pesquisa de passagem no final de semana).
Sinceramente, quem BH pensa que é? Para me cobrar R$600 e me deixar assim, sem poder ir ficar perto das pessoas que eu gosto?
Chateadíssima!

Wednesday, July 03, 2013

O andamento das resoluções de Ano Novo

Os assuntos vão vagarosamente mudando, desviando, mas bem vagarosamente. Hoje foi o primeiro dia depois de muito tempo que eu acordei (6h30 – que ódio) sem ter nenhuma pendência do mestrado para resolver. Neste momento, O Volume repousa na casa de uma alma caridosa que por alguns merréis fará a formatação adequada como se deve, e até ela terminar, estou em berço esplêndido dando jeito no resto da minha vida. Daí que como o mês de julho entrou e é a segunda metade do ano já, resolvi outra vez revisar as minhas resoluções de Ano Novo.

terminar o mestrado – dissertação na formatação, banca marcada para o dia 25 de julho às 9h da manhã;
emagrecer 10kg  - esqueci de me pesar recentemente, mas até maio haviam sido 4kg. Preciso ir urgente na minha balança habitual atualizar essa informação;
fazer uma poupança – continuo quitando dívidas, ainda que pequenas, e sem me organizar para isso;
publicar meu trabalho  - não tenho previsão de publicar este trabalho, mas mandei outro para um congresso no segundo semestre e estou esperando saber se fui aprovada;
parar mais tempo para ler, assistir filmes, conhecer coisas diferentes – neste ano eu assisti cinco shows (Mundo Livre - 2, Luis Melodia, Monobloco, Zé Ramalho) e foram todos de graça! Li pouca literatura, porque estava dedicada no mestrado, também vi poucos filmes por causa disso;
usar menos internet – aumentou, Brazil. Com isso de ficar tanto reclusa em casa, fazendo o trabalho, me habituei a deixar o navegador sempre aberto (também faço isso na repartição), e agora ainda fico no facebook peo celular;
mais foco e dedicação ao trabalho  - tinha melhorado, mas nos últimos tempos com tudo o que virou minha vida, voltei a dispersar;
 me mover para sair da repartição – ainda não apareceu nenhum concurso novo, estou esperando pelos que vão abrir (alguns que já sei), tampouco os pedidos de transferência deram resultado;
praticar atividade física regularmente – menos na semana passada! De resto, sim;
ser MUITO mais organizada  - já estive melhor nessa meta, porém com o mestrado me concentrei completamente nisso, deixando outras coisas de lado (o que considerei correto);
viajar menos a trabalho  - viajei uma única vez em sete meses;
planejar minhas férias de 2014  - repensei o destino, ainda não concluí o que quero mesmo fazer, enfim, segue paralisado.

Das 12 metas (engraçado, uma por mês do ano), a mais importante era terminar o mestrado – ou pelo menos, a mais trabalhosa. Pois me tomou muito tempo, energia, dedicação, espaço, dinheiro, enfim, muitas coisas foram consumidas por ela. Na semana passada, por exemplo, eu não pratiquei atividade física, porque priorizei estudar cada minutinho livre que sobrou. Também tive gastos inesperados com as coisas relacionadas à pesquisa, não que isso justifique eu não ter começado a árdua tarefa de guardar dinheiro. Eu fui organizada com os prazos do mestrado, e para isso desorganizei toda a minha casa, a minha alimentação e a minha rotina, também não li nem usei meu tempo para nenhuma atividade mais longa (uma ida no cinema, por exemplo), e em diversos momentos aqui no trabalho, estava lendo coisas e buscando dados da pesquisa e por aí vai.
Outras, como emagrecer, demora um certo tempo, é um processo, e outras eu posso combinar comigo mesma de pensar depois (tipo essa de planejar as férias). Na verdade, elas são diferentes entre si, algumas têm tarefas bem concretas (tipo: publicar trabalho) e outras são mais subjetivas (trabalho mais focado), então acho normal que algumas estejam à frente das outras. No início do ano resolvi ir descrevendo uma por uma, para eu ter um plano, e no fim acabei não desenvolvendo isso (meta do ano que vem: terminar as coisas que começo), mas estou pensando seriamente em fazer agora, para poder resolvê-las todas dentro do meu prazo. Sim, eu acho que todas são possíveis ainda.  Acho que quando passar a defesa, apesar de ainda ter os ajustes para fazer (90 dias depois da versão final), muitas delas vão ser mais fáceis de movimentar. Evidentemente depois dessa análise pretendo fazer uma tabelinha com cores, listas, tudo muito louco, como sempre, para poder acompanhá-las. Mando notícias sobre isso já já.
Por fim quero dizer que eu escrevi esse post depois de ler este aqui, da Thais do Vida Organizada. Eu leio o blogue dela compulsivamente e ele é parte das ferramentas em que me apóio para tentar ser mais organizada.

Notei que outras pessoas fizeram suas resoluções de Ano Novo no início do ano, mas não percebi se postaram o andamento delas recentemente. Postem, vão! :)

A Banca

Hoje para já ir sentindo o clima de minha possível banca, fui assistir à defesa de um colega meu, na qual meu orientador estaria. As boas notícias são que as coisas que ele falou para meu amigo na banca, eu não fiz – pequenos erros e imprecisões. A segunda boa notícia é que ele não vai mesmo para minha banca, porque se falasse comigo como falou com ele, eu iria chorar no banheiro. Não que estivesse ruim o trabalho dele, mas sim, porque O Orientador não fala as coisas muito na base do amor. Claro, na minha banca, ele não faria isso, imagino. A responsabilidade seria dele afinal de contas. Mas as pessoas que vão participar são tranqüilas, já fizeram minha qualificação, e acho que vão me destruir mais na base do amor. Analisando o episódio de hoje, tomei algumas resoluções: a de não fazer powerpoint para a defesa, mas só apresentar falando mesmo, a de falar 20 minutos no máximo (poderia ser 40), a de pedir para gravar as falas na argüição e eu não perder nenhum lance, e a de reler tudo de novo todas as bibliografias que usei, porque morri de medo da hora em que vou precisar responder as perguntas. Falta inserir duas únicas notas de rodapé na dissertação que já está com uma formatadora. Oremos. 

Monday, July 01, 2013

E na reta final, o dinheiro resolve

Fiz minha orientação na sexta-feira e tenho poucos ajustes para fazer. O principal, agora, é formatar o negócio e deixar direito para poder entregar aos componentes da banca. Recentemente comecei a arrumar tudo isso, mas aí fui percebendo que são diversos detalhes, é a minha dissertação de mestrado e não é hora para improvisos. Resolvi contratar um revisor. Ocorre que quero entregar o trabalho para lerem na quarta-feira. E quero mandar o trabalho para o revisor formatar só hoje à noite. Mandei uns dez e-mails para pessoas diferentes há cerca de meia hora, ainda sem retorno.
Oremos para que alguém faça, senão, é certo como esse dia nublado que faz lá fora, que algo não vai ficar conforme a ABNT quer. 
Posso dar uma dica? Não deixe para colocar as referências bibliográficas no final. Tem texto que usei há dois anos atrás e agora estou louca buscando a referência. Sejam melhores que eu nisso, aprendam na experiência.

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