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Tuesday, April 09, 2013

Projeto BCK: dias 18 e 19

Dia 18: modifique sua noção de saciedade.


Estou começando a enlouquecer com isso dos dias. A medida de conseguir caminhar rapidamente depois do almoço foi dito pela Judith (olha a nossa intimidade!) no dia 18, e não no dia 17. Portanto, fiz confusão e já escrevi uma reflexão imensa sobre como me sinto bem de barriguinha cheia ontem, lembram? Se não lembrarem, preparem-se para 4 laudas de informação... Logo ali embaixo.                                           
Acabo de lembrar que quando bebê minha mãe não me amamentou. Não, isso não é o prelúdio de uma explicação freudiana para minha imensa fome. É só o prelúdio para a seguinte historieta: quando recém-nascida, minha avó teria achado que eu chorava de fome e que o leite de minha mãe estava pouco para mim. E me serviu, tipo aos 15 dias de vida, um leite Ninho bem açucarado! Sem essa de várias opções de leite, considerados as fases do bebê, nada disso! Vóvis me inseriu no mundo do leite Ninho aos 15 dias de vida e, obviamente, depois disso, o leite materno deve me ter parecido ralo, e pouco doce. Aparentemente, esse efeito perdura em minha existência até hoje! Vou ligar para a velhinha e culpá-la – só que não, tadinha ;)        
O resto vocês já sabem: vinte e poucos anos depois, a moça amarga sobrepeso e uma obsessão por comida. Tentando se reabilitar disso, com a ajuda do livro, da minha técnica de dieta e de vocês, dileta audiência!

Dia 19: Pare de se enganar.              
                                                                                     
Para ser didático, olha a lista de desculpas que ela menciona nesse capítulo, com o 'ok' ao lado daquelas que também uso:                                                                                
Tudo bem comer isto, porque:
... Não é um pedaço inteiro. (nem sempre)
... Vou comer só dessa vez. (sempre)
... Não é tão calórico. (às vezes)
...Vou compensar comendo menos, mais tarde. (sempre)
... Não vai fazer diferença. (muitas vezes)
... Paguei por essa comida. (cada vez menos, mas já fiz muito)
... Vai ser um desperdício. (muitas vezes)
... Vou desapontar alguém se não comer isso. (às vezes)
... Todo mundo está comendo. (às vezes)
... Estou comemorando. (às vezes)
... Ninguém me verá comendo isso. (nunca)
... São só migalhas. (às vezes)
... É de graça. (raras vezes)
... Quero mesmo comer isso. (muitas vezes)
... É uma ocasião especial. (muitas vezes)
... Estou chateado e simplesmente não ligo pra isso. (SEMPRE)
... Estou com desejo de comer isto e, além do mais, é algo que não tenho oportunidade de comer a toda hora. (muitas vezes)    
   
 Por aí vocês medem o quanto eu tenho um arsenal razoável de desculpas, fora algumas que nem estão ali: estou doente, estou ansiosa, estou com muitas coisas na cabeça. Essas são as melhores, porque se por acaso acontecer algo realmente muito difícil comigo, eu digo que olha só, como pensar em dieta com algo tão mais sério rolando?                                                                                                                
 Ao que ela me responde que isso não só não está certo, como também sentencia: caloria é caloria, não importa onde, quando ou porquê você esteja comendo. Noção simples, mas que eu busco rebater com um milhão de justificativas – várias dela, inclusive, parecem plausíveis.
Eu ando parando pouco para pensar antes de fazer algumas coisas, e as desculpas vêm bem mais rápido que as tais técnicas para enfrentá-las. Resolvi acionar o alarme do telefone mais vezes, me lembrando os objetivos e as minhas tarefas. 

1 comment:

Bah said...

Adorei essas desculpas esfarrapadas uahaua eu faço isso direto (vergonha, eu sei), mas acho que depois que comecei a academia eu estou comendo menos besteiras. Não deixei de comer totalmente, mas vc vê o esforço de ir todos os dias indo por água abaixo quando vc se empanturra de gordura.

Kisu!

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