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Thursday, February 28, 2013

Não deveria

Beber e fumar e gracejar até a hora que o fiz ontem - inadequado.

Locomotiva social

Eu estou desde que o ano começou me dizendo que já, já, eu vou parar de sair e beber tanto, porque depois do Carnaval isso passa, porque as pessoas vão embora, porque qualquer coisa.
Bom, qualquer coisa ainda não chegou, e eu, como sempre, ajo como se não houvesse amanhã. Houve amanhã e ele é hoje, o zumbi com olhos de ressaca e pouca paciência para atividades laborativas. Louca pra dar uma dormidinha.
Mas é só chegar em casa que a vontade de ir pra rua volta!

Wednesday, February 27, 2013

A última da natação

Estou aprendendo a nadar borboleta!
Na época em que treinava e nadava todos os dias, estava aprendendo os estilos e meus professores ainda faziam muitas correções comigo, e por isso, sempre deixavam o borbo pra lá. Esse professor de agora já me conheceu nadando bem, e acho que corrigiu duas coisinhas só até hoje (uma delas foi me obrigar a respirar pelos dois lados, coisa que eu não fazia - tinha um vício de só respirar pela direita). Com isso a gente fica treinando outras coisas, geralmente ritmo, mas ele resolveu se dedicar a aperfeiçoar o borboleta comigo. Estou melhorando, embora ainda ache que devo ficar pateticamente feia nadando (o estilo feio, não eu). Aliás, pensei em levar a câmera e pedir pra ele fazer um vídeo da minha chegada, para eu poder assistir e corrigir.

Ainda sobre a natação

Eu preferia nadar mais cedo, mas me convenceram de que nesse horário é mais confortável e a piscina mais vazia. É verdade, hoje só tinha eu e mais um outro cara, sobrou raia.
Meu único senão é que embora eu sempre tenha raia livre para nadar, as tiazinhas da hidro ocupam o vestiário inteiro - elas adoram esse horário.
E conversam, como conversam: segundo elas, todos os presos deveriam morrer assim, no flagrante, desde que a puliça tivesse certeza que fossem culpados.
Me deu vontade de mandar elas todas morrerem aos 60, e não onerar mais a previdência.


Antes que alguém se levante, quero deixar claro que não só não quero mortes para os presos, nem para as velhinhas. Só não pude deixar de pensar uma solução semelhante a um 'problema' semelhante.

O artefato que mudou minha vida

Depois de passar 2 meses sofrendo a cada chegada de crawl tendo que parar, desentupir os ouvidos e então continuar, além de uma coceira insistente, eu comprei esse objeto aí. Tinha visto uns modelos que era tipo uma headband, que vedaria o ouvido por fora, e me pareceram mais eficazes. Como fui em três lojas diferentes e só tinha desse tipo, levei o tampãozinho e hoje fui fazer o teste.
Pus touca, óculos, os protetores e entrei na piscina, meio surda, mas empolgada. Meu professor, aquele gatinho, tem uma fixação por crawl impressionante - dos 1250m que nadei hoje, 1mil era só dessa modalidade. Eu além de não gostar tanto, ficava mal dos ouvidos. Mas hoje fiquei torcendo para ele pedir logo as 4 chegadas de aquecimento e testar o novo equipamento.
É o sucesso!
Molhou, sim, mas não entrou nenhum tampão de água, como costumava ocorrer até então. Saí da aula toda contente sem problemas de equilíbrio!
Com isso, parei menos na borda para ajeitar os ouvidos antes de continuar, e rendi bem mais do que costumo render. Estou aqui toda contente sem aquela sensação incômoda de sempre, tão empolgada que até vou nadar na sexta de novo embora não seja meu dia.
Custou 10 real e funcionou que é uma beleza
Ui, que feliz!

Monday, February 25, 2013

Senilidade precoce

Então na formatura eu encontrei uma das primas de não sei qual grau. Ela é um pouco mais velha que mamis, e depois de cumprimentá-la, fui tentar ser simpática:

- Veio todo mundo? (me referindo aos filhos dela)
- Tudo bem, tudo bem! (toda sorridente)
- Mas, e veio todo mundo?
- Ah, não, vim sozinha.

Não era pra estar tão prejudicada da audição tão cedo! Achei meio trololó.

Uma árvore pra chamar de minha

Esse post me fez lembrar de algumas árvores importantes na minha vida. Não fui uma pessoa possuidora de muitas árvores importantes não, mas algumas me acompanharam por um bom período e me ajudaram a ser uma criança mais feliz.
No quintal de casa, a que morei mais tempo até hoje, tinha uma caramboleira que era uma diversão sem limites: eu gostava de subir nela e passar muito tempo nela, comendo carambolas (lembro de quando saíam as primeiras e eu comia verde mesmo) e brincando de casinha. Meu irmão 'morava' em um galho e eu em outro. Isso consumia horas e horas de um dia de criança!
Até hoje não posso ver carambola vendendo e não comprar. Me lembra as manhãs úmidas de brincar na caramboleira de casa!
Ela foi sumariamente excluída do layout do nosso jardim quando, classe média em ascensão, instalamos uma piscina lá. Não é exatamente uma crise, uma vez que a piscina merece todo um outro capítulo de diversões (já adolescentes), mas foi ali que encerrou a caramboleira amiga!
Tinha, ainda, num terreno baldio ao final da minha rua, virando à direita da principal, uma goiabeira muito boa de subir. Aliás, goiabeira é a melhor árvore de subir, com aqueles galhos tipo elásticos. Eu comia as goiabas também, ainda sem aquele trauma de que goiaba causa intestino preso, como se não houvesse amanhã. Nessa fase, eu tinha recém adquirido a habilidade de andar de bicicleta (não sem um tombo histórico), e ficava, subindo e descendo a rua, e indo pro terreno brincar nas árvores - eu, a vizinha chatinha, e mais uma ou outra criança eventual.
Tenho dó de todas as crianças que não podem interagir com as árvores, porque elas são mesmo muito legais. Mamis nas minhas férias do ano passado me disse que abraçar as árvores faz bem pras energias, e a gente abraçou algumas por lá. Se fez bem pras energias não sei, mas que elas são legais, isso são!
Apóio muito a existência de mais árvores na Ilha do Governador e no mundo!

Ele tem razão

Cristiano tem razão de cobrar. E eu até quero contar, mas vou tentar fazer isso chique, discreta e sucinta! Saibam que estão sabendo em quase-primeira-mão, com exceção de Olívia que ganhou uma palhinha pelo facebook ontem à noite (obrigada por torcer por mim!):

um sorriso de alta periculosidade, um sotaque delícia, um abraço gostoso, um cheiro delicioso de perfume (212, segundo o próprio - caso alguém se interesse por isso), uma risada fácil (minha e dele), um beijo gentil, um truque de mágica, uma conversa que nunca acaba e que transita sobre quase tudo o que acontece no Universo, elogios sempre bem-localizados e uma infindável lista de 'eu também!' que não pára de crescer.

Anda me fazendo falar palavrão, ele.
Anda me fazendo sentir muito bem!

Lances do final de semana

Meu nervosismo deve ter movimentado o Universo, porque sábado não deu praia. Domingo, felizmente, deu praia.
Bom, gente, como era de se esperar, está tudo bem comigo, sigo viva! Obrigada a todo apoio moral em temas de pouca profundidade como a questão de ir ou não à praia com homens de interesse não-fraterno!
O único porém foi que acordei com uma velha amiga me abraçando: sim, a famigerada enxaqueca voltou! Desconfio que todo o sol que fez ontem, mais o creme errado (com cheiro forte) tenham feito isso comigo. Tomei aqui um banho para tirar o cheiro do creme e mandei ver no analgésico light (Neosaldina). Espero que funcione, apelar pro Naramig  já no mês de fevereiro pode me dar azar pro resto do ano.

Lances da formatura

Escolhi uma roupa toda criteriosa, dentro das roupas do Projeto 333, mas deixei cair uma gotícula de base líquida nela. Hunfs. Troquei e fui com um vestido de fora do Projeto.
                                                          ***
Uma das colações de grau mais longas que já presenciei: puseram duas turmas de 30 formandos cada, tudojunto, naquele espaço de tempo.
                                                         ***

Prima de Terceiro Grau: estava linda, purpurinada e feliz. Nada de perguntas constrangedoras (quase um milagre isso), apenas assuntos que não me interessam muito. Mas não doeu.

                                                        ***
Comida: sem se comprometer. O restaurante devia estar desesperado, porque o jantar que seria às 22h saiu quase meia-noite. Tomei uns espumantes, para abrir o apetite :)

                                                       ***

Semana que vem tem outra formatura. Mas dessa vez é de uma prima com quem convivo mais, e com o lado da família que sempre frequento. Certamente vai ser mais divertido.

Friday, February 22, 2013

As festas de família

Hoje tenho um compromisso muito importante: a formatura de alguma Prima de Terceiro Grau. A gente não se vê há uns dez anos. Brincamos juntas na infância umas 5 ou 6 vezes, no máximo. Não temos intimidade, ela não faz questão de ir na minha formatura (no caso não foi), nem eu faço de ir na dela.
Minha mãe iria sozinha caso eu não fosse junto.
Humpf. Pelo menos não estou deixando de fazer nada importante por isso!

Os homens que já me viram de biquini

Não devem ser poucos, eles, uma vez que eu vou à praia com regularidade e faço isso sempre de biquini. Alguns, eventualmente, fazem algum comentário elogioso quando passo por eles, mas a maioria não se manifesta - o que acho muito mais adequado, por sinal, mas não é esse o ponto. Quando meu professor gatinho da natação evidenciou algum interesse além do profissional por mim, me perguntei como ele poderia fazê-lo, uma vez que me vê de maiô de natação, touca e óculos, visão nada prazenteira. Estou acostumada a que um ou outro incauto se interesse por mim visualmente (sem conhecer todo o meu blablablá, que julgo ser bem melhor que a minha aparência), em situações em que não estou de biquíni. Estou pronta para ir à praia em público e que todos me vejam de biquini, e sempre vou à praia, também de biquíni, com as pessoas com quem eu fico - mas só as que já me viram com menos que um biquíni. Se não correram da visão sem biquíni, essa é mole, eu penso.
Mas eu sempre fico um pouco ressabiada de ir à praia, de biquíni, na presença de alguém por quem tenho interesses não-fraternos e que só me viu devidamente vestida até hoje. E que ainda está enganado por aquela imagem de falsa-magra cuidadosamente construída com os vestidos certos. Sim, o viciado em internet quer me ver ao vivo. E na praia. E eu estou como? Surtada! Quanto? 1 milhão e meio!
Não vou deixar de ir: eu vou. Mas já inicio uma série de preocupações fúteis, tais como preciso de um novo biquíni que me deixe mais magra, preciso de outra saída de praia que me deixe mais magra, se eu passar fome até amanhã consigo ficar mais magra?, e um longo etc de coisas preocupantes.
Como é que agora eu vou saber qual foi o motivo do sumiço, quando ele finalmente sumir? Porque sim, nesse mundo cruel, os caras somem, a vida é isso. Se ele sumir amanhã, ok, sou gorda, ele é gordofóbico, é isso, sociedade, beijos, adeus. E se ele sumir só no domingo? Como vou saber? Como faz?
Preciso saber os conhecimentos de biquinis que emagrecem! Alguém tem?

***

Antes que alguém ouse me gongar pela dramatização e futilidade do post, acho pertinente ressaltar que escrevo sobre as coisas que me angustiam, e quando escrevo aqui, livremente, faço isso com mais liberdade que em qualquer outra conversação que tenha na vida. Estou compartilhando com minha dileta audiência uma agoniazinha absolutamente normal e eu não pretendo passar fome até amanhã (mas falei a sério sobre o biquíni novo). Se não for pra me fazer sentir melhor, nem comentem :)



Thursday, February 21, 2013

Just for the record

Aquela Fruittella de ontem ainda jaz na minha latinha de guloseimas aqui na repartição. Não a consumi!
Depois de ficar neuvosa com os percalços todos de ontem, resolvi parar e refletir antes de comer o pacote todo. Agora eu tenho elas ali, e eu nem estou pensando em comê-las!

Lá vai ele outra vez

Pela terceira ou quarta vez eu encaminho as documentações necessárias para minha pesquisa de campo no comitê de ética. Liguei para lá e perguntei que tipo de riscos eles queriam que eu listasse no TCLE, uma vez que não vou testar remédios, colocar um chip em ninguém nem pedir nada muito complexo: só responder umas 5 perguntinhas. Aí a garota me disse: eles podem se sentir ofendidos com suas perguntas.
Pronto. Esse é o risco que coloquei no TCLE.
E fiquei achando a little bit ridiculous, porque na verdade, acho que deveria ter uma fronteira mais definida entre as pesquisas da área da saúde e as pesquisas tipo essa minha, que até é sobre saúde, mas não utiliza o corpo humano como conteúdo. Acho que a galëre exagera, e precisava ter uma diferenciação entre essas pesquisas todas envolvendo seres humanos.
Mas assim, torçam por mim, por favor? Para que eu vá logo fazer essa maldita pesquisa? E seja uma linda mestra, feliz?

Sabe o que acho paia*?

O cara passar 7 dias falando comigo no facebook como se morasse em outra cidade e nunca marcar nada ao vivo.
Cês** não acham também?

* em mineirês achar algo paia é achar alguma coisa ruim, num sentido pejorativo, não algo grave - é um conceito meio comportamental. 
** termino de homenagear o estado com uma forma de tratamento muito comum por lá, comendo sílabas ;)

Desbundei

Vim trabalhar de chinelos hoje. Meu respeito pela repartição nem sempre é muito, mas de chinelos é a primeira vez.
Fiz isso porque machuquei o pé ontem usando os calçados errados, mas ainda assim, é um sentimento muito estranho: bater as havaianas pelos corredores chiques da repartição!

Wednesday, February 20, 2013

Pense num dia atrapalhado

A sopa que ia ser fria, foi requentada e queimou meu braço - e nem estava boa! O sapato de sempre apertou e machucou os pés, o controle do ar-condicionado falhou, esqueci de tomar o remédio, a internet está com previsão de não voltar hoje e acabei comprando a minha maldição, a Fruitella cor-de rosa.

Informação de interesse dos intolerantes a lactose

Eu, enquanto intolerante incorrigível mas consumidora contumaz de queijos e iogurtes, vivo cavocando maneiras de manter na minha vida esses ingredientes. Testei coisas e mais coisas nos últimos meses, e aos poucos encontrei o frágil equilíbrio para não me privar completamente das coisas que gosto mais. Isso não significa que não tenho mais crises - tenho várias ainda, às vezes desencadeadas por ingredientes aparentemente inocentes. Ao mesmo tempo, de repente posso comer uma pizza na esquina de casa e ela durar no meu sistema digestivo o tempo habitual necessário a ir-se embora, e não simplesmente correr como uma bala - desde que ela seja rara, raríssima.
Tentei chegar a uma síntese e combinar comigo mesma que só vale a pena consumir o laticínio se for um que eu amo muito, e que vá me causar genuíno prazer. Para as coisas triviais da vida, paliativos bastam.
Isso significa que eliminei: queijo e misto-quente do café da manhã (o pãozinho agora é com azeite e peito de peru, às vezes com guacamole ou geleia), iogurte dos lanchinhos (fico feliz com morangos picados com aveia e mel de trufas brancas), e leite com qualquer tipo de achocolatado ou outra forma de adicionar sabor.
Eliminei ainda em caráter definitivo a mussarela amarela e o queijo prato, o leite integral e os iogurtes comuns - mas mantive o Grego, da Nestlé, elevado à categoria de guloseima, não mais lanchinho banal.
Tem funcionado como substitutos do dia a dia: mozzarella de búfala, principalmente aquelas em manta (compro as mais finas e posso usá-las fatiadas na pizza ou sanduíche) e o queijo labneh (de ovelha). Para as massas, uso o pecorino (de ovelha), mas o parmesão devido aos vários processos de maturação vem quase sem lactose. Leite Piracanjuba livre de lactose para as receitas ou se for beber leite (no café). Manteiga tenho usado a Burro Soresina sem sal (branquinha, deliciosa), e identifiquei que a President me faz mal. Não recomendo, ainda o creme de leite da Soy Milk - além do gosto um pouco ruim, me fez mal!
Um amigo me trouxe queijo lá da Canastra - alguém já me disse que os verdadeiros queijo minas não fazem mal -, mas ainda não experimentei.
Espero que essas experiências sejam úteis para mais intolerantes do mundo: unamo-nos.

Notícias do joelho

Conforme imaginado (e googleado, confesso, sou dessas), estirou-se o ligamento colateral externo. Remédios e gelos devem resolver, segundo me dizem, tudo em 2 semanas. Eu não devo nadar enquanto isso, mas teimosa como sou, fui mesmo assim. O professor ficou a aula toda em cima de saber se meu joelho doía e mudando as minhas séries, o que não me desagradou em absoluto! Ganhei quase um personal por estar contundida :)
Considerando-se o estado do joelho e a minha desobediência sobre a natação, o skate deve ser retomado lá pelo mês que vem.

O looping do hábito

Mais hora, menos hora, a mesma pessoa faz aquela mesma exata coisa que provoca aquela velha conhecida reação.
Nos últimos tempos, isso aconteceu com várias coisas e pessoas, para bem e para mal.
É cedo para os detalhes, mas digamos que as reações para o bem foram importantes! Torçam por isso, também.

Ver-o-peso

A novidade é de ontem à noite: 71,450kg. Emagreci mais um bocadito! Sabe o que eu quero muito até fevereiro acabar? Sair dos 70kg!
Tenho me esforçado para isso: há alguns dias, ando muito séria e comprometida com o regime e direitinho na natação.
Torçam por mim!

Tuesday, February 19, 2013

O que tem pro almoço? Salada de manga e camarões


Esse almoço aconteceu na semana passada, motivado por uma receita muito parecida de um dos livros de culinária empilhados no armário da cozinha, o Nigella Verão. Eu gosto dos programas de Jamie Oliver, mas é nos livros da Nigella que me encontro mais. Não faria nenhuma de suas sobremesas, mas ela tem mais opções para gororobas legais de almoço que ele, que cozinha e assa pratos com mais etapas de preparação que minha paciência e tempo de almoço permitem. Recomendo especialmente esse livro, ela tem uma seção de entradinhas que podem virar um almoço pra quem tenta emagrecer. Eu compro os traduzidos, mas quem é muito mais foodie que eu afirma que é melhor se aventurar e ler em inglês. Como eu não uso as receitas de baking, tendo a não ter problemas com as receitas, acho todas bem tranquilas e com os ingredientes e medidas devidamente especificados.
Pena que as fotos não ficaram boas, mas a salada, confie em mim: excelente. A síntese entre o macio-crocante-doce-picante-frio-morno que ela faz é muito interessante. Eu que não aprecio saladas tradicionais e que sou capaz de comer um boi com galho na hora do almoço, adorei e me satisfiz - pelo menos até a hora do lanchinho.

Salada de manga e camarões (para 1 pessoa)

3 folhas de alface americana
um punhado de camarões cozidos no vapor
1/2 chilli picadinho (com algumas sementes, por favor)
1 cebolinha verde picada
1 manga pequena em cubos

Mais beabá impossível: misture os cubos de manga com o chilli picado (eles tendem a grudar nas mangas), adicione as folhas de alface rasgadas e os camarões. Sem nojo nessa hora: lave bem essas mãos e revolva tudo com elas, para ter uma boa mistura. Adicionei ainda azeite trufado, uma espremidinha de limão siciliano e sal grosso moído na hora. Salpique as cebolinhas. Seja feliz!

Monday, February 18, 2013

Tentativa de sair da repartição nº2

Ano passado depois de me descabelar por ter perdido um concurso ultra-importante para meu projeto sair-da-repartição-e-da-minha-ilha, resolvi que em 2013 eu precisava dar um rumo pra essa insatisfação, envidando todos, t-o-d-o-s os esforços para acabar o ano se não fora com perspectiva de sair.
Acabei de pagar o boleto do concurso e lá vamos nós!

Etiqueta na piscina, por favor!

Hoje finalmente voltei a nadar. Fiquei pela vida o Carnaval inteiro, mas hoje lá estava eu, encarando meu professor gatinho e com sede de vingança da minha ausência: me disse sorrindo aqueles dentes branquinhos e perfeitos que hoje a gente ia "puxar um pouquinho mais".
A piscina estava quase vazia: só eu e um outro aluno, a uma raia de distância, um homem de meia-idade. Ele nadava devagar e parava bastante para descansar. Acho que o professor gatinho resolveu "puxar um pouquinho mais" com ele também, e quase ao final da aula, quando ele encosta na borda, está arfante. Sem conseguir respirar, puxando ar pela boca, aquela coisa... e gemendo. Juro, gemendo em voz alta.
Fiquei constrangidíssima e só conseguia pensar que se ele dá esse esparro todo pra nadar, imagina quando tá gozando?
Eca!

Sunday, February 17, 2013

O Carnaval passou e eu nem vi

O Carnaval de Floripa desse ano já era a crônica de um fracasso anunciado desde finais do ano passado, quando o prefeito que perdeu começou a deixar claro que não tinha dinheiro pra nada - e assim, um pouco depois, cancelaram os desfiles das escolas de samba. Eu nunca fui assistir mas eventualmente ia aos ensaios. O que me deixou mais chateada foi que sem isso, boa parte da população, que passa o ano inteiro invisível nos morros finalmente ocupa o centro da cidade. As semanas que antecedem o Carnaval são as melhores: pessoas de todas as idades passeiam até tarde da noite por um centro geralmente fantasmagórico, e isso dá uma sensação de segurança e de se apropriar da cidade que em geral não sinto.
Assim que já tinha uma quebra considerável na programação.



Casalzinho fofo vendo o desfile!


Na véspera ficou claro que ia chover cântaros o Carnaval quase inteiro, o que já ajudava a atrapalhar ainda mais a diversão. Na sexta-feira, por exemplo, eu fui lá e me paramentei todinha, fiquei leeenda, e fui desfilar toda a minha purpurina... em ruas vazias e totalmente ensopadas, com bloco cancelado por causa do temporal. Já fiquei frustrada, porque o Baiacu de Alguém é, sem dúvida, meu bloco preferido.


Primeiro dia, no enterro da tristeza, com a primeira tentativa de aplicar lantejoulas na maquiagem - eu considero um sucesso absoluto!

No sábado, como de hábito, teve sujos, dessa vez na Praça XV. Parece que ano passado já era lá, mas não fui. Achei estranho, ruim, claustrofóbico e com um fedor a mijo sem precedentes. Ainda por cima, nublou, eventualmente choveu e tinha uma concentração de gente feia por m² fora do comum em dias de Carnaval - mas podia ser que eu tivesse bebido pouco. Não sei.
Todas maquiadas por mim no Bloco de Sujos!

No domingo era pra ter ido no Onodi (versão manezinha de eu não dei), mas exatamente na hora que começava o bloco, caiu uma chuva histórica que me levou diretamente a São José da Terra Firme.
Sobre isso, preciso compartilhar uma marchinha muito fofinha daqui de Floripa, extremamente manezinha, que toca muito nas festas daqui:

E já que resolvi colocar uma, vou colocar outra que é a minha preferida do Carnaval, para ajudar a Luana a ser menos ET :)

Segunda fui tostar as gordurinhas no sol da Armação e tentei inadvertidamente tomar uma cerveja. Se fosse tépida era melhor, me parece que andava morna. Cheguei em casa quente do Sol e já atrasada para tudo que precisava fazer. Antes de ir num esquenta, resolvi chocar os garçons e ir comer rodízio de sushi antes de ir no Baiacu. Perdi o esquenta e cheguei empanzinada em Santo Antônio, exatamente junto com a chuva!
Baiacu de Alguém na segunda-feira
No decorrer do desfile o volume de pessoas e o calor que eu passava junto com aquele monte de salmão ingerido me deixou confusa. Fui embora cedo. E levei uma sprayzada de pimenta da puliça no caminho até o carro, embora, imaginem vocês, eu não estivesse causando nada por lá. Humpf.
No último dia, quando nada mais parecia que ia dar certo, choveu o dia todo, o que me rendeu uma arrumação no quarto todo. À noite, venci a preguiça e fui ver o Monobloco com as pessoas de antigamente. Foi a salvação de um Carnaval besta, besta, o qual todo mundo concorda que foi o pior da história recente de Florianópolis. Choveu no meio do bloco, mas isso não importava mais: todo mundo cantava e dançava atrás do caminhão e estava tudo ótimo, até a Skol choca.
Tem diversas historinhas engraçadas, vou tentar colocá-las picadinho.
Sabe uma coisa que acho lindo? Poder pular carnaval no meio das construções históricas.
O pós-Carnaval anda difícil de administrar, que verão mais cheio de coisas!


Ao fundo, era Monobloco 

Friday, February 15, 2013

Esporte novo, contusão nova


Então eu resolvi fazer uma coisa diferente, sabem, ter uma atividade física mais bacana, menos contemplativa que a natação. Fazia uns meses já que eu andava cobiçando a ideia de aprender a andar de skate, e cheguei até a procurar um antigo que meu irmão costumava ter, procurei um amigo que andava de skate, mas ninguém era mais adepto da prática. Até que, dia desses, um amigo postou uma foto do skate dele no feabook e, na quarta de cinzas, marcamos a primeira aula.
Quero dizer que nunca me senti tão humilhada como no dia em que tentei me equilibrar sobre aquele artefato: me balançava, para cima e para baixo, num show de desequilíbrio e falta de coordenação motora, além do medo mortal que bafejava em minha nuca. Apesar disso, fiquei, acho que talvez uns 30 minutos, tentando insistentemente aprender a dar o impulso, subir no skate e virar os dois pés na posição correta. Numa dessas vezes, no entanto... algo deu errado.
Sim, eu sei que todos estão esperando o relato do tombo, mas o pior é que nem caí: dei um mau-jeito muito do estranho com o joelho esquerdo (ele girou, torceu), e depois disso, nunca mais firmou. Não inchou ou ficou roxo, mas simplesmente eu não posso mais levantar da cama com o pé esquerdo, subir e descer escadas, e imaginem o que é sair do carro (necessariamente saímos com a perna esquerda primeiro). Depois disso já caí uns dois tombos, desavisada, esquecida de que meu joelho emite uma onda de dor lancinante, uma fisgada, cada vez que o utilizo como apoio. Fui na clínica geral, mas vamos ter que ir no ortopedista. Enquanto isso fico fazendo gelo e torcendo para tudo melhorar logo.
Fato é que agora fiquei obstinada: não quero fazer manobras, mas preciso aprender a andar de skate. No mínimo, deslizar em cima dele para cima e para baixo. Quem viver, verá.

É só comigo isso?


Eu acho que as embalagens de produtos de higiene pessoal têm vindo cada vez mais difíceis de manusear. As tampas têm um encaixe tão duro de abrir que estou há simplesmente 5 meses com a mesma unha quebrando, sem nunca conseguir consertá-la totalmente. E é justo a unha que uso para ajudar a abrir as tampas dos sabonetes e xampus. Tenho tentado lembrar de deixar tudo aberto, mas às vezes eu fecho, às vezes Wal fecha... E a pobre unha está quase que pelo meio do dedo!

Eu vivo


Estou doida para postar fotos, fazer relatos e mostrar marchinhas para aLuana do Carnaval, mas meu cartão de memória não está funcionando em meu note! Vou tentar passar com o cabo, hoje. 

Friday, February 08, 2013

É festa!

Desde ontem, oficialmente, sou uma pessoa em ritmo de Carnaval. Nos outros dias estava no ritmo alucinante da cerveja, mas ainda fraco de Carnaval. Não comprei fantasias nem adereços, espero que dê tempo de resolver isso amanhã, e está chovendo cântaros em minha Ilha, mas é Carnaval e nada mais importa!
Treinei todas as marchinhas todos os dias da semana, e ontem, quando caiu o sistema da repartição, dei o golpe no meu chefe ligeirinho e disse que ia na padaria. Corri até a papelaria do bairro e comprei purpurinas e lantejoulas que ornamentaram minha face já ontem, no Enterro da Tristeza. Ainda preciso de estrelinhas para ficar maneiro!
Tem fotos, mas acontece que não estou com elas aqui. Deixo só um relance do Berbigão do ano passado - o desse ano, que foi semana passada, eu perdi, porque queimei a largada e fiquei bêbada no botequim ao lado de casa. Cheguei às 22h no centro e só encontrei vestígios de festa.



Deixa o dia raiar e hoje eu sou da maneira que você me quer, o que você pedir eu lhe dou, seja você quem for, seja o que Deus quiser!

Wednesday, February 06, 2013

Com vocês, Lagosto

Lagosto tem sido o meu grande amigo desde o finalzinho do ano passado. Todos os anos um amigo meu me presenteia com um caderno que a empresa dele distribui entre clientes e fornecedores. É um caderno pouco menor que um universitário, com bolsa plástica na frente, capa dura, calendário dentro e aquelas páginas de planejamento mensal, em que você tem uma caixinha para cada dia do mês e pode fazer as suas anotações. Depois de tanto ler sobre se organizar e sobre ter um local onde concentrar suas ideias, compromissos, informações e outro, liberando assim a cabeça de pensar no assunto, fui cobrar esse amigo do meu caderno. Ele chegou antes do Natal. Então eu comprei essa caneta, tão antiga, com cores diferenciadas, porque havia lido que isso poderia me ajudar. E desde então, não interessa onde eu vá, Lagosto vai com sua caneta presa na espiral.
Tenho anotado ali meus gastos mensais, meus cardápios semanais, minhas pesagens, listas, listas de todos os tipos, de resoluções de Ano Novo a listas do que não esquecer de levar na casa de praia toda sexta, planejamento do dia em pomodoros e outras coisas. Depois quando tenho tempo pego post-its e vou assinalando as páginas mais importantes do caderno, cujas informações serão úteis ao longo de todo o ano. Ele vai comigo para o trabalho, para o bar e para onde mais eu for. Talvez pela funcionalidade devesse ser menor, mas eu gosto dele ser assim grandão e nisso poder conter tudo num só lugar. Eu gosto tanto dele como utilitário que, quando estou em algum lugar matando tempo (fila de banco, de consultório, etc), é ele que eu saco para ler ou anotar algo, e não mais um livro de bolso ou o celular. Ando com vontade de enfeitar essa capa, afinal, ele já deixou de ser um item de propaganda daquela empresa - ele agora é o meu grande companheiro!
Lagosto foi o nome escolhido porque como ele me ajuda a manter o mínimo de organização, sendo uma espécie de pegador de pé, me fez lembrar aquela lagosta rabugentinha do desenho da Pequena Sereia. :)

Tuesday, February 05, 2013

Café François

Fazia tempo que eu não embarafustava por nenhum café novo. Estou desesperadamente consumindo o café italiano e no meio do caminho ganhei um café colombiano e como essas coisas costumam ter certo tempo após abertas, estou tomando a maioria deles na minha Bialetti lindinha que trouxe das últimas férias.
Mas aí numa tarde dessas, minha mãe chegou em casa com um mil-folhas de frutti de bosco e me deu dizendo que havia encontrado um café delicioso, cheio dessas coisinhas. Como esse tipo de lugar não costuma vingar, não dei muita bola, mas no outro final de semana a gente foi tomar café da manhã lá. Acho que esse tem potencial para durar.
Não bati fotos do café em si, porque de fato o ponto não é dos melhores (fica na SC 401, na altura de Santo Antônio) e o próprio café não é exatamente um charme à parte. É uma padaria/cafeteria como tantas outras. Mas tem uma coisa que não é como as outras, e é a parte que mais me interessa: a comida.
Eles têm um menu de todas as refeições, mas acho que a melhor hora é o café da manhã. Não iria lá almoçar ou jantar, muito menos se o objetivo for matar a fome numa dessas refeições (ainda não experimentei, mas eles oferecem uns sanduíches diferentes, sopas, etc). Agora, para o café da manhã, como posso dizer? É sensacional!
No primeiro dia experimentei um dos sanduíches 'matinais', mas logo depois descobri um menu de café da manhã (acho que é o le bon humeur) com suco de laranja, meia papaya, cesta de pães, manteiga, geleia e um brioche maior que minha fome. Acabo sempre preferindo ele, que é uma das opções mais baratas, e acho uma das mais gostosas. O brioche é tão macio e amanteigado que é bom até puro, sem nada, mas é elevado a um outro patamar com uma passadela de manteiga ou de geleia (ou os dois).
Café e o sanduíche que provei no dia
Esse café não é barato. Mas considerando outros cafés inferiores que já tomei por esse preço, não considero nenhuma loucura, porque ali tenho certeza, de fato, que nada é feito absolutamente menos que o melhor.
Tem ainda todo um balcão de pães especiais (sem adição de brometo, como costumam ser na França), doces, frios e mais algumas coisinhas gourmet. Faça-se um agrado: tome um café lá uma hora dessas...

Ah! A carta de cafés é extensa e muito boa. E aqui tem o site.

O que seu amigo hétero faz por você?

Um dos meus faz o seguinte: me deixa bater as bolas na sinuca sem que necessariamente sejam as minhas, para que eu possa aprender a jogar um pouquinho melhor, entra em minha casa às 23h e chama minha jarra linda de abacaxi de breguinha, confere a calcinha do varal e diz para não usar isso por aí, testa meus cremes todos e elege o mais cheiroso, dentre outras patrulhas estéticas.
Parece algo desagradável, mas de fato, não foi. Foi muito bom receber visita de um velho amigo ontem :)

Sunday, February 03, 2013

Fillme: Mais ou Menos

Eu queria poder colocar um vídeo ou cartaz, mas trata-se de um curta catarinense que pelo que entendi não foi disponibilizado. Mas olhe que o filme já rodou em tudo que é exposição, de India a Bruxelas, passando por Niterói!
É um curta sobre adolescentes, bullying, homofobia e os conflitos tão comuns a essa mistura. É o tempo todo tenso, é real, me lembrou minha adolescência e os adolescentes que já estiveram sob meus cuidados. É um pouco surpreendente ao final, termina te dando um soco, um último susto. É um filme de sustos.
Recomendo que vocês observem a ficha técnica e por onde mais ele vai passar, porque ele está em tudo que é lugar! E prometo seguir atrás do vídeo, porque eu quero assistir de novo, e porque acho que é bom mesmo.

Interrompemos a nossa programação

Para contar que quando finalmente reuni forças e voltei a nadar, meu professor estava de volta! Todo gatinho e sorridente!
Esqueci de mencionar que semana passada encontrei ele na night. Dei oi, conversei sobre eu não ter ido naquela semana e sobre o outro que o substituiu e quase me matou. Passei por ele mais umas 2x mas não achei adequado ficar prolongando conversa com o cara que me conhece a trabalho, pensei que ele poderia achar isso uma extensão do trabalho (ele é pago para ser atencioso e gentil além de me corrigir a postura somente nas aulas).
Mas acho que vacilei.
Porque sexta, na aula, ele me perguntou "onde era o agito" daquela noite, e eu disse que ia para o Carnaval. E ainda acrescentei que nem gosto muito do lugar onde a gente se encontrou. Depois fiquei encafifada e concluí que ele queria se aproximar e eu, como sempre, fui bocó.
Homens que já me viram de biquíni e mesmo assim me querem ganham créditos. Mas homens que me viram de maiô de natação molhado, marcando todas as gordurinhas, touca e óculos ganham todos os créditos do mundo!
Vou tentar ser menos caxias e conversar mais com ele outras coisas que não natação.

Curiosidades familiares

Domingo passado uma tia minha (que mal conheço, porque ô família comprida) que é freira completou 50 anos de convento. Então minha família toda se organizou e foi até Curitiba ver o que eu apelidei, carinhosamente, das Bodas de Ouro com Jesus dessa minha tia.
Eu não fui. Não por nada, mas não poderia abrir mão do Luiz Melodia de graça no calor que fazia para ir lá assistir a cerimônia em Curitiba (tenho por princípio só ir até Gothan City depois de março, devido ao calor causticante que faz lá, imaginem Curitiba). E também, porque fiquei imaginando o seguinte:
Se a cada aniversário ou casamento de parente as tias me perguntam 'quando vou casar', nas Bodas de Ouro com Jesus eram capazes de me perguntar se não curto a ideia de entrar no convento!

Friday, February 01, 2013

Check-list de fevereiro

Tirando o ponto das finanças, acho que me saí bem com a lista de janeiro como poucas. Esse mês dei uma enxugada nela e inseri algumas coisas mais desafiadoras, como fazer academia (junto com a natação), e falei pouco de tarefas "divertidas", porque fevereiro é um mês divertido por si só - as diversões momescas começam hoje, só acabam no dia 12 e eu ainda vou ter uma festa de formatura no dia 22. Assim, segue ela:

- entrar na musculação;
- resolver meu cadastro na Plataforma Brasil;
- estudar 2 horas por dia (uma das mais difíceis);
- ir à praia 2x por semana (de novo);
- assistir 2 filmes (de novo);
- fazer 5 receitas novas de meus livros;
- reclusão a partir do dia 12/02 (terça de carnaval);
- não sair para comer;
- usar a técnica pomodoro o dia inteiro.

Consegui ser muito organizada em janeiro, se a gente considerar todas as coisas que surgiram nesse mês: eu fui a 2 shows, fui duas vezes para a Solidão, me dediquei muito a fazer companhia para duas amigas que não moram mais aqui, estou intensificando minha atenção a um outro amigo, namorado de uma das duas que não mora mais aqui, a menina que mora comigo fez aniversário, minha família passou férias aqui (visitei-os todos os finais de semana), e mais umas coisinhas, picadinhas, que surgiram ao longo do mês. Está sendo um verão legal, como todos costumam ser, aliás!
Mas depois do Carnaval tudo tende a desacelerar e eu estou achando até bom. Dei umas treinadinhas com algumas técnicas e rotinas que quero implementar em janeiro, mas em fevereiro vai ter jogo de verdade :)
Sobre as minhas finanças, esse mês tenho um plano mais rígido, mas vou fazer as contas ainda para estabelecer um orçamento mais exato, mais certeiro. Fiquei pensando que "não gastar nada fora do plano" não deveria constar no meu checklist, porque o plano é algo para todos os meses. Fevereiro com cintos mais apertados, é verdade, mas fevereiro é um mês difícil para mim em geral, proprietária de placa final 02 no automóvel.
Força na peruca...!

Check-list mensal

Janeiro:

 - não gastar nada fora do plano - unchecked. E olhe que achei que estava indo bem, mas ontem fui passar a régua nos gastos (anotei tudo), comecei a entender essa minha torneira....;
- arrumar minha pasta de 2013 - checked. Comprei uma pastinha com 12 divisórias, pus as etiquetas com os meses, e nesse mês é que inicio a alimentá-la, pois só agora é que vieram as contas de janeiro;
- fazer uma dieta detox - semi-checked. Escolhi, escolhi, mas acabei sempre indo fazer outra coisa na rua e não ficando em casa ou em algum lugar onde eu tivesse disponibilidade para fazê-la. Domingo passado eu fiz durante um dia;
- entrar na natação - checked. Entrei na segunda semana, 3x por semana! E está sendo muito bom;
- fazer caminhadas nos dias sem natação - semi-checked. Eu deveria caminhar sábado, domingo, segunda e quarta. Eu só caminhei sábados e domingos...;
- fazer a dissertação já no formato - checked. Iniciei a colocar as coisas na norma, a pensá-la como uma dissertação e não mais como um projeto, como recomendou meu Co-Orientador;
- assistir dois filmes - checked. Assisti dois curtas no cinema da repartição (um deles ainda quero contar melhor, mas sem youtube fica chato), e ontem assisti Fábulas de Esopo :) ;
- ir à praia 2x por semana - checked! Todos os finais de semana: sexta, sábado e domingo. E essa semana ainda fui na segunda...;
- anotar todos os meus gastos - checked. Anotei tudinho, se foi no dinheiro ou no cartão, no que foi, uma belezinha.

Essa é uma das melhores listas da história! Cheia de 'ok' do lado de cada coisinha!

Janeiro definitivamente foi um mês legal. Meu caderno tem sido meu companheiro fiel e me ajudado muito! Vou enxugar a lista de fevereiro, porque essa estava muito cheinha, ainda que com tarefas simples. As tarefas legais (como ver filme, ir à praia) vão continuar no mês que vem. O meu plano financeiro vai ser uma tragédia: estamos, finalmente, nos entendendo (eu e minhas contas). Mas estamos só no começo desse entendimento.
Não é sempre que eu consigo manter as resoluções de Ano Novo por mais de 30 dias, viu?

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