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Thursday, January 31, 2013

Livro: O Pequeno Príncipe

Como comentei com vocês outro dia, adquiri esse livro no sebo, trocando por outros que não pretendia mais ler. Resolvi atualizar minha coleção de uma forma mais coerente, guardando comigo somente aqueles que quero reler diversas vezes, e tinha certeza que esse livro seria um deles.
É provável que já o tenha lido no passado, mas quando o li na semana passada foi que me recordei dos detalhes todos. Achei o livro uma graça: o tipo do livro que a gente lê antes de comer um bolinho com chá, que faz a gente sentir vontade de carregar o principezinho no colo, de voltar a desenhar (nunca desenhei).
Achei o final tão triste que quase chorei. O livro, a despeito de simples, de curto, tenta nos fazer lembrar do que deveria ser importante para nós. E que devemos levar nossas brincadeiras e nossa imaginação muito a sério.
Se eu fosse um dia ter um filho, ia reler o livro várias vezes ao ano, para nunca esquecer do direito da criança de ser criança, de fantasiar e de dar a devida importância ao que é importante.
Tem ainda o lance da ilustração: segundo a editora, essas ilustrações são as únicas que foram feitas com o autor em vida, e que seriam as mais "fiéis" à sua vontade.
Eu lembro vagamente de assistir um desenho animado quando criança sobre o Pequeno Príncipe. Será loucura minha? Na abertura ele aparecia andando no planetinha dele...

Estou com um problema doméstico sério

Uma lagarta listrada comeu todo o meu manjericão roxo. E deixou para trás minúsculos pontinhos pretos, soltos sobre a folha: não sei se é cocô ou se são ovos (nesse contexto, prefiro que seja cocô).
Depois de pesquisar exaustivamente no google, entendi que preciso fazer uma água com fumo e pimenta.
Mamis me disse que dois cigarros bastam, e que eu não preciso fumá-los, só abri-los sem o papel e jogar o conteúdo numa água. Ainda bem, eu até ia fumar, mas estava com muito incômodo (no início ela me disse que eu podia usar as bitucas, como obter bitucas se não fumo? chafurdando no lixo?).
Então agora pelo bem d'Os Incríveis, preciso criar coragem de comprar dois cigarros avulsos na padaria. Resolvi que não tenho coragem de fazê-lo na padaria onde compro meus pães, e acho que vou procurar outro lugar. Talvez eu peça para Wal comprar. Mas tem que ser hoje!
Alguém já passou dificuldade dessa com as plantas? Sabe quanto tempo o fumo na água precisa "curtir"? Sabe se aquilo que tinha nas folhas era cocô ou ovos?
Que lagarta fina, hein? Num vaso cheio de temperos, a louca me come logo o manjericão roxo!

Até que demorou

Depois de 40 dias dormindo no ar-condicionado sem interrupções, só ontem que me veio coceirinha na garganta e tosse sem motivo aparente!
Também pode ser que fazem 4 dias que não tomo Omeprazol, e uma das coisas que primeiro me ataca é a esofagite, então, fiquei confusa.

Tuesday, January 29, 2013

Santa


Em dezembro de 2000 eu fui pela primeira (e por enquanto, única) vez para Santa Maria, prestar um tipo de ENEM da época. Eu queria fazer Artes Cênicas. Ainda bem que não passei porque morando em Floripa eu já quase fui totalmente perdida para a fanfarronice, em Santa Maria eu estaria na vida até hoje.
Lembro da cidade bonitinha, e daquele calçadão enorme, onde tinham milhares de estudantes sentados, conversando, bebendo cerveja, bebendo mate. Lembro que fui com meus amigos comer uma pizza ali naquele entorno, do quanto a gente se divertiu, de como era grande o campus da UFSM comparado às outras universidades que conhecia. Lembro de ter pensado que eu seria muito feliz e me divertiria por ali!
Vinculei isso com a fala da menina que disse ontem no jornal (não sei mais qual) que a cidade havia morrido junto com os jovens asfixiados. E imagino que esteja bem assim mesmo. Santa Maria, a nossa Ouro Preto, tão cheia de gente feliz, tão cheia de gente jovem.
Me marcou em especial alguns lances:
  • a legista dizendo ao Fantástico que haviam mais 40 corpos, quer dizer, 40 pacientes em estado grave(como quem diz, 40 já estão condenados);
  • o fato de que pouco tempo atrás achei lindo uns fogos ao final da colação de grau de alguém, num local fechado;
  • tudo que eu não queria ser: o vocalista da banda, um dos donos da boate – porque não concebo que não estejam se torturando em culpa (e acho isso pouco, óbvio, e quero que sejam punidos os verdadeiros culpados).
Não tem novidade no que eu digo, só achei que precisava falar sobre isso. Aliás, eu falo disso desde ontem quase que ininterruptamente.

O tal do projeto 333

Então eu li sobre ele pela primeira vez aqui.

E fiquei muito, mas muito tentada com a ideia. Eu tenho três tipos de roupas no armário:

- as que eu amo, uso, ficam bem em mim;
- as que eu amo, mas não uso, porque não estão me servindo;
- as que eu não amo, mas uso, porque são as que me ficam melhor.

Não é como se eu odiasse azul e só o usasse porque me fica melhor. Estou falando dos tamanhos. Mas como vocês têm sabido, eu tenho emagrecido. Então eu resolvi tentar o Projeto 333, porque espero que em três meses eu não precise mais das roupas da terceira categoria. Ao menos, não de todas elas.
A lista está em construção: já incluí 24 itens. Não vou incluir calçados ou bijuterias, porque, lembrem-se, estou em fase de testes. Mas iniciei ela ontem, dia 28/01, usando um dos 24 itens inclusos na lista. A ideia é gastar até ficarem inutilizáveis as roupas "de gorda". E me livrar de coisas que atucham meu armário e não deixam as coisas bonitas aparecerem.
Vamos a isso, então. Eu estava com saudade de um projetinho. ;)

Tonterías

Tomei uma sequência de decisões erradas ontem. Quando eram 16h e eu estava presa no engarrafamento ao final da Beira Mar de São José, sentindo aquela gota nojenta de suor escorrer pelo lado, concluí que a decisão mais acertada era: virar à direita, ao invés de à esquerda, e ir para a praia.
Dei uma caminhada, tomei um sorvete, um suco. Assisti uma porção de episódios dos seriados da Warner e fui dormir.
Afinal, quando eu quis trabalhar de manhã, era esse o plano, não?

Monday, January 28, 2013

Oi, sou amiga de um famoso!

Então ontem eu fui caminhando da casa de praia até Jurerê Internacional para assistir o Luiz Melodia. Era um show com entrevista, possibilidade das pessoas fazerem perguntas para ele e etc.
Quando cheguei, achei muito engraçado, todo mundo sentadinho vendo o show, poucas pessoas de pé... Mas só as mais da frente puderam perguntar coisas a ele. Tocou Congênito, a primeira música dele que conheci, num CD da Orquestra Imperial, e que é até hoje a minha favorita.
Então as pessoas ficavam assim:
- Luiz, no show em 1985 eu te conheci! Pedi para você autografar o CD tal! Lembra?
- Luiz, quando você cantou tal música eu te mandei beijos da plateia, lembra?
- Luiz, meus pais te conheceram e foi muito legal, lembra?

...

Sério, gente. Na boa. Ele não lembrava de nenhuma das vezes, óbvio, e eu achei o cúmulo as pessoas ficarem desesperadamente pedindo pra ele lembrar de fatos que devem acontecer no mínimo 3x por semana com ele.
Te falar, viu!

Friday, January 25, 2013

Alguém realmente te ouve?


Fico sempre muito impressionada com a dificuldade de escuta que assola a humanidade hoje em dia. Canso de me ver em situações teoricamente de diálogo, em que na verdade, o que existe, são dois monólogos, sem a menor relação. Na verdade, você não está ouvindo o que a outra pessoa está dizendo, e a partir disso construindo sua fala: você está, pacientemente, guardando silêncio para poder falar o que quer assim que a pessoa respirar mais fundo. A outra pessoa, por sua vez, não concluiu o raciocínio dela, ainda, e fica, feito você, esperando ansiosamente a hora de falar o que precisa falar. Todo mundo tem algo a dizer.
Aparentemente, apesar disso, ninguém tem nada para ouvir, porque já está tudo ali, na internet, ou não sei bem onde.
Ontem, num erro catastrófico, resolvi confidenciar a uma amiga uma coisa que está me deixando triste. Algo que não posso mudar, que entendo que não cabe a mim e que nenhuma intervenção alteraria a situação. Tenho consciência disso, mas apesar da consciência, fico triste por as coisas serem como são. Tenho consciência disso há poucos dias – 4 para ser exata. Ontem eram 3. Mas a pessoa que escolhi para confidenciar o que estava acontecendo comigo, sem nem me ouvir, passou a repetir exaustivamente todos os motivos pelos quais eu não poderia mudar a situação, e sobre como eu deveria seguir em frente. Tentei no meio das brechas explicar que eu sabia, mas que faziam só 3 dias e que, portanto, eu poderia me sentir triste ainda, certo?
Aparentemente, errado. Enquanto não pedi por favor, não consegui que a pessoa parasse de disparar loucamente a repetição de todas as coisas que já sei. Depois acho que conseguimos contato.
Mas aquilo me causou um desespero tão grande, o fato de eu não conseguir concluir o que queria dizer, o fato da pessoa não me ouvir, que fiquei pior do que já estava. E aí pronto, não durmo mais pensando no tanto que as pessoas não se ouvem. E o tanto que elas repetem as mesmas coisas, apesar de você dizer pra elas que entendeu o que elas disseram, apesar de você concordar com elas, elas precisam reafirmar pela terceira (quiçá até a décima) vez o que ela pensou lá no começo quando te ouviu.
Gente que reafirma a mesma coisa que já disse: gente que não escuta.
Fico tão desanimada pensando em como as relações se deterioram. Me parece que não são só as minhas: me parece que ninguém quer ouvir ninguém. Deve ser por isso que meu trabalho cresce tanto: como ninguém ouve ninguém direito, o povo vem aqui me dizer suas coisas, aqui onde sou paga para fazer uma escuta.
E para vocês mensurarem o quão fragilizada e patética estou hoje: chorei escrevendo esse último trecho. Chorei por todas as conversas que nunca aconteceram, por todas as vezes que não fui ouvida, por todas as vezes que não escutei atentamente e por todas as pessoas que vão passar por isso tantas vezes ainda.

Wednesday, January 23, 2013

Dois mundos: o das pessoas divertidas e o das pessoas imbecis


Uma amiga minha contou nesse final de semana sobre um outro amigo seu, gay, que usa um tal de aplicativo de telefones modernos que ele sabe quem está num determinado raio de proximidade dele e disponível para paquera. Segundo essa mesma amiga minha, quem usa mais isso são os gays mesmo.
Então esse amigo dela se interessou pelo perfil de alguém que estava no raio de influência dele, adicionou, conversou, não sei bem, só sei que começaram a se falar pelo aplicativo. Ainda pelo aplicativo, se viram pela webcam e um mostrou ao outro fotos (ou exibiram pela webcam, já esqueci) os órgãos sexuais e, tendo aprovado tamanhos e características, em menos de 2h já estavam transando ao vivo em algum lugar.
O mundo dos gays é muito mais divertido que o nosso.


                                                                                 ***

Nisso falando, achei engraçado que o povo da repartição que me adicionou no facebook começou a desconfiar que eu seja homossexual, porque posto imagens e campanhas a favor dos homossexuais e seus direitos. Além disso, o fato de nunca terem me visto ficando ou namorando ninguém, ser amiga de muitos gays e tudo mais, me faria ser também. É isso que as pessoas pensam, para que defender homossexuais e seus direitos se isso não me dissesse respeito? A verdade é que tudo que tem a ver com a humanidade me diz respeito.
Infelizmente, não sou dessas: acho uma bobagem minha excluir de antemão 50% da população (ou mais) das minhas possibilidades. Mas até hoje não aconteceu de me envolver, atrair ou qualquer outra interação sexual com nenhuma mulher.
Mas no fim estou cogitando espalhar minha fama de sapata pela repartição e me livrar assim de assédios sutis ou abertos. Imaginem Millhouse, todo pudico e evangélico, sabendo que sou lésbica? Vou considerar.  

Ver-o-peso


Confesso para vocês que tive medo de me pesar ontem. Passei o final de semana como de hábito cometendo diversos exageros, lá na Solidão. Nesses últimos dias não tenho cozinhado, porque ando com a cabeça em outros lugares, lugares impossíveis. Mas apesar disso tudo, ontem quando fui atrás de água mineral e outros víveres de primeira necessidade, encarei meu momento tenso e a balança me disse: 72kg. Sim! 350g a menos, mas o que mais temia não havia acontecido: não recuperei nenhum peso que não quero! Há 3 semanas que ele só cai, apesar de devagar e apesar de todos os exageros do mundo. Nunca mais vou parar de fazer natação!

Tuesday, January 22, 2013

Repetitiva

Hoje de manhã, enquanto tomava a terceira ducha de um curto intervalo de não mais de 3h, refletia acerca dos padrões que repito exaustivamente, e de como pela milionésima vez, como um viciado, como um criminoso absurdamente reincidente, eu não posso me furtar de cometer ainda outra vez aquele mesmo pequeno e delicioso erro.
As pessoas mudam, eu não. Eu sou sempre aquela que aceita o abraço do impossível e ao ver a muralha intransponível à sua frente, acelera com toda a velocidade uma moto de encontro a ela.
E se esborracha no chão, não mais em pequenos pedaços, mas sim, cai inteira, completa, como raramente (raramente o cacete, digamos nunca que faz muito mais sentido) se sente quando não está colidindo com a muralha. Quando não está aceitando o abraço do impossível. Quando não aceita a última pedra, o último trago, quando não comete o último assassinato.
Sabemos, eu, a muralha, e todos os impossíveis que me cercam, que não foi nem há de ser a última vez. Sentindo orgulho ou vergonha (mais orgulho que vergonha, admito), não vou perder a chance de ver o impossível se materializar como possível na minha frente, porque de todas as coisas que me fazem viver, essa, de todas, é a que me mais me faz sentir que estou viva.
E assim, ensaboando pela sexta vez num intervalo tão curto de tempo o mesmo corpo, fechei a torneira da ducha como quem fecha, mais uma vez, a porta da vida.
Por mais um tempo, apenas. É sempre apenas um tempo.

Monday, January 21, 2013

Abastecendo-me de paz e de amor

Janeiro é o mês. Sempre. Tem sempre alguma coisa interessante acontecendo, pessoas estão aqui, pessoas que não moram mais aqui. São atividades sociais que não acabam nunca, muitas festas, muitas praias, muitos shows e um longo etc.
Tem um lugar que eu gosto muito de ir a qualquer época do ano, mas que no verão é ainda melhor: eu visito um amigo meu na praia da Solidão.
Quem conhece Floripa nem sempre conhece a Solidão: passa a costa de dentro, passa o Pântano, e aí então você segue, até chegar na última bifurcação e vira à esquerda. Vai até o final da rua, entra na última à direita e sobe o morro,desce, e passa a ponte, e chegou na Solidão. Daí eu ainda preciso subir uma escadaria indigna, e finalmente, estou na casa.
A escadaria toda nos propicia a vista frontal do mar, mas atrás podemos ver as árvores. E ali a gente conversa, cozinha, bebe, fuma, fofoca, ouve música, dança, bate fotos e outras coisas assim.

Eu estava nesse sofá que vocês veem o braço batendo fotos do mar...














Essa é a vista dos fundos.

Depois a gente pode descer e ir fazer a trilha do saquinho, ou pode mergulhar no mar, ou subir até a cachoeira.
O tempo na Solidão passa diferente: tudo começa e acaba mais tarde. É muita preguiça numa casa só. E ainda tem essas samambaias quase que selvagens...


E quando o domingo acaba, a gente fica relembrando do final de semana e pensando no próximo.

O que tem pro almoço? Mistureba fresh

Há tempos eu não falava de meus almoços; na verdade eu tenho levado pra repartição nesse mês e alguns dias eu como no kilo. Esse final de semana eu abusei de todos os limites e meu corpo está se rebelando contra isso desde ontem à noite. Hoje eu tinha muito certo comigo mesma que queria comer algo leve, algo frio e que não exigisse compras ou longos processos. Saiu no improviso com a abobrinha que eu tinha e mais umas coisinhas da despensa esse pratinho aí.
Fatiei as abobrinhas na lâmina, temperei com sal e pimenta, hidratei os tomates secos e fiz rolinhos com eles. Imagina você fazendo bonito com esses rolinhos assim numa ocasião qualquer na sua casa? Esses não estão muito bonitos, mas eles ficam ótimos, para servir às visitas eu arrumaria melhor, mas acho que assim ficaram bem também. Aí teria que prender num palitinho, inserir uma fatia de queijo ou presunto, você que ia saber. Com as fatias que não estavam tão perfeitinhas e para não comer tantos tomates assim, as outras comi simplesmente com palmito e lascas de atum em lata, temperadinhas e regadas com azeite. Se eu tivesse, teria espremido um limão por cima, salpicado umas salsinhas, mas hoje o dia era de miséria, de se virar com a despensa.


A água dos tomates eu reservei e vou usar em sopa, caldo, risotto, no que for. O centro esponjoso da abobrinha idem: meto no congelador e um dia eu uso, para enriquecer nutricionalmente outro prato.


Foi muito bom almoçar esse pratinho!

Novidades da sala de estar

Com vocês, portanto, meus novos companheiros de apartamento: a pimenteira que fica no centro da mesa de jantar, que chamei de As Frenéticas, e meu vaso de temperos, que ainda preciso nomear. Ele contém manjericão roxo, alecrim, hortelã, orégano e o meu antigo companheiro Astúcio, que se mudou para um vaso maior e cheio de amigos!

Alguém sugere um nome para eles, por favor! Individual ou coletivo!

A maldição do vale-alimentação


Então na quinta-feira passada eu fiz minha aula de natação como de hábito e ainda dei uma caminhada leve com as pessoas da repartição na Beira-mar continental. Aí, considerando que nadei e caminhei no mesmo dia, passei no mercado na volta para umas comprinhas simples e saí de lá com R$180,00 em queijos numa caixa de papelão. Tudo bem - eu também comprei uma revista, dois mini-muffins e uma bandejinha de sushi, mas ainda assim, é queijo que nunca mais vai acabar. Restaurantes que servem tábuas de frios me invejam e me cobiçam, mas os queijos são todos meus, meus!
Então como o azar é uma coisa democrática e tudo o mais, na tarde do dia seguinte meu bairro foi vítima de uma queda de luz de cerca de 7h. Quase que meus queijo tudo vira gorgonzola!
Olhei apenas superficialmente, mas parecem ter lidado bem com o que rolou, sem maiores danos.

Notícias da piscina


Na sexta-feira passada eu fui na natação e cheguei um pouco atrasada. Meu professor gatinho havia faltado, e tinha um outro professor, emprestado de outra academia, substituindo-o. Não tão gatinho, mas muito bom professor.
Eu venho fazendo uma média mixuruca de 900m por aula de 45 minutos, enquanto “pego fôlego”. Sinto que meu fôlego já melhorou, mas faço bastante pausas entre as chegadas, às vezes no meio delas também, e não puxo muito a velocidade. Também estou com um problema de água no ouvido, tem entrado muita, e preciso parar de 50 em 50m para desentupi-los. Aliás, essa semana vou atrás de equipamento adequado para vedá-los.
Voltando ao novo professor, ele não teve a mesma peninha de mim que o habitual: me deixou 1h na piscina, tendo completado a honrosa marca de 1100m!
Tomara que esse aí ficasse. Algo me diz que o primeiro está saindo da cadimia.

Friday, January 18, 2013

Aos que torcem pelo Millhouse

Quero alertá-los de que torcem contra mim! Eu não suporto nenhuma de suas investidas e aos que desconhecem, sofro de pena e nojinho. Este último, aliás, ganhando cada vez mais força.
A novidade é que ele resolveu aderir à laboral agora que eu também vou. Se eu der mole, ele daqui uns dias vai parar no meu lado e fazer dupla comigo quando os exercícios forem de dupla. Tocar nas mãos emocionadas, suarentas e trêmulas de Millhouse?
Socorro!

Over, over the top

Sabem a estagiária trololó? Então, ela mesma. Continua fazendo barbaridades por aqui, e eu tentando contê-la para que não faça muitas das suas barbaridades.
Corrigir seus diários de campo: hora de sentar e chorar ao ver a precarização do ensino superior brasileiro (ela é do EAD).
Aliás, quem é a favor do EAD deveria conhecê-la: porque não a culpo, afinal, ela optou por essa modalidade porque afinal ofereceram e porque não entrou na UFSC (sim, faltam vagas e universidades por aí), ou por algum motivo que desconheço. O fato é que já orientei outras pessoas, e nenhuma jamais veio tão crua ou tão absolutamente despreparada para o exercício feito ela: comete desde erros de português até erros graves de análise, e é um perigo ambulante deixá-la atender um usuário.
Alguém pode me dizer que isso é coisa individual, que já conheceu alguém esforçado do EAD que virou presidente de não sei onde e blablabla: bullshit. Essa garota pega artigos aleatórios na internet pra fazer referência bibliográfica porque os principais autores não estão disponíveis na biblioteca (aquela que não existe, segundo ela). A universidade dela não acompanha os diários de campo ou qualquer coisa relacionada ao campo de estágio, na verdade, nem ligam pro tipo de barbaridade que ela aprontar por aqui. Ela não teve um único professor de referência, nunca teve um debate em sala de aula (teórico ou metodológico), nunca foi a uma palestra ou evento do Serviço Social e nem tem condições de fazê-lo. Serviço Social à distância soy contra, eu, o CFESS e a ABEPSS, mas quem sabe para outras disciplinas mais técnicas sirva. Não para profissionais que vão lidar com gente, não mesmo.
Então eu tergiversei esse tempo todo porque queria falar de outra coisa que ela faz, na minha opinião muito mais pessoal e inerente à personalidade dela e tudo o mais. Ela é extremamente ansiosa por agradar e se enturmar, e pensa que isso já aconteceu.
Ninguém pode fazer uma piada a menos de 20m dela, sem que ela solte alguma interjeição tentando ser engraçadinha e ser inserida no papo. Ela vai na laboral e enquanto a professora manda a gente esticar os braços e brinca que não vale bater no coleguinha ao lado (nem tão engraçado já com ela), minha estagiária trololó aproveita a deixa para dizer: é, não vale se vingar na hora da ginástica!
No seu primeiro dia de trabalho eu tive que sair correndo antes do almoço para resolver uma pendência na rua (coisa de trabalho), e a mesma, mais que veloz, soltou: ah, vais passar pelo Kobrasol?
Sim, ela me pediu carona no primeiro dia. Eu até ia dar, mas saí 30min antes e nem lembrei de buscá-la.
Hoje, enquanto eu me descabelava lendo os absurdos no diário de campo, me chega a gerentona top aqui do meu setor dizendo que minha estagiária sairia mais cedo comigo, pois ia dar carona para ela. E lá vinha a doida, sorridente e saltitante, me dar beijinho de tchau e dizer que havia conseguido uma caroninha!
Preciso mencionar que a gerentona não dá Feliz Natal às pessoas porque acha falsidade cumprimentar só no Natal. Imaginem ela dando carona pra estagiária trololó?
Ai gente, estou sendo implicante? Porque sei que sou. Mas estou exagerando?
Opinem! Agora com o plus de eu interagir com vocês nos comentários! (hohohoh)

Thursday, January 17, 2013

Historietas de Millhouse

Então agora há pouco ele precisou do CRESS da outra AS, minha amiga, para alterar um documento. Costumamos imprimir relatórios e adicionar o CRESS no nosso carimbo, portanto, nenhum arquivo meu aqui continha esse número. Mas ele é sagaz.
Notou que na minha assinatura do Outlook eu coloco o meu CRESS e pensou: quem sabe o dela também não teria?

Ele acertou: tinha lá. Mandei imediatamente para o e-mail dele, e ele aqui sentado sobre o meu gaveteiro, ficava se gabando de como havia raciocinado para encontrar o registro, e eu, sendo simpática, digo que realmente não havia pensado nisso, mas que agora, já estava no e-mail dele.
Pausa de 3seg, os mais longos do mundo, em que ele me lança um olhar de admiração e ternura, e então diz: obrigado. Sorrindo e bem baixinho.

SO-COR-RROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Esqueci de contar.

Ganhei a eleição da CIPA de lavada! Fiquei em primeiro lugar, maior emoção! Burocracia petista, tremei: a nova cipeira é revolucionária!
Esqueci de mencionar ainda aos que se interessam: foram 10 listas ao total.

A crise que virou paranóia

Depois que descobri que existe todo um mundo de a gente interagir nos comentários, eu a little surtei. Eu nunca lia os comentários que tinham nos posts das pessoas, mas agora to observando que as pessoas comentam e o autor sempre comenta algo de volta!
Daí eu pergunto algumas coisas:

- a interação acaba com a tréplica do autor? Ou isso rende muito?
- vocês leem, mencionam e interagem com as demais pessoas que comentam, ou só com o autor?
- que horas vocês tiram para voltar nos comentários? Tipo, postou um comentário, daí já sabe que tem resposta daqui a pouco? Ou o autor avisa que respondeu? Ou vocês periodicamente abrem novamente os comentários daquela postagem?
- quantos blogues por dia vocês comentam, são re-comentados e vice-versa? Quantas horas dura isso num dia?


Estou muito confusa. Em 10 anos de blogue, nunca pensei nessa possibilidade. Meus neurônios resistem e se rebelam ante uma novidade assim. Me ajudem!
Enquanto isso, estamos em fase de testes: nessa semana vou interagir nos comentários. Prometo que podem voltar que vou responder! E ainda aviso: tudo o que postares hoje tem o prazo de até amanhã às 13h para estar respondido, pode ser antes, mas nunca depois!
Não sei se vou gostar, mas vamos testar.

Wednesday, January 16, 2013

Algo que me lembrei agora

Há tempos atrás eu ofereci aqui no blogue para dividir meus condimentos com as pessoas. Algumas aceitaram. Não sei se foi por distração ou porque as pessoas de repente não são tão loucas por condimentos feito eu, mas foram 3: Drinha, Cristiano e Neandhertal. Eu disse que conseguiria mandar para duas numa boa, mas como foram apenas 3, vou mandar para os 3!
Mas acontece o seguinte: surgiram novas coisas. Sempre tem um amigo voltando da Colômbia ou da Asia querendo me mimar. Sou feliz! Tenho amigos gentis e que me dão temperos!
Então quero mandar mais um kit para mais alguém. Por isso estou oferecendo mais uma vez. Mesmo esquema: estou oferecendo um, se só um pedir, vai ganhar, se dois pedirem, ganham dois, se vier mais que dois, eu sorteio, mas isso não é um sorteio! É mais um desapego!
Claro que os três anteriores não precisam se preocupar, pois já vão ganhar. Me mandem seus endereços no moreira.thais@gmail.com e mofem-cax-pomba-na-balaia* esperando o pacote! Sou enrolada!

Esse é o post: http://bossabeat.blogspot.com.br/2012/12/uma-divisao-colaborativa.html

* essa é uma expressão tipicamente manezinha, do tempo em que o Mercado Público de Florianópolis vendia de um tudo, inclusive, pombinha-rola viva. Alguém perguntou ao vendedor das pombinhas quanto custava cada uma, e indignado com o preço, sentenciou que o vendedor mofaria com as pombas na balaia - equivalente a dizer que esperaria muito. É comum aqui na Ilha se dizer mofas ca pomba na balaia ou simplesmente mofas (chiadinho assim mesmo) quando queremos dizer que a pessoa vai esperar muito (algo como pode esperar sentado, mas mais contundente).

Livro: É Tudo Tão Simples - Danuza Leão


Ontem me desfiz desse livro que havia comprado no ano passado, porque costumo achar Danuza Leão muito legal – gosto da imagem despreocupada de si mesma que ela passa, e de como apregoa ter se livrado de muitas coisas que a incomodavam. É disso que ela fala nesse livro, de simplificar a vida.
Infelizmente, não é meu tipo de livro, e talvez nem ela seja exatamente meu tipo de pessoa. Algumas passagens me deixaram especialmente incomodada, porque ela fala de coisas que a mim são caras, que para mim é princípio. Como já li o livro tem um tempo, não vou lembrar de nada muito certo. Mas ela reivindica o tempo antigo, mais feliz, em que as coisas eram mais exclusivas: que não haviam tantas filas nem tanta gente nos restaurantes, nos teatros, etc. Como muitas cariocas de algumas gerações atrás, é saudosista daquele Rio idealizado, calmo, que foi atropelado pelas 'modernidades'. Bom, sobre o Rio, talvez possamos ter acordo. Mas sobre o resto...
Embora eu me irrite com filas nos restaurantes, shows, cinemas e outros locais de lazer, eu jamais gostaria que voltassem a ser coisas exclusivas. Fico muito feliz com a popularização do lazer, da comida, das roupas bonitas... Isso não significa que eu concorde com políticas irresponsáveis de crédito, com o consumo irresponsável e nem acho que isso é o que define ou torna as pessoas mais felizes. Eu apenas fico feliz por mais pessoas poderem optar por comer um sanduíche na lanchonete, pedir uma pizza, comprarem um vestido lindo e tão parecido com o da celebridade lá. E com o fato de isso ser um privilégio (pois ainda não é um direito, e muita gente não pode fazer isso ainda, portanto, é um privilégio) um pouco menos excludente. Que mais famílias possam visitar o exterior, viajando de avião, que tenham o conforto de um carro para levar as crianças no médico ou fazer as compras do mês. Isso nunca deveria ter sido exclusivo. E ainda não deveria ser um privilégio.
Por isso, jamais vou sentir falta de uma época que já passou, em que mandar fazer um vestido, ter um carro, ir a um restaurante era um luxo inalcançável para tanta gente. E por mais que eu goste de ser bem tratada, de me sentir diferente com as roupas que eu uso, e de ter uma vaga fácil para estacionar, quando penso que isso não acontece mais tanto porque tem mais gente usufruindo disso, eu acho isso ótimo. Acho pouco, mas acho ótimo.
Eu e Danuza, portanto, temos um desacordo fundamental, que nos impede de habitarmos o mesmo quarto. E é por isso que seu livro ontem foi parar no sebo, no lugar do Pequeno Príncipe que agora é meu grande roomie.

A desvalorização mais rápida do oeste

Então o último rincão de bagunça no meu quarto, a estante de livros, foi finalmente alvo de intervenção e agora reluz, organizada e feliz. Aproveitei para ver quais daqueles livros eu iria descartar, considerando que tinha algumas coisas ali que eu não voltaria a ler. Separei 6 livros e deixei numa bolsa dentro do carro para levar ao sebo um dia.
O dia foi ontem.
Já imaginava isso, mas fiquei chocada com o fato dela só me dar R$3,00 por livro na troca. Isso significa que ela não me daria dinheiro, mas tudo bem, porque eu poderia trocar por algum que eu quisesse. Mas fiquei meio assim, esses livros custaram muito mais que isso nas livrarias. Muito mais.
Como eu não ia esperar com os livros no carro até revalorizar, não queria mais eles mesmo e tudo mais, troquei por um O Pequeno Príncipe, que queria ter na minha coleção, e custava R$15,00. A sovina anotou num caderninho que eu tenho R$3,00 de crédito.
Outro dia eu li que a gente tem que parar de segurar as coisas que não quer porque um dia pagou caro por elas, e foi isso que fiz ontem, mas que me doeu, me doeu.
Enfim, saem coisas atualmente sem valor pra mim - entra um que tem muito!

Alguém me diz se tô cometendo gafes?

Então eu fui agora dar aquela conferida básica nos blogues de costume e encontrei esse post da Luana. Enquanto fui lendo, achei engraçado, embora as coisas listadas raramente aconteçam comigo, porque gente, vejam bem, meu blogue é minúsculo, insignificante, de uns meses pra cá que passou a ter uma plateia mais assídua. É totalmente pessoal, não diz grandes contribuições à humanidade nem se propõe a ser, enfim, quem sou eu nesse mundão de meu Deus?
Daí eu cheguei no item 5 e entrei gravemente em crise: ela diz que sempre responde os comentários das outras pessoas, e fica chateada se os outros não respondem os comentários dela!
Novidade 1: durante todos esses meses, meu comentário foi respondido e eu nunca, nem tchun;
Novidade 2: eventualmente, alguém que comentou aqui, preocupou-se em saber se eu respondi o comentário;
Novidade 3: a julgar pela pesquisa rápida que fiz nos comentários dos blogues que sigo, essa é uma prática comum, e eu estou cometendo gafe desde sempre!
Dileta audiência! Alguém me explica se é assim mesmo? Eu respondo os comentários nos meus comentários? Vocês achariam isso legal, interativo e tudo o mais? Deverei eu iniciar essa prática? Luana, te ignorei sem querer? Me perdoa!
Quero ajuda na etiqueta bloguística!

Tuesday, January 15, 2013

Sonhos que nunca realizaram

Eu tenho um sonho muito específico que ninguém nunca realizou e que não posso fazê-lo sozinha: queria que um dia alguém tocasse a campainha (ou batesse na minha porta) e quando eu fosse atender, BUM! Levasse uma torta na cara. Teria que ser daquelas bem melequentas, cheias de merengue, típicas dos programas de antigamente. Não precisaria ser muito cara, tampouco, porque teria dó de desperdiçá-la com isso. Então eu ficaria com a cara toda lambuzada de chantilly, e só enxergaria os olhos!
Eu revelo esse meu sonho constantemente aos meus amigos, e todos dizem: moleza, daqui uns dias eu realizo!
Mas nenhum nunca realizou! Me prometem uma torta na cara há anos, e ninguém nunca me dá!
Claro que eu poderia comprar eu mesma a torta e pedir pra alguém fazer o silviço, mas e o elemento surpresa? E eu ficando puta e depois em choque e então rindo muito da situação? Como faz?
Espero não levar essa frustração para o túmulo!

Ver-o-peso


Então ontem a balança me contou a seguinte notícia: 72,350kg. Emagreci o kilo da semana passada! E 50g a mais ainda!
É impressionante como fazer atividade física muda as nossas possibilidades: eu comi um monte de coisas na semana passada, e mesmo assim consegui perder peso. 
De uns tempos pra cá, venho pensando nessa coisa de querer emagrecer. É lógico que gostaria, e sinto que preciso, mas hoje penso que é mais importante eu estar ativa, nadando, caminhando, e que o emagrecimento é consequência disso. Eu me sinto muito bem quando volto da natação, sempre é uma superação: meus tempos e fôlego estão respondendo cada vez melhor. E chego em casa disposta, com pique, e faço diversas outras atividades. Achei que fosse demorar mais para me beneficiar dessa atividade, mas os resultados estão sendo muito rápidos mesmo!

Monday, January 14, 2013

Paciência desse tamanhico

Com a estagiária que me restou. Tonta, tontinha. Se eu falo A, ela faz B, e nunca segue as orientações como foi especificado. Daí toda vez preciso mandar refazer, porque esqueceu de especificar a coisa que eu falei da primeira vez. Não lê com atenção, tampouco. Sempre deixa escapar os detalhes mais elementares da orientação.
Não tenho coragem de deixar fazer atendimento, tampouco. Tonta como é, vai acabar prejudicando meu usuário.
Ou seja: o tipo da ajuda que só atrapalha!

Friday, January 11, 2013

As reflexões e a dica

Dileta audiência, que bom que vocês existem. Aqui eu falo de coisas que não converso nas minhas relações 'presenciais', ou menos não com tanta frequência quanto eu gostaria. Talvez se nós estivéssemos numa conversa ao vivo, com as interrupções e interações normais, isso se perdesse, mas assim como vocês leem o que eu posto até o final, eu leio o que vocês querem desabafar e assim a conversa acaba sendo mais profunda. Acho legal.
Então aquela minha postagem sobre a vontade de comprar algo que nem sei o que é rendeu umas reflexões ultra interessantes, e fiquei dias pensando sobre elas. Às vezes eu até volto nos comentários e releio, porque me senti muito bem dividindo essa ansiedade com vocês.
Como os mais atentos sabem, eu não chego a ser um caso patológico, mas tenho problemas financeiros, sim, derivados da falta de organização e de controle. Esse mês, de tanto as pessoas baterem nessa tecla, estou anotando meus gastos, todos, mas como estou num mês de contenções, me ajuda em partes a entender. Eu recebo um salário com o qual eu poderia ter uma vida tranquila, e até guardar um dinheiro, mas  eu preciso entender como é que as contas nunca fecham no final. E aos poucos eu fui desvendando meus mitos, e tenho diminuído meus débitos progressivamente. Nesse semestre ainda devo fechar totalmente as dívidas e iniciar a poupar. Vou contando isso para vocês, porque tenho feito muita coisa legal nesses dias, com muito foco, muita disciplina. Mas como contei ali embaixo, estou nervosa com a eleição, então não estou totalmente em condições de elaborar a respeito.
Então eu tenho lido esse blogue aqui, que sei que algumas de vocês já conhece, e foi nele que peguei a dica do livro A Story of a Debt. Estou lendo ele na repartição pelo computador, então ainda estou na metade, mas quem fizer isso no tempo livre acaba rapidinho, são 100 e poucas páginas em que ela conta como se livrou das dívidas dela. É em inglês, mas o meu enferrujado como é, tem agradecido por essa oportunidade de exercitar a língua e ler a história cativante dessa menina.
Ela fala coisas bonitas sobre disciplina, sobre as distorções que fazemos, e de como associamos a felicidade a poder comprar as coisas, sair pra beber com as pessoas (poder pagar a conta) e outras coisas do tipo - eu sou exatamente uma dessas. Quero viajar, comprar as coisas, sair com as pessoas e muito mais que isso, mas antes, mais que tudo, quero me sentir sem o peso de pensar nas contas para pagar. E é nisso que tenho me concentrado nesses dias, em me manter disciplinada, evitando os impulsos, fechando a torneira. 
Lari falou que sente que hoje comprar é como fosse um pecado - não sei se encaro dessa forma, mas acho absolutamente saudável que as pessoas tenham horror a comprar, porque isso se tornou uma parte tão grande das nossas vidas, que mesmo quem não é um comprador compulsivo, mesmo assim, faz muitas compras, usa (ou não) muitas coisas e está sempre gastando dinheiro com elas.
Minha câmera fotográfica é aquelas digitais pequeninas, sem mistério algum - hoje quando eu saco ela para bater foto de algo, ela fica até destoante no meio das semi-profissionais e profissionais que se popularizaram de repente, e o hobbie de fotografia de repente é universal. Bom, eu bato minhas fotos pessoais para registrar momentos meus e a minha 'saboneteira' (como alguém a descreveu) me serve bem.
Meu celular é um tipo que não se vende há muitos anos, e que quando lançado já era o mais simples. Eu não sei mexer e nem quero aprender naqueles de passar o dedo, sem teclado, tampouco me interessam todos os aplicativos que uma pessoa pode ter num celular. Mas sei de gente que não vive mais sem os aplicativos.
Da mesma forma, ainda prefiro comprar livros na livraria, e os livros pelos quais me interesso, infelizmente, não foram elevados à categoria de best seller ou coisa que o valha, e por isso, não estariam disponíveis num aparelhinho desses de ler livro.
Ainda sobre necessidades novas, confesso que não tomo óleo de côco, de prímula, não bato linhaça na minha vitamina para me nutrir adequadamente, e digo mais: minha mãe nunca fez isso por mim e sempre tive mais saúde que um cavalo de raça. Resolvi que vou voltar a comer como quando era criança (pratos absolutamente brasileiros, simples e com uma ou outra guloseima autorizada nos finais de semana ou dias de feriado). Deve me bastar como fonte de nutrientes.
Sobre os diversos óleos de argan, de não sei que outra matéria prima, queratinas e quetais, vou te  confessar que até quis me manter atualizada sobre o assunto, mas a novidade é tanta que sempre vai vir um novo produto superar o anterior. Considerando meu cabelo brilhante, ondulado e sedoso como maior prova de que usando Pantene e produtos simples também dá resultado, vou considerar que eventuais pontas ou cabelo armado fazem parte da vida. Do mesmo modo, vou continuar usando meus cremes da Victoria's Secret apenas porque acho cheirosinhos, apesar dos dermatologistas dizerem que não tem hidratante quase dentro deles. Acho que minha pele é macia, esticada e vai muito bem assim.
A despeito disso tudo, paguei mais de mil reais na minha cama, gastaria tanto ou mais com uma cadeira de escritório confortável, e por uma comida bem-feita pago o que tiver. Continuo gastando muito, apesar de não estar assim tão sintonizada com as modernidades e novas necessidades. E a hora não é de me recompensar ou de me agradar, a hora é de me disciplinar, de aprender alguma coisa com essas minhas dívidas, e a de me preparar para uma eventual necessidade repentina - ou um impulso repentino, porque não?
Por isso que ler o livro tem me ajudado tanto. Essa menina sabe de muitas coisas que quero aprender, e é por isso que estou tão interessada na história dela.
Desculpem a gigantesca reflexão, mas há dias que vinha pensando sobre isso, e precisava compartilhar :)

Dias tensos


Então eu que vinha quase que bater ponto aqui no blogue nos últimos dias dei uma breve espairecida da internet, mas não na vida. Estou em intensa atividade, e muito ansiosa: resolvi disputar a eleição da CIPA esse ano aqui na repartição e uma vez que entrei não quero perder (ou pelo menos, não vergonhosamente). Torçam por mim e não reparem se nada por aqui fizer sentido, estou muito neuvosa com minha campanha e tudo o mais – adivinhem quem foi o primeiro a declarar que votará em mim?
E tentem adivinhar quantas listas eu fiz para tocar minha campanha eleitoral de CIPA?

Wednesday, January 09, 2013

Um turbilhão de sensações desencontradas


Todos os dias, aqui na repartição, estou lendo um livro (ebook) e um blogue que recém descobri e quero ler todo, que adorei. Ambos falam da nossa relação com o dinheiro e com as coisas, do consumismo, do acúmulo de coisas, do quão isso nos faz mal e distorce a nossa percepção sobre a vida e etc.
Tem sido muito bom ler, me acalma e me ajuda a manter a cabeça o tempo todo nos meus objetivos. Me fortalece para continuar mudando a direção das coisas, e isso é fundamental nesses dias meio incertos. Apesar disso, ontem aconteceu uma coisa que me deixou muito curiosa, e um pouco ansiosa também. Minha mãe foi ao shopping e gastou um dinheiro razoável comprando coisas, coisas essas que eu nem vi ou sei o que são. Numa loja só (uma que gosto muito de ir, por sinal), relata ela que deixou R$600,00 para trás. E postou uma foto no facebook com as sacolas.
Aquilo me deixou com um misto de curiosidade e vontade de ir ao shopping (e na loja específica) conferir as novidades, as liquidações, e juro, que está na minha cabeça o dia todo a ideia. Hoje estou usando um vestido novo, que comprei mês passado e ainda não tinha usado. Eu tenho umas 10 peças de roupa novas no armário, que me recorde, que ainda não foram usadas. Mas eu fico com vontade de ver as moda.
Como estou muito, mas muuuito determinada a escorregar definitivamente para fora do buraco, não vou fazer nada a respeito, mas fiquei intrigada em ver como o meio altera a gente. Eu leio, leio sobre o desapego, mas fico ansiosa se minha mãe vai às compras. Eu penso em ir às compras, embora isso não devesse passar pela minha cabeça. Compras, essas, que nem sei quais seriam, uma vez que não tenho o hábito de ir em lojas. Mas quando me disseram que há liquidações pelo mundo, eu quis ir conferir. Que estranho, não?

Ah janeiro, ah janeiro...


Janeiro é o seguinte: bom e ruim ao mesmo tempo. Bom para rever as pessoas que vêm de férias, para ir à praia, sair de casa, beber, comer, dançar e um longo etc. Tem diversos shows, alguns até são de graça, e muitas coisas que se fazer. A parte ruim é que para pessoas feito eu, tentando fazer as coisas diferente, são muitas tentações! Estou tentando manter o equilíbrio entre aproveitar o verão e fazer as coisas que preciso fazer, mas confesso que está muito mais para 'aproveitar o verão' do que fazer as outras coisas. Sorte que esse ano o carnaval vem mais cedo... depois do carnaval sempre dá uma baixada na locomotiva social.

Tuesday, January 08, 2013

Desafio semanal: unchecked

Meu desafio de não consumir açúcar foi brutalmente interrompido por alguns episódios marcantes:
1 - aquele maldito rodízio de sushi que serve rolinho primavera com recheio de chocolate;
3 - aquele alfajor El Cachafaz que jazia no aparador da casa de praia;
4 - aquele maravilhoso café francês em que fomos no sábado (eu e meus pais), ao final do qual eu escolhi um mil-folhas com morangos;
5 - aquele pacotinho de MM's que não pude deixar no baleiro, no sábado, no caixa do mercadinho;
6 - aquele torrone espanhol maravilhoso que eu havia comprado em Buenos Aires e me namorava na geladeira há dias;

...E assim a pessoa consumiu açúcar todas essas vezes! E mais, todas aconteceram de sexta-feira em diante! Na verdade, apesar de parecer vontade, confesso que dos seis episódios, só um foi vontade. Contraditoriamente, o do MM's. Todos os outros foram motivados por pensamentos " essa é uma oportunidade única, esse doce é raro" e outras coisas do tipo. De fato eram, e eu que ainda não sou dessas que consegue dizer não a comida, comi todos eles. Também fiquei pensando sobre os tipos de doces que me interessam, e porque costumo dizer que não gosto deles. Na verdade, eu gosto daqueles mais suaves, principalmente os cremosos, mais complexos, não aqueles em que me sinto ingerindo uma pequena pílula de açúcar puro. Tipo um bolinho de laranja sem calda, um mil-folhas, um rolinho com recheio. Não uma paçoca, uma bala, um copo de refrigerante ou uma barra de chocolate.
Tecidas essas considerações, e tratando-se esse de ser o menor de meus problemas, resolvi manter minhas coisas como estão, com doces ocasionais - e evitar, com força, os baleiros, porque foi ali, naquele baleiro, que me deu vontade de comer MM's, não antes.
E entender de uma vez por todas que as minhas oportunidades de comer um doce diferente não são únicas: elas vivem acontecendo! É isso que dá você ser viciado em comida, todos te agradam com mais comida. Céu e inferno.

Historietas de Millhouse


Millhouse nesses dias tem estado praticamente calado, muito discreto, apenas elogiando todos os meus vestidos, imbuído de seu senso fashion e colorimetria únicos. No dia 31, quando tive que vir trabalhar, ele estava aqui também, e ao final do dia, numa sorte tremenda, fui cumprimentá-lo de Ano Novo, como fiz com todos os funcionários. Ao final, ele diz: que vestido bonito, Thais! Rosa assim, fica bem em você!
Ele me chama de 'querida', porém é engraçado, que o faz como se fosse uma coisa só nossa: geralmente ele fala bem baixinho, à guisa de cumprimento, sempre do mesmo jeito: “ô querida...”, puxando o final, num tom quase inaudível.
Dia desses, um outro amiguinho da repartição veio com camiseta igual ou parecida às de Millhouse (que tem 3 ou 4, todas do mesmo tom de azul) lá na sala do café. Ainda que morrendo de sede, virei a volta e sentei outra vez, até perceber que me equivocara e poderia ir atrás de água. Mas comemorei cedo: tendo percebido minha movimentação, lá veio ele tomar um café ou elogiar meus vestidos, coisas assim. Como tenho diversos, o lance do vestido ainda há de render mais uns 2 meses de elogios...

Monday, January 07, 2013

Ver-o-peso


Lá fui eu hoje me pesar na hora do almoço, e pavor dos pavores...73,500! Engordei! Se 73 já não considero aceitável, imagine chegar nos 74kg? Alerta total!
Tive uma semana meio maluca, com o feriado no meio, muitas atividades sociais, saí para beber e comer três vezes, enfim, foi uma semana desregrada. A notícia boa e ruim ao mesmo tempo é que janeiro vai continuar assim – boa porque é ótimo ter coisas legais pra fazer, ruim porque ainda não sou uma lady que consegue se conter nesses momentos, e acabo escorregando. Essa semana vai ter mais atividades, mais coisinhas, mas também vai ter mais disciplina no decorrer dela, coisa que semana passada foi difícil de prever, com providências e festas se entremeando. Apertando os cintos, baixar por favor! Subir nunca mais!

Sunday, January 06, 2013

Vou te contar uma coisa,

Eu voltei para as aulas de natação na sexta-feira. Siiim! Voltei! Terças, quintas e sextas das 14h45 às 15h30 eu devo ir lá para minha academia nadar. Essa sexta foi o primeiro dia, e apesar de minha falta de fôlego, consegui fazer 900m. Antigamente eram 3mil, mas não posso me comparar com antes, preciso ser generosa comigo mesma, certo?
Meu professor, além de gatinho, é gentil e dedicado, ao contrário da anterior, que pouco me orientava e observava minha técnica. Gostei tanto dele que vai ser ruim quando precisar mudar de horário (esse só dura esse mês, enquanto eu estou sozinha na repartição). Nesse horário também só tem mais uma menina comigo, o que significa vestiário vazio e sem filas! Yay! 
Aguardem notícias dos próximos capítulos.

Friday, January 04, 2013

As benditas resoluções de Ano Novo


  • terminar o mestrado;
  • emagrecer 10kg;
  • fazer uma poupança (depois de terminar as últimas dívidas);
  • publicar ao menos um artigo;
  • usar menos internet;
  • retomar os hábitos “culturais” de ler, e ver filmes, assistir shows...;
  • me concentrar mais quando estiver no trabalho;
  • sair ou ao menos ter um plano para sair da repartição;
  • praticar atividade física regularmente;
  • ser muito, MUITO mais organizada (menos distraída);
  • viajar menos a trabalho;
  • planejar minhas férias de 2014.

Check-list mensal: janeiro


Fiz o meu check-list mensal a serviço das resoluções de ano-novo, que vou contar em seguida. Algumas coisas do mês passado eu não cumpri porque nem deveria ter listado, então nesse mês fiz isso com mais detalhamento. Janeiro vai servir para:
  • não gastar nada fora do plano (porém, o plano prevê todas as despesas desse mês e uma espécie de “mesadinha” para eu não me frustrar);
  • arrumar minha pasta para 2013 (resolvi implementar a história de ter uma pasta com divisórias, uma para cada mês, para fazer os planejamentos e arquivos também por lá);
  • fazer uma dieta detox (escolhi essa aqui)
  • entrar na natação;
  • fazer caminhada nos dias sem natação;
  • fazer dissertação já no formato;
  • assistir 2 filmes;
  • ir à praia 2x por semana;
  • anotar todos os meus gastos.

Esse mês faz sentido eu ir à natação, pois não devo viajar, também faz todo o sentido ir à praia 2x na semana, apesar de que tenho ido muito mais. Sempre procuro incluir umas tarefas de coisas legais, porque tenho esse costume de imaginar que vou fazer, mas nunca arrumar um tempo para colocar em prática. Algumas coisas ali eu até já cumpri (ou estou no processo de cumprir)mas esse mês ainda vai longe. Janeiro, para mim, é o mês mais longo do ano!

Thursday, January 03, 2013

Ver-o-peso

Depois de 10 dias de caminhadas mas também de festas e afins, a balança cravava mais uma vez os mesmos 73kg de sempre. Que fase, viu!
Sobre esse lance de emagrecer e de saúde e etc, ainda tenho umas coisas para contar, mas estou longe de meu caderno onde anotei as coisas. Para variar, eu tenho um plano. Mas vou ver se resgato o caderno para contá-lo mais tarde!

Abaixo às comédias românticas!


A comédia romântica é, na minha opinião, uma epidemia que deveria ser tratada com a devida seriedade pela saúde pública, para ver se a gente eliminava ela de vez. Nas raras vezes do ano que considero assistir um filme no cinema ou pegar na locadora, sou bombardeada por mais um zigalhão de lançamentos do “gênero” e fico sinceramente preocupada com a cognição da humanidade, consumindo, há tantos anos esse mesmo tipo de enlatado ruim, o tipo tóxico que nos torna crianças flácidas de tanto Danoninho. Danoninho e comédia romântica: vilões industrializados tingidos de cor-de-rosa.
Então a pessoa realmente pensa que a última comédia romântica da semana é super diferente das outras 33 anteriores, e consome, mais uma vez, mais uma dose letal desse veneno, que consiste basicamente no seguinte:
  • um roteiro pobre em que a vida do cara é sem graça e vazia (ou porque ele é tímido e cheio de travas, ou por que ele é um galãzão que pega geral mas não apaixona com ninguém), e a da menina um pouco melhor, mas ainda assim meio sem sentido. Sabe quando a vida deles começa a fazer sentido? Acertou quem pensou “na hora que eles se conhecem”, e aí iniciam uma linda e cheia de reviravoltas história de amor. As histórias duram em média dolorosos 120min, o que sou obrigada a concordar, é mais que suficiente para desenvolver essa “trama”;
  • atuações sofríveis de lindas meninas com bochechas rosadas a blush e lindos meninos despontando na grande Hollywood. Isso é muito importante na comédia romântica: só dois personagens são desenvolvidos, todos os restantes são coadjuvantes a serviço da história de amor engraçadinha que se desenrola, que podem ser bons ou ruins, mas de todo modo, não importam muito na trama. Mas quem pode culpar os atores por não se esforçarem, se o diretor, o roteirista e todo o resto da equipe não o fez?
  • Fotografia lavadinha e cenários em tons de rosado e ouro-velho, muitas externas super ensolaradas e com rostinhos suavizados por lances de câmera e tecnologias que desconheço, no mínimo uma cena de casamento super florido e decorado (geralmente de amigos ou parentes dos protagonistas, que nessa hora do filme, se separaram e vão precisar ir nesse casamento para repensar suas vidas e ver o quão ainda amam o outro);
  • uma epifania em que se declaram incapazes de serem felizes separados, e graças a Deus, o fim. A vida deles chegou ao ápice quando fizeram as pazes e foram felizes para sempre.

Depois ninguém entende porque é que a gente acha que a história da nossa vida é a história amorosa da gente. Se o protagonista só entra em aventuras quando se apaixona, e o filme só acaba quando ele encontra sua metade, porque na vida não deveria ser assim?
Se eu fosse a protagonista da comédia romântica, por exemplo, seria uma daquelas mocinhas patéticas, viciadas em trabalho, caxias, que nunca sai com ninguém e que vai ter que pedir um encontro arranjado pelazamiga pra poder encontrar o Mark Ruffalo da minha vida (beijo, me liga, de verdade!). Ele vai ser sensível e implicar um pouquinho comigo, ele vai correr atrás de mim e eu vou ficar me agarrando à minha vida vazia e segura, até que no final, infeliz sem ele, vou ter uma epifania e perceber que nada do que eu fiz até hoje tem valor sem ele. É isso: nada que eu estudei, trabalhei, construí, viajei, vivenciei antes e/ou sem ele importa. Porque meu final feliz é com ele e nosso primeiro filho, que pode ou não aparecer na última cena, em que vou estar de vestido rendado com minhas flores em casa, numa fotografia e qualidade cenográfica impressionantes, só que ao contrário.
Tem gente que diz: ah, mas me distrai! Eu digo que distrai mesmo. Distrai tanto que atrofia os intelectos, na boa, distrai. Por um mundo sem comédias românticas, eu apóio!

Wednesday, January 02, 2013

Desafio semanal

Então como a vida parece que finalmente vai se assentar, sem nenhuma viagem marcada para janeiro e todo mundo de férias na repartição, eu acho que é tempo de ter um desafio!
Resolvi levar minha saúde muito a sério nesse ano e por isso preciso modificar vários hábitos. E ir testando os meus limites, também. Resolvi que não vou consumir açúcar nessa semana. Eu não sou exatamente uma pessoa viciada em doces, mas pelo hábito e pelos malditos baleiros sempre no caixa de qualquer estabelecimento, acabava levando para casa. Tomei refrigerante outro dia (um copo de 100ml mais ou menos), coisa que nunca faço, e andei procurando uma coisinha doce para comer depois do almoço outro dia! Logo eu, que nunca fui dessas...!
Não vou comer doces, ou chocolate, ou coisa assim. Mas vou comer frutas, obviamente, porque não é o açúcar das frutas que quero me livrar, mas do industrializado, e não vou ficar obsessiva lendo os rótulos de tudo que eu como para ver se contém açúcar, porque afinal, eu não tenho diabetes nem sou candidata nem estou tão a perigo assim. É um desafio leve, para me motivar e aquecer os motores. Estou até curiosa para saber quando que a vontade vai bater!

Filme: Para Roma, com Amor

Então eu continuo com dificuldades para baixar filmes depois que o megaupload se foi, me deixando órfã, mas estou tentando. Baixei esse filme por torrent e não sei se ele veio sem legenda ou se sou eu mesma que não sei colocá-la, o fato é que vi sem legenda e por isso certamente devo ter perdido alguns lances - mas no geral acho que entendi o filme.
Eu gosto de Woody Allen, sabem, mas desde Meia-Noite em Paris que não me convenço muito dessa pegada light que vem vindo com os filmes mais recentes, embora como alguém escreveu na internet, se é para ver uma comédia, melhor que seja uma feita com padrão Woody Allen de qualidade do que essas porcarias que brotam de tudo que é canto (comédia romântica à la Hollywood 'tradicional'). Então eu dei risada, e achei o filme bonito, embora me pareça que Roma tenha ficado excessivamente de fundo nesse filme, sobressaindo as histórias, as atuações, o jeito italiano de ser (nem sempre o romano, que quase não haviam), e não a cidade em si.
Mas tudo bem. Woody Allen atuando é sempre um presentinho, e é um filme engraçado, não posso negar. Se alguém quiser ver um filme light com qualidade superior aos enlatados de costume, eu recomendo esse!

Inventário de Natal

1 livro sobre a história do forró
3 peças de roupa (1 short, 1 tricô e 1 vestido)
1 panelinha de cerâmica (com R$1mil dentro!)
2 sandálias
1 pimenteira
1 maxi-colar

Acho que foi "só". Foi engraçado que não pedi nada, mas acabei ganhando coisas que precisava e não vou mais ter que comprar, como a sandália e o short. O dinheiro ganhei de papis que disse para guardá-lo para trocar de carro. Farei isso mesmo, na poupança. Comecei a ler o livro do forró, mas ainda não engrenei totalmente na leitura. 
Ai, me contem o que ganharam de Natal? Adoro saber!

Tuesday, January 01, 2013

Check-list mensal

O que vocês pensaram? Que eu teria ficado tão bêbada e empanturrada ontem que não conseguiria dormir? Acertaram!
Achei minha lista de dezembro e vim conferir ela aqui no blogue. Feliz ano novo, galera, a gente vai se ver muito ainda...

- não gastar dinheiro com nada fora do plano - unchecked; gastei muito com alimentação por causa do período em que fiquei doente e fraca demais para cozinhar, e comprei uns vestidos aí...
- fazer natação 3x por semana - unchecked, mas convenhamos, eu passei 15 dias fora da cidade. Não fazia o menor sentido começar agora;
- pagar o máximo que puder dos meus empréstimos - checked. Assim que voltei de Buenos Aires raspei o que me restava de 13º e eliminei um deles;
- assistir dois filmes - checked. Vi Para Roma, com Amor, e alguns que passaram na TV;
- escrever dissertação já no formato - unchecked. Ando de rolo ainda com o comitê de ética e confesso que não mexi;
- ir 1x por semana na Caixa depositar dinheiro na poupança - unchecked. Foi uma meta ousada para um mês tão cheio, mas vou depositar tudo de uma vez só daqui uns dias.

Achei a lista de dezembro ótima, enxuta, mas com alguns aspectos mal-contados, que preciso rever para as próximas, e eu não colocar itens impossíveis, como a natação, por exemplo. Estou analisando as resoluções de ano-novo e como aplicá-las, e por isso ainda levo um tempo a escrevê-las.


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