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Wednesday, February 08, 2012

Azar

Ontem fui vítima de uma coisa que eu predisse a mim mesma inúmeras vezes que tinha potencial de acontecer: quebrei um prato! E justo o meu pratinho lindo com uma anjinha desenhada, um mimo sem fim. Só tenho ele, minha tigela de porquinho, um copo plástico e um item de cada talher em uso. Como ainda não tem pia na cozinha, eu lavo tudo no tanque merrmo, apenas para os sanduíches matinais. Ontem inventei de comer uma saladinha (de melancia, ótima, ainda partilharei com vocês), e cortava todas as coisas necessárias no parapeito da janela da lavanderia, bem estreito. Lavei tudo, organizei, e quando fui colocar mais um utensílio para secar deu-se o óbito do pratinho. O mais curioso foi que como ele voou três andares, demorou um pouco até ouvir-se o estilhaço. Tenho pena de não ter visto a sua queda. Lamento por ele, mas percebi com isso que preciso avançar na minha estratégia de guerra enquanto ainda padeço sem móveis. Eu havia cogitado pouco antes liberar um copo de vidro para beber meus líquidos, porque o de plástico é meio sem glamour e deixa gosto nas minhas bebidas, mas com isso me conformei. Acho que vou tirar a tigela de porquinho de circulação antes que a perca também.

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