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Friday, February 24, 2012

Vontades

Quero hoje trocar meu almoço por uma apetitosa fatia de bolo, com recheio e cobertura!

A tolerância ao álcool

Há meses eu pouco bebia, muito menos cerveja - era quase sempre vinho. Então no carnaval eu esqueci de todos os limites e como bebia cerveja com regularidade, percebi rapidamente que quantidades pouco antes intoleráveis já não me faziam mal. No enterro da tristeza, na véspera, tomei coisa de três latinhas e fiquei bêbada, quase desmaiei na hora errada. Na terça de Carnaval, tomei coisa de 1 dúzia de long necks com 1 drinque de rum e me sentia igual a sempre, sempre que não bebo!
Então na quarta eu tencionava tomar um jantar tranquilo e dormir para escrever o artigo. Tencionava do verbo fui pra Santo Antônio beber outra vez! Até nos expulsarem do bar, coisa que fizeram cedo,afinal, era quarta de cinzas... Ontem tomei mais cervejas no jantar de formatura da Wal. Hoje vamos pro baile. Amanhã, como vocês sabem, é sábado e eu preciso de uma cerveja! Mas domingo juro que não vou beber.

Semana longa e curta

Foi curta para as obrigações, mas longa para as diversões! No meio da semana (na quarta de cinzas) cogitei simplesmente não escrever o artigo e deixar pro semestre que vem. Mas ao fim e ao cabo, espremendo uma horinha aqui e outra ali eu consegui tomar todas as cervejas que queria, vir trabalhar, dormir satisfatoriamente e ainda escrever o artigo! Faltam só capa, resumo e referências, imprimir e entregar no escaninho. Ficou ruim. Ficou ruim, gente. A nível de parte da minha dissertação, não tão ruim, no meio do resto do texto. Porém, o assunto sozinho no artigo é esquisito e incompleto!
O que me salva é que a professora viaja pro pós-doc em uma semana. Vai corrigir tudo correndo e nem vai reparar tanto (espero).

Wednesday, February 22, 2012

A terça

Ontem consegui depois de horas de intensa preguiça garantir pelo menos o esqueleto inicial do meu artigo que preciso entregar na sexta-feira - fiquei quase 6h em cima disso e pari 4 páginas, as quais preciso ainda enriquecer para que no mínimo tripliquem, mas penso que é perfeitamente possível.
Quando já passava da 1h da manhã, recebi visitas - e fomos em busca de algo que ainda acontecesse naquele horário, lá em Canasvieiras mesmo. Perambulamos em volta dos poucos bares, e acabamos na beira da praia, onde havia um alinhamento de pelo menos meia dúzia de carrinhos de drinks tocando os hits argentinos para os próprios. Na maior animação!
Entre drinques, cervejas e quetais, fui me deitar para dormir passada das 8h da manhã. E estou aqui babando no teclado d maneira indigna. Minha estagiária ri de mim.

Na repartição

Saio do banheiro batendo as chinelas no chão e morrendo de pena de mim mesma, com sono e dor no corpo. Ouço as duas faxineiras conversando e uma enfática dizendo à outra:
- Tô falando sério, tu tens que suar pra gastar essa cachaça que tá no corpo!
Caio na risada e penso que preciso fazer a mesma coisa. Que metida de pé!
Ainda bem (eu acho) que dura só 4 dias e agora só no ano que vem...

Tuesday, February 21, 2012

Vagarosamente retornando


Quando chega a terça de Carnaval já me bate aquela tristeza imensa; certamente foi tudo muito bom, mas tem aquele gostinho triste de que o verão está acabando, de que em breve os dias serão mais curtos (com a volta do horário de inverno).
Estou aqui metida nos meus pijamas, com os pés pra cima, e me encorajando a ir à praia ou, o mais correto, ir escrever o tal do artigo que preciso entregar até sexta. Toda a purpurina, todas as cores vibrantes, todas as alegrias sem censuras, todas as marchinhas, todas as perucas ficarão guardadas para o ano que vem. Fico triste!
Foto de ontem em Santo Antônio de Lisboa, esperando o Baiacu de Alguém - esse aí era um bloco da Barra da Lagoa que passou mais cedo...

Friday, February 17, 2012

Churraishkinho de gato

Ontem tinham milhões de ambulantes vendendo bebidas e comidas, perto da Alfândega tinha um cheiro bom de churrasquinho de gato. Comentei com meu amigo que o cheiro era bom, e ele me relatou que mais cedo havia comprado um cachorro-quente, e logo depois chegou no ambiente com cheiro de churrasco. Que teve vontade imediata de jogar seu cachorro-quente no chão.
Eu ri freneticamente, porque na verdade o cheiro é bom, mas o espetinho...

Sensação estranha

Acordei com o rosto dormente, acho que foi a bebida de ontem. Mas nem bebi tanto assim, então não sei o que é.

É Carnaval!

Estou morrendo de ódio, mas parece que preciso ir numa reunião ainda hoje à noite, e vou perder o desfile do Baiacu. Mas tudo bem, eu chego para a festa de qualquer jeito. É festa!

Floripa fede...

... a mijo! O povo mija por tudo o que é lugar, e está tudo super descontrolado.

O enterro da tristeza

Chamei imaginariamente todos os meus amigos disponíveis para irem ao Enterro da Tristeza, lá na Praça XV. Digo imaginariamente porque meu celular não enviou as mensagens, e eu não percebi!
No fim eu ia dormir depois de um banho e um vinho, mas o único que recebera as mensagens cobrou minha presença. Pensei em arregar, mas percebi que certa é a morte e fui-me à vida, que eu bem tinha cá minhas tristezas para enterrar. Seguimos o bloco de longe, tinha muita gente desconhecida. Poucos conhecidos. Tomei algumas poucas cervejas, porque ando numa linha de beber pouco quando for dirigir no Carnaval. Quando tudo se acabou, fomos pro Noel tomar mais umas, e quando ele fechou fomos para aquele outro bem em frente, ali na Travessa mesmo.
Ainda sem opinião sobre o assunto, fiz algo que nunca havia pensado em fazer e não posso confessar. Sou blogueira, porém discreta! Quando passarem-se os meses, conto e ninguém nem percebe, como já fiz várias vezes.

Thursday, February 16, 2012

Convalescente

Devo ter citado por alto que meu pai foi submetido a uma cirurgia na coluna dias atrás. Ele ficou mais de 10 dias hospitalizado, e bastante fragilizado pelas dores e medicação. Então fazer a cirurgia foi um alívio. Sempre rimos lá em casa que ele não perde o apetite quando adoece - e dessa vez está tudo igual. Porém, no dia da cirurgia (marcada para as 13h) ele não podia comer nem beber nada desde as 00h da véspera. Requisitou um tal de lanche da meia noite servido pelo hospital, que era um iogurte, um sanduíche de pão de forma com uma foto de presunto - segundo ele, não dava para chamar de fatia, tamanha a finura...
Na manhã seguinte eu esperava com ele a hora de ir, e calculávamos o tempo de cirurgia, o tempo de retorno ao quarto e o tempo que ele levaria para poder comer. Em suas ilusões, às 18h já comeria novamente. Experiente na arte de cirurgia, alertei-o:
- Acho que não, hein... (lembrando de como vomitava no pós-cirurgico, efeito da anestesia)
- É né? Decerto só lá pelas 18h30.

Silenciei para não desapontá-lo logo de início, e quando eram 19h30 ele voltou ao quarto, bastante grogue mas de olhos abertos. Então o enfermeiro dizia:
- Sr. Raul, correu tudo bem, fique deitado, faça xixi no papagaio, comida só coisas leves como canja...

Ao que minha mãe anuiu com a cabeça e comentou:
- Vamos pedir uma sopa...

E meu pai antes de que acabasse a conversa, dormiu de novo. Aparentemente, dormiria o resto da noite. Humpf.
Eram 19h45 quando despertou ao som do telefone celular, abriu os olhos e perguntou nitidamente:
- Já chegou a sopa?

Aquela, que nós sequer havíamos pedido, pensando que ele não acordaria mais...

*********

Em casa, o ar-condicionado está ligado constantemente, devido ao calor mas também devido à paranóia do paciente. Sábado passado, chovia e estava um ventinho em Gothan no início da noite, enquanto ele dizia, embarafustando pela casa:
- Hoje vamos dormir no quarto, porque está um calor de louco!
- Só se for de louco, mesmo (respondi).

Minha mãe às lágrimas de tanto rir, pedia que eu passasse mais dias lá para responder as coisas certas na hora certa. Acho melhor não!

Trabalhadora

Ontem trabalhei na minha casa e na casa de praia dos pais - fui lá dar uma guaribada para que não pensem que estava tudo uma grande desordem (até que nem estava). Cozinhei um lindo macarrão com ervilhas, continuei o livro que estou lendo quando lá (O Caderno de Maya, de Isabel Allende - meu presente de Natal para minha mãe) e hoje de manhã vim-me embora. Aqui as coisas além de desordenadas tendiam ao caos completo, e reiniciei o processo de ordenar. Tem boas chances de eu surtar com aquela bagunça anunciada e empilhar tudo. Quem viver, verá.

Minha cama chegou

Minha cama escândalo, ortopédica e tudo mais chegou hoje de manhã. Apesar de ter decidido deixar tudo nas mãos dos entregadores, vi que poderia reclamar minha cama numa boa, e foi o que fiz. Entregaram-me imediatamente. Ainda brigo com a Koerich por causa de meus eletrodomésticos e móveis, mas acho que sábado vem. Reclamei com a Net por causa da minha internet, já que sábado vou perder manhã de praia por causa dos móveis, quero tudo resolvido!

Madrugadora

Todos os dias tenho acordado bem mais cedo que o despertador manda. Bom sinal.

Wednesday, February 15, 2012

Salada Caprese


Fui juntando coisas aleatórias para comer enquanto bebia meu copo de vinho noturno (essa falta de glamour me mata, tomei meu Sunrise Merlot num copo plástico): mozzarella de búfala, folhas fornecidas pelo Astúcio, tomates-cereja orgânicos, azeite de oliva, sal grosso moído na hora, pimenta moída na hora... Espera aí. Isso é uma salada Caprese!
Esteve ótima, viu?

Faz tempo que não posto receita: Salada de Melancias


A única coisa que eu poderia fazer, tendo geladeira e não tendo fogão: saladas. Essa é da semana passada, num dia em que tudo ficou vermelho lá em casa (conto isso daqui uns dias).

Ingredientes:

Melancia cortada em cubos sem sementes
1 tomate italiano cortado em cubos, também sem sementes
queijo Feta cortado em pequenos pedaços
Para temperar: sal grosso moído na hora, pimenta moída na hora, azeite de oliva extravirgem e meio limão

É só misturar tudo muito bem, temperar em seguida e colocar muuuita salsinha e cebolinha! Os sabores se amalgamam muito bem e é fresquinha, fresquinha...

Bem-vindo, Astúcio!


Ontem fui comprar comida no supermercado e resolvi que poderia rolar um manjericão num sanduíche que queria fazer. Então vi que o mercado em questão vendia as mudinhas de plantas, e pensei: taí, vou comprar a mudinha de manjericão e resolvo dois problemas!
Sempre quis ter ervas em casa, mas minhas parceiras anteriores de casa não eram lá muito prendadas. Como eu passava 3 dias da semana fora, temia pela vida dos tais temperos. Agora posso tê-los e cuidá-los, e assim, mandei ver!
Por R$5,69 tem mais um ser vivo além de mim morando lá em casa, e ele se chama Astúcio, meu pé de manjericão!
Sempre comprava temperos cortados e eles estragavam antes de eu acabar de usá-los (porque eu nãão uso congelados, acho que o sabor fica estranho!).
Ontem o molhei e coloquei neste recipiente, onde ganhara sabonetes líquidos. Hoje de manhã, temendo por sua vida, o tirei do parapeito da lavanderia, pois minha casa pega o sol da tarde em cheio. Longa vida ao Astúcio! Meu parceiro!

Tuesday, February 14, 2012

Compulsão


Desde que vim trabalhar na repartição e passei a ganhar coisa de R$700 de vale-alimentação, mudei muitos hábitos. O primeiro deles e que me faz mais feliz é comprar absolutamente tudo que me dá na telha, porque afinal "não é dinheiro", e fico mais à vontade para experimentar novidades e coisas que pelo preço eu geralmente não compraria. Além disso, é um tal de ver coisas de comprar e pensar "isso eu posso comprar no Angeloni", que eu coloco quase tudo nele, e assim arrumei jeito de gastá-lo. Eu abasteço o carro no vale, compro eletrodomésticos no vale, chinelos, cosméticos e ítens de vestuário no vale, presenteio pessoas através do vale e outras coisas do tipo. Almoço todos os dias numa padaria aqui perto, que aceita meu vale - acho-a bastante cara, mas como passo o vale, acabo não achando ruim. Adquiri um hábito então de frequentar os baleiros das padarias e lanchonetes, para comprar o Trident rosa que eu gosto, e eventualmente chocolate branco, e então... Fruitella rosa.
Eu gosto da textura e do sabor; vou sugando a bala rapidamente, sentindo ela diminuir, e quando está fininha, quebro-as nos dentes e fico sentindo o puxa-puxa. E vou abrindo uma a uma, e vou comendo, só parando quando acabou a embalagem. Quando compro, já sei que é para comer até o fim. Então me peguei, em dias de tentativa de dieta, procurando coisas para levar de lanche na repartição, e percebi que eu sempre levava a tal bala - porque assim "passava mais rápido o tempo". Nesses dias em que viajei muito de ônibus, comprei muitas, para ir chupando no ônibus. E semana passada, horror dos horrores, percorri todos os baleiros da rodoviária de Criciuma para descobrir que nenhum deles vendia a minha bala! Comi um Mentos muito frustrada, realmente em crise de abstinência. Percebi que a balinha me acalma, me deixa menos ansiosa, me faz passar mais rápido o tempo. E como eu sinto falta dela quando não tem.
Percebi que estabeleci uma compulsiva relação de dependência com essa balinha, e não raro estou com minúsculos cortes na língua e céu da boca, resultado de tantas balas.
Preciso parar. Urgente. Vou tentar passar uma semana sem comer nenhuma vez. A última vez foi ontem à tarde. Preciso descobrir como fazer passar o tempo mais rápido nesses momentos de crise, mas, principalmente, na repartição, uma vez que eu trabalho aqui todos os dias e não quero comer um pacotinho de bala todos os dias.
Dileta audiência, se entre vós houverem pessoas ansiosas, me respondam: como fazem para driblá-la?

Gorda

Comi 4 temakis ontem. Isso é um absurdo, eu sei, mas eu estava muito desejosa, já passava das 22h e eu ainda não tinha jantado, acabei me empolgando!
Sempre como nas segundas-feiras temaki em dobro no Café Bellas Artes, ou o mais mundialmente conhecido "café da Videoteca do Córrego", um lugar delicioso - tanto no ambiente, quanto no atendimento, quanto nas comidinhas! Já provei as bruschettas, os doces, as salteñas, o café, os sucos... É tudo muito bom. Tudo super bem-feito. O cardápio de temaki deles é simples e restrito, e volta e meia não tem o que a gente quer (ontem por exemplo não tinha atum nem camarão). Mas por R$13,50 você come dois temakis num ambiente super fofo (se prepare para pelo menos meia hora de fila antes que liberem a mesa), e geralmente cheio de gente bonita. Ontem a frequencia dos gatinhos estava bem menor, como constatamos eu e minha amiga Wal. Já foi mais bem-frequentado, asseverou ela. Tem razão.
A despeito disso, gostamos muito de ir lá. Passem lá! Abre todos os dias da semana, desde o almoço até à noite.

Bom humor

Decidida a não deixar as coisas ficarem muito feias pro meu lado, essa semana planejei planos simples e adequados às minhas condições. Tenho 14 dias para escrever um artigo que vou tentar casar com a minha dissertação. Há mais de 2 meses que não falo nem com O Orientador, nem com Co-Orientador, e ambos já devem ter dado por minha falta. Resolvi que vou deixar nas mãos dos entregadores e montadores de lojas o destino da minha casa: essa semana vou aliviar a pressão e não vou cobrar nada. Se não me ligarem para combinar, ficarei com tudo como já está, para me concentrar no artigo do mestrado. Isso tudo visa um único objetivo: ficar de bom humor. Não quero passar por nenhum aborrecimento tão perto do Carnaval!

Monday, February 13, 2012

Desencontros

Tinha planos de fazer alguma coisa lá em Gothan no sábado à noite, mas minha amiga desistiu, e meu outro amigo, ao ler minha mensagem instantânea no facebook dizendo "vamos em tal lugar" saiu esbaforido a se arrumar, sem confirmar horário e logística. Julgando que houvesse levado um bolo, adormeci e na manhã seguinte só foi que vi a chamada no celular.
Não fizemos nada.
Ao me exigir desculpas, também exigi as dele por ter sido malcriado e saído do face sem dar tchau. Combinamos que ou pedíamos ambos desculpas ou não pedíamos ninguém, e ninguém pediu desculpas. Enganos acontecem.
Pretendo comer temaki em dobro hoje à noite para comemorar o sucesso do meu estômago!

Deu em nada

Entreguei todos os exames hoje ao gastro (não sem primeiro me atrapalhar no trânsito buscando-os atrasada), e ele disse que tenho uma hiperacidez. Porém não sou gravemente enferma do estômago, e posso ficar numa boa. Orientou-me a seguir com o Omeprazol e a Bromperidona, que isso me ajuda a digerir as comidas pesadas. Também combinamos que buscarei comer mais queijos brancos e menos iogurtes, coisa que já vinha cumprindo nesses dias, com medo de piorar. Sou feliz e tenho bom estômago. Basta cuidar dele com respeito!

Sunday, February 12, 2012

Ai...

Semanas atrás eu tinha medo de fazer uma endoscopia. Fui até o fim com o exame, mas o médico só poderia marcar meu retorno para 13 de fevereiro, no caso, amanhã. Nesse ínterim, tenho seguido com suas prescrições medicamentosas e seguindo uma de suas ordens: manter-me longe de leite e seus derivados. Nos dias de doença foi simples. Aos poucos, fui reincoporando aqueles que não posso ficar sem, mas de uma maneira bastante pequena em relação a outrora: mozzarella de búfala para os sanduíches, zero leite, pouquíssimo iogurte. Uma pizza nesse último mês. Eventuais pratos com queijo, mas não como o ingrediente principal: modestas fatias no meio do lanche, ou da torta. Tudo sob controle. Hoje, depois de tirar uma siesta, quis tomar um café para tirar o gosto de álcool da minha cerveja do almoço. Sem nossa cafeteira de espresso, me contentei com um pó para capuccino que eu misturaria ao leite. Foi o que fiz. Desde então, estou aqui com o estômago revirado, enjôo e um leve piriri. E não consigo definir se me fez mal o café ou o leite - ou ambos. Só sei que de café vou passar longe sem muito sofrimento, e do leite em si também. Mas eventualmente vou gostar de tomá-lo, e preciso saber como fazer isso sem me destruir por dentro. Tenho quase certeza que amanhã o médico vai me passar uma dieta daquelas ridículas, e que terei sacrifício em mantê-la. Mas quero ficar bem, então...

Mas para que eu não seja injusta,

Nessa semana também ocorreram episódios bons, tais como:

- ver o mercado público todo enfeitado para o Carnaval e as pessoas na rua logo na segunda-feira;
- ter conseguido fazer um projeto meio arteiro na terça-feira em casa (esse eu prometo mostrar as fotos em breve);
- ter comido uma gostosa salada de melancias na quarta-feira;
- ter tido dois bons amigos que me levaram para tomar uma cerveja lá em Criciuma, na quinta-feira;
- ter comido um pão de milho com creme de leite realmente fresco na sexta-feira;
- passear pelas estradas graciosas do interior de Nova Veneza e Caravaggio, na sexta ainda;
- conferir o Berbigão do Boca, de volta a Floripa na sexta (foi uma loonga sexta);
- ganhar um capuccino de uma amiga, no sábado de manhã, e vê-lo servido num copo charmoso tipo o do Starbucks;
- tomar um longo café com minha tia predileta, tendo minha torta favorita disponível;
- ganhar um lindo tapete bordado à mão por essa mesma tia e...
- ter uma Dunkel geladinha para beber antes do almoço de hoje.
A vida é dura, mas não é horrível.

Não gosto assim

Não gosto assim de não ter uma rotina definida, de que as coisas deem errado por causa de uma mísera distração, de contar com algo que não acontece no prazo, de equipamentos que param de funcionar, de ingredientes que estragam...
Essa semana foi horrível. Não morri de fome nem de sede, mas pelo amor de Deus, precisava mesmo o carro não ter ficado pronto, eu ter chegado em Floripa sem chave, os móveis não terem sido entregues, o prato sair voando pela janela, a internet não funcionar, meu compromisso marcado para as 7h da manhã (lembrem-se, compareci a ele de ônibus) ser desmarcado depois que eu já estava no meio do caminho, minha reunião de sábado por causa da qual levantei 7h30 não ter acontecido sem nenhuma explicação prévia, e minha saída de sábado ter melado? Really?
Espero que essa seja melhor; já de carro, estou planejando tudo o que vou precisar nessa semana para não acontecer nenhum percalço. Desmarcaram minha reunião de hoje à tarde (fato que estou intimamente comemorando), e vou aproveitar para arrumar tudo que eu posso adiantar, de modos a não ficar na mão por coisas que posso prever. Torçam para que essa semana seja melhor!

Thursday, February 09, 2012

Mãe, eu quero ser turista tá?

Quando eu era criança, eventualmente minha tia preferida me levava para passar temporadas em Balneário Camboriú, no apartamento de uma amiga dela. Eu ia amarradona, ficava na praia (mas preferia a piscina), e era sempre muito legal.
E quando a gente andava por lá, tinha sempre aquele povo todo, e minha tia comentava que eram turistas. Turistas eram pessoas que estavam ali de passagem, conhecendo a praia, se divertindo, indo à praia, etc.
Como eram muitos, na minha cabeça de criança, pensei que turista era um tipo de emprego. E assim cheguei à conclusão que, quando crescesse, ia querer ser turista!
Ivagina a gargalhada dos adultos quando contei minha aspiração?
Sempre fui assim uma mulher de desejos ótimos.

Eu sabia

Cadê que a internet funciona?

Wednesday, February 08, 2012

Infraestrutura incrementada

Hoje também recebi o meu técnico da Net, o qual instalou canais e internet para mim em casa. A TV já testamos e está ok, mas o modem da internet precisava de algumas horas e, como ando meio azarada, tenho receio de que não esteja boa. Torçam por mim, quero voltar a ter internet em casa para poder acessar os sites que a repartição bloqueia.

Do que sinto falta

Agora, percebo onde é que o carro faz falta. Na minha vida social, obviamente. Domingo eu tinha interesse em tomar uma cerveja, ver o povo e seus costumes, coisa que o valha. Cheguei a telefonar combinando com algumas pessoas, porém na ausência de carona acabei repensando e percebi que era longe demais, função demais, pouco ônibus demais. Então não fui. Na segunda-feira, até fui, mas fiquei o tempo todo ressabiada com o horário, e hoje de manhã, quando quis voltar pra casa percebi que por coisa de 7min eu haveria de esperar mais outros 23min até que todos os 4 ônibus que passam aqui perto saíssem do TICEN. Quando de carro, sou mais aventureira, vou mais longe e vou mais dias. Assim fico presa, ainda mais que não sou totalmente safa de circular sem carro aqui no meu novo bairro. Por mais esculhambado que meu carro esteja, melhor com ele.

Azar

Ontem fui vítima de uma coisa que eu predisse a mim mesma inúmeras vezes que tinha potencial de acontecer: quebrei um prato! E justo o meu pratinho lindo com uma anjinha desenhada, um mimo sem fim. Só tenho ele, minha tigela de porquinho, um copo plástico e um item de cada talher em uso. Como ainda não tem pia na cozinha, eu lavo tudo no tanque merrmo, apenas para os sanduíches matinais. Ontem inventei de comer uma saladinha (de melancia, ótima, ainda partilharei com vocês), e cortava todas as coisas necessárias no parapeito da janela da lavanderia, bem estreito. Lavei tudo, organizei, e quando fui colocar mais um utensílio para secar deu-se o óbito do pratinho. O mais curioso foi que como ele voou três andares, demorou um pouco até ouvir-se o estilhaço. Tenho pena de não ter visto a sua queda. Lamento por ele, mas percebi com isso que preciso avançar na minha estratégia de guerra enquanto ainda padeço sem móveis. Eu havia cogitado pouco antes liberar um copo de vidro para beber meus líquidos, porque o de plástico é meio sem glamour e deixa gosto nas minhas bebidas, mas com isso me conformei. Acho que vou tirar a tigela de porquinho de circulação antes que a perca também.

Como andei preguiçosa

Nem reparei que passei todo esse tempo de carro fazendo coisas simples, que poderia ter feito a pé. Ontem fui até o mercado, e andei por aí com minha ecobag contendo garrafa d'água, garrafa de suco de pêssego, 500ml de azeite de oliva, um quarto de melancia e outras ninharias leves. E não morri. Preciso lembrar mais vezes que fazer as coisas a pé não mata!
Mas que quero meu carro urgente, isso quero.

Sabe algo que me irrita?

Gente que não responde meus e-mails, tampouco responde minhas ligações, embora eu solicite retorno. Ando tão cansada desse povo deselegante. Sempre respondo às cacalheiras dos outros, mesmo quando acho que estão sendo burros, deselegantes, perguntando absurdos ou coisa que já sabem. Deve ser meu lado pedagógico se manifestando. Se bem que conheço professores que fazem isso, então não deve ser um problema pedagógico.
Foda-se. Caguei três mil baldes e não permitirei que essa raiva invada esse coraçãozinho. Desabafei.

Tuesday, February 07, 2012

Fanfa

Eu sei que não deveria, mas volta e meia eu permito que essa fanfarronice que tão duramente me disputa com a seriedade com que trato todos os aspectos da minha vida geralmente me dominem. Senti saudade hoje e percebi que não sou mulher de passar vontade. Gosto de resolver minhas questões. Então escrevi um e-mail cujo assunto era "Ele já não gosta mais de mim, mas eu gosto dele mesmo assim...", em referência àquela histórica música que vocês tudo conhece.
Cobrei notícias e visitas. Passei um SMS cobrando posicionamento. Recebi a ligação prometendo mundos e fundos, mas de concretizar que é bom, sabe?
Preguiça...

Carnavalesca

Como solteira convicta e encalhada contumaz, adoro o Carnaval com todas as minhas forças, afinal é nele mesmo que eu tiro meu atraso e meto o pé na lama. Ano passado aprontei tanto que demorei quase três meses para me curar do resfriado pós-Carnaval que sempre me acomete. Assim, desde semana passada já tenho dado pinta pelo centro da cidade sempre que consigo (anda meio difícil nessa vida sem carro e comprando mobílias, mas me esforço), para conferir o movimento e tudo mais.
Tudo indica que será mais um Carnaval na Ilha como os últimos, mas nesse ano resolvi que tinha que aprofundar minhas atividades momescas: quero desfilar. Só não sei se desfilo num bloco ou numa escola mesmo, já que todos ainda vendem fantasias e abadás, e me demove um pouco não ter nem um puto de amigo ou amiga que me acompanhem. Aposto como vou encontrar conhecidos nesses lugares, mas queria já ter ao menos uma pessoa de referência. Meus amigos são tudo uns pão-duros. Deixe estar.
Se só me restar a pipoca, vou a ela, afinal certa é a morte, mas ainda cogito por esses dias se não é caso de me comprar uma fantasia, uma camiseta, uns adereços e quetais.
Quem viver, verá!

Eu consumi

Confesso que sábado passado caí nas liquidações, promoções e quetais, e acabei adquirindo coisas que já tenho aos montes:
2 vestidos de comprimento médio e multicoloridos
1 casaco multicolorido para a meia-estação
1 vestido curto verde
1 livro de culinária

O que? Outro livro de culinária? Ai, gente. Ai, ai, ai. Como poderia eu numa casa nova, totalmente minha, não enlouquecer pensando em todas as receitas que tenciono executar? E o pior é que quebrei! Vai sobrar é mês...

Azar se confirmou

Fechou a porra do tempo e não irei mais sobrevoar a lagoa. Humpf. Levantei cedo e trabalhei na repartição o dia todo a troco de nada...

Anedota antiga

Quem me lê há muito tempo sabe que quando morei em BH, fui infeliz como um evangélico no Carnaval. Tive problemas de adaptação à cidade, à cultura local, e coisas subjetivas que fui enfiando na minha cabeça para justificar essa não-adaptação. Tipo: não ter terminal de ônibus, tem muita ladeira, tem muita carne de porco no restaurante e outras ninharias facilmente contornáveis quando a pessoa quer. A verdade é que eu nunca quis, e portanto colocava a culpa de tudo na cidade.
Introdução feita, lembrei de uma história ocorrida num domingo de manhã. Eu não sabia na época, mas parece que há uma lei municipal segundo a qual apenas aos domingos o motorista das linhas pode parar a qualquer ponto que um passageiro acene querendo embarcar. Naquele domingo qualquer, peguei o ônibus de costume lá no São Francisco onde morava, e queria descer na rua da Bahia, onde tinha uma reunião marcada para as 13h. Meu então digníssimo me telefonara cerca de 12h, perguntando se eu estava a caminho, porque aí poderíamos almoçar juntos ali perto. Confirmei nosso almoço e esperei o ônibus, já quase no centro, virar na rua. Ocorre que como todos os domingos, era dia de feira lá em cima na Afonso Pena, e o trânsito estava um caos, com os feirantes desmontando suas barracas, os carros indo embora, as ruas lá em cima ainda fechadas... Aquela festa. Pedi então ao cobrador se eu não podia descer antes, afinal o ônibus estava parado há um tempão a meia quadra do ponto onde eu queria descer. Ele me disse que não, de forma bem intransigente, e eu discuti com ele durante mais um tempo, argumentando inclusive que há poucos pontos atrás, ele tinha deixado uma pessoa embarcar em ponto que não era da linha. Liguei para o ex-digníssimo e expliquei que estava dentro do ônibus, já na rua da Bahia, mas não me deixavam descer. Isso tudo bem alto, porque eu estava naquela cadeira bem do lado do cobrador. E fiquei lá, revoltada durante mais uns minutos, olhando pela janela o caos. Num arroubo de revolta, dei uma pancada no vidro – não para quebrar, mas numa daquelas agressões irracionais a objetos inanimados, que não prejudicam nada além da mão de quem a desferiu. E comecei a chorar compulsivamente de raiva de não poder descer do ônibus. Ah gente, eu contei pra vocês né, andava meio infeliz...
Aí nesse ínterim, uma mulher sentada ao meu lado, começou a rezar fervorosamente em voz baixa, provavelmente tentando fazer com que o demônio que me possuíra saísse do corpo, e eu, irritada com aquela rezaceira, fiquei de pé, para ficar perto da porta. Nessa hora, o cobrador ordenou ao motorista que ele abrisse a porta, libertando-me assim do suplício.
Meu ex e os amigos da época me olhavam enquanto eu descia do ônibus com cara de choro e provavelmente de louca também.
Poucos minutos depois eu já podia rir, lembrando do cobrador com medo que eu quebrasse o ônibus, e da crente rezando por mim.

Cadê o vento?

Comprei há um tempo atrás um vôo duplo de parapente pela compra coletiva. No entanto, só tem vôo se o vento for favorável. Até agora não virou, e tá um dia lindo e azul, super interessante para se sobrevoar a Lagoa. Ai, ai. Soprem aí, para eu poder voar!

Monday, February 06, 2012

Novidades

A novela do carro tem a ver com o fato de que eu precisava corrigir uns amassadinhos básicos para revendê-lo a um preço mais bacana, porque como comentei uns dias aí, é tempo de arrumar um carro que dê menos defeitos. Fiquei a semana passada toda sem carro, o que não é um problema para o trabalho (afinal eu moro a exatos 4min a pé da repartição), mas é um problema em relação aos meus outros compromissos na Ilha. Peguei táxi umas 4 vezes na semana passada. Quando não andei de táxi, no entanto, me virei andando minhas voltinhas usuais e isso me tornou mais ativa. Com a minha dieta forçada da quase-morte por virose, a novidade é: eu entrei num vestido! Não num vestido qualquer, desses tipo uma bata. Não. Eu entrei num daqueles vestidos tubinhos, tomara-que-caia, com zíper nas costas! E ele ficou muito legal! Mesmo que ele não custasse uma pechincha, eu o teria levado, só pelo fato de ter cabido. Sem carro, com estômago renovado, afinei. Afinei, gente!

Azar!

Chegando eu (de ônibus, novamente, porque meu prestador de serviços automotivos também resolveu me azarar e atrasar o silviço), pego meu molho de chaves e descubro que tenho em mãos as chaves do apartamento velho. Amaldiçoando minha sorte, passo na padaria e espero uns 25min até o tiozinho simpático me atender e encontrar o telefone de um chaveiro. Ele me cobra R$95,00 para abrir a porta, e copiar as chaves de que preciso. Me apresento a uma de minhas vizinhas de porta, solicitando o empréstimo de uma chave da portaria para que ele efetue nova cópia, e ela me olha com hostilidade, e resiste um pouco, mas me dá a chave. Como o chaveiro demora, ela bate à minha porta, reclama da demora e diz que preciso entregar as chaves o quanto antes. Nisso o chaveiro chega, eu aceno pra ele pela janela e abro o interfone. Nisso, lá em cima, ele me entrega as cópias e conta que "a simpatia" já havia pego a chave dela.
R$95,00 mais pobre, vizinha antipática e um ligeiro banho de chuva.
Ao menos, cumpri uma das metas: trocar o segredo da fechadura.

Friday, February 03, 2012

Rebordosa

Ontem, conforme anunciado, fui para o centro da cidade manifestar apoio e solidariedade aos moradores do Pinheirinho. Não sem antes passar pelo Mc, comer algo que não devia (Big Mac com batata grande e guaraná pequeno), mais alguns adereços de cabelo e, sim, mais dois estojos de sombra. Na volta, fomos pra Travessa tomar umas cervejas e jogar conversa fora. O calor é tanto e tão opressor que as pessoas ficam na rua até altas horas, inclusive famílias e suas crianças, fato que pude comprovar ao ver a saída do ensaio geral das 4 escolas de samba ali na Praça XV. Meu apartamento novo, como já comentei, é um forninho; não tem sacada, e pega o sol da tarde. Tem ar condicionado no quarto, mas é meio chato se trancar no quarto já bem cedo. Assim que tenho preferido as ruas, ainda que passando calor. Bebemos cerveja e comemos batatas fritas (ou os outros comeram), e eu e um amigo dividimos uma pizza média. Totalmente desnecessários, lembrando que eu havia comido um Big Mac às 17h40.
Assim que hoje estou me sentindo um pouco mal; não por causa da cerveja, a qual quase nem bebi, mas por causa das comidas, que exagerei. Ainda almocei na padaria e comi um bife à parmegiana.
Castigo! Salada nela!
O problema é cumprir isso em noite de sexta...

Thursday, February 02, 2012

Atenção florianopolitanos e região

Hoje teremos manifestação em frente ao TICEN, em solidariedade aos moradores do Pinheirinho e contrários ao aumento das passagens.
Depois disso, vamos tomar cerveja na Travessa?

Partilho dúvida

Dia desses colori minhas unhas com um esmalte vermelho da Avon super bacana, um jelly diferente na cor e tudo mais. Ao tirá-lo, as unhas estavam amareladas. É assim mesmo? Ou terei usado um esmalte velho?
Pergunto porque comprei numa loja, e não no catálogo...

Na primeira noite,

Dormi assustada e vivia acordando com os vários barulhos novos, que eu não sabia identificar bem de onde vinham. Fora que eu havia assistido o último do Almodóvar antes de dormir, então imagina meu estado de medo?
A noite passada já foi bem melhor, dormi a noite toda sem medo de nada. Só acho que programar o ar condicionado para 16ºC, desligá-lo poucas horas depois morta de frio e de ressecamento não tem sido bom. Acordo com calor e dor de garganta. Hoje posicionei o colchão o mais longe possível do ar, e vou aumentar a temperatura. Também vou pôr água lá dentro (de beber e de umidificar).
Como os tempos mudam. Saí de um apartamento em que a umidade corroeu minha alma (além das paredes, da cama, e de vários móveis) e vim parar num em que as paredes estão quentes de sol quando chego!

As compras de ontem

Fui com uma cálega de silviço comprar ítens mobiliários que necessito no meu apartamento. Comentei na terça-feira que iria no final da tarde, e essa moça me disse que era uma pena, pois ela "adora fazer isso" (sic), "mas não estava com calçados adequados" (sic II). Combinei então que iríamos juntas no dia seguinte, e eu poderia ir no shopping comprar outros cacarecos como tapetinho de banheiro e ninharias assim.
Foi o que fizemos. Anteontem comprei uma super cama ortopédica na Ortobom, e como meu limite de cartão não permite, precisei passar uns cheques. Também havia comprado uma misteira, o tal tapetinho, ítens de limpeza e quetais.
Ontem fomos às lojas de departamentos e, tendo eu escolhido tudo que precisava, descubro que no tal do "carnê" tem juros que no cartão não tem. Liguei para minha mãe e combinamos de comprar pelo site da loja no cartão dela, e rumei a outra loja, onde comprei uma mesa branquinha com estofados pretos para ter minhas refeições. Na volta, jantamos por lá e cheguei em casa lá pelas 21h. Passamos pela pracinha onde as crianças brincavam, os adolescentes fumavam maconha e as senhoras conversavam. Vida de bairro. Adoro!

Wednesday, February 01, 2012

Intimidades, intimidades: meu banheiro

Evidentemente, o mais fácil de arrumar no início era o banheiro. Limpei-o minuciosamente, e coloquei os objetos de primeira necessidade no lugar. Ele é bem pequenino, portanto não pode comportar todos os meus cosméticos e coisa assim, então como já havia planejado inicialmente, vou trabalhar com uma penteadeira num dos quartos. Já vinha com armário e box, além da lixeirinha e do suporte para xampu dentro do box. Falta, na minha opinião, um gancho para pendurar a toalha, mas ainda vou refletir se furo a parede por isso ou não. E sei que é sem graça ver o banheiro das pessoas, mas me deixem, foi a única coisa que pude pôr em uso e ordem com as coisas que tinha!
É essa a vista de dentro do box:

Meus apetrechos só entraram nas fotos porque eu tinha que dizer que comprei uma bucha de porquinho rosa! Comprem uma pra vocês por R$7,99 na Panvel:


Uma gaveta meio estranha: de puxador único, mas com dois espaços diferentes. Certamente que não me bastam pra nada, mas por ora habitam ali os ítens diários da maquiagem de vir trabalhar, e o demaquilante em lenços:


Minha parte de baixo, com as toalhas e o papel higiênico. O peso de porta quadriculadinho colorido lindo ganhei de minha tia, que o fez; nessa casa todas as outras portas tinham peso de porta, então para não escondê-lo, pus no banheiro...


E por fim mais uma vista "geral", essa da porta de entrada.



Na minha opinião faltam-lhe cores; como é todo bege/branco, e meu cesto de roupas sujas é branco, e o armário é branco, devo acabar inventando algum jeito de colorir esse banheiro. Na verdade, não quero sobrecarregá-lo como depósito de objetos, porque não gosto de saber que minhas coisas passam a vida lá, e porque ele é mesmo pequenino.
Assim, acho que vou acabar pintando aquele ralo de amarelo ou de vermelho, e vou jogar um verde ali. Ainda não sei bem como, mas vou. Combinei comigo mesma que não vou me precipitar dando os ambientes por acabados, senão vou perder a curtição de ambientá-los. Mas confesso que ver o banheiro com pinta de não-acampamento é um alívio!

Se preparem


Vem aí uma série de posts e fotos do apartamento novo. Se encherem o saco, não passem por aqui uns dias, enquanto estou toda empolgada e emocionada com as novidades. Para começar, divido com vocês a minha muito íntima bagunça - o caos das caixas que habita o quarto não de dormir. Isso é basicamente tudo o que eu tenho do apartamento velho...

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