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Monday, October 31, 2011

1 mês pra mudar

Porque eu sou radical, quando invento de me colocar em movimento!
Eu li já algumas vezes as pessoas dizerem que para um hábito de fato se consolidar na sua vida, tens que repeti-lo durante 21 dias sem pausa. Então, considerando hoje, dia 31 de outubro o dia 1, resolvi traçar algumas metas. Algumas são banais, mas essas parecem ser as mais renitentes. Gêmeas que inventaram de mudar: vocês me mudaram ao me inspirar!
caminhar durante 50min todos os dias - já fiz isso no sábado e no domingo, mas estava na praia, então nem conta, foi um prazer! Quero ver conseguir fazer isso nos dias de semana, quando a preguiça me domina!
reduzir em 1/3 o tempo de televisão - estou acompanhando praticamente todas as novelas da Globo, ainda bem que não tem TV a cabo em casa, né? Sempre uso esse tempo pra ficar traduzindo os meus artigos no note (sim, eu traduzo artigos nas horas vagas, quer mais? é de graça!), mas resolvi reorganizar o tempo. A novela das 6 é muito fofa, passa em Porto Alegre, juro que vou ficar só com essa!
multiplicar por 3 o tempo de estudo - ando deixando o mestrado muito nas coxas, muito pra quando a água bate na bunda. Tenho tempo livre para fazer as coisas, já que vou parar de ver TV, a dissertação vai andar melhor!
diminuir pela metade o tempo de internet - isso já tem mudado ultimamente. Como fico a manhã e parte da tarde inteiras no computador aqui na repartição, pouco sobra pra fazer quando chego em casa. Mas pelo hábito, ou pelo tédio, fico flanando à toa horas demais. Fechamos em 2h diárias, sendo uma concomitante à novela?
beber 1 xícara de chá por dia - isso não deveria ser difícil: afinal, eu gosto de chá. Mas me distraio com bobagens e nunca o faço, quando em casa. Então, tomo sempre às 13h aqui na repartição, onde já tenho uma caneca de cerâmica, uma latinha com os chás e água à disposição. Acabei de sorver o último gole do meu chá verde com limão!
romper com os queijos amarelos - ao menos nesses dias, preciso tentar. Minha mãe que é intolerante, pode comer mozzarella de búfala. Vou usar essa pros sanduíches, e deixar a lactose reservada só para os iogurtes, fechamos?
sair de casa 1x por semana: com essa me sinto a Amy Farrah Fowler, no primeiro encontro com Sheldon, quando explica que combinou com a mãe ter uma saída de casa por ano. Mas eu ando tão chata, tão cheia de coisas e tão cansada, que quando chega o final de semana, eu nunca quero sair! É triste dizer isso, mas sair pra ver os amigos vai ser um compromisso, até eu conseguir me lembrar que é bom fazer isso.

Vou anotar meus compromissos na agenda. E vou contando conforme me dê nas venetas... Tempos atrás eu escrevia no blog pra desabafar. Agora escrevo mais feliz, tem mais gente lendo, alguns até comentando! Então, dileta audiência, não se cansem de mim: não vou falar só disso, mas vocês poderão acompanhar esse pequeno projeto pelos próximos 21 dias.

Tédio, teu nome é Thais

Sempre fui uma pessoa de gostos sofisticados demais pro meu poder aquisitivo. Fui restringindo e priorizando as coisas até que se tornou possível um interregno justo, no qual eu tenho algumas coisas como certas nesse mundo de incertezas. Onde nada mais fazia sentido, restavam-me os nacos de parmesão, o alho-poró, o tomate cereja e a bandeja de cogumelos frescos. Onde tudo era gris e monótono, sobravam os esmaltes coloridos, nada menos que 46 vidrinhos, sempre aumentando a coleção.
Semana passada me vi em apuros: fui pensar no que comer na hora do jantar e, constatei, arrasada, que não gosto mais de nenhum dos meus pratos favoritos! Nem dos que não são! Nem de nenhum!
Considerando que sou uma pessoa de mente-aberta que já provou de um tudo, só me restou constatar o pior: estou culinariamente à frente do meu tempo! A humanidade precisa cozinhar mais urgente, senão, eu fico sem comer!
Mas o pior ainda estava por vir: dia de fazer as unhas e eu, sem nenhuma ideia do que estava por vir, constatei que nenhuma das 46 cores disponíveis me contemplavam! Agora, além de tudo, quero cores que ainda não existem! A indústria de cosméticos também precisa evoluir...

Eu tenho genuíno ódio

De gente que não se comunica decentemente. Eu vou lá e me dou ao trabalho de escrever direitinho um email cheio de introduções, localizando a pessoa nas minhas dúvidas, dando até opções de resposta. Quase dava pra emoldurar de tão bonito. Aí me respondem assim: tchubluf. O som da merda caindo na privada.
Respira, Thais, respira. Dá a descarga e começa tudo de novo...

Sunday, October 30, 2011

Filme: Bem me quer, mal me quer

Sábado passado me vi numa situação bastante desconfortável: tive de passar algumas horas na recepção da emergência do HU enquanto a menina que mora comigo jazia lá dentro na medicação. Levei o note, num arroubo idealista de continuar a escrever o meu projeto lá, mas por fim optei por ver algum dos filmes que tinha salvo nele.
Como o sábado já estava sendo pesado, optei pelo que me parecia mais leve, na fotografia do cartaz e na sinopse, e fui assistindo. Um filme maravilhoso, com trilha sonora primorosa, francês, com a Audrey Tatou desempenhando uma Amélie Poulain todinha de novo (ela anda precisando variar, na minha opinião). Eis que de repente o filme vira. De repente não era nada daquilo que parecia no início, e dessa vez eu ia me surpeendendo a cada cena revisitada por outro ângulo, outra versão. E no final, me senti profundamente traída pela mocinha, aquela que eu amava, e de quem tive de me desvencilhar, e passar a eleger outro "mocinho" para torcer. Achei curiosa essa maneira de relatar uma história tão pesada, tão cheia de meandros violentos, brutos, com uma fotografia tão colorida e uma trilha sonora tão feliz!
Esse filme, ao contrário do supracitado Amèlie, não é uma catarse estética. Está longe disso. Ele se desenrolando lembra muito aquelas comédias românticas que em Hollywood se multiplicam feito praga, até que a história vai dando outros contornos aos cenários, aos personagens e às músicas. Mas ainda assim, não é excelente, visceral. É bom, não é perda de tempo assisti-lo até o final... Mas não é o estouro da boiada não.

Tem coisa que dói na gente

Uma coisa que me dói e incomoda nos ouvidos é como sempre tem um machão super gente fina e descolado que adora fazer piadinhas sobre como as mulheres dirigem mal, não têm controle sobre si mesmas, são competitivas e "se arrumam pras outras mulheres". Mas o pior, na minha opinião, são aquelas que fazem coro a esse tipo de bobagem e respondem com coisas do tipo "vai que eu gamo se você me bate", "cuidado que é mulher no volante", ou "eu vejo as mulheres se arrumarem pras outras mulheres sim".
Fico deveras envergonhada de como pode ser que uma ideologia tão atrasada, tão refinada nas suas sutilezas para adentrar nos nossos cérebros seja reproduzida justamente por quem dela só se prejudica. Eu sei a explicação, eu sei. Mas me incomoda profundamente, tanto quanto loira fazendo piada de loira quando não entende alguma coisa imediatamente. Tipo, levou 5seg a mais pra compreender uma explicação, mas isso é porque é loira. Oi? Isso é engraçado pra você?
Mulheres desse mundo, na moral. Sejamos menos algozes de nós mesmas. Sejamos solidárias entre nós mesmas. Sejamos melhores que essas mesquinharias!

Friday, October 28, 2011

Antegozando minhas férias

Segundos atrás aqui na repartição minha chefe me perguntou em que período a partir do vencimento das minhas férias eu gostaria de gozá-las. Respondi imediatamente que no dia em que vencerem, tô me picando, porque serão 4 anos sem férias, além de ter defendido uma dissertação de mestrado um mês antes. Seguido disso, ela me questiona sobre a possibilidade de fracioná-las, tirar apenas parte delas e vender outra parte ou deixar para mais tarde. Respondi também imediatamente que depois disso tudo, vou querer 30 dias isolada do Universo, tomando água de côco no nordeste o mês inteiro. Ou coisa parecida.
Coisa parecida pode ser melhor. Já comecei a imaginar minhas férias! Dessa vez é de verdade (parece), Cuba aí vou eu!

Sunday, October 23, 2011

Olha quem vem se anunciando

Sim,ela mesma, dessa vez na têmpora direita. Nossa amiga de todas as horas, senhorita enxaqueca! Não está em todo o seu esplendor ainda, mas vem vindo. E com essa insônia, da qual advirá uma noite mal dormida... Resultaremos numa enxaqueca resplandescente, bem no meio da viagem a trabalho!

Passeio em Curitiba


Lembram de quando fui passear em Curitiba e fiquei toda encantada pela arquitetura de lá? Também havia ficado encantada pelas pechinchas que encontrei no centro, mas isso a gente abafa... Com menos de R$50,00 voltei pra casa cheinha de cacarecos!
Esse foi o primeiro dia de calor depois de um longo, chuvoso, frio e tenebroso inverno. Inclusive, minhas roupas não estavam adequadas à temperatura do dia. Achei as fotos depois que minha câmera passou uma longa temporada na casa de amigas. E como foi minha mãe, dona da maior inépcia ever em bater fotos decentes quem bateu as minhas...salvei essa, a menos pior enquadrada.

Saturday, October 22, 2011

Livro: Travessuras da menina má, de Mario Vargas Llosa

Esse livro, que me foi emprestado por uma cálega de repartição, foi uma delícia de ler. Bem diferente do Batismo de Fogo e do Conversa na Catedral, muito mais pesados e centrados em dramas diferentes, esse é uma história banal e muito rica de um casal ao longo da vida. É narrada pelo homem, mas indubitavelmente, o centro é a mulher: é ela quem dinamiza a história dele, quem o tira do conforto. A gente torce por ela, quer desvendá-la, compreendê-la: mas não fui capaz de amá-la, de adorá-la com o mesmo ardor que Ricardito(o nome do personagem), porque, ela não tem consistência e nem metade do encanto que ele enxerga nela. Em muitos momentos, aliás, ele é capaz de admitir que toda a obsessão dele não faz sentido (se é que alguma faz).
Esse autor pra quem não conhece, perde: embora politicamente seja uma verdadeira catástrofe, é um peso-pesado da literatura latinoamericana, do nível de Gabriel assim...pra melhor.

Friday, October 21, 2011

6 meses pra mudar

Esse título é correspondente a este blog, o qual encontrei pulando de um a outro... São duas irmãs gêmeas que resolveram mudar e fizeram isso de várias formas, inclusive, registrando no blog delas. Tem uma quantidade infinitesimal (infinitesimal pode ser usado como quantitdade?) de textos da vibe auto-ajuda, do tipo que me incomoda, essa parada de se alinhar com o Universo e tudo mais. Mas de tudo o que mais me chama a atenção é a trajetória delas, precisando e tentando se disciplinar e atingir objetivos em alguns casos tão cotidianos, tão simples, e que parece tão difícil quando chega a hora. Algumas das metas delas já tenho incorporada no meu cotidiano (já bebo água quase em excesso, já me maquio diariamente pra vir ao trabalho e a retiro no final do dia, faço alongamento diariamente, estudo, leio...), estou numa fase particularmente importante da minha "carreira" (acho muito engraçado esse termo), com as coisas dando certo, o dinheiro entrando, e tudo mais. Mas eu também tenho as minhas próprias metas, as minhas próprias montanhas que preciso escalar.
Que papo é esse, por exemplo, de não conseguir caminhar 1 horinha por dia? Ou de não estudar pro mestrado nunca dia de semana? E esse volume caudaloso de livros que compro, que só faz aumentar, e nunca leio? E a campanha contra o desperdício onde enfiei quando comprei mais 4 paletas de maquiagem completas? E como pode o cristão ganhar o salário que eu ganho, sem família nenhuma pra sustentar, e não poupar nada?!
Aqui na repartição é difícil ter essas epifanias. Mas lá de casa, prometo pensar melhor.
Pra não dizer que não comecei com nada, desci até o caixa eletrônico e fiz um saque de R$100,00 (abençoado acordo coletivo que pingou na minha conta o ajuste salarial retroativo, cobriu meu limite e ainda me deu uma folga!). Esses vão pra poupança.
E esse dia é histórico!

Thursday, October 20, 2011

E o vulcão?

Gente, achei mara esse negócio do vulcão explodir lá na Cordilheira e ter poeira aqui em Floripa! Meu carro está todo branquinho, todo cinza. Achei tão emocionante que nem quero lavar!
Já me disseram que essa poeira é ruim e corrói - então devo capitular à lavação. Mas que o vulcão me empolgou demais, isso me empolgou!

Nunca mais vou parar de falar de sono?

É tão difícil. Acho que é assim tão difícil porque sei que, dessa vez, é pra sempre. Pra sempre vou acordar às 6h50. Então todos os dias é o mesmo drama. Na semana passada, havia melhorado um pouco. Eis que vem o mais que bem-vindo horário de verão e pronto, começou a choradeira toda de novo.

Sínteses

Ontem ia ter uma palestra na Universidade sobre crise econômica, com um palestrante de fora, o qual fui buscar no aeroporto. Ele é um daqueles caras bem tubarões assim, que sabe muito de teoria, de economia, de conjuntura, de luta de classes, é didático, dentre várias outras qualidades. Tomamos um café enquanto a palestra não começava, e ele me contando um pouco sobre a vida dele (nasceu no Rio, morou boa parte da vida em Portugal e agora em SP). Daí perguntei se ele gostava de São Paulo. Ele enrolou um pouco pra responder, mas por fim disse uma coisa que me chamou muito a atenção:
que ele era europeu demais para ser brasileiro, enquanto era brasileiro demais para ser europeu. Era também carioca demais quando em São Paulo, mas paulista demais quando no Rio. Era intelectual demais quando estava no movimento operário, e obreirista demais nos meios intelectuais. Heterodoxo demais entre os trotskistas, e trotskista demais entre os intelectuais. Além disso tudo, era peixe-vegetariano. E que enfim, isso tudo era pra me dizer que ele era estranho.
Sejamos estranhos, então, eu acho. Porque sempre me sinto dessa maneira: em cada grupo em que me encontro, aparece muito mais a minha diferença do que a minha identificação. Não sei se sou síntese ou se soma das individualidades, mas... sou tantas coisas.

Wednesday, October 19, 2011

Me falta tempo

Nos próximos 30 dias, preciso fazer as seguintes coisas:

-submeter e qualificar meu projeto de dissertação de mestrado à comissão de ética da UFSC e ao colegiado;
- passar no período da experiência de assistente social aqui da repartição;
- trocar minha república super cool com 4 estudantes lá do lado da UFSC por um apartamento digno e solitário aqui em São José, onde agora trabalho;
- trocar meu carro já baleado, rodado, ligeiramente amassado e depredado, por um novinho e decente, do qual eu não tenha medo de que me deixe eventualmente na mão.

A única coisa disso tudo que é certa é: não vai dar tempo. Não vai dar tempo pra tudo. Mas eu não posso passar o verão enfrentando a ponte pra trabalhar. Eu não posso não estar trabalhando por reprovar na experiência. Eu não posso prorrogar o prazo da qualificação sem atrasar a minha defesa. Tampouco posso continuar com um carro no qual não confio mais (é tipo casamento: a gente precisa ter confiança pra relação fluir).
Estou preocupada...

Péssimas notícias

Eu ando precisando de roupa nova+ eu vou passar 3 dias em Balneário Camboriú.
Imaginem a tragédia quando eu me deparar com aquela montanha de promoções, pechinchas, liquidações e quetais que fazem a minha alegria quando nem preciso de nada. Aquela lojinha indiana vai ver o cartão cantar bonito - de novo.

Vão tudo tomar no cu

Tem coisas que me deixam muito brava. Uma delas fiquei pensando hoje de manhã: é o negócio de você ir renovar (ou fazer) sua carteira de identidade lá na Polícia Federal. Paga um valor e sua carteira sai em 20 dias. Paga um valor maior... ela sai em 5 dias.
Acho de última um serviço prestado pelo Governo Federal, o qual já deveria ser gratuito em virtude da obrigatoriedade do documento, fazer diferenciação entre quem paga mais e quem paga menos. E não me venham com mimimi do atestado de pobreza, não sei quem foi que concebeu essa ideia constrangedora e ainda mais de que as pessoas precisam provar que são pobres pra acessar os serviços.
Sei que isso certamente choca várias pessoas, tão acostumados estamos a pagar por tudo, a não receber um bom serviço quando não se cobra nada por ele, mas houve um dia distante em que nem sempre era tudo desse jeito.
Também sei que mandar tomar no cu é politicamente incorreto e uma maneira homofóbica de ofender os outros, e estou tentando encontrar palavrão à altura!

Tuesday, October 18, 2011

Comam pêssegos

Dileta audiência, tenho postado pouco e vivido muito. Pouca comida nova, muita comida velha, ontem tentei começar tudo de novo, e conto mais em seguida. Quero contar pra vocês que comi ontem dois pêssegos, que me custaram os olhos da cara, mas já são praticamente pêssegos em conserva, de tão macios, laranja e doces por dentro. Então, fica a dica pra quem cansou de morangos azedos: comam pêssegos! Dulcíssimos e perfumados!

Monday, October 10, 2011

As novas aventuras de uma Solteira na Batalha

Resolvi contar porque sei que o povo adora. E foi meio engraçado mesmo, ainda que politicamente incorreto. Pra encurtar a contextualização, digo que na sexta voltava eu e uma de minhas hoomies do samba lá do Tião, e chegando bem na portaria do nosso prédio, voltavam três de nossos vizinhos de algum lugar a pé. Buzinamos e os abordamos para conversar, e um dos três se abaixou à altura do rosto da passageira, oferecendo a bochecha para um beijo de oi. Na hora que ela deu, ele se virou e quase beijaram, todo mundo achou engraçado e cornetou umas dez vezes, até que o doidão resolve vir fazer a mesma gracinha comigo. Deu a volta pelo carro e eu, evitando-o durante três vezes, tive tempo de refletir: bom, são 3h da manhã e eu estava indo dormir, sure, what the hell... E beijei o vizi. Estacionamos ocarro na garagem, subimos de elevador pro nosso apê e lá me deparo com o meu lover, esperando nossa chegada. Ele e mais um dos meninos entram sem muita cerimônia em nossa sala de estar, e enquanto eu e o lover ficávamos dando as bitocas ali na sala, os outros dois conversavam animadamente na sacada. Ao parar com o beijo, o meu pretendente entabula alguma conversação, e ao ouvir minha resposta à pergunta que fizera, escancara um sorriso contente e de dente manchado. Manja aquelas manchinhas de tombo infantil que escurecem o dente do pobre do guri? Tava lá a dele, com a única objeção de que era eu a interlocutora. E eu tenho essa coisa com a dentição da criançada, precisa ser branquinho e no lugar. Senão me dá nojinho. Reparando um pouco melhor, percebi que ele tinha a base do nariz fortemente entortada para a direita, possivelmente fruto do mesmo tombo que lhe escureceu o dente. Mas fora isso ele sofre de um estrabismo fortíssimo, e isso tudo somado lhe conferia uma aparência pouco aceita socialmente. Foi nessa hora que rumei à sacada, e expulsei os dois vizinhos pra fora de casa. Se não tivesse permitido à luz me mostrar o que fazia, teria uma linda história de foda com o vizinho pra contar pra vocês. Na verdade, o que me restou foi ser amplamente zuada pela galera em virtude do acontecido, e agradecer pelo fato dele ser uruguaio e estar nesse momento longe daqui!
Foi mal aí, gente. Sei que piada de feio é complicada, mas assim...foi um pouco engraçado, vá.

Thursday, October 06, 2011

Depressão é a balança

Quando achei que havia me superado completamente, descubro que ganhei mais 3kg. Malditos cafés coloniais de Blumenau, que me deliciaram!

Cuspindo ofensas

Escuta aqui, sua gorda filha da puta: se tu me olhares de novo com esse sorrisinho falso e me chamar de obtusa outra vez, embora eu te devolva o sorrisinho falso e continue com a minha cara de gato do Shreck desenvolvida com anos de sobrevivência na selva, por dentro vou te afundar a cara numa torta cheia de glacê. E vou querer ver o sorriso branquinho no meio do glacê.

Wednesday, October 05, 2011

é que são tantas mudanças,

argumento assim com minha mente quando ela repreende meu corpo pelo sono excessivo. Os momentos de descanso têm sido poucos, porque um dia a cama apodrece, mas no outro tem um melão orgânico madurinho na bancada, e no mesmo dia ainda precisa arrumar um jeitinho de não deixar mais as roupas espalhadas pelo chão do quarto (uma vez que, junto com a cama, foram-se embora três gavetas elooormes). Quartas-feiras: dia de trabalhar de manhã, assistir aula no mestrado à tarde, caminhar à noite. E mais nada.

Monday, October 03, 2011

Das séries que assisto

Tenho visto sistematicamente todas as temporadas, episódio por episódio, de Sex and The City. Me distrai, nada de espetacular, mas sou assim, quando encasqueto com alguma, vou vendo tudo até me cansar. É totalmente fora de qualquer realidade o modo de vida das 4 nova-iorquinas, principalmente, a quantidade de gente que as aborda e com quem estabelecem novas relações nas situações mais inusitadas (tudo bem que não conheço Nova York, mas desde que comecei a assistir, a Miranda já conheceu uns 5 novos vizinhos bonitões, tem dó né?).
Me faz achar que todas as minhas amigas são desleais em comparação ao grupo delas, e definitivamente, que a Carrie é uma retardada mental, com idade emocional de um bebê.
Agora, também me faz pensar que aquele cabelão tão estiloso poderia ser o meu, e repensar a progressiva que marquei...

Não consigo mais beber cerveja

Sei que isso soa esquisito, mas de uns tempos pra cá, meu estômago anda muito intolerante, e o Omeprazol diário nem sempre vence a acidez. Assim que sei lá se depois de um longo inverno à base de vinhos, ou qual foi exatamente o problema, mas o gás da cerveja me estufa em coisa de dois copos, às vezes até menos.
Já que ando numa fase de comida nova, pelo jeito, inaugurarei também a bebida nova, mais adequada ao meu momento...

Essa semana eu tô afim de me incomodar

Fazer o que? Sei que é feio e eu deveria ser magnânima e superior. Mas nessa semana tudo indica que vou fazer das minhas. Relatório pormenorizado mais perto do dia específico!

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