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Friday, April 29, 2011

Eu não entendo

Como nunca tem comentário nos posts, mas as visitas segundo o marcador são no mínimo dez ao dia. Porque será que ninguém comenta? Tirando um ou dois brucutus que expulsei da vida mas que gostam de me drenar pelo blog, o resto eu não imagino exatamente quem passa aqui... Porque vocês não me fazem feliz comentando?
:)

A nova princesa

Honestamente, não invejo a guria não, acho que a vida dela vai ser bem menos lazer que a minha (e olha que eu não sou a rainha do lazer não!). Mas como dizem que eu sou toda errada, do contra, acho que dizem por aí até que eu tenho mau gosto, então não precisa ninguém se importar demais não, é só minha opinião!

Wednesday, April 27, 2011

Pra adoçar, uns biscoitinhos


Receita própria. Eles são macios, faz farelinhos amanteigados lindos! A receita foi para uma vontade súbita nessas tardes solitárias, com o que havia em minha casa. Não sei como funcionaria para aumentar as quantidades, mas o que me parece é que a farinha de castanha e o côco, com suas gorduras naturais, ajudam a umedecer e torná-los ainda mais fofinhos.

Biscoitos de côco e limão
100g de manteiga sem sal
100g de farinha de trigo orgânica peneirada
50g de farinha de castanha
1 colher de sopa de suco de limão
50g de côco ralado
50g de açúcar cristal orgânico + 1 colher de sopa para cobrir
1 semente de cardamomo pilada para cobrir

Nada de mais: forno médio pré-aquecido por 20 minutos, fôrma untada, tudo misturado (a manteiga é cortada em pedacinhos ainda gelada). Meia hora no forno com os biscoitos modelados em bolinhas (vão achatar e ficar redondinhos), depois espere amornar e passe na mistura de açúcar e sementes de cardamomo. Rendeu 20 biscoitinhos.

Coisas que os homens já deveriam saber

a) nem tudo é força, às vezes é jeito;
b) "mais rápido" não é igual a "melhor";
c) mulheres não são de madeira, homens não são de martelo;
d) preliminares são mais do que uns beijos na boca e umas pegadas mais fortes;
e) se a mulher ficou por cima para determinar o ritmo, não é para ficar tentando conduzir por baixo;
f) o clitóris fica do lado de fora e é fácil de encontrar, desde que seja procurado;
g) quando a mulher dá dicas, é importante segui-las por mais de 5 segundos;
h) quando gozar primeiro, lembre-se que você é mais que um pênis, não deixe a coitada a ver navios, use o resto inteiro do seu corpo para resolver o caso dela também;
i) diante do silêncio, pergunte se está bom;
j) diante de opiniões emitidas de livre vontade, escute e tente executar;
l) não antecipe a penetração sem que a mulher esteja pronta, coisa facilmente percebida pelo toque. Ou seja, toque-a;
m) não enfie com tudo assim que vocês definirem que vão pra essa fase. Não somos de borracha;
n) varie o ritmo, não aja feito um cão;
o) se fizer a indelicadeza tremenda de ter passado a transa toda sem perguntar o que ela estava pensando, pergunte ao menos no final o que ela achou;
p) perceba o barato de cada fase, não pule do beijo na boca pro ato em si em menos de 10min;
q) não imprima força em absolutamente todos os seus movimentos, do contrário não causará sensação nenhuma além de uma pinicação com a sua barba;
r) cuide de outra coisa além de si e de suas vontades, não deixe de saber que há outro ser humano ali e que o ato sexual é uma troca, e não uma fonte exclusiva de prazer para apenas um dos dois;
s) não desista do orgasmo dela, que palhaçada é essa? Todos os dois têm direito a aproveitar dessa sensação!;

Caramba, fui até o S? E isso sem nem parar muito para pensar. Pelo jeito, daria a volta no alfabeto duas vezes ou mais se realmente me empenhasse nisso. É colegas, estamos em 2011. O ser humano já se destacou frente ao reino animal em muitos aspectos, inclusive no sexual. Ajam mais humanamente, fazendo uso de todo nosso arsenal de comunicação e mesmo de formação facilmente adquirida pela internet. E pelo amor de Deus, isso é totalmente pessoal. Quer aprender como satisfazer a alguma mulher específica, ou a todas com quem se deitar? Então puta-que-o-pariu, pergunte o que ela quer!

Sunday, April 24, 2011

Feliz Domingo


E não feliz Páscoa. Eu não me identifico com os rituais da páscoa, acho chata, os chocolates ruins, os supermercados escurecem pra comportar os ovos. Eu não sou católica, não vou à missa e não tenho uma conexão muito íntima com esse tal de Jesus não (talvez com o Luz!).
Em compensação, eu gosto de feriado prolongado, de um dia de comer peixe, de reunir a família num domingo e de colocar as crianças pra correrem atrás do coelho.
A imagem não é de uma cesta de páscoa; é um presente mimoso de minha madrinha, quando fui visitá-la há uma semana atrás. Mas ofereço a quem me visitar, como prova de boa-vontade :).

Saturday, April 23, 2011

Homem é tudo broxa?É isso mermo?

Em menos de uma semana ouvi três histórias distintas de caras com menos de 30 anos e sem nenhum problema de saúde, nem emocionais, que misteriosamente, não conseguiram concretizar o fato. Que que é isso? É bomba, é drogas? É a mais absoluta falta de interesse? Caras, pelo amor de Deus, não bebam duas garrafas de uísque antes! Não tomem bomba! Façam sexo, e façam bem feito, com a gente!

Uma arara em meu quarto




Bom, eu já comentei em outros momentos que preciso de novos projetos, de mais espaço, e que preciso tocar adiante coisas que nunca acabei. Os filmes têm andado mais rápido; a minha lista não pára de crescer nunca, mas pelo menos, ela agora também diminui com alguma frequência!
Esse projetinho aí é do meu apartamento de Floripa. Como o dinheiro sempre é curto, e o espaço, exíguo, resolvi que um guardarroupas seria demais. Gosto das coisas visíveis, gosto que tenham lugar para serem expostas, gosto de não ter que dobrar as roupas; por conseguinte, gosto de araras. Não sei se pode ser mais simples ou mais barato: duas mãos francesas, um cano de alumínio, duas brochas de 6mm, 6 parafusos. Dois vão para fixar a mão francesa com furadeira na parede. Os outros dois têm função com o caninho, como acho que a foto evidencia. Tudo sai por menos de R$15,00. E finalmente as coisas podem ficar acomodadas!
Não tem como ser exata nas medidas tipo comprimento do cano, nem tamanho da mão francesa. Tomei por convenção a medida do cabide, e fui pro abraço.
Também serve bem pra quem pode se dar ao luxo de ter quarto de passar (lembra que isso existia antigamente?) e quer deixar as roupas passadas melhor acomodadas.

Monday, April 11, 2011

Desvirginando meu lado doadora

Doei sangue pela primeira vez na vida hoje de manhã. As gurias que moram comigo resolveram que queriam, e como eu não estava fazendo nada mesmo, resolvi dar pinta no banco de sangue e fazer um depósito.
É tudo bem rapidinho e tranquilo, primeiro me cadastraram a partir do RG, depois respondi um questionário detalhado e meio imbecil (na minha opinião) sobre os meus hábitos - julgo imbecil porque na verdade, a minha palavra não pode servir de termômetro pra saber se meu sangue tá legal ou não, mas como uma de minhas amigas já foi eliminada antes mesmo de entrar no questionário, acho que ele vem muito mais no sentido da triagem que qualquer outra coisa.
O momento que na minha opinião é o mais desconfortável é quando eles furam nosso dedo pra testar o sangue: achei tudo meio invasivo, aquela mulher apertando meu indicador direito e descartando gotas preciosas do meu sangue. Mede as temperaturas e pressão do corpo, e vamos pra uma pia lavar os braços e fazer a doação. É incrivelmente rápido. Menos, muito menos que dez minutos numa cadeira ultra confortável e com um médico ultra gatinho conferindo o nosso sangue. Depois fica mais uns minutinhos esperando ver se dá tontura, se não der vai pro lanchinho. Come o lanchinho e pode ir pra casa!
Foi tudo rápido, indolor e simples, o povo é simpático, o lanchinho é bom e, segundo me disseram lá, sempre precisa de sangue. Sem-pre.
Então não sejam tão bunda-moles e doem os seus sangues 3x ao ano.
Assim como na virgindade de fato, depois que a gente perde não quer mais achar, essa de doadora acho que também vai virar hábito regular!

Thursday, April 07, 2011

A Trilogia das Cores

Assisti aos três filmes no final de semana passado. Na realidade, era só mais uma das coisas que eu mantinha armazenada em casa nas minhas coleções bizarras.
A Liberdade é Azul, por exemplo, eu já havia assistido pela primeira vez em 2009, e obviamente, não lembrava mais de nada, além de confundir constantemente com 21 Gramas, já que nos dois filmes têm viúvas que fazem natação!
Adoro os filmes franceses, porque nos filmes franceses as pessoas falam francês! Quão ridículo isso pode ser? Mas acho uma delicinha o jeito deles de falar. O meu preferido, embora seja considerado pelas opiniões (pouquíssimas que consegui encontrar, por sinal) o menos melhor (já que todos são bons) A Igualdade é Branca. Fiquei tocada pela trajetória de Karol - e mostra a Polônia exatamente como eu a imagino, ou seja, medonha. Fiquei confusa com o final de todo mundo junto na mesma barca (ih, contei!), porque primeiro achei que os filmes não iam ter nenhuma conexão, depois fiquei ansiosa por uma explicação praquelas coincidências, e isso não aconteceu. Ao mesmo tempo, foi legal, porque nos incita a imaginar o que aconteceu com os outros personagens dos filmes anteriores, o que os levava estar no Canal da Mancha?
Também me diverti sempre procurando os elementos das cores nos filmes. E sem exceção, em todas as cenas sempre havia algum elemento, forte ou fraco, que fazia referência a elas.
É isso aí! Três filmes a menos de uma lista que não pára nunca de crescer!

Perseverei!

Escutem tod@s com muita atenção: hoje, eu que sempre tenho o feio costume de assumir gastos que não me são possíveis no momento, apesar de saber que posso "passar no crédito" o objeto de meu desejo, não vou lá! Isso deve significar alguma coisa chamada de maturidade financeira, sei lá. Estou orgulhosa de mim!

Wednesday, April 06, 2011

Máquina mortífera

Sou uma pessoa de desejos simples. Hoje, por volta de 13h, o que me realizaria tremendamente seria ter junto comigo uma arma potente o suficiente para estilhaçar a vidraça de um caminhão que me buzinou a troco de nada, só por provocação. Fico imaginando a risada de escárnio dele se transformando gradativa mas velozmente numa careta de pavor. Nem queria matá-lo, só queria poder provar que tenho poder de fogo. Que tenho porte de armas.

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