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Monday, August 30, 2010

Ai ai ai!

Depois de um breve cochilo que durou das 14h às 18h30 de ontem, tinha planos firmes de aproveitar a noite para estudar e organizar meu quarto. Humpf. Antes de findar o primeiro texto fui solicitada no show do Daza que rolava ali na UFSC, e desci tencionando assistir o show e voltar brevemente. Humpf. Ao final do show, capitulei a um convite para tomar umas cervejas na casa de um amigo, e em 4 pessoas com 12 long necks rumamos ao programinha. Não sei quantas cervejas tomei, mas tenho certeza absoluta que não pode ter sido mais de três. Só uma eu peguei e chamei de minha, o restante do tempo só biquei na dos outros. O que não me impediu de ver o mundo girar ao deitar para dormir, fato que me surpreendeu e deixou puta, não era nada razoável que eu estivesse prestes a me sentir mal por causa daquilo! Mas foi assim mesmo, passei a noite toda tentando conciliar o sono e o enjôo, e escrevo essas palavras após um queijo quente que, julguei, ajudaria meu combalido estômago a se recuperar. Detestável.

Sunday, August 29, 2010

Novidades na cozinha

Fazia um certo tempo que ninguém me requisitava para cozinhar. Eu mesma andava desestimulada e sem tempo, e agora com a novidade de morar sozinha de novo, e sem secretária do lar, voltei a dar minhas voltinhas na cozinha. Andei repetitiva demais esses tempos aí, mas nesse final de semana resolvi aplicar um pouco de tudo que vinha catalogando ao menos mentalmente como receitas a serem concretizadas.
Preparei iscas de carne vermelha ao molho de gorgonzola dentro do pão italiano para mim e dois amigos. No dia seguinte, hoje, me aventurei com aspargos frescos assados. Deu tudo certo. Fiquei feliz, significa que continuo tendo bom olho pras receitas e boa intuição na hora de prepará-las... Além disso, preparei meu próprio caldo de legumes, caseiro, para não desperdiçar as aparas de alho-poró, salsão e aspargos que haviam em minha geladeira. Adicionei uns fiapos de cenoura e três tomatinhos cereja. Ah, era tudo orgânico!
Fazia tempo que eu não falava de comida. Acho que agora devo voltar!

Friday, August 27, 2010

Aquisições

Sou a mais nova proprietária de talheres de cabos brancos com estampas de lacinhos sensacionais, latinhas vintage encontradas numa loja de latinhas, e o mais legal de tudo: de uma jarra de abacaxi exatamente igual à da Dona Nenê, d'A Grande Família! Tem como uma pessoa não ser feliz ao beber uma limonada no almoço com aquela jarrinha escândalo?
Mas não é só isso: ganhei um colchão extra para colocar na cama de baixo da minha (a que puxa, para as visitas), um gaveteiro, um guarda-roupas e uma escrivaninha. Também ganhei uma cadeira, se eu quiser.
Ganhei ainda uma sopeira, uma caneca nova para servir às visitas, e dois copos de vidro. Se comprar mais um prato, já posso convidar alguém para almoçar em minha casa.

Ainda vivo

Vivo dias gloriosos de alegrias e pequenas satisfações! Vivo o cheiro de jasmin que sinto em meu quarto novo, vivo a insustentável leveza do ser de quem se percebe inevitavelmente livre dos grilhões do amor, vivo os suspiros de quem se sente pega na armadilha sensacional que é desvendar uma pessoa desconhecida, vivo o aconchego de uma mesa de café ensolarada e aquecida pelos corações amigos, vivo a preguiça dos dias de calor, vivo o barulho da rua à noite, vivo um doce idílio entre o que quero para mim e o que quero para todo mundo, vivo o equilíbrio fantástico entre todas as minhas atribuições.
Vivo! Eu vivo!
E por isso, nem sempre eu blogo...

Thursday, August 12, 2010

Ainda bem várias coisas. Ainda bem que eu não me importo com minha carreira, meus sucessos e/ou fracassos profissionais, tampouco espero reconhecimento de meus superiores. Ainda bem que eu entendo que meu emprego é algo tão desprovido de fatos interessantes, edificantes e realizadores, que só posso me beneficiar com o máximo de recursos materiais que conseguir extrair. Ainda bem que o máximo que me desperta um elogio é um sorriso cético, e ainda bem mesmo que uma chamada de atenção, quando inclusive não têm razão, não me provoca nada mais que o mesmo sorriso cético.
Pestanas compridas abrigam: olhar inteligente, a possibilidade de o cinza ser também cor, trovão dentro de um frágil tubo de ensaio, cortina densa de fumaça e o sorriso por trás.

Fazia tempo que eu não postava tão sem-sentido, né?

Monday, August 02, 2010

Rebordosas

É verdade, eu não dou mais pra essa vida de pista. Nunca dantes outror havia sido tão derrotada por umas cervejas como fui no último sábado. Tão poucas e tão letais, me prenderam ao sofá da sala por aproximadamente 12h. Lastimável.

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