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Thursday, May 20, 2010

Hidratante da Natura de Maracujá

Quem me conhece, assim, um pouco mais na intimidade, não se espanta com a quantidade de coisinhas que eu posso passar em mim mesma. É sabonete líquido para rosto, corpo e íntimo, óleo de banho, hidratante corporal, hidratante facial, hidratante do cabelo, tratamento facial noturno, tônico, área dos olhos, esfoliante, creme das mãos, creme dos pés, desodorante que não machuca... Um mundo de coisas. O balé do meu banho não é nada rápido, mas é completamente automático, e eu nunca ou raramente deixo de cumprir. Sempre que viajo e fico agoniada de levar todo um peso dentro da mochila, passo o resto da viagem me sentindo agoniada e incompleta por não ter comigo à mão o ítem tal. Hoje em dia, quase tudo eu levo em pequenas doses, os fabricantes me entendem e me ajudam a manter os tratamentos em dia, gosto muito! Tenho fé que isso fará de mim na velhice um maracujá lustroso, e não um daqueles enrugados. Como sou branquelinha e sedentária, creio que as pelancas abundarão mesmo com todo esse cuidado, mas pelo menos fico cheirosinha e mal não faz, né?
A única parte do corpo que ficava sem tratamento e vivia me incomodando (sim, eu perco tempo sentindo culpa por não usar algum cosmético que julgo imprescindível), era a boca, ou melhor, os lábios. Tenho aflição de usar batom, não sou acostumada e fico achando que pareço uma palhaça se estou com um, por mais discreto que seja; gosto do cheirinho do gloss, mas sua textura melequenta me dá angústia também, porque quando venta o cabelo gruda na boca, uma coisa blarghs! Manteigas de cacau, acabo perdendo ou esquecendo, e aí quando vou ver... Até para dar um reles sorrisinho a pele repuxa, e tem vezes que fica a ponto de romper. Nunca estão macios, sempre estão naquele quase estado de terror. Então lá fui eu, já que agora ganho os tubos e posso fazer dessas, encomendar um hidratante labial da Natura que custa 28 reais, para ver se fico com lábios delícias! Diz o rótulo que leva 2h para sentir o efeito, e faz apenas uns 20 minutos que o passei, mas até agora, se parece e muito com uma mera manteiga de cacau. É melhor esse produto operar milagres, ou do contrário, o SAC deles sentirá o peso de minha fúria!

Cof

Realmente sigo mal. Faltei novamente à minha querida aula de artesanato, que por nada perdia! Quando olhei de novo no relógio, eram 10h30. Sigo ranhenta, tossindo e com dificuldades para tocar minhas atividades cotidianas, mas não o suficiente para ficar em casa!
Na realidade, em outros tempos talvez já tivesse ido ao médico e gozasse de 3 dias de atestado. Mas como hoje tenho outras prioridades (que não posso contar porque a superstição diz que não se deve), sigo equilibrando os compromissos.
Mas que eu queria poder ficar quietinha, na caminha, só me refazendo, isso eu queria...

Tuesday, May 18, 2010

Resfriei...

Ano passado, curiosamente, não resfriei. Deve ser porque fui poupada do mais rigoroso frio, tendo vivido o primeiro semestre todo em BH, e ao voltar, já não estava mais tão exposta às intempéries sulistas.
Agora, aqui em Joinville, tamanha umidade e friagem não poderia me deixar quietinha em meu cantinho, né! Já viajei no sábado sentindo um ardorzinho leve na garganta. Certamente ele foi potencializado pela tarde que passei deitada no gramado úmido do Parque Municipal, pelas incontáveis cervejas que tomei sábado à noite, pela manhã seguinte novamente no Parque Municipal, por ter deitado de cabelos molhados domingo à noite, por ter dormido pouco e mal...
Assim que cheguei numa já avançada fase de deterioração, e ontem à noite ardiam os olhos, o nariz trancou, a garganta bem irritada. Tudo péssimo. Fiquei tão indisposta que sequer fui à minha aula de artesanato, que geralmente, jamais falto. Estou cuidando bem de mim mesma, mas muito irritada com essa pequena enfermidade. Não gosto de ficar doente se não posso ficar em casa curtindo meu mal-estar!

Friday, May 14, 2010

Cansadinha

Há vários finais de semana que não tenho a oportunidade de ficar tranquilamente apreciando a minha própria companhia, como foi num de posts mais abaixo, em que pude cozinhar para mim mesma, pintar, passear, e outras coisinhas assim legais.
Desde aquele, tive de ir uma vez a Florianópolis visitar uma amiga de anos que hoje em dia mora longe, portanto impensável faltar; na semana seguinte, estava envolvida nos estudos da prova do mestrado (ops, contei), e no dia seguinte, recebi em minha casa essa mesma amiga com sua família, durante o dia inteiro; no outro, voltei a Florianópolis visitar um amigo tão querido quanto, e que havia perdido o pai, numa tentativa de tranquilizar a mim mesma, fingindo que o tranquilizava: essa aventura acabou no cu da madrugada de domingo (9h da manhã), uma vez que era Dia das Mães; nesse de agora, lá vou eu acordar às 7h da manhã, para poder pegar um vôo que me leva à BH e ao namoradinho.
Agora que trabalho 44h semanais, os finais de semana são bastante importantes como recarregadores de energia. E, pobre de mim, uma jovem senhora de 25 anos, não aguento essa vida de locomotiva social interurbana ininterruptamente...

Thursday, May 13, 2010

Divulgação de sorteio

Continuo freak de divulgar sorteios de blog. Ainda não ganhei nada, mas esse eu queria demais!


http://soartescriativas.blogspot.com/2010/04/blog-post.html

Monday, May 10, 2010

Pra que eu nunca me esqueça

Pra que eu nunca me esqueça, pra que eu nunca me esqueça.
Tem horas que eu blogo relatando momentos absurdos, e é só pra isso: pra que eu nunca me esqueça do que é que me espera 'do outro lado' da vida de casada.
Lembro de uma vez, lá pelos idos de 2006 se não me falha a memória, que eu resolvi dar condição pra um palhaço absurdo que já havia tido plenos poderes em meu picadeiro - ou seja, era ex-namorado. Na época, terminamos por vontade dele e eu fiquei bastante sentida, sofri e demorei alguns meses até compreender que não ficaríamos mais juntos. Mas como tudo na vida passa, a vida seguiu e eu havia dado muito rolê com muita gente, adquirido várias experiências diferentes e estava solteira e numa fase digamos assim de experimentação, de adquirir e catalogar o máximo de aventuras possível, e foi assim que eu permiti que o maluco se deslocasse até Florianópolis pra gente se ver (ele era de minha cidade natal).
Conversas chatas foram e vieram, e eu cada vez mais aborrecida com o papo sem graça dele, bem como com suas posturas non-sense. Passeamos pela praia à noite, pois fazia calor, tomamos banho de mar e retornamos à minha casa. Ele tomou banho num banheiro e eu no outro, para agilizar o processo, e eu cedi o meu banheiro a ele, assim que necessitei entrar para buscar um pente ou coisa assim, ao final de meu banho. Bati na porta e pedi se poderia pegar algo ali, ele me garantiu que sim, eu ainda insisti e perguntei se ele tinha certeza, e foi assim que eu entrei, e me deparei com o imbecil completamente nu, através do vidro transparente do box, ainda se secando.
A cena foi completamente patética por vários motivos que não caberia listar, mas o que é interessante salientar é que eu não havia ficado com ele ainda nesse momento, e pelo contrário, já havia até feito o possível para afastá-lo quando de suas investidas. O cara tem que ter muita segurança de si para achar que se mostrar pelado resolveria né?
Mas nada disso: a mixaria era evidente, coisa que em qualquer final de feira você encontra melhor, maior, mais lustroso. Menos murcho, menos feio, sabe?
Hoje lembrei disso ouvindo uma história semelhante. Fiquei pensando no assunto e rindo demais, rindo da falta de noção da pessoa e das roubadas em que me meti quando experimentava de um tudo. Ainda bem que agora escolho criteriosamente, mas de qualquer forma, é legal lembrar e poder rir do que passou...

Wednesday, May 05, 2010

Justo nessa semana...

...que eu havia tido as 12h mais bacanas do ano. Durante aproximadamente 12h, eu estive emergida num tempo bom, que não volta nunca mais. Percorri os mesmos caminhos que eu amei durante 6 anos, encontrei algumas das pessoas que sempre encontrava por esses caminhos. Tomei cerveja, comi pastel de berbigão, e fui no Imperatriz da Beiramar de madrugada. Senti, como sempre e como nunca, que estava no lugar certo - no meu lugar. Voltei contente.
E descontente com o presente.

Péssimo dia

Hoje faleceu o pai de um amigo meu. Na verdade, eu não tenho grandes experiências com morte na família, nunca fui a um enterro e nem sei o procedimento adequado nesses casos, mas estou triste, triste.
Acho que não estou propriamente triste pela morte do pai, que afinal de contas eu não conhecia, mas estou triste, porque sei que meu amigo está triste.
Sinto como fosse algo muito ruim acontecendo comigo, e na verdade, nada mais é que uma tristeza solidária à tristeza alheia, independente do motivo.
Trabalho com várias tristezas, afinal de contas, ninguém vai na Assistente Social contar que pintou a casa de cor de rosa. Algumas me impactam, outras eu consigo canalizar tomando alguma atitude pela pessoa, outras eu consigo manter bom distanciamento.
Essa, não sei por que, me estraçalhou.

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