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Wednesday, March 26, 2008

Paraty

Parati (é, serve qualquer um dos dois jeitos) custa caro, mas vale a pena. A cidade é colorida, boêmia, charmosa, alegre, tudo ao mesmo tempo. Tem aquelas ruas de piso de pedras totalmente colocadas de forma a te fazer tropeçar, conservadas há aproximadamente duzentos anos - o piso anterior, ainda mais antigo, fora roubado nesta época pelos moradores, que a colocavam em suas casas, como sinal de nobreza - sem falar das casinhas, lindas, lindas demais, custando as mais baratas a bagatela de dois milhões de reais. O centro histórico é crivado de barzinhos e cafés com as opções mais diversas de comidas e bebidas; a música, é bom tu gostares de bossa nova ou mpb, assim como eu, do contrário, vais ter que andar de fones de ouvido cidade afora. Tem obviamente zilhões de lojinhas caras com artesanatos caros, mas é possível encontrar algumas coisas deveras bonitas por preços honestos. Uma delas é a Cachaça Gabriela - uma cachaça artesanal que leva cravo, canela (daí o nome, em referência ao filme gravado na cidade) e gengibre. Pode parecer algo indigesto e doce, mas garanto (enquanto pessoa que não bebe nada doce) que o sabor é inusitado, delicioso, principalmente se for servida gelada. Ainda falando em bebidas, há a Cerveja Theresópolis, uma cerveja da cidade que leva o nome, artesanal, bonita como só ela, com seus rótulos dourados, e um sabor que lembra a Bohemia.
As praias são lodacentas, e a maré sobe até a cidade, mas um passeio de barco sai a R$15,00 por pessoa durando 5h, passando por 4 ilhas. O mar é cor de esmeralda no fundo, completamente transparente no raso, os peixes passam por ti, tem estrelas do mar elooormes... Um mergulho mais perfeito que o outro!
A noite é interessante, todo mundo na rua, os cafés colocam mesas com velas nas ruas, passam músicos anunciando seus shows, artistas fazendo suas artes nas praças... Dá pra conhecer e se apaixonar por Parati em um feriadão.
Vamos?
Acho que é fase de faxinar pessoas. Aquelas que te sugam, te urubuzam, te tiram e não te dão nada em troca, que são megalomaníacas e só percebem a elas mesmas, que não aceitam teus estados de espírito... Elas todas, vão agora pra gavetinha das coisas não mais utilizadas.
Talvez, na próxima faxina, já estejam todas na lata do lixo. Espero que com mais espaço livre, cheguem novas pessoas...

Tuesday, March 25, 2008

Gerenciando relacionamentos

Marcelo do BBB8 é maluco, drogado em crise de abstinência (pelo menos dentro da casa), mas fala umas pérolas. Teve um dia que ele comentou que não era à toa que ao sair do BBB se ganhava um prêmio, por que agüentar Tati era foda (ri horrores com essa); e ontem, passou ele dizendo a insuportável Gy que ela só queria os lucros de uma amizade, sem arcar com prejuízo nenhum, nunca. Imediatamente me recordei de uma pessoa que costumava ser próxima a mim. Costumava ser bastante próxima, e durante um determinado período, éramos deveras companheiras uma da outra. Éramos do verbo não somos mais há muito tempo; nosso afastamento me deixou então perplexa e machucada, e ainda hoje me incomoda bastante. Tempos atrás ela reclamara de uma amiga em comum, e conjecturou dizendo que só queria a parte boa que as pessoas tinham a oferecer, sem cobrar o que não poderiam dar, e não aceitar aquilo que não a interessava.
Eu achei essa proposição de última, por que sinto imensa falta de ter alguém que divida tudo comigo, inclusive suas partes ruins, e vice-versa. Tenho a impressão de precisar estar sempre engraçadinha e de bom humor para "merecer" estar perto das pessoas, e de estar sempre sozinha nos piores momentos. Mas como diz a mãe de uma amiga minha, a gente tem de aprender a não esperar das pessoas o que elas não nos podem dar.
Assim que a doida volta e meia aparece do nada, como se tivesse me visto ontem pela última vez. E isso me deixa confusa, sem saber se no dia seguinte ela estará lá para mim, ou não. Certo, na maioria das vezes, não.
Acabei me aproximando de outras pessoas, que não têm a mesma maturidade nem todo o nosso histórico, mas ao menos, me procuram sistematicamente e se dispõem a também dividir-se comigo.
O resumo é que "cansei". Não quero parte boa, nem parte ruim. E muito menos, dar lucro a ela. Fechamos essa conta zeradas.

Monday, March 24, 2008

Fase casadoira

Em um curtíssimo espaço de tempo, dois amigos muito antigos finalmente vão fazer aquilo que mamãe sonha pra nós: casar-se-ão em grande estilo, com festas bombásticas.
Eu aqui, 23 aninhos de pura travessura, quase formada, 5 anos morando sozinha, viagens pela Europa, inglês fluente, cirurgia plástica... E desempregada, um mês e pouquinho de namoro.
Mas não me importo, não. Prometo que fui feliz, mesmo sem ter comprado meu apartamento, noivado, feito enxovais com monogramas das iniciais dos pombinhos... Na real, não me imagino em futuro próximo ou distante me paramentando toda de noiva - na igreja, obviamente, nem pensar.
Ainda assim, felicidades pros casais, continuem se casando que adoro comparecer às comemorações.
Só acho que, pra não ficarem me medindo muito, vou pedir pra meu namorado ir junto...
haha

Wednesday, March 19, 2008

Quando dois doidos se encontram

Anos atrás tive oportunidade de conhecer uma colega de Serviço Social, lá da pacata cidade de Santa Cruz do Sul, que era, sem mentira nenhuma, completamente louca. E aparentava totalmente a loucura dela, era acelerada, faladeira, favala alto e rápido, mudava de assunto, tinha os olhos inquietos, enfim, uma doida espevitada. Maior figura, sempre presente nos eventos, no ano passado, resolve-se que na escola onde ela estuda, haverá um encontro, ao final do ano de 2008. Neste mesmo encontro da resolução, travo eu conhecimento com um menininho, com óbvios problemas cognitivos (que infelizmente não sei quais sao para poder me fazer entender melhor), que acaba assumindo um cargo de status regional, que o coloca em contato com diversos colegas...
Feita esta contextualização, vamos aos fatos:
A mocinha, desde que está na incumbência de intermediar o contato da escola dela com o restante da regional, passa a mandar e-mails desconexos solicitando coisas que já haviam sido mandadas mais de uma vez a ela, e ela não cessava de solicitá-las, sem que alguém pudesse compreender o que ela queria. Ahá. Mas isso foi antes de termos o nosso coleguinha, que assim que leu o primeiro e-mail dela, respondeu dizendo que achava importantíssimo o contato dela, e coisa e tal, e estava à disposição para qualquer coisa. Qualquer coisa esta, que não atendia aos pedidos já atendidos da moça. Mas pasmem: ela responde ao nosso coleguinha que agradecia muito o e-mail dele, que se sentia muito satisfeita com o pronto retorno, e que estava então tudo bem, após este e-mail. Até comentei com minha amiga e companheira na época que, não fosse ela casada, os dois se entenderiam muito bem, visto que sozinhos conseguiram uma comunicação que tentamos estabelecer por meses a fio infrutiferamente.
Eis que agora, me acaba de chegar um dos e-mails caóticos da moça, contando no meio de uma série de solicitações (aquelas mesmas de dois anos atrás, já atendidas então), relatando no meio do texto, que enviuvou! Agora, meu povo, eu tenho a mais absoluta certeza: vem por aí o casal mais do barulho do Rio Grande do Sul inteiro!

Tuesday, March 18, 2008

O dinheiro é uma droga, e nós estamos todos viciados. Eu, particularmente, estou em crise de abstinência. Maldito papelzinho.
E esqueci de comentar, que é em Paraty que passarei o feriadão de Páscoa, repetindo a data e o local de cinco anos atrás. Espero que me sirva pra tirar o azar, por que naquela data, andava eu mal comida, mal amada e mal acompanhada. Embora eu ainda não pudesse sabê-lo, por falta de mais elementos que servissem de comparação. Mas deixe estar. Ando realmente melhor acompanhada, melhor amada, melhor comida. Assim sendo, devo crer que estou pronta a aproveitar os charmes da cidadezinha de ruas de pedra do tempo do Império, os zilhões de cafés e bares do centro histórico, um tantico de praia, café da manhã de hotel... E o melhor! Me livrei assim da furibunda cerimônia de troca de ovos, inviabilizada pela viagem!

Chove em Joinville

E ainda faz um certo frio. Se continuar assim, não terei roupas para vestir em Paraty! Ano passado, depois de uma semana de intensas chuvas, tive de ir a Minas Gerais com um monte de roupas molhadas para acabarem de secar no meu destino. Será que terei de lançar mão do mesmo recurso desesperado?
Desconfio da existência de mais um blog na blogosfera. Estou toda curiosinha, mas ainda não pude confirmar a informação...

Frustração

E o bestão se recusou a me fazer um clareamento! Disse que vou ficar parecendo um letreiro. Humpf. Meu único sonho de consumo num dentista me foi arrancado! Terei eu de esperar um avançado estado de deterioração de minha arcada dentária para então poder acessar esta incrível tecnologia?

Aventuras Ortodônticas

Fui lá eu, ontem, me consultar com um dentista que três adultos vivem fazendo piadinha acerca da galhofaria do bruto. Fui amedrontada e acompanhada de minha mãe. Não que eu tenha medo de dentista, que sempre fui corajosamente fazer tudo que era necessário. Mas além dos relatos, uma vez ele havia me fixado com olhos famintos, no meio da peixaria do Mercado Municipal de Joinville. Então eu fico ressabiada... Mas até que me atendeu direitinho, só me fez voltar lá hoje pra uma radiografia qualquer, e me recomendou ir logo a um ortodontista, corrigir os danos que meus cisos me causaram. Quinze anos depois, vou realizar o sonho infante de usar aparelho. Quando eu já nem tinha mais interesse nisso, ai-ai. Mas tudo isso pode esperar minha formatura passar...

Tenho fome

Mas sabe como são as coisas aqui. Ninguém toma café nem janta, acho eu. Ao meio-dia a Rotisserie vem entregar o almoço, que é quando posso finalmente dar vazão ao meu grande buraco existencial. Este buraco cada vez maior. Já estive mais gorda em outras fases da vida, mas creio que com esta, cheguei ao meu ápice. Se for falar em kilos, é assustador para uma pessoa de minha altura. Minha barriguinha de estimação já está com inveja das coxas, que rasgaram uma calça jeans. Sem contar em dias de calor, acredita que se eu andar de saia, bate uma na outra e depois fica ardido? Espero que logo engorde de bunda ou de canela. Quando eu engordar de braço, prometo fazer alguma coisa. Nesse ínterim, vou até à padaria da esquina comprar um pão doce...
Sei que eu comento isso todo puto ano, mas realmente é uma bosta os cabidinhos de ovo de Páscoa, tenho que ficar comprando minhas paradinhas no escuro! Que saco!

Sunday, March 16, 2008

Só pra relembrar

Eu odeio páscoa, certo? E odeio chocolate também, principalmente no formato de ovo, certo?
Lamento pela dileta audiência ávida por fatos engraçados, mas namoradinha longe do namoradinho vira uma boba, que precisa escrever sobre ele para não endoidecer de saudade!
Sabe qual é a moral de tu teres ao teu lado alguém que te faz feliz todos os dias? É tu poderes te lembrar que tem já um certo tempo que todos os dias, mas todos os dias mesmo, aquela pessoa fez teu dia diferente pra melhor, fez teu sorriso mais sincero. E quando eu digo todos os dias, não tem "aqueles dias não tão bons", ou "aquelas briguinhas de todo casal". É todos os dias, todos os dias!
E aí, quando um certo dia, esta pessoa se escorrega contigo, é fácil tu estares disposta a seguir junto em frente. Por que aquela pessoa, não te faz feliz "apesar de tudo". Ela te faz feliz todos os dias!

Thursday, March 13, 2008

Música embrulhada pra sacanagem

Está no CaixaPreta.
Obviamente que música é pessoal como perfume, como comida, como muitas coisas. Descobri outro dia uma pessoa que não come batata frita por que não gosta, e era a única coisa que eu achava que era consenso no mundo inteiro. Mas voltando à música, é complexa essa escolha de música de te remeter a desejos insidiosos... Hora dessas ainda faço o Sistema de Castas das Músicas, mas vai ser tão mais complicado que o Dos Livros, que vou só me ater a pensar que tipo de música, pra mim obviamente, tem poder afrodisíaco.
Eu gosto de várias coisas pra várias horas, mas acho que música de sacanagem tem que ser elaborada. Instrumentos de corda, um pouco de voz grave, ou rouca, raramente uma vozinha suave, quase sempre bateria, às vezes percussão. É música de ouvir no escuro, música que não te acalma o coração. Não pode ser um samba. Samba eu quero em dia de calor, no meio da multidão, no meio da praia, é totalmente sem apelo. MPB é (e eu lamento que seja) música de barzinho, e só gera uma conversa mais agradável. Música romântica é música romântica, não é de sacanagem. Detesto admitir isso, mas na hora de dar climinha, tem que ser o Bom e Velho.
Lá vai:
Wicked Games, de Chris Isaac - como diz o autor do post que inspira este, deveria ser tombado pelo patrimônio sexual. Que música é essa! Aliás, parece ser o único sucesso do mancebo; se algum leitor tiver álbum dele para indicar, queria muito.
Dancing in The Moonlight, de Toploader - ela é popzinha, mas o ritmo empolga.
Sympathy For the Devil, de Rolling Stones - é absurdamente perfeita, empolgante, dançante, em todas as versões que já ouvi (tem a de um outro artista, ao final do filme Entrevista com o Vampiro, que é ótima).
Right to be Wrong, de Joss Stone - pra não dizer que mulher não entra, se liga quando ela berra no refrão.
Sultans of Swing, de Dire Straits - é claro que uma banda foda dessas precisava, devia, merecia, andar no meio da foda das pessoas. Essa música, e a primeira indicação acima, são as que acho mais parecidas e traduzem mais o que parece que deve ser uma música afrodisíaca. A música já nasce "grande", e a gente espera o refrão pra ela "cair" um pouco. É música séria, é música de gente carrancuda, pálida, da noite, e definitivamente não é música pra casal que toma sorvete no parquinho. Pelo menos, não quando está no parquinho tomando sorvete.
Quebrei a cabeça para encontrar uma música brasileira também, e só consegui lembrar de uma, que mais ou menos se aproxima do espírito:
A Chave da Porta da Frente, de Barão Vermelho.
Acho que escolhi músicas mais "sombrias". Mas aí, é problema meu, e de como eu encaro minhas intimidades, certo?

Tuesday, March 11, 2008

Os Crimes da Rua do Kalifa

Ontem à noite uma viatura da polícia parou aqui e queria saber de alguém havia pulado para dentro do terreno, pois haviam assaltado uma casa próxima, e pulado o muro. Como a nossa tem cerca elétrica, era pouco provável, e logo os puliça foram embora, perseguindo o bandido. Aí esqueci e só lembrei na hora de dormir. Quando me de paro com a única porta sem grade de casa, escancarada. Já me vi sem conseguir dormir, e previ uma série de cenas pastelonas demais. Tranquei-me toda, e fiquei torcendo pro bandido ir embora logo, caso ele estivesse ali.
Claro que não estava. Bom, se estava, ainda está...

Monday, March 10, 2008

Antes e depois - II

Há cinco anos atrás eu pagava minhas provas de recuperação em uísque, buscava convencer um amigo a ficar com outra amiga minha ignorando totalmente os sentimentos dele, queria fazer Serviço Social porque queria "ajudar os outros", batia cartão na mesma balada finais de semana a fio, havia transformado minha casa em cenário de incontáveis sessões de "estudo", nos quais banhos de piscina, Clight de Pêra e pirulitos de maçã verde (não era de pêra) eram considerados as maiores delícias.
Creio que eram, mesmo. Enquanto isso, nosso geniozinho perdeu o bonde dos vestibulandos sérios, e teve de passar mais uma temporada na cidadezinha que eu mais odeio sobre a face da terra. Foi parar lá no Paraná, enquanto eu vim aqui ocupar um lugar que, por direito, era dele.
Cinco anos depois, ainda continuo achando-o um cara sensacional, o único a quem eu confiaria meu coração, se se tornar cardiologista, e por aí vai.
Espero que ele tenha se divertido tanto ou mais quanto estivemos juntos, que tenha feito tão bons amigos quanto ele foi, que compre de mim os jornais do PSTU se eu resolver tentar vender pra ele (hehe), e que nunca, mas nunca mesmo, esqueça da gente.
Ainda bem que eu tinha a exata consciência do quão feliz eu era. Nunca mais eu fui tanto!
Resposta a um desabafo.
Agora que aparentemente a maré de azar passou, já posso me dar ao luxo de voltar a escrever. Foi uma semana de decepções, mas de alguma forma, estão todas resolvidas. Algumas de maneira drástica. De todo modo, estou de volta.

Thursday, March 06, 2008

Desbancada

Afinal ontem acabei a última coisa. Apresentei à banca meu trabalho, que já havia sido entregue, passei, com nota 9.0.
Relatórios pormenorizados quando eu estiver numa fase mais feliz da minha existência.

Tuesday, March 04, 2008

Acerca d'O Manual do Cafajeste

Quem transita pela blogosfera já teve provavelmente oportunidade de conferir as aventuras do Cafa. Ele relata histórias e tenta passar uma moral pras mulheres. Geralmente uma moral ridícula de como uma mulher precisa ser cheia de uma falsa atitude. De como ela "pode até" ser emancipada, independente e ser tão cafajeste como um homem, mas que ela que arque com as conseqüências, que segundo o autor, é ser relegada ao segundo, terceiro plano pelos homens que "valem a pena".
Acho de última a moral conservadora e machista de Cafa, que realmente faz questão de reforçar o coro que as mulheres têm de ser contidas, discretas, safadas apenas nas horas e locais apropriados, e que sendo assim, elas levam de prêmio uma jóia rara que nem este indivíduo.
Tento perceber que ele é publicitário, que é rato de academia e certamente foi criado a leite ninho e nos colégios particulares, que se amarra numa ostentação, que gosta de um pouco de fetiche (e sempre coloca como uma vantagem elooorme levar a menina pra jantar num restaurante decente, por exemplo), e adepto da cultura de massa, que isso também pesa na hora de construir o machismo dele. Mas tem maluco que sabe ser tudo isso e não ser tão preconceituoso, então não perdôo o machismo dele, não.
Me sinto feliz e aliviada de perceber que jamais cairia numa esparrela como a dele; que se um homem precisa que eu vire uma afetada artificial para eu merecer o "respeito" dele, eu é que não quero uma jóia destas comigo. Só tenho pena das mulheres que querem muito levar de "prêmio" pela sua afetação e "atitude" um homem como ele.
Na verdade, se merecem todos: fúteis, afetados, fingidos. Relacionamentos cheios de restaurantes, carros novos, joguinhos, castelos de areia. Fetiche, artificialidade.
E pra quem quiser conferir a fonte:
http://manualdocafajeste.com/

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