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Tuesday, January 29, 2008

Veja bem...

Lembrei do "veja bem" no post anterior. Um amigo meu que trabalha em banco foi quem discorreu sobre a função do "veja bem" pela primeira vez. Ele é o prelúdio de uma história contada com o único intuito de te embromar. É uma expressão comprida o bastante ao falar para te dar tempo de ir construindo a história dentro da mente. Em certos casos, basta só o "veja bem"; quando ele sai, a outra pessoa já se convence que dali não sai nada que se aproveite, e desiste dos intuitos dela, e te poupa de inventar uma muy loca estoria mejicana.

Tuesday, January 22, 2008

Bah, e acredita que ele conseguiu me deixar uma marca azul? Obviamente que na hora eu não senti nada (se senti, certamente achei bom), mas fiquei completamente impressionada com a força da marca. Quando estava quase me refazendo do roxo no braço de semana passada, me vem esta marca azul, numa área bastante visível, principalmente em tempos de calor - no colo, antes que me imaginem com 5 dedos na bunda - espero não chegar neste nível.
Fiquei puta, mais com minha própria natureza "leitosa" que com ele (que afinal de contas, no calor da hora, e eu sequer me recordo de qual terá sido essa hora, o que significa obviamente que não me machucou); mas depois pensei melhor. Ainda bem que meus roxos eu conquisto todos gloriosamente brincando. Acredito firmemente que a pessoa vai sofrer na vida sempre, não adianta tentar evitar. Então gosto de tentar definir quais vão ser meus sofrimentos - em primeiro lugar, dor de amor. Nada como um belo fora, ao invés de um choro de emprego perdido, ou de pessoa querida doente, ou de fome. Nada como um azul no colo, ao invés de um olho roxo de porrada séria, galo na cabeça de cacetada de PM, dor de pós-operatório, cicatriz de guerra...

"Já que se tem que sofrer
Que seja só por amor"

Boicote à Cachaçaria da Ilha!

Semanas a fio temos freqüentado o supracitado local que tem a seguinte promoção na hora feliz (ou no happy hour, se assim preferirem os colonizados): pede um chopp ganha outro. Da última vez em que estivemos lá, meu amigo perguntou se a torre (aquelas de 2500ml) também era dobrada. O garçom disse que sim, e que não havia problemas em pedi-la, pois esperariam que acabássemos de tomar a primeira para trazer a segunda. Sendo assim, domingo comecei a formar o bonde de tomar chopp em torre dobrado na Cachaçaria da Ilha. Chegamos primeiro eu, o querido e minha outra amiga, e a torre foi pedida imediatamente. Pedimos também um escondidinho, e na hora que o garçom veio retirar o prato vazio, minha amiga pergunta brincando se o escondidinho também não vinha dobrado. Aí ele resolve dar de doido e avisar que a torre não era dobrada. Aí seiscentas mil discussões, chamamos um outro garçom, que nos explica que a torre fora excluída da promoção na semana anterior. Pedimos para conversar com o gerente, visto que o segundo garçom nos afirmara que naquela semana, todos estavam instruídos a avisar os clientes que havia mudado a promoção, o que não havia acontecido conosco... Gerente libera a segunda torre.
Mas querem saber? Quero mais não. Tá cheio de promoção na cidade (pede dois leva o terceiro, chopp dobrado, etc) e eu não quero ir nesse trem ridículo!

Monday, January 21, 2008

Acho que em 2008 eu assisti mais filmes no cinema do que o ano passado todo; completamente freak da sessão cine cult do Floripa Shopping. Um filme por semana, todos os dias às 15h, por R$2,00.

Evolução!

Uma das metas de coisas pra se fazer antes dos 25 anos era subir o morro da Lagoa de carro. Hoje a minha carteira de motorista vence (5 anos, portanto), e tem só 36h que eu criei coragem de fazer isso. Passei um ano de carro aqui em Floripa evitando de fazer esse trajeto, por puro medo! Levei Marcelo comigo (que afinal de contas, não dirige, e portanto, se eu fizesse alguma merda, teria que ser muito grande pra ele reparar), e quando a gente avistou a Lagoa, ele começou a gritar euforicamente. Depois do susto dos gritos, eu também, hehe.
O medo não passou! Mas eu fiz!
E esqueci de comentar: estou motorizada até o mês de março, cortesia do irmão caçula (devidamente orientado por meu pai, é claro).

Evolução!

Meu TCC cresceu! Depois de duas semanas sem conseguir fazer nada por falta de privacidade (nem quarto nem cama eu tinha), mais uma semana moscando, sem me agilizar, ontem, quando me vi totalmente sozinha (com exceção de duas passarinhas que mal e mal cantam às vezes), eu me concentrei para rever as literaturas, abri o arquivo, e escrevi!
Quanto? Uma página. Sei que pode parecer pouca coisa, mas na realidade, eu segmentei a produção por capítulos, e este é o primeiro capítulo; como eu desenvolvi mais apenas um dos tópicos assinalados por A Orientadora - obrigatoriamente, preciso desenvolver mais um, e por conta própria, mais dois sub-ítens crescerão. Como serão provavelmente quatro capítulos, e tenho de escrever 50 páginas, este primeiro vai ter aproximadamente 12 ou 15.
Contente por estar finalmente cumprindo essa porcaria de compromisso, mas extremamente descontente com o conteúdo. A Orientadora já me explicou que isso é uma monografia e não uma tese, e que não tem problema se tiver muitas citações, disse ainda que preciso esmiuçar várias coisas dos livros que eu li, mas eu não consigo gostar disso que está saindo. Um monte de resumos de um monte de gente que escolhi para falar por mim. Que merda...

Wednesday, January 16, 2008

O Presente

Hoje, saídos do cinema, ele diz que tem um presente para me dar, que não sabia se eu iria usar, mas que gostaria que eu usasse. Que era algo que eu havia comentado que há tempos não usava.
Daí obviamente eu já me gelei inteirinha, né, depois de tantos presentes bizarros, eu já muito escaldada, considerei fingir uma dor de barriga e sair correndo embora. Mas não podia fazer isso, e o pior: a única coisa que eu lembrava "de usar" que eu tinha dito pra ele, fora num dia em que marcamos um encontro e eu brinquei que iria com uma faixa laranja na cabeça. Do jeito que sou sortuda, o maluco vai me dar uma faixa laranja! Eu não quero uma faixa laranja!
Daí fomos andando até um lugar tranqüilo no qual ele poderia me entregar, e eu cada vez mais curiosa (e amedontrada!). Ele até disse:
- Estás criando muita expectativa, depois nem vais gostar...
- Prometo que se eu não gostar eu vou falar, a não ser que tu não queiras que eu diga.
Ele preferiu saber. Enfim, chegamos a uma chopperia, sentamos, pedimos sem nem ler o cardápio (eita curiosidade), e ele me entregou.
Dentro de uma caixinha laranja, tinha um jogo de cordas de violão! Eu havia dito, dias atrás, que não tocava há varios anos, por causa de uma remota ocasião em que arrebentei uma corda.
Meu sorriso rasgou de orelha a orelha; voei no pescoço dele, completamente eufórica, tanto pela superação de expectativas, quanto pelo conteúdo de meu presente.
Pouco antes de eu ganhar meu presente, estávamos flanando pela livraria e passamos pela estante de auto-ajuda; tinha um que era algo do tipo "Como ser o namorado ideal". Até abri e li o título dos capítulos pra zoar, e ele perguntou:
- Achas que eu preciso ler um livro deste?
Eu não respondi nada, nem ele esperou resposta (até por que foi uma brincadeira, a gente não namora, enfim), mas se o presente tivesse sido dado antes disso, eu responderia com certeza que ele poderia escrever um livro deste.
Já sei... Posso levá-lo à livraria novamente para dar a resposta.

Tuesday, January 15, 2008

Falando em brincar, neste verão tem uma versão diferente da banana na praia: umas bóias em formato de disco voador, nos quais as pessoas ficam sentadas, se segurando por cordas. Aí são puxadas pela lancha, como na banana. Mas o brinquedo é milhares mais divertido e aventureiro! Ele balança, te ameaça, teu corpo inteirinho se solta, e a única coisa que te segura são as tuas próprias mãos no gancho de corda. Eu acabei caindo no mar, e a pancada é fortíssima - melhor evitar isso! Para voltar ao brinquedo, o cara da lancha me puxou pela ombreira do colete salva-vidas como se eu fosse um saquinho de batatas de módicos 20kg. Muito maneiro!
Também fui num outro brinquedo, aquele que te prende pela cintura e te faz pular alto. Dá borboletinhas no estômago, mas é meio monótono. Claro que pensando bem, monótono é o chão.
Engraçado é que esses brinquedos são poucos minutos: 15min na bóia, e 5min nessa puladeira. Mas parece que dura eternidades! Fiquei completamente dolorida, e só hoje parece que estou reagindo. Sempre falo que não posso nunca ir pra Disney, por que acho que me perderia brincando e não pararia nunca mais. Me amarro muito em parque!

Mais azar

Aquela gata filha da puta veio aqui passar o verão e me passou uma pereba que me impediu de ir num parque aquático hoje me divertir horrores.

Finalmente

Eu adoraria comentar algumas coisas recém acontecidas na última madrugada, mas temo que a pessoa envolvida acabe tendo acesso ao recinto algum dia, e não me possa compreender, mas eu de todo modo salvei os posts referentes, para um novo momento...

Saturday, January 12, 2008

E o azar?

Continua em dia, minha gente. Tenho um azar do caralho; um dos maiores é pra presentes. Meu pai tem um emprego que o possibilita viajar várias vezes ao ano a diferentes continentes do globo terrestre, o que me rende artefatos interessantes ao alcance da mão o ano todo. O que me admira é a capacidade que ele tem de conseguir trazer o negócio errado. Eu faço uma encomenda, e ele vai lá e traz a coisa errada. Encomendo muito perfume e cosmético. Usei o Dolce&Gabbana anos a fio, o da caixinha vermelha, e numa das viagens, pra mudar, dei o nome de três perfumes que eu gostaria de ter (nenhum deles era o supracitado). Querem saber o que ele me trouxe?
Um lançamento da Dolce&Gabbana fedido que é o inferno! Ele já tinha, na viagem anterior, marcado a mesma touca e me dado um lançamento da Dior, que pelo menos era cheiroso. Esse, eu não conseguia suportar. Levei três anos pra presentear uma pessoa com ele, estando o perfume inteirinho, na caixa e tudo. Também peço muito hidratante e sabonete líquido da Victoria's Secrets. Eu vou lá, escrevo os sabores que eu quero, e ele cheira, escolhe o que ele gosta mais e me traz um troço fedido! Que raiva! Ele consegue achar coisa ruim em marcas que, via de regra, só produzem coisa muito boa!
Final do ano passado, meus pais foram a São Paulo e eu pedi algumas coisas, dentre elas, roupas. Pra facilitar, eu me dei ao trabalho de fazer uma lista ilustrada - cortei e colei fotos de modelos semelhantes aos que eu queria. De uma jaqueta de náilon preta, ganhei uma de brim, branca, com listras vermelhas no capuz.
Agora no fim do ano eu pedi óculos escuros de Natal. No modelo clássico do Rayban. Não precisava ser da marca, bastava que fosse naquele modelo, que eu gosto. Como meus pais foram passar o Reveillon em Parrí, disseram que me trariam de lá. Fui com minha mãe a uma loja, mostrei o modelo, confirmei com ela. Abri o sítio da marca na rede, mostrei fotos. Reiterei inúmeras vezes o que eu queria. Disse que se houvesse qualquer dúvida, que me mandassem uma foto.
Adivinha? Acharam um lançamento (odeio toda porra de lançamento do mundo!), e me trouxeram uma armação, cara que é o inferno, certamente, que me deixa parecendo o John Lenon. Caralho! Custa fazer o que eu pedi?


***

Sem falar nos presentes "de amor": tive um namorado que me deu duas tartarugas de pelúcia, com os nomes das cidades que ele visitara, bordadas no casco das pobres. Porra, quem gosta de brinquedo é criança! O que é que eu vou fazer com duas tartarugas de pelúcia? Meu, errar uma vez no presente a gente releva, mas persistir no erro? As tartarugas eram idênticas (mesma marca e modelo, mudando apenas o nome da cidade e os tamanhos); igualmente ridículas. Num dos inúmeros términos nossos, desovei aquela merda daqui de casa pra duas amigas bregas que eu já tive e estavam doidas por bichinho de pelúcia. Se eu não abraço nem macho depois da transa pra dormir, que dirá uma tartaruga de pelúcia. O mesmo felizardo me trouxe um moletom preto (que provavelmente, ainda por cima, custou caro que o inferno) de uma loja colombiana que tem uma marca estilo Hard Rock Café. Teve um Natal que eu me impressionei: ele me deu um CD que era mais ou menos o que eu queria - era um da coleção Um Barzinho, Um Violão, e o que eu queria era outro - um livro do Arnaldo Jabor (bate na madeira!) e um do Diogo Mainardi (taca fogo na madeira!)! E ainda não acabou, dileta audiência: ainda me deu um porquinho verde recoberto de veludo, e um coração de borracha escrito RESPEITO, comprado na Imaginarium. Pensa numa pessoa com o dom pra gastar dinheiro com coisa à toa?
Um outro doido se realizou demais na arte de presentear mal: no dia dos Namorados, passou o dia inteiro fora de casa andando pela rua procurando o que me dar. Sabem o que ele me comprou? Uma caixa em formato de coração (que no R$1,99 teria custado uns R$5,00, mas ele foi nas Lojas Americanas pagar quase R$20,00), cheia de chocolate dentro. Quem aqui come chocolate mesmo? Ah, é né? Certo, eu como alguns, e ele procurou uns bons: tinha Ferrero Rocher (também numa caixa em forma de coração), Kinder Ovos (esses eu como mesmo!), balinhas de gelatina (que são minha perdição) em forma de coração (ê bregueira!), e o detalhe mais bizarro: balas em formato de rato! É isso mesmo, dileta audiência! Uma vez fomos ao cinema, e eu comprei algumas balinhas numa ilha daquelas que vende doces, dentre as quais, esses tais ratos de açúcar. Eu odeio ratos, e mais: odiei as balas. Elas ficaram inclusive na geladeira da casa dele, por quase um mês, por que eu simplesmente tinha odiado o sabor. Melhor que isso foi ele me contando que queria ter me dado um buquê de flores, porém, nas floriculturas pelas quais ele passou, só vendia vasos - é, meus caros, ele olhava as vitrines, não via buquês montados, e entendeu que buquê não se vende; perguntar pra vendedora, jamais passou pela cabeça do espertíssimo. Foi o mesmo que me trouxe de lembrança de São Paulo a tal da Jurupinga - uma cachaça doce horrorosa, que só não joguei fora ainda por que tenho medo que o cano rejeite.
Te falar, viu...

***

Aniversário me lembra mais uma série de fatos bizarros ocorridos ao longo de minha vida amorosa. No aniversário de um punk que eu tive coragem de me enroscar, eu me arrumei toda e fui esperá-lo num bar da minha cidade natal: pensa uma mulher toda produzida, roupa, cabelo, maquiagem, pra passar o aniversário com o maluco. Ficamos 15min no bar e ele inventa a moda que "o que queria mesmo era ir pra um hotel (já teve até essa fase de ir em Hotel, mesmo) e transar comigo". Sensível pra caralho comigo, com tudo, né? No ano seguinte, o mesmo babaca - que eu fui acordar de manhã cedo com bolo de aniversário na casa dele, fui almoçar com o trubufú e os amigos insuportáveis dele (que depois do nosso término se tornaram até que bastante suportáveis, o que só esclarece mais ainda o quão ele era ridículo e estragava tudo à volta dele), e fui pra casa dele com a mãe e as tias à noite (que ele fez questão de repudiar e fazer cara de bunda por que tentaram comemorar essa fatídica data), um pouco antes de sairmos de casa (da minha), ele aproveita que é aniversário dele e pede de "presente" que eu dê o cú pra ele (coisa que ele sabia desde sempre que eu detestava e que não tinha a menor chance de rolar). Mereço? O outro vacilão que eu namorei passou o dia do aniversário dele trabalhando horrores (ele faz anos em abril e naquele ano, caiu véspera de feriadão de Páscoa), e foi baixar na minha casa às 4h da manhã, sendo que saíriamos às 5:45h pra viajar. E o doido que tinha uma "melhor amiga" apaixonada por ele, e no dia do aniversário da figura, ganhou um presente com uma sacola toda assinada por fora, cheia de declarações de amor? Detalhe: na época, ela ainda namorava um outro pobre (sem nem falar da minha humilde pessoa, né), e ele estava junto, então pensa no constrangimento generalizado...
Agora, me diz aí: data comemorativa de que? Ainda poderia contar em versão detalhada o meu último aniversário, no qual tive que convidar por educação uns vizinhos tamanho 2x2m (tanto o marido quanto a esposa), que ainda trouxeram a irmã do cara de bicona, que além de ser 2x2m, é uma bêbada chata do inferno, e os três sozinhos comeram e beberam quase a festa inteira - e eu estou falando de muita comida e muita bebida. No final, a bêbada ainda era tarada e queria levar uns amigos meus pra dormirem com ela na casa dela. Pobres de meus amigos, amigos demais! Mas nem vou entrar em detalhes, que esse post inteiro me deixa quicando de raiva...
Moral da história: bom senso, meu povo! Na hora de presentear, de ser presenteado, de pedir coisas que não se pedem, e por favor, procurem não dar muita sorte pro azar, se não, acabam como eu, com esse nível de histórias pra contar...

Friday, January 11, 2008

Eu odeio...

Carnaval elitizado! Caralhos me fodam, fui hoje dar uma pesquisada nos horários dos ensaios das quadras daqui, e descubro que tão cobrando R$10,00 a mulher, contra R$15,00 do homem, pra ir pros lugares! Que meRRda! Tem uma palhinha que outra em dias espalhados. Me recuso a pagar pra sambar na quadra! Pelo menos me recuso a pagar R$10,00...

Resultados da praia

Esqueci de relatar. Fomos então, eu e o querido. Preciso encontrar uma forma de denominá-lo; é um dos homens mais bonitos que já conheci pessoalmente. Tem um cabelo comprido e liso, na altura dos ombros (um que eu morro de inveja), um olho de um verde claríssimo e iluminado, e um sorriso de se derreter. Ele ainda é alto, e tem uns ombros largos, faz uma figura belíssima. O mais engraçado é que é meio tímido. Enquanto penso num pseudônimo a altura da beleza interna e externa do moço, sigo relatando os acontecidos.
Chegamos à praia de Ingleses no fim da manhã. Guarda sol, cadeirinha, e protetor solar. Aquele biquíni de cortininha que eu quis por que quis usar, sabe? Péssima idéia naquele tipo de arrebentação, ainda mais quando se sai com um companheiro cheio de querer fazer graça, te derrubar, dar caldos e coisas do gênero. Mergulhos, castelos de areia, latas de cerveja depois, vamos embora.
Eu à noite estava numa tonalidade camarão; ele, certamente, um pimentão. Apesar de o meu filtro solar mais fraco (eu de 15, ele de 30), e eu aparentar ser mais branca que ele, já tive notícias que não passa nada bem da pele.
Me indigno quando faço essas coisas desnecessárias. Se a gente tinha protetor, guarda-sol, por que é que esturricamos?
Me impressiono também com a rapidez que passou o tempo...
Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece. Eu posto no blog falando mal de um, me vem outro atazanar a existência.

Que pessoa é essa?

Aí hoje eu resolvi que precisava de um short novo também. E piranhas pro cabelo. E uma minissaia, que ainda não rolou comprar. Credo, viu?

Tá doido??

Pára de olhar meu orkut, que eu não te suporto! Se meu orkut com o negócio de visitas ligado tu já vês periodicamente, creio que o blog, 5 vezes ao dia, voltado para Meca.
Vaza, assombração!

Thursday, January 10, 2008

Mulheres...

Combinada a praia com o querido, fiquei bem doida: domingo eu usei o biquíni roxo, não quero usar nenhum outro (nem repetir o roxo), preciso de um novo! Lá fomos a família trapo inteira à feira de verão procurar biquíni novo pra mim. Comprei uma calcinha vermelha lisa e uma parte de cima amarela com detalhes coloridos em vermelho, laranja, etc. Queria ainda uma saída de praia, mas não encontrei uma que combinasse. Meu pai já meio puto com as compras, quando eu e minha mãe passamos por um estande que vendia baby-dolls muito bonitos. Daí perguntamos o preço, pegamos na peça, e continuamos andando. Dá mais uns 5min, minha mãe diz:
- Acho que quero um pijaminha daquele.
- Eu também!
- Então, rápido, antes que teu pai volte!
Saímos as duas correndo escondidas, compramos os pijamas, escondemos numa sacola, e quando chegamos perto, ele tinha recém comprado um travesseiro pra ele mesmo. Minha mãe, ligeirona, já foi logo questionando-o sobre o travesseiro, e empurrando sobre ele a culpa do perdido.
Hoje de manhã. Estou me arrumando para ir ao encontro do bofe, quando decido que aquele biquíni novo "tapa o peito" demais. Queria usar o de cortininha. E fui, com um biquíni que eu já tinha em casa.
Mulheres, mulheres.

Wednesday, January 09, 2008

Eu me conheço de outros carnavais. Estamos no nono dia do ano, certo? Beijei na primeira hora do ano, segui beijando a mesma boca nas próximas horas. Larguei o indivíduo semi-desmaiado na cama, depois de vomitar por tudo, inclusive na pia. Voltei pra festa (que sou gente boa mas não sou idiota, se ele estragou a virada dele, não vai estragar a minha), e não peguei mais ninguém. Vou ser sincera, nem observei se tinha alguém. No máximo, o mesmo esquema de sempre - que estava com conjuntivite, e além disso, temos um acordo de bastidores de nunca nos beijarmos se o outro tiver outra opção, e era o caso dele. Voltei pra casa, saí outros dias, sozinha. Beijei outra pessoa? Não. Fazem nove dias que o ano começou, e eu o vi 7 destes. Nos outros dois que sobraram, nos falamos por no mínimo 1h. E aí, eu já vou logo te dizendo, que toda aquela conversinha emancipada de que sou feliz sozinha, sabe? Estou tão mais feliz nesse início de ano! Também sei da efemeridade das paixões monogâmicas, mas neste exato momento, não preciso fazer um pingo de força pra ficar só com ele.
Ah, e amanhã? Vamos nos ver de novo...

Friday, January 04, 2008

Eu juro que queria entender o que é que acontece com as pessoas para que se atraiam ou se oponham tão fortemente. Tem uma pessoa na minha vida que ela é muito especial pelo seguinte motivo: eu tenho a mais completa aversão por ela. Só de pensar nela eu já a sinto como se ela estivesse junto de mim, com as duas mãos firmemente grudadas no meu pescoço, tentando me prejudicar. Respirar o mesmo ar que ela me faz mal. Mesmo que ela não me faça nenhum mal, mesmo que pelo contrário, não tenha essa intenção, essa pessoa tem o dom de me deixar com a espinha eriçada feito a de um gato. Faz um bom tempo que não nos falamos, fiquei um pouco aliviada e feliz de sabê-la fazendo outras coisas, se interessando por coisas totalmente diversas. Mas eis que de uma forma muito sutil, muito fraca mesmo, eu soube que essa pessoa continua me rondando. Foi o que bastou para me apavorar e me fazer gelar o sangue, só do terror que me causa imaginá-la próxima a mim.
Será que isso é coisa de encarnações passadas?
Sei não. Pensando bem, só nessa vida, eu já tive motivo que chega pra abominá-la...

O Amor nos Tempos de Cólera

Eu, enquanto fã muito fã de Gabo, obviamente já fui prestigiar o filme. Como sempre, aquela velha história que o filme nem se compara, e tudo mais. Tornaram Fermina e o médico duas pessoas sem personalidade e importância, o que é uma completa mentira; eles têm tanta atenção do autor no livro quanto o nosso narrador. O final também ficou diferente. Além disso, até agora eu não entendi por que é que um filme passado na Colômbia, com a maior parte do elenco sendo latina, o filme foi todo falado em inglês, aquele inglês meio espanholizado, se é que vocês me entendem.
Tirando tudo isso, que filme lindo! Fotografia perfeita, cenas belíssimas, uma trilha sonora de surpreender (é tudo interpretado por Shakira, que deixou de lado seu estilo horroroso habitual e ficou muito bom)... Foi o primeiro filme do ano, tanto no cinema quanto na tevê. Estou inclinada a achar que pode ser um sinal de que vou ver milhares de filmes ótimos durante o ano todo também.
Não poderia ainda deixar de ressaltar que estive muito bem acompanhada assistindo ao filme; embora meu acompanhante não tenha lido o livro, disponibilizou-se a ir comigo, reforçando sua imagem de pessoa querida, sempre muito gentil...

Fato engraçado de virada

Um amigo meu, que estava com o celular no bolso, na hora de dançar uma música lá que me recuso a dizer qual foi, não o viu pular alegre e pimpão para dentro d'água. Dali a pouco, dando pela falta, ele me pede que eu ligue para o número.
Olhando o rebentar das ondas na beira, lá estava ele, chamando! Com o visor iluminado!
Infelizmente, ele só queria ser encontrado para poder ter um fim digno. Ao chegar em casa, nunca mais foi o mesmo...

Thursday, January 03, 2008

As companhias - ou Embelezator Tabajara

Dois amigos dão em cima de duas amigas. Um fica com a gordinha, o outro fica tentando pegar a magrinha e não consegue. Na tarde seguinte, elas passam pela gente, e o comentário do primeiro:
- Ontem à noite ela era bem mais magra e mais bonita...

A Ceia

Eu, um amigo que alugou a casa de minha vizinha com a família, um amigo que trouxe um amigo de São Paulo, e mais dois amigos daqui. Fizemos uma ceia linda com decorações nos pratos, comemos as comidas de Reveillon (tender, pernil, uvas, lentilhas...), além de peixe grelhado, mariscos, e um molho muito especial para acompanhá-los. Dez garrafas de champanhe, uma de vodka, três caixas de cerveja, e à meia-noite já estávamos "colocados". Na primeira hora do ano já estávamos no mar. Muita música, pé de areia, banho de mar e festa depois, às 8:30h da manhã, nos acomodamos para descansar.

Ano Novo!

Já comecei as primeiras horas do ano muito sortuda! Espero que o desejo que eu pude realizar logo no início seja um sinal de que vou conseguir realizar mais alguns...

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