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Wednesday, August 29, 2007

Sobre meu joelho

Ele continua estragado, mesmo depois da semana de tratamento com remédios. Ainda não consegui marcar a tal da ressonância magnética, para descobrir se (como dizem por aí), terei uma feliz existência sendo empurrada numa cadeira de rodas e vencendo tudo no parapan. Assim mesmo, comecei a ir às aulas de dança e improvisação - no meu caso, muito mais improvisação do que dança, mas segundo a professora, eu posso fazer aula nos horários que preferir, que ela não se importa e até recomenda.

Monday, August 27, 2007

Mistério

Anteontem, 22 pessoas visitaram meu orkut. Segundo o registro do orkut. Sendo que eu só recebi três recados. Quem foram as outras 19 pessoas que passaram pelo meu orkut e eu não sei?
Partindo obviamente do pressuposto que o registro do orkut está certo, é claro. Se passou no meu orkut, por que foi que não me mandou um recado? Eu olho meu orkut o dia inteiro querendo ver se tem recado. Que chato.

Dentre os dons mais dispensáveis...

O dom da persistência. Tu és desprezado-xingado-denefestrado-humilhado expuuulso da vida da pessoa. Ela declara que não só não te ama, como também não vai com a tua cara, não pleiteia a tua amizade e tampouco quer manter qualquer tipo de relacionamento amigável ou colegável contigo. Mas tu, inexplicavelmente, tens o dispensável dom de ficar insidiosamente buscando brechas nas quais te poderias inserir no cotidiano da moça. Companheiro. O que é isso, companheiro. Tome vergonha. Recupere teus brios. Ajunte o que te resta, que acabaste de espalhar no chão, põe tudo dentro de um saquinho e vai bater em outra porta pra oferecer.
"se tu não quer, tem quem queira".
Tem quem queira. É só procurar a heroína certa. A que estás buscando está em outro conto de fadas - o dela. Deixe-mo-la...

Thursday, August 23, 2007

Ficando velha

Eu sou uma jovem senhora de 23 anos com artrite. Isso não é lindo? Meu joelho que nunca havia dado problema antes, quando apalpado pelo dotô, deu nisso. Agora estou tomando antibiótico e antiinflamatório até domingo, obviamente, na semana mais mega-evento do semestre. Pelo menos uma das festas foi cancelada. Ainda tenho que fazer uma ressonância magnética para descobrir todos os defeitos do meu joelho, mas em resumo, é isso. Mas não tem muito problema não. Eu nem gosto de dar de quatro.

A pior mentira da madrugada

7h da manhã, em frente à reitoria ocupada, a louca me diz que recentemente ela viu a Playboy da Xuxa, dando sopa num sebo em Joinville. É verdade. O exemplar de colecionador tá custando uns R$1000, mas tinha um exposto no sebo, e mais, era em Joinville!

Saturday, August 04, 2007

Momento não-musical

Poucas pessoas sabem que a fase em que me encontro não é a mais doce. Minha cabecinha tem dado muitas voltas, o cérebro tem fumegado sem descanso. Em suma, uma fase não muito boa. Poucos dias atrás eu assisti Laranja Mecânica, e lembrei que o cara pegou ojeriza de uma música que gostava muito, por que no momento em que fazia um tratamento muito traumático, ela tocava, fazendo com que para sempre ele associasse aquela música àquele momento. Como o mais provável é que eu ouvisse as músicas de que mais gosto, e já fiz associações anteriores de músicas a momentos, resolvi que o melhor a fazer seria ficar sem música. Assim, no futuro, não me verei privada das minhas músicas, por tê-las ouvido num momento não muito bom.
Claro, eu sempre poderia ouvir aquelas que não gosto. Mas aí, provavelmente eu acabaria cortando os pulsos, dada a merda em que me encontraria (momento ruim+ música ruim).
Também poderia me esforçar para encontrar a trilha sonora adequada, mas ainda não pensei em nada realmente apropriado. Talvez aquela do Placebo, mas eu gosto tanto dela!

Wednesday, August 01, 2007

Insight

Por que eu gosto dos livros de Jostein Gaarder?

Sim, eu li O Mundo de Sofia inteirinho e não achei chato. Fora isso, depois de O Dia do Curinga, li todos. Tem várias coisas que me fazem gostar... São livros pra criança, alguns têm histórias bem bobinhas. Talvez esse seja um dos motivos: me sinto voltando a um tempo que era bem bom. Ele descreve os países nórdicos de uma forma que parecem um conto de fadas (até parecem, mesmo, mas com ele, tu entras na magia). Ele fala de coisas como torta de amoras, o que me deixa com água na boca. Ele fala de refrigerante, de uma forma que as crianças apreciam, e eu, que nem tomo mais refrigerante, me sinto como uma criança querendo tomar um refrigerante. Mas o último insight do que pode ser um dos motivos acabou de me vir: as mulheres dos livros dele estão sempre sem rumo na vida. Estão perdidas, e tem alguém procurando regatá-las. No final, elas sempre se encontram, e o lugar delas geralmente era lá onde começou tudo. Eu não sei se alguém vai procurar me resgatar, ou se meu lugar é de onde eu saí. Mas a parte que eu estou sempre perdidona, faz todo o sentido.

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