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Wednesday, January 31, 2007

Casais apaixonados

Ontem, quando voltávamos daquele buraco sórdido e fumacento no qual fomos parar à procura de fumaça, sordidez, bebida destilada e música alta, passamos pelo ponto do ônibus, no qual se encontrava uma menina sentadinha, cheia de sacolas. Lembro que quase me ofereci pra ficarmos ali com ela, por que àquela hora, eu duvidava que fosse passar algum ônibus logo. Mas acabei passando, conversando com Gustavo, e quando estamos na esquina de casa, uma pessoa nos chama da escuridão. Está lá escondido um motoqueiro, e pergunta se vimos uma menina loirinha sentada no ponto do ônibus. Eu respondo que sim, e ele diz:
- Valeu, vocês têm razão, namorar é o maior trampo! (Gustavo justamente dizia que namorar não valia a pena nunca)
- Mas moço, vais deixá-la lá, essa hora da madrugada? Não tem ônibus não!
- Tem sim, tem madrugadão, deixa ela lá pra aprender...

O amor é um lance esquisito. O maluco brigou com a louca, e largou ela sozinha na madrugada, no ponto de ônibus. Em vez de ir pra casa e ela que se foda, ficou mocado numa rua escura, abordando estranhos na rua, pra saber se ela estava bem. Ou então ir lá de vez e levar a guria em casa, não. Fica se prestando a esse papel. E imagina a guria: passando medo lá no ponto de ônibus, e passando raiva também, sem contar que devia estar triste pela briga.
Realmente como diz Gustavo, namorar é foda. Maior trampo. Ainda tem esse lance de brigar, depois tem que ficar fazendo pazes, etc. Como que pode uma pessoa que nem ama a outra entrar nessa loucura?

Sem pontos

Agora tenho um risquinho vermelho. Eu tenho quatro cicatrizes de cirurgias, mais três de acidentes bestas. Um eu nem me lembro quando foi que eu fiz. A cicatriz está ali desde sempre. E é muito antiga mesmo, por que está totalmente branca, enquanto todas as outras até hoje são vermelhas. Foi o maior susto depois da plástica, quando demorou 4 meses pra fechar a inflamação. Uma semana abria, a outra fechava um pouco, na outra, estava mais aberto ainda... Eu já tinha me acostumado a ficar com curativos pra sempre, e agora, tenho essa cicatriz provavelmente pra sempre também. Já fiz vááários tratamentos pra ajudar, mas embora suma um bom tanto, não tem como sumir com tudo de vez. Pessoas brancas estão em desvantagem no Universo, eu acho.

Monday, January 29, 2007

O problema não é a poligamia, o problema é que foi anteriormente firmado um acordo de monogamia entre ambos. Se tu queres ser o comedor, mandar scraps compulsivamente pra sei-lá mil ninfetas do orkut, ter um esquema em cada puto ponto do mapa do Brasil (aliás, às vezes mais de um no mesmo ponto do mapa), beleza, mas não deixe a outra parte achando que é única, por que isso é ser pau no cú. Será que dói ser um pau no cú? Tomara que sim!

E agora, quem contava com mais essa?

Problemas e decepções. Sérios problemas. Sérias decepções.

Sunday, January 28, 2007

Tin-tin

Champagne pra comemorar o fim do antibiótico. Certas coisas, só aqui tu encontrarás, principalmente às 10:30h da manhã.

Saturday, January 27, 2007

Volta às aulas

Nada como começar as aulas numa quinta-feira. E o melhor, descobrir que é o dia da natação!
Nada como ter festa de despedida das férias na quarta, e de volta às aulas na sexta. Nada como ver a mesa do botequim cheia de gente amiga, fumando em cima de mim, comendo paxtel de berrrbigão e tomando cerveja. Nada como botequear* - e cuidado pra não confundir as sílabas!

*ato de freqüentar o botequim mais pé-sujo e com a cerveja mais gelada que puderes encontrar.

Esturricada

Alguém me conte quem é essa pessoa laranja com a cabeça branca que colocaram lá no meu espelho?
Parece a Adriane Galisteu quando era gorda. Aquela cor de tijolo pavorosa!
A outra boa notícia é que meu telefone tocou de madrugada. Nada como receber uma ligação de madrugada. Só as pessoas que ligaram de madrugada ou já receberam ligação de madrugada, e ficaram no escuro trocando idéia sabem o quão melhor é conversar de madrugada. É um lance que acusa várias-variáveis, como diz um amigo meu. Ao contrário de algumas pessoas que possam porventura achar ruim seu telefone tocando no meio da noite, eu acho o máximo essas ligações. Que aliás, são bem melhores que a dos cornos que ligam antes do meio-dia. Ou então os depressivos, que ligam das 18h às 20h, bem na hora do pôr-do-sol, do último mergulho, do chopp, do passeio com o cachorro, ou seja, bem na hora que finalmente as pessoas conseguem se libertar do dia amaldiçoado que talvez tenham tido, ou estão tentando prorrogar o dia bem bom que tiveram.
Resumindo, essa foi a primeira ligação que eu recebi de madrugada no a-no. Adorei.
A boa notícia é que os pontos cicatrizaram devidamente, e posso tirá-los na segunda-feira. A ruim é que um fez um processo inflamatório, que pode se dever a vários motivos:

a) muita movimentação na região (tipo assim: falei pra caralho, comi pra caralho, ou seja, maldita boca);

b) muita exposição ao Sol (ou seja, a malandra só quer saber de praia);

c) muita exposição à água (além de só querer saber de praia, ainda toma banho nessa água poluída, cheia de coliformes e xixi de criança argentina);

d) todas as anteriores.

Wednesday, January 24, 2007

A semana inteira vendo todo mundo beber. E não bebendo. Se eu estivesse no BBB ganhava a prova do líder, hein?

Coisas que podem te fazer assassinar na madrugada

Caro colega. Analise bem. Estás tu lá, deitada, dormindo com alguém a teu lado, quando a fisiologia, a maravilhosa Natureza te manda o seguinte recado: vai mijar. Daí tu te levantas, e tentas rumar em direção ao banheiro, quando o punk que tá dormindo contigo se acorda e praticamente grita, apavorado:
- Aonde tu vais?!
...
Aonde eu vou, caro colega? De pijama, descalça, no meio da madrugada? Será que estou indo pegar uma balada? Ou vou resolver um problema de trabalho? Ou ainda, lavar o carro?
Para este momento, temos várias respostas que poderiam resolver o caso. "vou me matar", "vou ali encontrar o meu amante", uma versão mais poética "apenas vou.", "vou te preparar uma surpresa, querido"...


Jesus.

Todo castigo pra corno é pouco!

Descobri que além de tudo, lasquei um pedaço do dente. Não foi grande, nem é visível, mas agora eu sei que ele não existe mais. Ele caiu! Eu sou uma desdentada!

Tuesday, January 23, 2007

Agora que na minha vida, embora tardiamente, encontrei o tal do Chocottone com sabor de mousse de chocolate, tudo passou a fazer bem mais sentido...
Eu tenho MSN novo. Se tu não o tens, é por que ainda estou analisando se mereces ir pra outra lista.

O mistério do tombo

No dia seguinte eu voltei ao mercadinho para comprar umas coisas e aproveitar para reparar bem no chão e o que é que me poderia ter acontecido. Tinha um buraco no chão. E eu não vi. Aí tá, comprei tudo, e quando estava no caixa, conversando com a mesma mulher que estava lá quando caí, ela me diz "tirei aquele capacho de lá, até". Hã? Que capacho?
É, meus caros senhores. O encanador dela fez o buraco e deixou o serviço pela metade. Ela achou que ficou feio e meteu um capacho lá pra esconder. Tipo armadilha, assim, sabe? E como eu larguei sangue na soleira dela, e outros incautos tropeçaram, embora com não tantas conseqüências, ela se ligou de tirar o capacho. É mole? Eu podia processar o mercadinho. Que mulher bem burra!

Sunday, January 21, 2007

Acidentada

Logo no início da tarde, a minha Marinete pediu que comprasse algumas coisas no mercadinho pra ela poder fazer a limpeza. Cheguei, tropecei no Nada e me estabaquei no chão de uma forma totalmente sem precedentes. Caí deitadona. Joelho, mão, barriga...e queixo. Dei com o queixo num degrauzinho de cimento coisa mínima, de 4cm de altura se tivesse. Foi um batidão que até me escureceu a vista na hora, entonteci. Saí segurando o queixo e fui atrás das coisas de limpeza. As mãos tremendo e eu lá, comparando os preços dos negócios, e pensando que podia ser pior, podia ter quebrado dentes. A moça do caixa ficou totalmente desnorteada. Jogou uns band-aids dentro da minha sacola, perguntava umas coisas sem sentido. Peguei um guardanapo pra estancar o sangue e fui pra casa. Chegando lá, descobri que minha Marinete não pode ver sangue. Se apavorou mais que eu, pegou gelo, toalha, mais papel, e só fazia andar de um lado a outro. Fui até a casa da minha "vizinha quase médica" (que nesse caso, pelo menos, é técnica em enfermagem), e ela me disse que precisaria de pontos. Lá fui eu e o marido da vizinha pra clínica. Fui trocar o papel no lavabo da clínica quando vejo o estado do meu cabelo. Como alguém me deixou sair de casa com aquele cabelo?!
Pontos, uma antitetânica, antibiótico e uma solução cicatrizante. O queixo é um lugar fundamental pra gente falar, comer e bocejar, eu descobri. Por que nada disso eu tenho conseguido fazer a contento.
Sorte que eu não estava sozinha, dessa vez. Tinha visita em casa,e depois fui até na praia...

Tuesday, January 16, 2007

Acredita que teve um pau no cú que tocou fogo em vários lixos no terreno baldio ao lado da minha casa? Fedeu a fumaça demais! Tivemos que pegar a mangueira e 5 extintores de incêndio pra deter o fogo maldito do inferno, pra tentar deter a fumaça maldita! Pior que foi no único dia do ano que haviam roupas passadas no meu quarto! Tive que re-lavar tudo... E é óbvio que não mais serão passadas.

Saturday, January 13, 2007

E no princípio, como era?

Estava eu ali há pouco assistindo um filme qualquer, quando a velhinha morre no hospital. Aí a neta dela passou a mão pelos cabelos dela, e começou a chorar imediatamente. Daí fiquei pensando que sinistro que não era lá nos primórdios, quando os primeiros habitantes da Terra passaram a morrer. Um dia o Fulaninho não acordou mais. E todo mundo ficou lá sacudindo ele, esperando pra ver se ele acordava, tentando berrar no ouvido dele... E ele nunca mais acordou. Tipo quando estraga algum aparelho dentro de casa, não tem? Tu ficas lá, esperando, tenta de um jeito, de outro. Ou quando a antena da TV quebra lá fora, e tu esperas até a manhã seguinte, pra ver se a imagem não volta. Daí eu acho que eles não deviam chorar assim a morte das pessoas, como nós fazemos hoje em dia. Por que se passam vários dias até eles se darem conta de que o Fulaninho "dormiu" pra sempre. Em contrapartida, eles também podem ter ficado com medo de dormir. Já pensou? Aquela mãe desesperada, toda madrugada, sacudindo as crianças, pra ver se elas não tinham dormido aquele sono esquisito do Fulaninho.
Sei lá...

Saturday, January 06, 2007

2007 até agora

O fervo da virada foi tamanho que me rendeu uma inflamação monstro na garganta. Como eu queria viajar pra BC de qualquer maneira, bati na porta da minha vizinha auxiliar de enfermagem e pedi o bom e velho veneninho. Só não contava com o febrão que me assolou no primeiro dia, e a tosse que passou a me acompanhar nos seguintes. Sexta-feira tive que baixar em JO para uma consulta médica urgente, que a garganta já andava BRANCA.
Porém, agora, munida de vários comprimidos, já sinto que tudo vai melhor.
Vale ressaltar: passei a virada no show de Ivete, em Canasvieiras. Eita mulher que tem balaco-baco...
Agora me encontro aqui, insone, sendo que amanhã às 9:30h (de madrugada), tenho que pegar o bumba-meu-boi pra Flops novamente. Pra, na manhã seguinte, acordar mais de madrugada ainda (7h) e pegar a estrada pra POA. Depois, prometo que paro. Pelo mês de janeiro...

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