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Thursday, April 27, 2006

Total Ranço...

...pela comida de rua. Pela comida a kilo. Fui forçada pelas circunstâncias a comer em um desses restaurantes hoje. Além da mínima variedade... O preço era assustador. Desanimada, peguei um kibe meio sebento, preto de ser frito no óleo velho e quente demais, e um arroz sem-vergonha com cebola, cenoura e cheiro verde misturados. Sentei, e quando fui cortar o kibe, ele não decepcionou: de tão cascudo, virei metade do arroz no colo no movimento, e ainda me deparei com o seu interior rosadinho-cru. Dando uma garfada no arroz temperadinho que restou, o sabor forte da Doriana empregada na confecção do arroz era tão forte que me tirou o apetite totalmente.
Cada vez mais me fortaleço no intuito de evitar toda e qualquer comida da rua, e só comer fora de casa quando tiver absoluta certeza de que o lugar tem uma pessoa decente na cozinha, preocupada com o que vai colocar pra eu comer. Seja na casa dos outros, seja num restaurante.

Tuesday, April 25, 2006

Elucubrações Financeiras

Ela me disse:

- Eu não queria ser rica. Só queria ter dinheiro para poder viajar uma vez por mês, sair de férias no fim do ano, colocar meus filhos em uma boa escola, ter uma casa confortável e um carro para mim e outro para o meu marido.

Tá né meu bem, desculpa te desanimar, mas na atual conjuntura, pra fazer só isso tu precisas ser rica.

Monday, April 24, 2006

Bah mas que feriado difícil? Espero que as coisas melhorem.

Friday, April 21, 2006

Mas e aí?

O homem é ou não é um ser-social?
Eu acho que ele é. O homem precisa se relacionar com outros para que se torne quem é. Veja bem, todo homem come, dorme, e comumente veste. O que ele gosta de comer, de vestir, onde dorme, é que o torna um homem especial. Para ele ser único, precisa fazer coisas que todos os homens fazem. Mesmo que ele resolva que não quer ser amigo de ninguém, e que não precisa do grupo no qual está incluído. Ele só é o isolado por que existem os outros, dos quais ele se isola, e de quem faz questão de se diferenciar. Ele quer ser diferente. Ele só é diferente por que já existe um conceito de igual. Ele só é alternativo por que existe uma outra maneira tradicional de proceder. Ele diz que não se comunica com ninguém, por que não quer. O fato de ele não falar, eu acho que é já uma forma de ele se comunicar: comunicar aos outros que com ele não tem comunicação.
Acho que todo mundo precisa de alguém, nem que seja para provar que não precisa de ninguém.

Wednesday, April 12, 2006

Rio Grande da Serra

Parece que terça-feira farei a primeira viagem de trem da minha vida. Comentei com Marcelo meu justificado anseio de sozinha fazer o trajeto do aeroporto até a estação de trem. Ele me disse com muito pesar que se soubesse como se faz, me pegaria no aeroporto e iria comigo para a estação - aí curtiríamos juntos a linda e romântica viagem de trem até Rio Grande da Serra.
- Então aprende, pra poder ir me pegar.
- Não! Vai que eu aprendo errado. É melhor você se perder sozinha do que se perderem dois...
Aproveitou para me recomendar que não leve minha coleção de CD's "top" (Bonde do Forró, Calypso, Ivete, Chiclete, Jammil...); garantiu que os rio-grandenses da serra curtem tudo isso, e não vou sentir falta da minha bregueira. Assim espero!
Marcelo é um pândego, e eu o amo de paixão. Não sei como até hoje sobrevivi sem ele?

Elucubrações de Páscoa

Eu gostaria de presentear uma pessoa. Não vou ter coragem. Tem aquelas pessoas que tu não sabes se presenteias ou não; ficas pensando: "se Fulano me der, então eu também dou". Sendo que tu sozinho, não darias nada. E talvez, Fulano só te dê por que ache que tu darás... Complicado.
Além do que, esse negócio de Páscoa, fora as já batidas idéias sobre como tudo é extremamente comercial, o alto preço que os chocolates custam até então, e a falta de significado, ainda tem toda aquela nojeira de chocolate de péssima qualidade, misturado com bastante leite, manteiga e açúcar para parecer tragável. Não sei como as marcas nacionais se prestam a chamar de chocolate as porcarias que colocam no papel laminado e vendem feito doce da melhor catigoria. Os supermercados ficam escuros por causa das bandeirolas feitas com os ovos, e deixam o cliente naquela vergonhosa posição meio esticado, puxando o ovo pela bunda (do ovo), procurando um que ainda não esteja quebrado. Ainda vem junto aquela porra de cabidinho de plástico preto, no qual os mesmos ovos são pendurados. E que vai para o chão ou para alguma prateleira, para que um pobre coitado funcionário saia a catar as porrinhas de cabidinhos por toda a extensão do local.
Por essas e outras, particularmente, não comemoro muito a Páscoa. Não sou católica. Só gosto de sexta-feira santa por que sou vidrada em peixe, e é o dia tradicional de me empanzinar deles. Já comentei em posts passados que considero a quantidade insidiosa de chocolates posta em circulação uma babaquice. Resumindo tudo, sou uma revolucionariazinha-esquerdista-de-merda, e ainda por cima, procurando causa onde nem tem.

Sunday, April 09, 2006

Morram de Inveja

A água do mar ontem à meia-noite estava muito boa!

Zilandar

É se apaixonar pelas flores, pelas folhas, pela grama, e pelas árvores... O cheiro de goiaba madura, da toalha estendida no mato, a respiração cuidadosa, a música certa, o clima certo, tudo certo. É meditar, é ter (ou tentar né) ter consciência de si... É ser um poli-apaixonado.
Muita calma, muita calma.
Meu povo... Zilandem!

Friday, April 07, 2006

Então não me conte seus problemas...

E pronto, é só ouvir qualquer música, por brega que seja, que a Bahia volta. Volta Itacaré linda, volta o show lindo, voltam as pessoas lindas, o gostinho da manga-espada, do coentro fresco, do suco de cajá (que não existe em porra de nenhum lugar no sul), o sotaque lindo, o dia lindo em Ilhéus, a noite linda em Ilhéus (como era mesmo o nome daquele lugar? e daquela banda que tocou?), e aquela semana linda em Porto Seguro, e os coqueiros lindos em tudo que é lugar, e não ligar pro cinto de segurança e pro semáforo, e percorrer um shopping inteiro em meio minuto, e não poder confiar na comida que vende na rua, e a cocadinha de cacau, e o óleo de côco que o índio vendeu, e ficar passeando na rua cinqüentenário atrás de uma roupa pra sair à noite, e não tocar nunca no único casaco fino que tinha dentro da mala, e sempre superlotar o carro, e dirigir o Civic de Tio Cau, e achar estranho que sempre as pessoas tinham poodles em casa...
Alguém por favor, me leva de volta pra Bahia?

Thursday, April 06, 2006

Amanhã blogo mais.

Feriados

São três seguidos. No de Páscoa, se tudo der certo, estarei em Braço do Norte matando as saudades do lugar, do hotel, da comida, da família, do ar de lá.
No outro, já fiquei sabendo que terei de permanecer aqui, pois compromissos do CA me prenderão (pelo menos desta vez, é festa!).
E no do dia de trabalho, estarei em Londrina participando de um encontro, com todo o gosto. Nada como uma pequena temporada de férias.

Páscoa

Não sei por que, mas vai chegando perto, vai me dando um nojo de chocolate? Acho que é a quantidade caudalosa que as pessoas compram, consomem, dão, e tudo o mais. Chocolate é uma das coisas que posso me considerar livre de vício, com a graça de Deus. E esse negócio de ovo realmente não me chama a atenção... Prefiro bem mais bombons individuais, que podes saborear devidamente, sem aquela coisa grosseira de lambuzar a cara e deixar as bochechas rançosas por dentro, de tanto chocolate sem um pingo de cacau na formulação.
Falando no Marcelo, inventou que quer passar três semanas em Rio Grande da Serra. Como eu quase tive uma síncope e não teve promessa de telefonemas que me acalmasse, eu me convidei para passar alguns dias em sua cidade natal.
Tem que pegar um trem em São Paulo para Rio Grande da Serra. Não é romântico, viajar de trem?
Só preciso saber a data de minha chegada, pois ele me garante que estará na estação com comitiva maravilhosa para me recepcionar. Diz que lá existe uma cachoeira muito legal (no caso de estar calor), e que é uma cidade de gente feia (apesar de segundo ele, ser a cidade mais bonita do Brasil e do mundo).
Também já foi categórico ao afirmar que eu não preciso me programar pra ir na Páscoa pensando que vai rolar alguma coisa especial, por que na família Martins isso é coisa que passa batido.

A Premiação

Costumo procurar o Marcelo todas as manhãs, tão religiosamente quanto bebo água, ou coisa do gênero. Claro que as risadas fazem parte, mas como elas sempre partiam de alguma história bizarra que eu contava, estabeleceu-se o costume de eu contar uma história bizarra toda vez que nos víssemos.
Na segunda-feira, tive a agradável surpresa de receber um telefonema do mesmo (nada como a não-obrigação de um telefonema, nossa Senhora), e brincávamos, quando ele me garantiu que durante uma semana, nada de bizarro me aconteceria. Acabamos por excluir o final de semana, por que afinal de contas, eu teria mais tempo livre pra atrair maluco, e aí o perigo seria por demais eminente.
O curioso é que: desde que Marcelo me premiou com esta semana de folga, nada mais me aconteceu! Simplesmente já estamos na 5ªfeira à noite, e eu não tive nenhum episódio bizarro para estrelar!
Não é de fato um presente magnífico?

As Flores

Elas estão lindas, coloridas, bem alimentadas, e ficando tão altas... Será que meu canteiro vai ter aquelas flores de aquarelinha de feira, com verdadeiros galhos?
Por que é que eu nunca regava as plantas mesmo, afinal de contas? Por que é que eu queria que a flor fosse arrancada?

Atarefada

sexta-feira: visita domiciliar de manhã;
estágio à tarde;
encontro com a professora à noite;
academia à noite.
segunda-feira: entrega e apresentação do projeto final de planejamento de manhã;
estágio à tarde;
academia à noite.
terça-feira: prova de manhã;
estágio à tarde;
reunião do CA à noite.
quarta-feira: entrega do estudo social e diário de campo de manhã;
entrega do relatório final, diário de campo e prova à tarde;
prova à noite;
trabalho a entregar de pesquisa, à noite.

Depois disso tudo, o que é que eu mereço?

Sunday, April 02, 2006

Bioenergia?

Segundo a qual o Universo se movimentaria conforme as energias que liberas...
Depois do tarado da academia; do tarado mijando no meio-fio...
Hoje o tarado estava no portão tacando pedras na minha janela, e quando eu cheguei lá, me mostrou seus documentos.
Que tipo de energia andarei liberando?

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