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Tuesday, January 31, 2006

Remedinho Faz Feliz!

Acabo de ver a propaganda do novíssimo Eno Guaraná. Além de auxiliar os processos digestivos, deixa a pessoa mais bem-disposta. Já, já vou até à farmácia garantir o meu. E não vejo a hora de ter outra ressaca para provar...

Festival de Pagode no El Divino Club

E lá vou eu desfalecer de tão feliz!

Uma máxima, um estilo de vida

"Cu não se pede; se oferece.

Com essa máxima, creditada a minha cara amiga Camila Pholmann e mais ainda a amiga dela Geovana (não sei se é assim que se escreve) começo essa ensolarada semana.Dia de sol, festa no mar, eu sei lá mais o que, e cá estou no serviço digitando essas bem traçadas linhas.Por que começo essa semana com essa máxima?Ao contrário do que vocês podem estar pensando, ninguém quis fazer sexo anal comigo. O que não lamento porque não sou fã disso, fato que digo e repito. E que até onde eu sei, é deconhecimento púublico. Começo a semana falando disso porque achei essa frase genial. Porque é isso mesmo .. cu não se pede mesmo. É algo a ser oferido. E digo mais: quando oferecido, pode embrulhar pra presente e levar pra casa. Porque tá mais do que no papo. E homem tem uma certa obsessão anal que me incomoda. Uma insistência chata que as vezes até dá uma broxada.Enfim, nada se pede. Nem beijo, nem abraço, nem carinho, nem cu. Tudo deve vir no fluxo e refluxo dos sentimentos (cacete ... que frase ridícula!!), mas é isso mesmo. Amáxima será ampliada tantas vezes até que se torne lema de vida. E até já é, de certa forma."

Devidos créditos... http://bulhufas.blogspot.com

Para toda mulher que já perdeu tempo útil e/ou ocioso pensando nesta questão, para todo homem que já perdeu tempo útil e/ou ocioso tentando arrumar estratégias pra comer um cú. Para quem não tem mais nada de bom no que pensar, e aí pensar em sexo sempre é uma distração.
E me ufano muito da autora do post.

Monday, January 30, 2006

O que é mais difícil?

Eu escolhi há muito tempo já. Eu prefiro amar a ser amada. Como é confortável levar um fora. Você pode descarregar toda a sua fúria na pessoa que não te quis. Como é difícil, em compensação, ser responsável pelo sofrimento de alguém que gosta da gente. Como é difícil pensar que poderia fazer aquela pessoa sorrir, fazê-la feliz; e não poder fazê-lo. Como pode ser tentador pensar em piedosamente mentir a esta pessoa, só para que ela não sinta essa dor. Embora isso seja uma tremenda vaidade. Ninguém é o dono da felicidade de outra pessoa. Fazer o que?

Sunday, January 29, 2006

Argh

Esfiha do Habib's, só daqui um bom tempo novamente. A viagem de volta foi divertida, conversando com menino Cristian sobre todos os problemas do universo. No fim da viagem, resolvemos que deveríamos jantar juntos, e que seria no Habib's. Aí chamamos menino Yuri, menina Ilaua e Liselot, e o happy hour foi bom. O problema é voltar pra casa! Profissional do turismo me deixou no TICAN, de onde logo consegui vir embora. Chegando aqui, é claro que o vizinho já dormia a sono solto, e mais do que nunca abençoei o estranho costume de seu filho chegar tarde em casa, para me entregar minhas chaves que haviam ficado lá...

Frustrações no MSN (Ou a Inveja é Uma Merda)

Passei a noite de sábado entre dois casais, comendo strogonoff, tomando caipirinha e assistindo filme. E estava achando super legal. Foi super legal. Aí, com um amigo de Floripa...
e ai, foi bom o seu sábado?
sim, muito legal! o que vc fez ontem?
trepei até esfolar. e vc?
(suspiro)nada não...

Billy Boy se Superando

Sempre quando sou eu que chego com o carro, ele corre por que sabe que eu dou carona até a garagem. Só que ontem eu tinha comprado 10 bandejas de carne. Quase morro de susto quando o vejo pular no banco do passageiro, mas fomos bem até a garagem, graças.
E hoje, resolveu que queria comer um cachorro preto da rua. E eu lá, tentando fazê-lo entrar, e ele lá, louco pelo cachorro preto.

Será Implicância Minha?

Ele chamou os amigos pra cá ontem à noite e ficaram bebendo e conversando lá na mesinha da piscina. Eu chamei os meus pra jantar, beber e ver filme, me utilizando das áreas internas da casa. Meu programa terminou primeiro, eu fui deitar mais cedo. Quando me acordo hoje, descubro que dormimos com todas as janelas da casa escancaradas, bem como a porta da rua. E que ele deixou uma cadeira de madeira estofada no assento lá fora, pegando garoa. Óbvio que não entra na conta os copos espalhados, nem as garrafas vazias que não foram jogadas fora. Isso eu também deixei jogado. Será irracional esta minha maneira de apontar suas falhas? Mas, será o Benedito, que ele não pensa?

Saturday, January 28, 2006

A moça me ligou, marcou um encontro "às escuras", pois tinha alguns objetos que eu deveria entregar a outra pessoa.
Aí começou a bizarrice:
- Eu uso óculos, tenho cabelos castanhos, terei nas mãos um pacote com os objetos...
- Tudo bem, a gente se acha.
- Já sei! Pra não ter erro, amanhã vou com a minha bengala. Ninguém mais vai estar lá, naquele horário, de bengala.
Pára tudo! Então quer dizer que a bruta, no meio das bijoux, bolsas e cintos, tem uma bengala?! Será que ser manca agora é charme?
Estou pensando seriamente em adquirir uma, pra ver qual é...


Este post é antigo, do ano passado. Só pra situar vocês na pessoa. A mãe dela ontem foi abrir o portão de casa e levou bote de uma jararaca. Bizarro!

Sociedade Beneficente Mantenedora das Academias

Somos as pessoas que pagam mensalidade mas nunca aparecem pra fazer exercícios. Se comparecessemos não ia haver lugar nas academias e o mundo entraria em pane. Se parassemos de pagar os sistema de fitness entraria em colapso, os preços disparariam, academias seriam fechadas e pessoas perderiam seus empregos. Que responsabilidade temos!

...é que eu me matriculei de novo na academia, sabem.
Como aproveitar o seu tempo de acesso à internet sem supervisor de conteúdo?
a) digitando: PUTAQPARIU-CARALHO-PORRA indefinidamente e mandando isso em corrente para os amigos;
b) visitando sites pornográficos com pequenos vídeos e figuras animadas da Pamela Anderson dançando "La Cucaracha";
c) acessando seu orkut e digitando scraps furiosamente, o mais que conseguir, para todas as pessoas que conseguir lembrar-se;
d) chamando seu parceiro fixo para um sexo virtual...
e) todas as anteriores;
f)nenhuma das anteriores.

A Viradinha

A Viradinha da Thaís continua fazendo sucesso estrondoso. Estava eu ontem no meio da festa, quando muito muito naturalmente eu dei a "viradinha". Aí o meu amigo, que não conhecia a viradinha mandou:
- Dá outra viradinha aí!
Abusado, não?
Viradinha da Thaís é artigo que demanda fãs pelo mundo todo. O menu mudou novamente:
CERVEJA - R$2,00
CUBA - R$5,00
VIRADINHA DA THAÍS - R$8,00
Qual é o DNA de Deus?

Póóorra...

Justiça seja feita: tem uma coisa que eu não posso falar mal dos meus pais. Eles não regulam os meus foguetes. Cheguei em casa ontem, deitei e dormi meia hora. Claro que eu sabia que ia vomitar tudo que tinha bebido, mas pensei que ia dar pra agüentar até de manhã. Pois não deu. Finda essa meia hora, saí correndo em direção ao banheiro e argh. Dormi inquieta o resto da noite, e na manhã seguinte eu não sabia o que fazer: sabia que tinha mais coisa por vir ainda. Não tinha Sonrisal de abacaxi em casa, e eu tive que me contentar com um Engov (só o do depois, que esse negócio de tomar remédio antes é pra viadinho, e eu não sou um viadinho). Foi rápido e indolor. Melhorei instantaneamente.
Mas então. Este é um exemplo de cena típica que acontece comigo semanalmente, às vezes várias vezes por semana. E ninguém nunca me criticou por causa disso, nem me olhou feio. É por isso que às vezes eu me ufano de minha família.
Só que também eu não deixo pra menos: eu já saí do banheiro atrás de um pano de chão pra arrumar a bagunça. Eu tenho uma casca dura mesmo, tá louco...

Friday, January 27, 2006

Aquele mergulho no mar ontem foi coisa de alta qualidadê biológica. Tirou todas as zicas do dia que estavam acumuladas.

Raro Espécime: Irmão Caçulikus

Bípede a maior parte do tempo, tem sérias dificuldades de se erguer da cama e/ou qualquer superfície plana na qual caiba minimamente encostado. Alimenta-se de praticamente qualquer coisa em hora de necessidade, sem pudores quanto àquele seu biscoito ou seu iogurte preferido. É facilmente adaptável; onde o deixem permanecer parado, com relativo ar fresco e cigarros o suficiente para empestar todas as narinas do recinto, ambienta-se.

Na mesa do almoço, o patriarca diz:
- Vou ter que ir à Slovakia dia 13. (suspiro trágico)
Ao que o espécime retruca:
- Lá vai estar bem fresquinho, não?

Após o almoço, o patriarca anuncia:
- Eu e a tua mãe vamos dormir em Curitiba amanhã.
Ao que o espécime retruca:
- Droga! Não vou poder sair amanhã à noite!
Neste momento, minha pessoa intervém:
- Porque?
- Por que carona contigo, nem a pau.
Comé que é jacaré? Te ofereci carona por acaso?

O bicho acho que fez uma tatuagem nas costas. Anda agora cheio de esparadrapos e um filme plástico tapando um pedaço dela.

Loqueou...

Eu simplesmente estava com o livro de atas que precisava ser registrado em cartório guardado dentro da pasta da faculdade. Aí tinha reunião à noite, e aula. Simplesmente, eu fui pra casa, comecei a beber cerveja, fui pra praia e esqueci de tudo. Mais tarde quando comentam o assunto, ainda falo mal de Ilaua, com quem achava eu que se encontrava a ata.
E só descubro o ato falho quando nos falamos por telefone. E o pior, é que se eu fosse pra reunião, ainda ia falando mal dela, e sem o livro de ata. É mole?

Eu Uso...

All Clear AntiCaspa para cabelos secos. Por que ganhei um caralhão de amostrinhas e esqueci o meu xampú em algum lugar que andei rosetando.

Thursday, January 26, 2006

Linguição da Automação

Póóórra... Achei essa foto no orkut da Dani hoje. Essa festa foi maior engraçada; homens viajantes como sempre. Teve um maluco que se aboletou do meu lado sentado no meio-fio que nem meu nome tinha perguntado ainda quando mandou que tinha uma tequila guardada em casa pra ocasiões especiais, e me chamou pra ir no apartamento dele tomar a tequila. Não bastando eu negar e continuar naquele "estado de alfa" em que me encontrava, o maluco daqui um tempo me cutucou e mandou: "eu sei que pode parecer estranho, mas o que você acha de tomar um banho de chuveiro comigo?". Nooossa, parecia que eu tinha cheirado uma carreira. Pulei igual um gato, e vazei. Pois o bruto foi lá e passou a mesma migué numa conhecida minha, que topou tomar a tequila do cara. Chegando lá, era uma vodka, que ela tratou de tomar ligeirinho e vazar sem dar nem beijo de tchau. Nessas festinhas universitárias, é na base da cerveja, gelada-fria no começo, e fresca-morna no final. Toca muito funk e Inimigos da HP, dentre outros pagodes célebres. O pessoal em geral é gente fina, e é quase sempre as mesmas caras. Na foto aí, já estávamos em avançado estágio de fermentação e alcoolização, sem contar o esforço do Seco em nos levar para o gramado, deitando e rolando.
Uma coisa que me deixa meio preocupada nessas festinhas é que eu dei pra encontrar uma vizinha de Joinville que literalmente eu vi crescer, e num período aí era amiguinha do meu irmão caçula. Pior que normalmente o negócio já vai avançado, e eu largo um zilhão de besteiras no ouvido da menina. Ela sempre dá muitas risadas no picadeiro da vida, que é o meu lugar.
Aos homens que virem, antes que saiam me perguntando, o nome da gostosa de roxo é Dani, e tem namorado. Então não me encham muito o saco. Nem ela agüenta mais essa fama de "potranca", que dirá as amigas que mostram a foto dela por aí. Essa foto está muito desorganizada, mas as pessoas importantes dela são: Ilaua caindo, Seco derrubando, eu de carona quase caindo junto, Dani de roxo, Juci de vermelho ali sentadinha com a mão meio no cabelo, e o Paçoca em atitude suspeita. Será que ele enfiou o dedo no nariz mesmo? Vou perguntar a ele.

Hã?!

Tá bebendo leitinho de tarde com biscotinho recheado? Pára tudo, que eu virei um viadinho.
Mas já tô tomando outra coisa, já tô em outra.

Wednesday, January 25, 2006

Dia Especial
Cidadão Quem
Composição: Duca Leindecker


Se alguém
Já lhe deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem, pois é um dia especial
Eu sei
Que não é sempre
Que a gente encontra alguém
Que faça bem
E nos leva desse temporal
O amor é maior que tudo
Do que todos até a dor
Se vai
Quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
Acordei nesse mundo marginal
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar
Que me acalma
Me traz força pra encarar tudo
Simplesmente não estou conseguindo agir naturalmente depois dessa. Então vou postar umas letras de música aí, só pra dar volume.
Odeio esse negócio de ter criado vergonha na cara, de uns tempos prá cá. A ignorância, felicidade extrema, te abandona quando entras nessa de ser pessoa reta.

Curiosidade Feminina é uma Merda!

Quem é que não sabe disso? Mas também, que importa na hora que bate a maldita?
Eu estava no meio do assunto, a pessoa me diz: quer saber uma notícia meio chata? Eu sei que eu não vou curtir, e até já imagino do que se trata. Não só eu tinha razão como ainda a notícia veio lambuzada por detalhes sórdidos.
Agora, a culpa é toda minha. Eu que quis saber, não é?
Eu sabia que eu não ia dormir sem essa.

Tuesday, January 24, 2006

Essa Tal Democracia

Estava à cata de uma foto de Canasvieiras que traduzisse mais ou menos como a praia é na realidade. Encontrei uma que dizia:
Banhistas e ambulantes convivem democraticamente.

Pera aí, cara. Eles pagam inscrição, concorrem pra ser ambulantes. Eles pagam impostos pra ir lá. Tirando o que vai frio e fica sem o isopor ou a arara de saída de praias, quando bate a fiscalização. Eles não foram aceitos, bem-vindos e coisa e tal. Democraticamente é o CACETE.

A Dúvida que Não Quer Calar

Por que será que o Globo Repórter fala tanto de comida, cara?

Intelectuais Orgânicos do Carandiru

Sobre o governo Collor:
- Isso jamais teria se sucedido entre nós. Já imaginou, uma mocinha chegar aqui e anunciar que a grana nossa, ganhada na luta, tinha congelado? Já era, doutor, não sobrava nem o pensamento na mente dela.

Tentativa de fuga (tentando se passar por funcionário):
- De que grupo você é?
- Sou do grupo tal, vim de reforço.
- Pediu autorização para o seu Raimundo?
- Lógico!
- Então, malandro, a casa caiu, que nem seu Raimundo não tem!

Sobre os travestis trabalharem na cozinha...
- Aí é que entra menos ainda. Não tem cabimento uma pessoa que pratica coisas com a bunda vim mexer na alimentação da coletividade.

Estão pensando o que? A filosofia nasce em todos os lugares...

Monday, January 23, 2006



Nossos sorrisos já dizem tudo, não? Essa foi na minha última noite na Bahia, na "despedida". Felipe, eu, Ilaua, Paulo Afonso e Robertinha ali embaixo.

Homem... A missão

Eu estava no show da Ivete Sangalo lá em Ilhéus, uma gringa no meio daquela negada toda... Quando um nego da negada me puxa pelo braço.
Oi, qual seu nome, etc... E eu tentando me desvencilhar. Ai ele me pega pelo braço de novo:
- Por que você está saindo?
- Estou com pressa.
- Aaah, então vamos nos agilizar!



...!
Teve um dia que fomos num forró lá em Ilhéus, e fizemos aquilo que lá eles chamam de comer água: que é beber pra caralho. Daí a dona da casa, chegando em casa foi ao banheiro, e eu e Ilaua ficamos na cozinha. Aí bateu a fome. A geladeira da casa de Robertinha é daquela com pegadores dos dois lados da porta, não tem? E Ilaua ali, puxando o pegador. E nada de abrir.
- Deve ser daquelas que espera 1min antes de abrir de novo.
- Espera aí, que eu tenho dedo mágico pra arrumar as coisas.
E as duas ali, aplicando toda a sua força, se esfalfando de tanto puxar. Até que tilililim...
- Deixa eu ver só uma coisa.
Puxei vagarosamente o outro pegador e...

Eu sonhei...

Falaram que vão fazer uma comunidade: A Thaís Sonhou que Estava na Bahia.
Mas que droga, o que eu posso fazer? Eu não mando no que eu sonho à noite. Já criei uma série de estratagemas e planos imbecis para voltar pra Bahia e ficar lá pra sempre. Um dos mais reais é o de plantar um coqueiro; embaixo de sua sombra eu dormiria, e venderia os côcos. Se eu não vendesse nada, eu tomaria a água, e partiria o côco, e comeria a fruta. Um coqueiro pode dar tanta coisa pras pessoas que deveria ser tratado com mais respeito; eu já usei bronzeador de côco e tudo! Foi lá em Cabralia, os índios me venderam. Sem contar os anéizinhos de côco. Resumindo tudo, longe dos coqueiros, eu sou infeliz. Alguém me dá uma muda de coqueiro?

Cidadão Quem?

Essa banda é legal, agora eu sei. Pitty é baiana, eu também sei agora. E graças a Deus que Planeta é só uma vez por ano, por que cansa pra caralho. E eu passei boa parte do show de alguém sentada na chuva (com minha capa de chuva) sozinha, refletindo sobre a minha vida amorosa, e mais! Tirei conclusões a respeito!

Democracia?

A assembléia rolando, a bonitinha levanta a mão pra dizer:
- Vocês estão aí na frente, vocês mandam, a gente só fica sabendo do resultado final; se for colocar tudo em votação, não acaba nunca.
- Mas é assim que se faz as coisas democraticamente, entendeu?

É claro que ela não entendeu. Ela tem concubino, filha, estágio, e tá doidinha pra ter aula e ter diploma. Eu sou mesmo a maior bestona do Universo.

Sunday, January 22, 2006

Homem...

Eu nunca curti muito Charlie Brown. Aí, quando foi pra começar o show, eu saí fora, e fiquei na praça de alimentação tomando energético (é eu curti os dois dias de festa de cara) e esperando o show acabar. Aí bem na minha frente tinha um pobre rapaz botando os bofes pra fora, vomitando horrores mesmo. Acho que ele largou quase todos os 70% do líquido do corpo ali. Dali a uns 5 min, ficou desmaiado olhando a poça. Aí eu fui falar com ele:
- Moço, se tu ainda estás te sentindo mal, fica com a coluna reta e o pescoço erguido, pra se sentir péssimo e largar o resto.
Aí ele começou a me obedecer, e eu ali, um olho nele outro no show (graças a Deus os ouvidos não alcançavam). Dali um tempo, o cara começou a se sentir melhor, olhou pra mim... e deu uma piscadinha. Comé que é, jacaré? Eu te vejo vomitar as tripas e tu ainda tens coragem de me dar piscadinha?!

Thursday, January 19, 2006

Ó

Eu estou achando fraco o arsenal de atrações do Planeta Atlântida esse ano. Eu só vou por que eu moro do lado e custa R$10,00 a menos daquilo que eu não admitiria pagar. Pelo menos tem tenda de pagode e pessoas legais.

Pára Porra

Pára de mandar essa lixarada no meu scrapbook. Não quero clicar no barco, no urso e nem no Papai Noel. Que merda!

Tuesday, January 17, 2006

Dicionário em Baianês

pêga - é tipo um "porra";
peba - é tipo um "reba";
queixar - é dar em cima de alguém;
deus é mais - deus me livre
se plantar - se posicionar para defesa;
piriguete - mulher "à toa";

Pêga, véio...

Se É Para o Bem de Todos...

Eu acho que eu sofro pelo bem da humanidade. Por que quando eu estou feliz, eu sou cruel pra caralho.
- Pode ser cruel, mas não deixe de sorrir.
E pronto, a humanidade que se foda.

Monday, January 16, 2006

Timer Error?

Eu tenho uma característica curiosa. Sou visceralmente nostálgica. Passo a maior parte do tempo presente suspirando aquela boa época, aquele bom momento que já foi. Tenho pouquíssimos exemplos de horas que eu posso dizer que estava ali de corpo e alma aproveitando o que o presente oferecia, esgotando todas as possibilidades, rindo todas as minhas risadas...
Suspirei pelo menos uns 10 dias seguidos na Bahia. Na última semana, vivi o presente. Antes mesmo de pegar o avião de volta, já tinha começado a suspirar pensando que já tinha passado tudo. Fazer o que?

Sunday, January 15, 2006

Cara, tem fases minhas que eu fico um tipo diferente de esquisito. É um esquisito eufórico assim, não tem? Eu quero fazer coisas, falar, abraçar as pessoas, bater nelas... Lembro-me que lá pela metade do ano eu estava sentindo isso já de manhã cedo. Aí era foda, por que eu preciso pegar ônibus pra ir pra qualquer lugar né, e eu não conseguia ficar parada no ponto de ônibus. Aí eu ia andando até o próximo, o próximo... Até que apaziguava e eu podia subir no ônibus.
Eu estou sentindo isso agora. Eu não consigo concatenar uma história inteira e blogar. Só consigo jogar umas coisas ao vento.
Perdão.

Billy Boy é Foda!

Não bastasse ter contribuído ativamente para o consumo de 3 dúzias de Brahma lata (ô saudade que eu estava...) na companhia de 4 pessoas, ter cometido o infame ato de pegar comida na geladeira alheia bem mocadinha pra não ser detida no meio do infame ato (e ficar sem a fatia de mussarela) e ter voltado pra casa em horário totalmente impróprio, ainda saí sem controle e sem chaves. Refleti alguns instantes (que podem ter sido vários, visto que eu estava em estado letárgico) sobre qual a melhor maneira de me conduzir no momento, e tive a brilhante idéia de descarrilhar o portão (palmas).
Dei a volta pelo jardim e testei todas as janelas da casa (e é óbvio que como todo castigo pra corno é pouco, ontem resolveram não só fechar tudo como usar as travas também), e parei para refletir mais alguns instantes semelhantes àquele do portão. Acabei me resolvendo a bater na janela dos pais bem delicadamente para pedir que me abrissem a porta, e para lá ia me encaminhando, quando me deparo com a cesta de pregador de roupas em cima de uma escadinha dessas de três degraus. Não só eu chutei e derrubei a escadinha como ainda me fiz o favor de espalhar todos os pregadores pelo chão. Aí, a mãe teve de acordar sobressaltada:
- Quem está aí?
- Calma gentii, sou eu... (sinal de paz e amor assim) Abre a porta pra mim?
Aí se seguiram mais um encadeado de fatos comuns a quem chega em casa meio afoguetado (como devorar a comida fria, mandar e-mails frenéticos e cheios de erros de digitação), ao final dos quais me lembrei de ter descarrilhado o portão. Primeiro, coloquei o celular para despertar dali a 1h pra que eu arrumasse antes que alguém acordasse e visse que o portão estava torto. Refleti mais um pouco e resolvi que o momento era aquele. Peguei os apetrechos e abria e fechava o portão, tentando consertar, consertava em cima, estragava embaixo, pelo menos umas 5 vezes, até que pareceu funcionar.
Aí eu me recolho, pelo o Billy Junior no colo, e vamos para o quarto.
Mas... Tá faltando alguém! (O desespero de bêbado entrou em ação).
E passei a chamar furiosamente o Billy Boy aos sussurros, saio na rua, ando até a esquina, procuro novamente, olho dentro do carro... e nada. Por desencargo, vou até o quarto dos pais perguntar se Billy Boy estava lá.
O vadio deitado no tapete, nem o rabo abanou pra não fazer força. E eu lá sofrendo desesperada pensando no seu sumiço.
Ou seja: Billy Boy é foda! A culpa é do Billy Boy!

Ê Saudade...

Memória olfativa pegou forte o cheiro do coentro e do óleo de côco do índio.
A auditiva o DVD do Jamil e aquela do Rapazola.
A gustativa (?) o doce do abacaxi.
A tátil (?) a areia macia e a temperatura do mar.
A visual fez um borrão colorido e abstrato, com tudo de lindo que há lá, com claras preferências pelas palmeiras.
A sexto-sentitiva (até então eu achei que estava viajando, mas essa palavra que inventei agora se puxa muito, não?) não pára de suspirar.

Thursday, January 12, 2006

There she comes...
Eu estou feliz e muito VIVA.
Obrigada a todos,
Tchau!

Saturday, January 07, 2006

Marketing?

Ninguém tem obrigação de ser gentil comigo. É isso que digo a mim mesma, quando penso que alguém não foi gentil comigo. Beleza. Só que como ninguém tem obrigação de ser, e algumas pessoas simplesmente o são, estas são levadas mais em consideração.
Estas pessoas gentis, estão se autopromovendo. São umas porcas capitalistas. E eu uma vítima do sistema. Só por que elas me oferecem vantagens que não são obrigadas a oferecer.
Tsc, tsc, tsc...

Não Morri

Em compensação, passei uma semana inteira em Porto Seguro, longe da internet e sem sentir falta. Conheci algumas praias ( Cabralia, Arraial D'ajuda), tirei fotos com um índio... Vi a Luana Piovani tomando sol. Comi um molusco chamado lambreta, do qual eu nunca tinha ouvido sequer falar: ele vem numa concha clara e perfeita, e é muito saboroso. Na ceia de ano novo, tinham coisas diferentes: salgadinhos de carne-de-sol, tâmaras, queijo, torta de chocolate... Ah, a virada foi numa tal de passarela do álcool em Porto Seguro, com trio elétrico. Lá tem barraquinhas cheias de coisas para vender: todas as coisas. Tem um bar chamado AxeMoi, uma megaestrutura com trio elétrico, coreógrafos, e tudo o mais, na beirada da praia, com pista de dança e hidrantes para refrescar o público. Shows de bandas nacionais quase todos os dias ( Araketu e Rapazola por exemplo, por que afinal de contas estamos na terra do axé), natureza também, zilhões de coisas para todos os estilos de vida. No primeiro dia almoçamos em um restaurante a quilo; peguei um molho cheio de pimentinhas vermelhas dentro, tomando o cuidado de não levar as pimentinhas. Estraguei toda a salada com o molho, e não parava de tossir. Coisas de turista desavisado.

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