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Tuesday, August 22, 2017

Missão prova de corrida, capítulo 1: a preparação

Então me inscrevi para uma prova de 5km em nome da repartição no dia 19 de setembro. Eles pagam minha inscrição, eu compareço, e é isso aí.
Nunca tive uma meta desse tipo e não faço a menor ideia de como me preparar adequadamente; então converso com algumas pessoas, fuço bastante na internet e estabeleço um plano simples: de 3 a 4 treinos de corrida por semana, sempre entre 30 e 40minutos, jamais atingindo a quilometragem, apenas intercalando os tiros, o trote, etc. Se alguém se animar eu posso até compartilhar o que estou fazendo, mas sugiro não se basear nisso. Na minha canela mando eu, e se der treta, a culpa é minha mesmo.
Semana passada, estando o tempo super agradável e ameno, uma quantidade abissal de pessoas optou por levar adiante o seu projeto verão. O que me fez deparar com as 20 fuckin esteiras da academia ocupadas. Humpf. Treinei musculação e tentei voltar no dia seguinte, para encontrar quadro semelhante.
Foi assim que só no sábado, já tendo desistido de correr e indo apenas treinar, encontrei novamente a academia transbordando de gente, só que dessa vez, nas máquinas, e aí subi para a esteira.
Só para descobrir que, se a prova fosse sábado, eu teria terminado meus 5km em 50minutos.
Mau, muito mau.

Minha meta é diminuir um pouco mais. Se chegar a pelo menos 40min, me darei por satisfeita. Prometo. 

Wednesday, August 16, 2017

O potencial de um peito de frango

Print do meu instagram - esse é o dia seguinte, por isso o contraste entre o interior tão branquinho e a casquinha bem escura :)


O frango é uma carne que acho bastante sem graça, com especial destaque ao peito, seco, sem gosto e de textura estranha. Também acho que peguei bode de tanto ouvir falar que são cheios de hormônios e antibióticos.
Procuro comer mais as sobrecoxas, e normalmente lá para casa uso orgânicos. Dei uma chance da última vez a estes teoricamente melhores, da Sadia, que anunciam ser sem antibióticos.
Acho que não é completamente seguro, mas me parece um avanço interessante. E em dias de crise, inflação e outras reflexões, quero ir testando formas mais baratas de me alimentar o melhor possível. Com o tanto de frango que tenho comido, não seria viável comer só orgânico.

Minha marinada: suco e raspas de laranja, gengibre, lemon pepper, sal

Na minha viagem de férias, comi o peito de frango de formas gostosas que o deixava suculento, e voltei para casa querendo aplicar isso mais. A vantagem dessa carne é justamente ser uma base neutra que pode absorver sem brigar com outros temperos, então, porque não aproveitar isso, certo?

Este aí me veio a inspiração assistindo a Lara Nesteruk no snapchat (que eu também uso, caso alguém queira assistir: meu usuário é @thaismacadamia, igual meu instagram): ela fez o dela com limão e alecrim, eu fiz o meu com laranja e raspas de gengibre. No entanto, cometi um erro ao colocar o suco cedo demais na frigideira, pois com o seu açúcar natural da fruta, ele caramelizou e queimou um pouquinho (o caldo, não o frango).

Fiz uma marinada com o suco e raspas de uma laranja, gengibre ralado, lemon pepper e sal. Fritei por cerca de 6-7min com uma frigideira tapada, depois virei e fiz a mesma coisa. Como os peitos eram mais altinhos, foi o suficiente para deixá-los bem cozidos, porém macios no centro. 

No dia seguinte, para requentar, dourei uma cebola roxa na manteiga, adicionei o frango e o caldo com um golinho a mais de água, e ao final dos mesmos 6-7min (não virei, pois já estava cozido e só queria aquecer), adicionei uma colherada de requeijão para engrossar o molho. Ficou DELÍCIAS CREMOSAS, e ouso dizer, quase melhor que a noite anterior!

Ainda tenho vários outros planos para o frango: besuntar de páprica para vê-los vermelhinhos, minha mãe também deu a dica de usar o alho em pasta e deixar aquilo tostar, vou fazer o de limão com alecrim, e também pensei em "empanar" no ovo com gergelim. Enfim, ideias não faltam. Todo poder ao frango!

Tuesday, August 08, 2017

Um coração diminuído por uma arcada dentária

Então meu cãozinho iniciou a ficar banguela. De velho.













Suspiros.


Levei um tempo para perceber, talvez quando perdeu um ou dois, mas agora, quando ele boceja, é impossível não perceber que os de trás (e mesmo as laterais) da boquinha estão quase todos perdidos. Continua com os centro-avantes todos lá, no entanto.
Ele ainda mastiga a ração, mas agora já precisa se ajustar para fazer isso, e come mais devagar. Come cenouras sozinho, ainda. Segundo o veterinário, ele engole os próprios dentinhos, e quando ficar quase sem nenhum, deverei molhar a ração, ou mesmo dar apenas comida de verdade. Projeto esse que sempre adiei, pois viajo demais, e embora eu não me importe em cozinhar para ele, sempre tive receio de não encontrar outra pessoa que possa fazer isso por mim(ele). 
Gradativamente, no entanto, estou mesclando a alimentação dele com carne moída (cozida, ainda não tenho coragem de dar carne crua). Quero ele bem alimentado, feliz e saudável como sempre foi. Gradativamente, estamos nos preparando para o inverno da vida dele que é agora, e me sinto grata por ter a oportunidade de cuidá-lo após tantos anos - reconheço que, mais de 10 anos atrás, quando ele nasceu, eu era bem menos cuidadosa.
Aceito quaisquer dicas e/ou sugestões para inserir a alimentação de comida de verdade no cãozinho.


Ele assim, de gravatinha para trás e roupinha de agasalho, me lembra um pouco o Pequeno Príncipe nas suas poses contemplativas





Thursday, August 03, 2017

Paçoca de colher "fit"



Há um bom tempo eu venho alimentando mais o meu instagram (@thaismacadamia) do que esse blogue, por motivos de: ninguém mais me lê aqui, e eu gosto mais de escrever lá. Mas recentemente tomei para mim o desafio de exercitar minha escrita, não para longos textos, mas pelo menos, para não tão curtos quanto o daquele aplicativo com quem tenho dúbios sentimentos.

Essa farofinha aconteceu meio inadvertidamente: a intenção era fazer uns cookies proteicos (os quais, aliás, já postei a receita neste link), só que no meio do caminho, exatamente quanto juntei a proteína com a pasta de amendoim, encontrei essa gostosa farofa úmida, que me remeteu a algo como paçoca de colher. Hum...interessante.

Deixei como estava e aí encontrei essa forma de usar, mais preguiçosa ainda:

Apenas misture 1 scoop de proteína sabor chocolate com 2 colheres de sopa de pasta de amendoim. Parece que não vai rolar, mas acontece que vai: use um garfo, e pacientemente veja a mágica da umidade da pasta de amendoim absorvendo o pó da sua proteína.

POSSÍVEIS VARIAÇÕES: troque a proteína por cacau em pó e um pouco de açúcar (ou adoçante). Ou se economize e tente chocolate em pó. Como eu gosto de sal com amendoim doce, adicionei por minha própria conta e risco umas castanhas de caju salgadas. Considero um sucesso.

Balanço do primeiro semestre e as perspectivas para o segundo

Gosto sempre de dar o fôlego maior no primeiro semestre para aquilo que exige dedicação intelectual e concentração, e no segundo, vou só nadando com o impulso que já dei. Fiz essa escolha baseada na sazonalidade do meu trabalho (entre outras coisas, a repartição e eu entramos em greve geralmente em meados de setembro - depois da tempestade é tempo sempre de repor horas ou mesmo atividades perdidas).
No primeiro semestre, eu corajosamente encarei o primeiro período da graduação em Nutrição, que foi extremamente gratificante e difícil certas horas. Tinha um processo eleitoral (concorremos novamente à direção do sindicato, ganhamos, mas foram quase 2 meses de campanha e outra greve), fora o trabalho, a casa, o cãozinho e os treinos. De abril em diante, meu boy magya volta de NY e por cima de todas as obrigações, a felicidade e o volume de tempo que obviamente, ele ia acabar me tomando.
No final deu tudo certo; mas agora, passado o turbilhão e recém tendo voltado das férias, estou tentando estabelecer uma rotina, com mais espaços de tempo livres e poder dar mais qualidade nas minhas atividades. Ainda não me decidi entre o trancamento total ou parcial da graduação, mas o fato é que todas as noites estar envolvida com isso, pesou demais no meu descanso, que é uma prioridade.
Alguns planos já estão feitos: inscrita numa prova de corrida (5km) no dia 19/09, o que já me deixa com pouco tempo de preparação, um processo seletivo diferente dos que me submeti recentemente (mais ao final do ano), alguns cursos e materiais diferentes de minha área que quero explorar - para expandir meus conhecimentos e habilidades, mas também para não colocar todos os ovos da vida numa mesma cesta, em tempos mais incertos. 
Exercitar a escrita é uma das coisas que quero retomar; por isso, tenho a ideia de resgatar esse blogue mais para o cotidiano, e não ser tão eventual nosso relacionamento. 
Baseada no texto desse link, já fiz a minha revisão semestral das áreas de foco (no pessoal) e hoje quero me dedicar ao profissional. Pelo alto grau de pessoalidade, não compartilho completamente o esquema, mas recomendo todo mundo a fazer, porque dá uma noção muito boa das nossas prioridades, e se o que queremos fazer é o que estamos fazendo (ou nos encaminhando para lá).


Meu rascunho das áreas de foco da vida pessoal


Tuesday, June 06, 2017

Apenas uma história antiga largada ao acaso

Em uma viagem qualquer a Buenos Aires, com amigas, fomos a um boliche (é assim que chamam boate) em Palermo após um jantar delicioso. Haviam várias casas pelo bairro, e ao acaso escolhemos uma que a promoter nos indicou que somente o nosso amigo (homem) pagaria um ingresso barato, nós não pagaríamos nada (5 meninas), e todo mundo ganharia una copa de espumante.
Achamos um ótimo custo-benefício, meiamos o ingresso do Beto e entramos.
Só que todo mundo já tinha jantado, bebido e saído na noite anterior e estávamos bastante cansados.
Ficamos um tempo, dançando as cumbias (que acho ótimas) e um pouco de pop início dos 2000 (que também acho ótimas) e começamos a insistir para ir embora.
Apenas uma amiga minha não quis ir. Mas quando viu que todo mundo iria, recolheu os vale-espumante de todos nós e saiu do balcão do bar com 4 taças nas mãos. 
Dizendo que se ganhamos espumante de graça, ela não iria perder essa oportunidade e iria beber todos, mesmo que correndo. Engoliu o mais rápido possível enquanto a gente ia saindo do estabelecimento.
Nesse dia, eu soube algo sobre essa pessoa, que na minha visão, definiu como ela é.

Tuesday, May 30, 2017

A saga do siso

Então quarta-feira passada eu almocei numa boa churrascaria, usando todos os meus 32 dentes, com ansiedade que fiquei pelos dias que não mascaria nada.
Tive bastante medinho de ingerir o antibiótico, remédio que não entrava nesse corpo há mais de dois anos (e achava eu, para nunca mais voltar), mas ao receber a explicação da minha ortodontista, estou aqui, firmemente, ingerindo-os até amanhã, quando acabam os 7 dias.
Conforme o previsto, foi tudo tranquilo e minha extração foi uma piada: em menos de 1h os quatro dentes já estavam fora da boca, com bem pouco desconforto e zero dor.
A Ortodontista, muito querida e gentil, me deixou à vontade para falar e avisar qualquer coisa, e ia me explicando a cada passo o que eu provavelmente sentiria. 
A coisa mais assustadora, sem dúvida nenhuma, é o barulho do seu dente sendo arrancado de um osso. É coisa de desenho animado, de filme de terror, é um desespero psicológico - no meu caso, para a minha sorte, exclusivamente psicológico.
Suei frio embaixo daquela manta onde a gente fica coberta para imunizar toda a área. E ali mesmo tive certeza que, ainda que fosse fácil, rápido e indolor, se precisasse por acaso ir lá novamente (como algumas pessoas precisam ou optam, tirando primeiro um ou o outro lado), eu não voltaria NEVER.
A recuperação foi muito boa também: fiz gelos, tomei os remédios e somente no primeiro dia tomei um dorflex, embora tivesse receita para um analgésico bem mais forte. Discretamente, o meu lado direito inchou, mas nada que me deixasse fora de circulação, como algumas pessoas relatam. Pouquíssimos sangramentos também e nada muito exagerado, que me deixasse com medo. Um pouco de gosto de sangue na boca é normal, afinal de contas.
No segundo dia, já comia meus ovinhos mexidos bem molinhos, coisas em temperatura ambiente e tudo bem.
Repousei bastante, quase não andei, fiquei bem deitada e tentei (mas não consegui) dormir sempre sem ser de lado. Agora, é começar a segunda parte, as correções ortodônticas que realmente precisarei fazer.
Considero que tive uma dose igual de sorte e de dedicação. Quis fazer tudo muito corretamente, não criei caso a respeito de nada, mas também fui respeitando apenas as limitações que me pareceram mais importantes. Quando tive medo de andar ou mastigar, não o fiz. Quando achei que podia, fiz. 
Em teoria, só posso voltar a treinar dentro de 15 dias decorrida a extração, mas estou me preparando para argumentar que devo ir já a partir dessa semana, desde que em ritmo leve e caso me sinta bem.
Vamos ver.

Monday, May 29, 2017

Livro: Mulheres que Amam Demais (e um sincero relato de um coração curado)


Há cerca de um ano atrás, estava em POA por compromissos sindicais, para passar 15 dias. Fui-me com as malas, o cachorro e o coração partido, de modos que uma fuga rápida de casa e das obrigações, me parecia uma ótima ideia.
Lá, fiquei na casa de um casal que aceitava meu cachorro e, tinha na sua sala, uma vasta biblioteca. Ele é bancário, ela é dos sistemas de informação, e como eu, militantes e ativistas, acabam tendo nas estantes alguns livros interessantes sobre questões da humanidade que tocam a gente.
Entre eles, esse livro que li pela primeira vez lá, e me interessei imediatamente, pelo momento pessoal em que estava passando. Não sei se algum dia, vou ter a capacidade de escrever de forma resumida sobre o que os anos de 2015 e 2016 foram para mim, mas considero que foi um mergulho de olhos abertos na minha própria escuridão.
Sou muito reticente com autoajuda e com livros que se propõem a medicalizar as questões relacionadas a codependência, transtornos mentais e dependência química – na sua maioria, são livros com uma forte carga moralista e deterministas, que paralisam as pessoas nas suas castrações. Mas no ápice do cansaço em que me encontrava, de todos os inúmeros livros disponíveis, foi esse que abri.
Marquei e grifei inúmeras passagens e, durante os dias em que estava lá, a cada 3-4minutinhos livres que tinha, abria meu livro e dava mais uma lida. Traçando um paralelo entre as diversas mulheres codependentes químicas que a autora tratou em consultório e em grupos, ela agrupou uma quantidade de casos que considerou mais exemplares e classifica (sim, não posso negar) alguns dos casos mais comuns de mulheres que “amam demais” – ou que, no caso, amam-se de menos e expressam isso de forma destrutiva nos seus relacionamentos todos, principalmente no amoroso.
Foi ali que comecei a perceber e entender a quantidade de culpas que carregava sem nunca ter tido, no meu papel familiar (ainda quando criança) e em meus relacionamentos posteriores, quando adulta. Até chegar nesse último que, já terminado, eu não conseguia terminar. Não por amor, mas por culpa. Por resistência, e certamente, por pouco amor por mim mesma.
Foi naquela semana, depois de ler que o meu próprio cuidado deveria ser prioridade, que me vi pensando: ótimo, depois de voltar para casa, resolver as pendências XYZ, posso marcar a consulta tal para mim. E o livro me responde, no parágrafo seguinte: se isso te pareceu muito urgente, pense na quantidade de esforços que já fez para que ELE mesmo se cuidasse.
E aí a luz me cegou: ali eu me vi, há meses, muito provavelmente anos, sempre cuidando e me preocupando com uma série de novas estratégias e técnicas que poderiam curar todas as pessoas ao meu redor, que eu pesquisava, indicava e recomendava a todo mundo – mas nunca fazia por mim. Se fazia, abandonava pelo caminho. Porque afinal de contas, eu poderia cuidar de mim “depois”.

Depois do que? De QUEM?

Passei momentos de raiva, de tristeza, de revelação. Mas principalmente, passei a sentir dentro de mim a potência que é saber que tudo aquilo que eu tentava proporcionar aos outros estava ali, disponível para mim, desde que eu aceitasse o que eu mesma poderia me oferecer.
E diariamente, após a leitura desse livro, comecei a me policiar, todos os dias, a me tratar com o mesmo afeto e deferência que tinha pelas pessoas ao meu redor, que pareciam não reconhecer todos os meus esforços.
Cada vez que pensei em presentear alguém, me dei um presente. Cada vez que pensei num tratamento alternativo, marquei para mim. Cada vez que tive vontade de aconselhar ou acarinhar alguém, fiz por mim. Cada vez que li sobre alguma inovação importante que facilita a vida, apliquei-a em minha própria vida.
E o resultado disso foi que minha vida ensolarou outra vez. Experiências estavam novamente gratificantes e disponíveis para mim, os dias de alegria, de riso e de cura eram meus. Eu estava pela primeira vez sentindo a vibração e o alívio da cura em mim mesma, e não em outra pessoa.
Como Assistente Social, como ativista, como pessoa preocupada com todo mundo ao meu redor, posso afirmar sem nenhuma sombra de dúvida: nada é mais gratificante do que presenciar a sua própria cura. A cura de ninguém é tão poderosa quanto a nossa própria – ainda mais se tem a nossa própria intervenção.
Salvar a mim mesma foi a coisa mais bondosa e enriquecedora que já fiz. Eu talvez teria feito isso sozinha, sem a leitura? Provavelmente sim, mas naquele momento, as palavras me tocaram de uma forma permanente. Lembro que, junto do livro, começaram a aparecer pela internet afora, relatos de pessoas aprendendo a se amar e a cuidar de si próprias. Parecia que todo mundo estava começando a olhar para dentro de si. Todas essas pessoas me inspiraram e, sei que naquele período, também inspirei outras.
Hoje estou escrevendo longamente sobre esse livro, mas principalmente sobre mim, porque senti que falamos pouco, muito pouco sobre o durante. Li esse texto da Mafalda e me senti tocada pelo relato claro, limpo e objetivo do que foi atravessar uma série de tristezas, decepções.
Dessa história que vivenciei, levei exemplos que para o resto da vida vão me acompanhar e servem pra aconselhar a mim mesma e tantas outras pessoas ao meu redor. Que não me importo em compartilhar, na sua maioria, se ajudarem mais pessoas a terem mais cuidado consigo próprias.
O link para o pdf do livro é fácil de encontrar online e gratuitamente, e eu não me importo de encaminhar por e-mail a quem me solicitar. Espero que, mesmo tão vago, meu textão tenha utilidade para alguém mais além de mim.

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